SEO Link: Link Building pode ajudar aumentar o tráfego do seu site

Posted: 17 Mar 2016 12:00 AM PDT
Blog Marketing Online - Marketing Online/Vendas Diretas/ Um dos objetivos de todos aqueles que possuem espaço na internet é “estar em evidência” e precisa criar um SEO link. Certo é que a rede é um lugar onde inúmeras informações são criadas em segundos. Por isso, para que a sua página ou marca...

Click no título acima para continuar lendo o artigo.

Petistas reagem à divulgação da conversa de Dilma com Lula

Com a edição extra do Diário Oficial da União na mão, com a publicação da nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro chefe da Casa Civil, o líder do PT, deputado Afonso Florense (BA), disse que o telefonema na tarde de hoje (16) da presidenta Dilma Rousseff ao ex-presidente foi “um ato estritamente administrativo”, onde a presidenta conversava com Lula sobre as providências para a publicação do ato de nomeação. A conversa foi gravada pela Polícia Federal e divulgada pela imprensa.
O líder criticou a atitude da oposição que, no Salão Verde e no plenário da Câmara, protestou contra a nomeação do ex-presidente, pediu a prisão dele e a renúncia da presidenta Dilma Rousseff e provocou a obstrução da votação de uma medida provisória que estava em discussão no plenário. Ele pediu serenidade de todos e cautela nessa situação.
“O pedido de impeachment vai ser apreciado de acordo com o devido processo legal como foi reiterado pelo Supremo. Quero apelar pelo respeito às pessoas e à integridade física e o respeito devido ao processo legal. Estou fazendo esse pronunciamento com o propósito exclusivo de dirimir qualquer dúvida de que ato administrativo constate do Diário Oficial teve como providência um telefonema gravado e divulgado”, disse o líder petista. “Quero pedir serenidade, tranquilidade das pessoas e o empenho dos formadores de opinião para promovermos o debate político no espaço da civilidade e da paz social”.
O vice-líder do governo, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), disse que a gravação e a divulgação da conversa da presidenta Dilma com o ex-presidente Lula foi um “ato ilegal que afronta o estado democrático e afronta a democracia”. Ele criticou o juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato.  “Queremos denunciar a gravidade do que está ocorrendo, é um estado de exceção. O Supremo Tribunal Federal precisa se pronunciar imediatamente a respeito desse abuso que foi cometido pelo juiz Sérgio Moro no dia de hoje”.
Segundo o petista, o juiz Sérgio Moro não podia ter deixado vazar o telefonema da presidenta com o ex-presidente. Pimenta disse que mesmo que o juiz Sérgio Moro tivesse autorizado o monitoramento de uma conversa de Lula e a conversa ocorresse com alguém que tem foro especial, o material gravado teria que ser remetido ao Supremo, porque o juiz de primeira instância perde a prerrogativa de acordo com a Constituição. “Qualquer estudante de direito ou delegado de polícia sabe [disso]”, disse.

