Passageiro terá que pagar por bagagem em voos a partir de março

A partir de março do ano que vem, as companhias aéreas não terão mais que oferecer obrigatoriamente uma franquia de bagagens aos passageiros. Isso significa que os viajantes vão poder escolher, na hora de comprar a passagem, se vão despachar ou não as bagagens. Para quem optar pelo serviço, poderá haver cobrança pelo volume despachado. A medida valerá para passagens compradas a partir de 14 de março de 2017.

Atualmente, a franquia de bagagens é de um volume de 23 quilos nos voos domésticos e de dois volumes de 32 quilos nos internacionais. 

As novas regras para o transporte aéreo de passageiros estão em consulta pública desde março e deverão ser aprovadas pela diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) amanhã (13). Para a agência, a liberalização das franquias vai trazer benefícios aos passageiros.

“A Anac não vai mais dizer que o passageiro vai ter que pagar necessariamente por uma peça de 23 quilos. Pode ser 23 quilos, 10 quilos, 15 quilos. O que não faz sentido é a Anac continuar estipulando que as empresas são obrigadas a seguir esse modelo no mercado doméstico e também internacional”, disse hoje (12) o superintendente de Acompanhamento de Serviços Aéreos da Anac, Ricardo Catanant, em entrevista transmitida pelo Facebook. 

Segundo Catanant, os estudos da agência e o comportamento do mercado no resto do mundo demonstram que o fim da franquia beneficia os passageiro. “Acreditamos que isso deverá se refletir em melhores e mais diferenciados serviços”. Segundo ele, o impacto da mudança no valor das tarifas deve ser sentido pelos passageiros a partir da metade do ano que vem.

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Empresas não serão mais obrigadas a oferecer franquia de bagagem e poderão cobrar por qualquer volume despachado Tânia Rêgo/Agência Brasil

O secretário de Política Regulatória de Aviação Civil, Rogério Coimbra, disse que, no ano passado, 41 milhões de pessoas viajaram no Brasil sem levar bagagens, o que equivale a cerca de 35% do total de viajantes. “Imagina quantas pessoas deixaram de viajar por conta dessa impossibilidade de ter um bilhete mais barato.” Atualmente, além do Brasil, apenas Rússia, Venezuela, México e China têm a franquia de bagagem regulada pelo governo.

A Anac ainda não consegue estimar qual será a redução no preço das passagens com a mudança. “Mas temos convicção de que essa medida puxa o preço para baixo”, afirmou Coimbra. Segundo o secretário, sabendo com antecedência quanta bagagem deverá levar em cada voo, a companhia aérea poderá prever o espaço que será utilizado no porão da aeronave e usar o restante para o transporte de cargas.

Direito do consumidor

Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), não existe garantia sobre a redução do preço da passagem com o fim da franquia de bagagem. Segundo o órgão, não há regulação sobre a oferta do serviço ao consumidor, o que poderia confundi-lo na hora da compra.

O Idec encaminhou uma carta à Anac para reforçar os direitos dos consumidores que utilizam o transporte aéreo.

Assistência material

Na reunião de amanhã, a diretoria da Anac deverá manter os direitos dos passageiros no caso de atrasos ou cancelamentos de voos, como comunicação, alimentação, transporte e hospedagem. A proposta apresentada pela agência em março previa que o direito à assistência material poderia ser suspenso em casos de força maior imprevisível, como mau tempo que leve ao fechamento do aeroporto. Segundo Catanant, essa mudança foi revista depois da avaliação de órgãos de defesa do consumidor, que consideraram a medida um retrocesso.

“A agência está ponderando e a tendência é que a assistência material válida desde 2010 deve permanecer inalterada, se a diretoria aprovar da forma que a área técnica encaminhou”, disse.

A possibilidade de transferência do bilhete aéreo para outro passageiro também não deve ser aprovada, segundo Catanant. Segundo ele, a medida poderia prejudicar o consumidor, uma vez que agências de viagem poderiam comprar as passagens mais baratas para revender depois.

 

Agência Brasil

 

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Secretaria do Rio apresenta projeto para transformar prédio do Dops em museu

 

Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil

O projeto para transformar o prédio do antigo Departamento de Ordem Política e Social (Dops) no Rio de Janeiro em um museu foi apresentado hoje (12) ao público pela Coordenadoria Estadual por Memória, Verdade e Educação em Direitos Humanos, órgão vinculado à Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos. Localizado na Rua da Relação, 40, na Lapa, o Dops foi usado durante a ditadura militar como espaço de prisão e tortura, servido como local para a repressão a movimentos sociais e políticos contrários ao regime militar.

