Justiça concede liberdade condicional a vocalista e regime aberto a sócio da Boate Kiss

 


⚖️ Justiça concede novos benefícios a réus do caso Boate Kiss

A Justiça do Rio Grande do Sul decidiu, na última sexta-feira (13), conceder novos benefícios a dois dos quatro condenados pelo incêndio na Boate Kiss, tragédia ocorrida em 2013 em Santa Maria que vitimou 242 pessoas.

🔓 Marcelo de Jesus dos Santos: Livramento Condicional

O músico Marcelo de Jesus dos Santos, vocalista da banda Gurizada Fandangueira, obteve o livramento condicional.

  • Fundamentação: A juíza Bárbara Mendes de Sant’Anna reconheceu o preenchimento dos requisitos legais, destacando o bom histórico prisional do músico, que já estava em regime semiaberto desde setembro de 2025.

  • Condições: O benefício não significa liberdade plena. Marcelo deverá manter ocupação lícita, apresentar-se periodicamente à Justiça e solicitar autorização para viagens ou mudança de endereço. O descumprimento dessas regras pode levar à revogação da liberdade antecipada.

🏠 Mauro Londero Hoffmann: Regime Aberto

O sócio da boate, Mauro Londero Hoffmann, teve sua progressão para o regime aberto concedida.

  • Prisão Domiciliar: Devido à falta de Casas do Albergado na Região Metropolitana de Porto Alegre para o cumprimento do regime aberto, o juiz Roberto Coutinho Borba autorizou a prisão domiciliar com monitoramento eletrônico.

  • Fiscalização: A decisão, que contou com parecer favorável do Ministério Público, estabeleceu o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica como condição indispensável para a fiscalização efetiva do Estado.

🔍 Situação Atual dos Condenados

Com as decisões de sexta-feira, o status jurídico dos quatro réus condenados pelo incêndio em dezembro de 2022 é o seguinte:

  • Elissandro Callegaro Spohr: Em regime aberto (desde dezembro de 2025).

  • Luciano Bonilha Leão: Em livramento condicional (desde março de 2026).

  • Marcelo de Jesus dos Santos: Em livramento condicional.

  • Mauro Londero Hoffmann: Em regime aberto (prisão domiciliar com monitoramento).

O caso segue em fase de cumprimento de pena, mantendo a atenção pública sobre a justiça e os desdobramentos de uma das maiores tragédias da história do país.

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