Rui Falcão diz que é “absurdo” divulgar conversa entre Lula e Dilma

O presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, disse que considera um “absurdo” a divulgação da conversa entre a presidenta Dilma Roussef e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O juiz Sérgio Moro, que julga os processos da Operação Lava Jato em primeira instância,divulgou hoje (16) conversas gravadas de Lula.
A declaração de Rui Falcão ocorreu no Ato pela Legalidade Democrática, que reuniu pessoas a favor do governo no Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Tuca), na noite de hoje. Ele comparou o evento às manifestações da campanha das Diretas Já e à luta pela anistia.
“Hoje nós estamos vivendo uma espécie de estado de exceção dentro do Estado Democrático de Direito e a maior prova é hoje: acabam de revelar, em um vazamento autorizado pelo juiz Moro, um grampo telefônico de uma conversa da presidenta da República com o ministro-chefe da Casa Civil, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, disse Rui Falcão. Segundo ele, o ato vem em defesa da democracia, contra o golpe e contra violações à Constituição.
Durante o ato, as 672 cadeiras do Tuca estavam ocupadas e algumas pessoas sentaram no chão para acompanhar as falas de juristas, professores e intelectuais. Do lado de fora, na porta do teatro, dezenas de pessoas assistiam a reprodução do evento em um telão. Entre os depoimentos, os presentes gritavam “não vai ter golpe”.
Semelhanças com 1964
O jurista Fábio Konder Comparato discursou no ato, comparando a situação atual ao que precedeu a ditadura militar no país. “Estamos sofrendo uma doença muito grave, semelhante àquela que acometeu o país em 1964. Diante de uma doença, é preciso superar a análise dos sintomas e verificar as causas”.
Segundo Comparato, existem duas causas imediatas para a crise atual. A primeira seria econômica. “A situação econômica do Brasil é periclitante e não é por causa do governo brasileiro e sim por um reflexo da crise mundial”, avaliou. De acordo com o jurista, a segunda maior economia do mundo, a China, no ano passado teve o menor crescimento dos últimos 25 anos.
Outra questão que abrange a economia seria a transformação do capitalismo industrial em capitalismo financeiro. “Nós todos sabemos que um banco não produz riqueza alguma. No máximo ele pode ajudar a produzir riqueza, mas não é o que está acontecendo agora. Os bancos ganham rios de dinheiro com especulações financeiras”, disse Comparato.
A segunda causa imediata é política, disse o jurista. “É preciso entender que em um país que teve quase quatro séculos de escravidão legal, o desprezo pelos pobres, sobretudo pelos pobres negros, dificilmente acabará”, disse ao avaliar que Lula, que veio da classe proletária e assumiu a chefia do Estado, sofre preconceito de parte da população.
Solução
A solução para a crise trata-se de um trabalho a longo prazo, na opinião do jurista. “É preciso unir o máximo de forças sociais, movimentos sociais, sindicatos, grupos intelectuais e religiosos no combate contra o capitalismo”. Um dos objetivos, segundo Comparato, é tornar o povo soberano sobre o próprio país e que não se submetam à dominação das classes oligárquicas. “Nesse país, não é o povo soberano, como diz a Constituição, soberanos são os potentados econômicos privados, intimamente ligados com agentes estatais”.
Comparato ressalta a importância dos meios de comunicação para promover a educação política da sociedade. Desse modo, o povo estaria preparado para “o exercício futuro do poder político”. “Em uma sociedade de massas, isso só se faz pelos meios de comunicação de massa”. Ele lamentou, porém, que esses meios de comunicação de massa, no Brasil, estejam submetidos a um oligopólio empresarial.
Estavam presentes no ato o jornalista Fernando Morais, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Guilherme Boulos, o ex-ministro da Fazenda, Luiz Carlos Bresser Pereira, e o advogado Celso Antônio Bandeira de Mello.

Manifestantes protestam em frente ao Congresso

Os manifestantes que protestavam no Palácio do Planalto contra a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro-chefe da Casa Civil e contra o governo Dilma estão em frente ao Congresso Nacional e a situação ficou tensa em alguns momentos quando pessoas, algumas pessoas, entraram no espelho d'água. 
As polícias Legislativa e Militar presisaram utilizar bombas de efeito moral para conter os manifestantes e tentam isolar o prédio. O processo de isolamento do Congresso só começou após os manifestantes já terem chegado ao gramado da Casa. Entretanto, até momento, nenhum caso mais grave de violência foi registrado.
Os manifestantes estão portando faixas contra o governo e gritando “Fora Lula” e “Fora PT”.
Manifestação no Palácio
Brasília - Protesto contra a nomeação do ex-presidente Lula como ministro da Casa Civil, em frente ao Palácio do Planalto (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasill)
A manifestação no Palácio do Planalto reuniu 5.500 pessoas, segundo a PMFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Antes de se dirigirem ao gramado do Congresso Nacional, os manifestantes ficaram por mais de quatro horas em frente ao Palácio do Planalto. No auge do protesto, por volta das 20h20, cerca de 5.500 pessoas participavam do ato de acordo com a Polícia Militar. Elas eram motivadas pelos organizadores que estacionaram um carro de som na avenida entre o Planalto e a Praça dos Três Poderes.
A palavra de ordem que mais foi repetida, em diversos momentos, foi com o pedido "renuncia". Gritos de "Fora, Dilma" e "Lula, ladrão" também eram ouvidos próximo à manifestação. Além de empunharem bandeiras do Brasil e vestirem camisetas da Seleção Brasileira, algumas pessoas utilizaram fogos de artifício e queimaram pneus na área do protesto, que bloqueou por vários momentos a avenida nos dois sentidos.