O movimento Ocupa Dops promove um ato público em frente ao antigo prédio do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) no Rio, para marcar o Dia Internacional de Combate à Tortura (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O prédio do antigo Dops está de posse da Secretaria de Estado de Segurança PúblicaArquivo/Tânia Rêgo/Agência Brasil

A superintendente de Promoção dos Direitos Humanos da secretaria, Aline Inglez, disse que embora o plano museológico tenha sido elaborado e apresentado, ainda não há perspectiva concreta para sua implementação. Além de o prédio necessitar de reformas estruturais profundas, porque, segundo Aline, “seu estado de conservação é muito ruim”, o processo exige a cessão do equipamento da Secretaria de Estado de Segurança Pública e a busca de parceiros, inclusive privados, que queiram apoiar o projeto com recursos financeiros. A superintendente diz que não há nenhum orçamento para a implementação do projeto. “Essa coisa mais concreta não está elaborada, até porque o estado está em um momento de crise total. Então, não existe nenhum tipo de perspectiva neste momento de concretizar esse plano. Está tudo no papel”.

Movimentos sociais

A apresentação do plano museológico objetivou dar visibilidade ao projeto, que representa uma demanda antiga de movimentos sociais e organizações de direitos humanos, ex-presos políticos e parentes de mortos e desaparecidos que querem a transformação do prédio do Dops em um espaço de memória. Com o fim da Comissão de Verdade do Rio de Janeiro (CV-RJ), em dezembro do ano passado, Aline disse que a secretaria conseguiu, “por meio da pressão do relatório”, elaborar um plano museológico para dar ao pedido mais consistência. “É uma proposta que está sendo entregue”, disse.

A superintendente disse que o ideal seria que esse espaço, “por tudo que ele significa e tem dentro”, fosse transformado em um museu que preservasse a memória de tudo que aconteceu no período da ditadura. “Essa é a grande solicitação da sociedade civil e dos movimentos”. O edital que resultou na elaboração do projeto para transformar o prédio do Dops em museu resultou de uma articulação que envolveu também a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça e a Secretaria Estadual de Cultura.

O prédio pertencia ao patrimônio da União, vinculado ao Ministério da Justiça. Com a passagem do governo central para Brasília, ele foi transferido ao estado da Guanabara à época e, atualmente, está de posse da Secretaria de Segurança, sob a administração da Polícia Civil.

O ex-presidente da Comissão de Verdade do Rio de Janeiro (CV-RJ), Wadih Damous, sempre defendeu a ideia de transformar o espaço em um museu. “É um prédio histórico e ali foi, durante gerações, um centro de repressão política. Transformar aquilo em memorial ou museu da democracia é algo absolutamente necessário”, disse. “A repressão política é algo que tem muita força na história do país. A necessidade de que isso [a transformação em museu] aconteça é evidente”. Damous analisou que não tem nenhum cabimento compartilhar o espaço com a Polícia Civil, como argumentam algumas pessoas.

 

Agência Brasil

Mortes por malária caem 30% em cinco anos: 2015 ainda registrou 429 mil

Da Agência Lusa

A taxa de mortalidade por malária caiu quase 30% desde 2010, mas em 2015 ainda morreram no mundo 429 mil pessoas devido à doença, revela o relatório anual da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o paludismo, divulgado hoje (13). A informação é da Agência Lusa.

"Fizemos progressos excelentes, mas o nosso trabalho está incompleto. Só no ano passado, o saldo global da malária atingiu os 212 milhões de casos e as 429 mil mortes", informou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, no prefácio do documento.

Publicado anualmente pela OMS, o relatório de 2016 conclui que a taxa de incidência (novos casos) de malária caiu 41% em todo o mundo, entre 2000 e 2015, e 21% entre 2010 e 2015. A taxa de mortalidade diminuiu 62% globalmente entre 2000 e 2015 e 29% entre 2010 e 2015.

Entre as crianças com menos de 5 anos, a taxa de mortalidade caiu 69% nos últimos 15 anos e 35% nos últimos cinco.

Ainda assim, em 2015, o paludismo matou 303 mil crianças com menos de 5 anos em todo o mundo (70% de todas as mortes).

Entre 2000 e 2015, 17 países eliminaram a malária, ou seja, estiveram pelo menos três anos sem casos indígenas da doença, e seis destes países foram certificados como livres de malária pela OMS.

O documento destaca avanços principalmente no diagnóstico e tratamento das crianças e mulheres da África Subsaariana, região que concentra 90% dos casos e 92% das mortes por malária.

Segundo o relatório, em 2015 mais de metade (51%) das crianças com febre que recorreram aos cuidados de saúde pública em 22 países africanos foram sujeitas a um teste de diagnóstico de malária, quando em 2010 apenas 29% o faziam.

Também a percentagem de mulheres grávidas que receberam as três doses recomendadas de tratamento preventivo da malária aumentou cinco vezes, de 6% em 2010, para 31% em 2015.

A proporção da população em risco na África Subsaariana que dorme sob uma rede mosquiteira tratada com inseticida ou protegida por vaporização residual aumentou de 37% em 2010 para 57% em 2015.

"Estamos definitivamente a ver progressos", afirmou o diretor do Programa Global de Malária da OMS, Pedro Alonso, citado num comunicado da organização. Ele alertou, no entanto, que "o mundo ainda luta para alcançar os níveis elevados de cobertura que são necessários para vencer a doença".

Os autores do relatório confirmam que cerca de 43% da população em risco na África Subsaariana não estão ainda protegidos pelos métodos primários de controle do vetor da malária, as redes mosquiteiras e a vaporização residual. Em muitos países, os sistemas de saúde não têm recursos suficientes e são pouco acessíveis às pessoas mais vulneráveis.

Em 2015, 36% das crianças com febre não foram levados aos serviços de saúde em 23 países africanos.

No relatório, a diretora-geral da OMS considera "prioridade urgente" o aumento do financiamento dos programas de controle da malária.

Segundo o relatório, o financiamento quase estagnou entre 2010 e 2015, ano em que totalizou US$ 2,9 bilhões, menos que a metade do objetivo.

"Para alcançarmos as metas globais, as contribuições, tanto das fontes domésticas quanto internacionais, devem aumentar substancialmente, alcançando US$ 6,4 bilhões anuais até 2020", diz Margaret Chan no documento.

A malária é provocada por um parasita do gênero Plasmodium, que é transmitido aos seres humanos pela picada de uma fêmea do mosquito Anopheles.

Existem várias espécies, mas o Plasmodium falciparum é o mais perigoso para os humanos e o de maior incidência na África, onde se concentram 90% das mortes pela doença.

Os primeiros sintomas da malária são febre, dores de cabeça e vômitos e aparecem entre dez e 15 dias depois da picada do mosquito. Se não for tratada, a malária por P. falciparum pode progredir para uma fase grave e levar à morte.

O combate à doença passa por uma diversidade de estratégias, como a prevenção, por meio do uso de redes mosquiteiras impregnadas de inseticida e pulverização do domicílio, assim como pelo diagnóstico e tratamento dos casos confirmados com medicamentos anti-maláricos.

Ainda não existe qualquer vacina para a doença. A OMS anunciou no mês passado que a primeira vacina será lançada em 2018 na África Subsaariana.

 

Agência Brasil

 

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Diálogo Brasil debate a descriminalização do aborto

 

Débora Teles Brito - Repórter da Agência Brasil

O programa Diálogo Brasil, da TV Brasil, desta terça-feira (13) debate a descriminalização do aborto. A polêmica em torno do tema reacendeu depois do julgamento recente da primeira turma do Supremo Tribunal Federal que revogou a prisão preventiva de profissionais de saúde de uma clínica clandestina que realizava procedimentos de aborto em Duque de Caxias (RJ). Nesse caso específico, os juízes entenderam que a interrupção da gravidez até o terceiro mês de gestação não é considerada crime.

A decisão gerou a expectativa de descriminalização do aborto no Brasil. Atualmente, a interrupção legal da gravidez no país está prevista apenas em casos de estupro, risco de vida da mãe e fetos sem cérebro. O caso provocou forte reação da Câmara dos Deputados, que formou uma comissão especial com o objetivo de analisar o tema.

Para debater os desdobramentos do assunto, o Diálogo Brasil convidou a socióloga Jolúzia Batista, do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cefmea), e a professora do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília (UnB) Lenise Garcia, que também é presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida Brasil sem Aborto. O programa vai ao ar às 20h30, naTV Brasil.

 

Agência Brasil

 

Esplanada dos Ministérios terá segurança reforçada nesta terça-feira

 

Da Agência Brasil

A votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 55, que estabelece um teto para os gastos públicos para os próximos 20 anos, nesta terça-feira (13) no Senado vai alterar a rotina da capital federal. Para evitar a destruição de patrimônios públicos e privados e garantir a segurança de manifestantes em atos, a Esplanada dos Ministérios terá parte de sua via fechada a partir da 0h de amanhã.

A medida foi divulgada pelo governo do Distrito Federal (GDF), que vai bloquear o trânsito de veículos nos dois sentidos do Eixo Monumental, que vai da alça leste da Rodoviária do Plano Piloto até a altura da L4 Sul. Haverá reforço de revistas pessoais e de policiamento em todo centro de Brasília.

A Polícia Militar vai mobilizar, inicialmente, 600 policiais, podendo chegar até 2 mil. O Corpo de Bombeiros deixará de prontidão 60 homens, e o Detran, um total de 20 agentes de trânsito. A Polícia Civil também vai reforçar a 5ª Delegacia de Polícia Civil, localizada próxima à Esplanada, onde possíveis flagrantes serão registrados.