Protesto contra nomeação de Lula fecha a Avenida Paulista


São Paulo - Protesto contra a nomeação do ex-presidente Lula como ministro da Casa Civil, em frente ao prédio da Fiesp (Bruno Bocchini/Agência Brasil)
Manifestantes fecharam um dos sentidos da Avenida Paulista Bruno Bocchini/Agência Brasil
Manifestantes fecharam um dos sentidos da Avenida Paulista para protestar contra a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil e contra o governo Dilma. Eles estão concentrados no Museu de Arte de São Paulo (Masp) e vestem camisas do Brasil, seguram bandeiras e cartazes contra a presidenta Dilma Rousseff e o ministro Lula. Eles cantam o Hino Nacional, entoam palavras de ordem contra o governo petista, gritam “Renuncia, renuncia”, batem panelas e fazem barulhos com vuvuzelas.
Na Avenida Paulista, o edifício da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) está iluminado de verde e amarelo com uma faixa preta com os dizeres "Renuncia Já".
Nas redes sociais, as manifestações ganham destaque. A hashtag #OcupaBrasilia está em primeiro lugar no trending topics (os dez assuntos mais comentados na rede) no Brasil e em segundo no mundo. No microblog, há comentários como "Vamos, gente! Vamos lá! Vamos ficar, até Dilma renunciar!" e "Sérgio Moro é herói, arriscou sua carreira inteira liberando esses áudios! Esse sim é um cidadão de verdade!".
Também circulam fotos e vídeos das manifestações que ocorrem em Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, e São Paulo.
As manifestações ocorreram também no plenário da Câmara, onde um grupo de deputados gritava: "Renuncia".
A movimentação ocorre após a presidenta Dilma Rousseff anunciar na tarde de hoje (16) a nomeação de Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil. Após o anúncio, a nomeação foi oficialmente publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

Maysa - Ouça (1957)


Composed by Maysa Matarazzo.
YOUTUBE.COM

Protestos se espalham pelo país contra nomeação de Lula para ministro de Dilma


Brasília - Protesto contra a nomeação do ex-presidente Lula como ministro da Casa Civil, em frente ao Palácio do Planalto (Wilson Dias/Agência Brasil)
Em Brasília, multidão protestou contra a nomeação do ex-presidente Lula para ministro da Casa Civil em frente ao Palácio do PlanaltoWilson Dias/Agência Brasil
Panelaço e buzinaço ocorrem hoje (16) à noite em várias cidades brasileiras contra a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, feita hoje (16) pela presidenta Dilma Rousseff. O ato de bater panelas tem sido usado em protestos contra o governo e na internet há vídeos e áudios das manifestações no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Brasília, Recife e Porto Alegre.
Pelas redes sociais, diversas postagens convidavam quem estivesse insatisfeito a participar da manifestação onde estivesse, batendo panelas ou buzinando. As manifestações também seguem nas ruas. Em Brasília, de acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) são 5 mil pessoas se concentraram em frente ao Palácio do Planalto. Elas foram motivados por parlamentares oposicionistas e convocações nas redes sociais. A Polícia Militar reforça a segurança na rua que dá acesso ao Palácio da Alvorada, residência oficial de Dilma.
Em São Paulo, na Avenida Paulista os manifestantes ocupam pelo menos quatro quarteirões. Eles seguram uma grande bandeira verde e amarela. O edifício da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) está iluminado de verde e amarelo com uma faixa preta com os dizeres "Renuncia Já". Também circulam fotos e vídeos das manifestações que ocorrem em Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, e São Paulo.
As manifestações contra o governo ocorreram também no plenário da Câmara, onde vários deputados gritavam  "Renuncia", em alusão à presidenta Dilma Rousseff.
Nas redes sociais, as manifestações ganham destaque. A hashtag #OcupaBrasilia está em primeiro lugar no trending topics (os dez assuntos mais comentados na rede) no Brasil e no mundo.
A movimentação ocorre após a presidenta Dilma Rousseff anunciar na tarde de hoje a nomeação do ex-presidente Lula para a chefia da Casa Civil da Presidência da República. Após o anúncio, a nomeação foi oficialmente publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