De acordo com o governo do DF, os manifestantes poderão ocupar apenas o gramado central da Esplanada. Nas vias S1 e N1 ficarão viaturas e profissionais de segurança pública. O Eixo Monumental só será liberado duas horas depois do fim do ato. Dessa forma, os motoristas têm a alternativa de passar pelas vias S2 e N2, que ficam atrás dos ministérios.

Policiais militares farão revistas pessoais no local e em ônibus que vão levar os manifestantes à Esplanada. A Polícia Rodoviária Federal também foi acionada para vistorias. O objetivo é evitar a entrada de objetos cortantes e inflamáveis, pedaços de madeira e pedras, além de máscaras, no palco da manifestação.

A Secretaria de Segurança Pública do DF recomenda que os manifestantes não levem objetos cortantes, fogos de artifício ou materiais inflamáveis e hastes de bandeiras; não usem máscaras ou cobrir o rosto com outro material; não levem crianças, mas, se forem, elas devem ser identificadas e evitar a exposição de celular ou objetos de valor.

 

Agência Brasil

 

 

 

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Justiça prorroga prazo para Samarco, Vale e BHP depositarem R$ 1,2 bilhão

 

Léo Rodrigues - Correspondente da Agência Brasil

As empresas Samarco, BHP Billiton e Vale conseguiram obter da Justiça Federal a prorrogação por 30 dias do prazo determinado para o depósito de R$ 1,2 bilhão. Este valor deve se somar a R$ 800 mil já depositados pelas empresas. O montante total de R$ 2 bilhões tem como objetivo garantir futuras ações de recuperação e reparação dos danos socioambientais decorrentes do rompimento da barragem de Fundão, que ocorreu em 5 de novembro de 2015 em Mariana (MG).

Em decisão proferida no dia 4 de novembro, a juíza Rosilene Maria Ferreira já havia concedido 30 dias para realização do depósito. Na última quarta-feira (7), a magistrada aceitou prorrogar o prazo, que é calculado a partir da data de intimação. A Samarco informou que foi notificada pela Justiça hoje (12) e, sendo assim, o depósito deverá ser efetuado até o dia 10 de janeiro. Caso a determinação não seja cumprida, haverá multa diária de R$ 1,5 milhão até que a transferência dos valores seja comprovada.

A barragem de Fundão pertencia à Samarco que, por sua vez, tem como acionistas as mineradoras Vale e BHP Billiton. Na tragédia ambiental, considerada a maior do país, foram liberados mais de 60 milhões de metros cúbicos de rejeitos. O vazamento provocou devastação de vegetação nativa, poluição da Bacia do Rio Doce e destruição dos distritos de Bento Rodrigues, Paracatu e Gesteira, além de outras comunidades. No episódio, 19 pessoas morreram.

Mariana/MG - Ruínas de casas do distrito de Bento Rodrigues, que foi destruído pela lama da Barragem do Fundão (Léo Rodrigues/Agência Brasil)

Ruínas de casas do distrito de Bento Rodrigues, destruído pela lama da barragem de FundãoLéo Rodrigues/Agência Brasil

A determinação do depósito de R$ 2 bilhões atendeu a uma ação civil pública movida logo após a tragédia pelos governos federal, de Minas Gerais e do Espírito Santo e por diversos órgãos ambientais. Esse processo teria sido encerrado caso fosse homologado o acordo fechado entre as partes em que se estimava em aproximadamente R$ 20 bilhões o valor dos prejuízos causados pelos rompimento da barragem.

A homologação chegou a ocorrer em maio desse ano, mas foi posteriormente suspensa após contestação do Ministério Público Federal (MPF). A validade do acordo ainda será avaliada novamente pela Justiça Federal. Paralelamente, tramita uma ação do MPF que estima em R$ 155 bilhões os prejuízos.

Sem homologação judicial do acordo, segue normalmente o trâmite da ação civil pública movida pelos governos federal, de Minas e do Espírito Santo e pelos órgãos ambientais. Além do depósito de R$ 2 bilhões, outras medidas urgentes foram solicitadas como a suspensão de licenças, a contratação de estudos e a contenção dos rejeitos que ainda vazavam das estruturas remanescentes após o rompimento da barragem. A Justiça Federal deferiu parcialmente alguns dos pedidos liminares.

Na decisão do dia 4 de novembro do mês passado, a juíza Rosilene Maria Ferreira apontou quais decisões ainda não foram cumpridas. Além da complementação de R$ 1,2 bilhão para se chegar ao depósito de R$ 2 bilhões determinado pela Justiça Federal, as empresas ainda precisam cumprir outras duas ordens. Foi dado um prazo de 90 dias para que seja comprovado o estancamento definitivo do vazamento dos rejeitos. As mineradoras também terão seis meses para apresentar uma plano de ação e um estudo sobre a viabilidade da retirada da lama depositada nas margens do Rio Doce.

 

Agência Brasil

 

 

MEC prorroga para 30 de dezembro prazo de renovação do Fies

 

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil

O prazo para a renovação de contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) será prorrogado pela segunda vez, para o dia 30 de dezembro. Inicialmente, o processo seria encerrado em 31 de outubro, mas já havia sido adiado para o dia 15 de dezembro. Segundo o Ministério da Educação (MEC), a portaria com o novo adiamento será publicada amanhã (13) no Diário Oficial da União.

De acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), dos 1,5 milhão de estudantes que devem renovar o financiamento, 1,2 milhão o fizeram até esta segunda-feira (12). Segundo o FNDE, o prazo foi estendido para que nenhum estudante seja prejudicado.

Saiba Mais

Além do adiamento, a portaria também autoriza os agentes financeiros do Fies a receber até 29 de dezembro os Documentos de Regularidade de Matrícula (DRMs) emitidos a partir do dia 25 de novembro último e que estejam com o prazo de comparecimento ao banco expirado.

Os contratos do Fies precisam ser renovados todo semestre. O pedido de aditamento é feito inicialmente pelas faculdades. Em seguida, os estudantes devem validar as informações inseridas pelas instituições no SisFies. No caso de aditamento não simplificado, quando há alteração nas cláusulas do contrato, como mudança de fiador, por exemplo, o estudante precisa ainda levar a documentação comprobatória aos agentes financeiros do Fies (Caixa ou Banco do Brasil) para finalizar a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.

Os aditamentos, normalmente feitos no início do semestre, ficaram congelados devido à falta de recursos. No entanto, após a aprovação de crédito suplementar para o programa pelo Congresso Nacional, o sistema foi liberado para renovações.

Orçamento

O investimento nos financiamentoMas é de R$ 8,6 bilhões, já garantidos no Orçamento, de acordo com o MEC. A pasta informou que, para 2017, o governo federal já enviou ao Congresso Nacional Projeto de Lei Orçamentária que contempla R$ 21 bilhões para o Fies, o que garantirá a continuidade dos financiamentos e a manutenção dos contratos com os agentes financeiros do fundo.

 

Agência Brasil

 

Festival de Música Rádios MEC e Nacional anuncia os vencedores

 

Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A premiação do Festival de Música Rádios MEC e Nacional 2016 teve apresentação do grupo de choro Época de Ouro (Vladimir Platonow/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - A premiação do Festival de Música Rádios MEC e Nacional 2016 teve apresentação do grupo de choro Época de Ouro (Vladimir Platonow/Agência Brasil)Vladimir Platonow/Agência Brasil

Os vencedores do Festival de Música Rádios MEC e Nacional 2016 foram conhecidos na noite desta segunda-feira (12), durante solenidade de entrega da premiação em sete categorias. A festa ocorreu na Sala Funarte Sidney Miller, no Palácio Gustavo Capanema.

Neste ano, foram inscritas 217 músicas, sendo 167 de MPB, 38 de música instrumental e 12 de música erudita. O festival marca as festividades dos 80 anos das rádios MEC e Nacional.

O prêmio de Melhor Canção ficou com Prato Cheio, interpretado por Ana Clara Horta, de autoria de Ana Clara Horta, Miguel Jorge, Gabriel Pondé e João Bernardo. A melhor Música Instrumental foi concedida a Villalobiando, interpretada por Quarteto Djalma, de autoria de Henrique Machado.

Rio de Janeiro - Festival de Música Rádios MEC e Nacional anuncia os vencedores (Vladimir Platonow/Agência Brasil)

O prêmio foi transmitido ao vivo pelas rádios MEC AM e FM e Nacional AMVladimir Platonow/Agência Brasil

A Melhor Música Clássica foi Sofrimento, interpretada por Hugo Pilger, Felipe Prazeres, Fernando Pereira, Paula Prates e Carlos Mendes, de autoria de Bruno Lara. O melhor intérprete de Música Clássica foi Paulo Mendonça, João Carlos Santos, Francisco de Assis Silva, Marco Antônio Della Fávera e Carlos Vega, com a canção Marcha, Coral e Fantasia, de autoria de Isaías Ferreira.

O prêmio de Melhor Intérprete Vocal ficou com Na Ozzetti, Juçara Marçal e Claudia Castelo Branco, com a canção Logo Ali, de autoria de Claudia Castelo Branco e Marcos Campello. O prêmio de Melhor Intérprete Música Instrumental foi entregue ao Quinteto Lorenzo Fernandez, com a canção Maxixando na Pracinha.

O escolhido pelo Júri Popular, por votação pela internet, foi João Isaac Marques, por Senhor Eleison, Missa Juvenum, interpretado pelo Coro Juvenil Unirio, com regência de Isabela Freitas, tendo Luisa Pimenta como soprano, Erick Soares na flauta e João Isaac Marques no piano.