Entenda o que é foro privilegiado

Foro privilegiado não é um privilégio de uma pessoa, mas do cargo que ela ocupa. O mecanismo é garantido a determinadas autoridades por haver, segundo o entendimento da lei, a necessidade de proteção do exercício de determinada função ou mandato, que depende do cargo que a pessoa a ser julgada ocupa.
O artigo 5º Constituição Brasileira estabelece que todos os brasileiros e estrangeiros residentes no país são iguais perante a lei, mas o foro por prerrogativa de função, mais conhecido como foro privilegiado, pode ser considerado uma exceção a essa regra.
A análise de processos envolvendo pessoas que gozam de foro privilegiado é designada a órgãos superiores, como o Supremo Tribunal Federal, o Senado ou as Câmaras Legislativas. Acredita-se que, com isso, pode-se manter a estabilidade do país ao ter uma autoridade como alvo de investigação, e garantir isenção no julgamento de autoridades do Executivo, Legislativo ou do próprio Judiciário.
No Brasil, entre as autoridades que têm o foro por prerrogativa de função, estão o presidente da República, os ministros (civis e militares), todos os parlamentares, prefeitos, integrantes do Poder Judiciário, do Tribunal de Contas da União (TCU) e todos os membros do Ministério Público. A medida é alvo de crítica de muitos juristas.
O foro privilegiado garante tratamentos diferentes a réus de processos, a depender da importância do cargo da pessoa que é alvo de investigação e do tipo de infração a ser julgada. Crimes comuns ou de responsabilidade têm procedimentos diferenciados, por exemplo. 
No caso de Presidente da República e vice, o julgamento seria realizado pelo STF para crime comum, e pelo Senado para crime de responsabilidade. Ministros de Estado envolvidos em processos, por sua vez, têm suas investigações analisadas pelo STF, tanto em caso de crime comum, quanto em casos de crime de responsabilidade. Existe também a possibilidade de o ministro ser julgado pelo Senado, isso acontece no caso de o crime de responsabilidade ser conexo ao do Presidente da República.

Defesa do Consumidor

A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu que departamentos de Proteção e Defesa do Consumidor (Procons) estaduais e municipais podem aplicar multas e realizar a análise de contratos assinados entre as empresas e seus consumidores. Os Procons tiveram ratificado judicialmente seu direito de aplicar sanções administrativas para defender o consumidor, que é considerado o polo vulnerável na relação de consumo.
Atualmente, em muitos segmentos, os usuários enfrentam grandes dificuldades para terem seus direitos reconhecidos e para vê-los cumpridos conforme a contratação. A maior parte das empresas é idônea, mas há uma minoria que resiste em cumprir com suas obrigações, criando um clima de desconfiança no mercado. Isso não é bom no momento em que a economia se retrai, poi os conflitos geram insegurança e muitos bens e serviços deixam de ser comercializados, interrompendo um fluxo de negociações.
Os brasileiros hoje se queixam de que e difícil fazer com que as empresas descumpridoras dos contratos sejam punidas. Um processo judicial demanda tempo e o Judiciário está assoberbado de ações. É por isso que é importantíssima a ação de órgãos especializados, atuando de forma célere, a fim de corrigir ilicitudes e distorções. Contudo, isso só será possível se eles tiverem a possibilidade de punir quem deva ser punido. Em não sendo assim, tornam-se uma instância esvaziada, dificultando a correção de problemas e inviabilizando o restabelecimento do equilíbrio contratual.


Fonte: Correio do Povo, editorial da edição de 30 de agosto de 2015, página 2.

Planalto explica conversa com Lula e diz que divulgação viola a lei

O Palácio do Planalto divulgou hoje (16) nota em que explica o teor da conversa telefônica entre a presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente e agora ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, gravada pela Operação Lava Jato e divulgada após o juiz federal Sérgio Moro retirar o sigilo do processo. A nota afirma que a conversa teve "teor republicano", repudia "com veemência" a divulgação e diz que a Presidência vai adotar medidas para reparar o que classificou como "flagrante violação" da lei e da Constituição Federal.
De acordo com a Presidência, o termo de posse de Lula como novo ministro-chefe da Casa Civil foi encaminhado para que ele assinasse caso não pudesse comparecer à cerimônia, marcada para esta quinta-feira (17).
Segundo a Secretaria de Comunicação da Presidência, a cerimônia de posse do novo ministro está marcada para amanhã, às 10h, no Palácio do Planalto. "Uma vez que o novo ministro, Luiz Inácio Lula da Silva, não sabia ainda se compareceria à cerimônia de posse coletiva, a Presidenta da República encaminhou para sua assinatura o devido termo de posse. Este só seria utilizado caso confirmada a ausência do ministro", diz o comunicado.
Junto com Lula vão tomar posse os novos ministros da Justiça, Eugênio Aragão e da Secretaria de Aviação Civil, Mauro Lopes. Além disso, o cargo da chefia de gabinete pessoal terá status de ministério e será ocupado por Jaques Wagner.
"Assim, em que pese o teor republicano da conversa, repudia com veemência sua divulgação que afronta direitos e garantias da Presidência da República. Todas as medidas judiciais e administrativas cabíveis serão adotadas para a reparação da flagrante violação da lei e da Constituição da República, cometida pelo juiz autor do vazamento", completou.