O prêmio foi transmitido ao vivo pelas rádios MEC AM e FM e Nacional AM, com apresentação do grupo de choro Época de Ouro. A premiação foi entregue por Emilly Krüger e a coordenação foi de Thiago Regotto, gerente da Rádio MEC.

 

Agência Brasil

Oposição impede leitura de parecer de PEC da Reforma da Previdência na CCJ

Em uma reunião marcada por protestos e obstrução, a oposição conseguiu impedir que fosse lido nesta segunda-feira (12) o parecer do deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) pela constitucionalidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, que trata da reforma da Previdência, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

Os deputados questionavam a pressa em votar a admissibilidade da PEC ainda este ano. A intenção do governo era de realizar a leitura do parecer nesta segunda-feira para poder discutir e votar a admissibilidade do texto na quarta-feira (14).

Diante da pressão de oposicionistas e de integrantes da base governista, o presidente da CCJ, Osmar Serraglio (PMDS-RS), cedeu aos apelos dos deputados e concedeu um pedido de vista coletivo, mesmo sem a leitura do parecer. Com isso, abre-se o prazo de duas sessões da Câmara para que a CCJ possa realizar a discussão e votação do parecer de Moreira.  

Para que o cronograma de votação ocorra como planejou o governo, será necessária a realização de uma sessão extraordinária da Câmara na manhã de quarta-feira, deixando a votação na CCJ para a parte da tarde e noite. 

Após a aprovação do relatório será criada uma comissão especial para analisar a proposta. O colegiado terá até 40 sessões da Casa para discutir, debater e votar a PEC da Previdência. Depois, a proposta será encaminhada à discussão e votação no plenário da Câmara, em dois turnos.

A intenção do governo é que a comissão seja criada ainda este ano para acelerar o trabalho de apreciação da PEC da reforma da Previdência, para que a proposta seja aprovada na Câmara até abril do próximo ano, antes de seguir para o Senado.

Contudo, o tempo corre contra as expectativas do Palácio do Planalto. Como o Congresso Nacional deverá iniciar o seu recesso de fim de ano na quinta-feira (15), após a votação do Orçamento, não haverá tempo hábil para o início dos trabalhos da comissão.

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Debate acalorado

Marcada para as 14h, a reunião começou pouco depois das 16h, por falta de quórum. No início dos trabalhos, deputados da oposição apresentaram dois requerimentos para o cancelamento da reunião com argumentos como o de que a sessão da Câmara tinha sido cancelada em função do falecimento do deputado João Castelo (PSDB-MA), ocorrido ontem e que se não tinha sessão da Câmara não poderia ter na CCJ. O presidente da comissão, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), indeferiu os requerimentos da oposição, que recorreu da decisão.

PSOL, Rede, PCdoB e PT se colocaram contra a leitura e fizeram obstrução dos trabalhos. Do lado da base aliada, o PSB e o PTB se posicionaram contra a leitura do parecer. O PSB chegou também a entrar em obstrução por entender que o governo está querendo “atropelar” a discussão da matéria. “O que ficará de hoje é aqueles que estão tentando votar de forma açodada e aqueles que estão querendo preservar o debate. Tem gente que está votando a favor porque quer ver esta comissão instalada agora no final do ano. É preciso, antes, que haja debate com a população brasileira”, disse o deputado Júlio Delgado (PSB-MG).

Também integrante da base aliada, o PSD disse que se posicionava favorável à admissibilidade da proposta, mas que na Comissão Especial iria questionar pontos da proposta. “Estamos votando para que esta discussão de mérito vá para o foro competente que é a comissão especial. Embora esteja votando pela constitucionalidade da matéria quero dizer que discordo de vários pontos da proposta. Retirar desta reforma, parte da segurança pública, pelo menos neste momento, é algo que eu não consigo entender”, disse o líder do partido, Ronaldo Fonseca (DF).

Por volta da 19h40, o relator deixou a reunião do colegiado após receber a notícia do falecimento da sua sogra. A saída de Moreira da reunião foi apontada pela oposição como mais um motivo para o encerramento dos trabalhos. “Estamos indo na contramão das tradições desta casa, ontem morreu um deputado e hoje a sogra do relator. Com isto, deveríamos por coerência, retirar a matéria de pauta. Mas o governo quer acelerar esta votação, que é uma votação açodada”, disse o vice-líder da minoria, Paulo Teixeira (PT-SP).

A reunião da CCJ foi marcada por protestos de manifestantes, entre eles policiais civis, rodoviários e federais, contrários à PEC. Pela proposta encaminhada pelo governo, essas categorias deixam de se aposentar de maneira especial, pois revoga a atividade de risco e as submete ao sistema geral.

Apresentada na semana passada pelo governo, a reforma da Previdência estabelece a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem e tempo mínimo de contribuição de 25 anos. Essa regra valerá para homens com idade inferior a 50 anos e mulheres com menos de 45 anos. Haverá um fórmula de cálculo progressiva e proporcional ao tempo de contribuição, sendo que as aposentadorias não serão inferiores a um salário mínimo.

Atualmente, as mulheres podem pedir a aposentadoria com 30 anos de contribuição e os homens, após 35 anos de trabalho. Para receber o benefício integral, é preciso atingir a fórmula 85 (mulheres) e 95 (homens), que é a soma da idade e do tempo de contribuição.

Embora a idade mínima seja de 65 anos na proposta, a regra poderá ser alterada automaticamente a depender a expectativa de vida do brasileiro, elevando assim esse teto mínimo.

 

Agência Brasil

 

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PGR denuncia Renan na Lava Jato

Rodrigo Janot denunciou ao STF Renan Calheiros na Lava Jato, no episódio que envolve a contratação da Serveng Civilsan pela Petrobras. 

- Renan: 1 de 8

- Janot quer "perda das funções públicas" de Renan
- Todos os inquéritos de Renan
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- Renan manda em tudo e todos

Reunião de Pauta: Supremo Tribunal da Lava Jato 

[Acesse o vídeo aqui

 

Temer e Eunício na denúncia de Renan

Na denúncia da PGR, obtida por O Antagonista, Rodrigo Janot diz que "a vantagem indevida foi solicitada por intermédio de Aníbal Gomes, em união de..." [leia mais

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Bolsonaro solteiro

O Antagonista sabe -- e já registrou aqui -- que está praticamente acertada a filiação de Jair Bolsonaro ao Partido da República, o PR. Oficialmente, o deputado ainda não confirma: "Vou passar o carnaval solteiro", disse a O Antagonista. 

 

 

Enem será aplicado hoje e amanhã para privados de liberdade

 

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil

Começa hoje (13) a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para pessoas privadas de liberdade. As provas serão aplicadas nesta terça (13) e quarta-feira (14) para 54.358 inscritos de unidades prisionais e socioeducativas, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

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O número representa um aumento aproximado de 19% em relação aos 45,5 mil inscritos no ano passado. A maioria dos inscritos, 58%, é da Região Sudeste. O Sul tem 17% das inscrições, o Nordeste, 12%, o Centro-Oeste, 7%, e o Norte, 6%.

A maior parte deles, 78% (42.490), tentará a certificação do ensino médio por meio do exame. Para isso, os candidatos precisarão alcançar pelo menos 450 pontos em cada uma das áreas de conhecimento das provas e nota acima de 500 pontos na redação.

Vão participar do exame os órgãos e as instituições cujas unidades prisionais e socioeducativas firmaram termo de compromisso com o Inep, já que a aplicação do Enem PPL ocorre dentro das unidades. Do ponto de vista das questões, as provas são equivalentes para garantir a isonomia do exame.

As provas para pessoas privadas de liberdade estavam inicialmente marcadas para os dias 6 e 7 de dezembro. A data foi alterada após o agendamento da segunda aplicação do Enem, que ocorreu nos dias 3 e 4 para pessoas inscritas na aplicação regular que tiveram as provas remarcadas por conta de ocupações de escolas, universidades e institutos federais e por imprevistos como falta de luz.

 

Agência Brasil

 

Dólar cai pelo sexto dia seguido e fecha no menor valor em um mês

 

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*

dólares

Dólar fechou esta segunda-feira vendido a R$ 3,346, com  queda  de  0,81%        Arquivo/Agência  Brasil

Depois de começar o dia em alta, o dólar norte-americano inverteu o movimento e fechou no menor valor em mais de um mês. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (12) vendido a R$ 3,346, com queda de R$ 0,027 (-0,81%). A cotação está no menor nível desde 9 de novembro (R$ 3,21).

Esta foi a sexta sessão seguida de queda. A divisa acumula queda de 1,2% em novembro e de 15,3% no ano.

O dólar caiu na véspera da votação, em segundo turno, da proposta de emenda à Constituição que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos. No cenário externo, o câmbio foi influenciado pela forte alta do preço do petróleo nos mercados internacionais após a Organização Produtora dos Países de Petróleo (Opep) anunciar que vai reduzir a produção em 2017.

Nesta semana, o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, define os juros da maior economia do planeta. Na ata da reunião anterior, no início de novembro, o Fed indicou que pode aumentar os juros norte-americanos, influenciando a cotação do dólar em todo o planeta.

O mercado de ações teve desempenho negativo. O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou o dia com queda de 2,19%, aos 59.179 pontos. O indicador está no menor nível desde 30 de setembro.

*Com informações da Prensa Latina

Agência Brasil

Temer pede que PGR acelere investigações após vazamento de delações da Odebrecht

Em meio a informações sobre delações de executivos da Odebrecht que envolvem nomes de diversos políticos, o presidente Michel Temer pediu ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para acelerar os depoimentos de investigados ao Ministério Público Federal e finalizar “o quanto antes” os processos de eventuais homologações das colaborações premiadas.

Argumentando que o país passa por “séries crises econômica e política”, o presidente criticou o vazamento de delações e disse que as medidas de ajuste fiscal conduzidas pelo governo vêm “sofrendo interferência pela ilegítima divulgação” de depoimentos de delatores. Segundo ele, enquanto as delações não forem completadas e homologadas, o país vai continuar num “clima de desconfiança geradora de incerteza”.

Delação

Saiba Mais

Na última sexta-feira (9), vieram à tona uma série de informações sobre o depoimento prestado pelo ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho, à força tarefa da Operação Lava Jato. De acordo com reportagens divulgadas nos últimos dias, o executivo da maior construtora do Brasil disse que entregou dinheiro vivo em 2014 ao advogado José Yunes, amigo e um dos mais próximos conselheiros de Temer.

As acusações também envolvem outros nomes importantes do governo como o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o ex-ministro do Planejamento, senador Romero Jucá (PMDB-RR), e o ex-ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, também do PMDB. Todos negam irregularidades.

O requerimento, assinado pelo próprio Temer, foi enviado nesta segunda-feira (12) a Janot e encaminhado por meio da Advogada-Geral da União, Grace Mendonça. Após citar iniciativas do governo para a retomada do crescimento econômico como a proposta que limita os gastos públicos e a reforma da Previdência, Temer escreve que elas são “indispensáveis” para resolver a “situação fática” pela qual passa o país, que tem trazido “prejuízos à União e a toda a população brasileira”.

“O fracionado ou porventura lento desenrolar de referidos procedimentos pré-processuais, a supostamente envolver múltiplos agentes políticos, funciona como elemento perturbtador de uma série de áreas de interesse da União […]. Ante o exposto, a União pleiteia que Vossa Excelência examine a possibilidade de imprimir celeridade na conclusão das investigações em curso. Requer também que as colaborações premiadas porventura existentes sejam, o quanto antes, finalizadas, remetidas ao Juízo competente para análise e eventual homologação e divulgação por completo. Com isso, a eventual responsabilidade criminal dos investigados será logo aferida”, escreveu o presidente.

 

Agência Brasil

 

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Protesto contra PEC do teto bloqueia avenida em Porto Alegre - Crédito: EPTC / Divulgação / CP

Protesto contra PEC do teto bloqueia vias em Porto Alegre

Estudantes colocaram fogo na avenida Bento Gonçalves, próximo ao campus da Ufrgs

     Para a PF, os dois casos envolvem pagamentos de propina da Odebrecht para o ex-presidente - Crédito: Fernando Frazao / Agencia Brasil / CP

    POLÍTICA

    Polícia Federal indicia Lula, Marisa e Palocci em dois novos casos

      Presidente nacional do PMDB divulgou cartas para responder a denúncias de executivos da Odebrecht - Crédito: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

      Jucá condena "vazamentos criminosos" de delações premiadas

        Em carta para Janot, o presidente pede "celeridade" na conclusão das investigações em andamento - Crédito: Evaristo Sa / AFP / CP

        Citado por executivo, Temer critica "ilegítima divulgação" de delação da Odebrecht

          Deputados questionam pressa para votar a admissibilidade da proposta e buscam mais debates - Crédito: Luis Macedo / Agência Câmara / CPCÂMARA DOS DEPUTADOS

          Oposição impede leitura de parecer da PEC da Previdência na CCJ

          Goleiro da Chapecoense retorna ao Brasil após acidente na Colômbia - Crédito: Raul Arboleda / AFP / CP CHAPECOENSE

          Goleiro Jackson Follmann retorna ao Brasil após acidente na Colômbia

          Juiz chegou a a gritar com defensor Juarez Cirino após várias interrupções - Crédito: Divulgação / TRF4 / CP POLÍTICA

          Moro bate-boca com advogado de Lula durante audiência da Lava Jato

          Dólar cai pelo sexto dia seguido e fecha no menor valor em um mês - Crédito: Wang Jun-Young / AFP / CP Memória ECONOMIA

          Dólar cai pelo sexto dia seguido e fecha no menor valor em um mês

          Conquista da Copa do Brasil elevou Tricolor a mais de 15 mil pontos na lista da CBF - Crédito: Mauro SchaeferGRÊMIO

          Grêmio volta a ser líder do ranking brasileiro de clubes

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            Adalberto Preis confirma saída do departamento de futebol do Grêmio

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                    ECONOMIA

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                                    Desfile reúne centenas de Papais Noéis em Londres e Nova Iorque  - Crédito: AFP / Youtube / Reprodução / CPVÍDEO

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