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⚡ Elon Musk volta a atacar Alexandre de Moraes e prevê prisão de ministro
O bilionário Elon Musk, proprietário da plataforma X, renovou suas críticas e provocações contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em resposta a uma publicação do jornalista norte-americano Glenn Greenwald nesta quinta-feira (12), Musk afirmou que a prisão do magistrado estaria "a caminho".
🔍 O contexto das acusações
O embate reacendeu após Greenwald compartilhar informações sobre supostas ligações entre Moraes e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master — empresário que está atualmente preso sob suspeita de fraudes financeiras.
O histórico: O jornalista relembrou uma postagem feita por Musk em 2024, que exibia uma imagem gerada por inteligência artificial do ministro atrás das grades.
A provocação: Ao comentar a postagem, Musk declarou: "Ainda não, mas (a prisão) está a caminho. Por que arrumar briga comigo? Que bobagem".
💼 As novas alegações contra Moraes
As investigações apontam para pontos sensíveis que envolvem a família do magistrado:
Contrato milionário: Reportagens revelaram que a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, firmou contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master. Segundo a defesa de Viviane, o trabalho focou em compliance e ética institucional.
Troca de mensagens: Investigações da Polícia Federal indicam a existência de conversas via WhatsApp entre Vorcaro e Moraes no dia em que a primeira ordem de prisão contra o banqueiro foi cumprida (17 de novembro de 2025).
Contradições: O ministro nega que as mensagens tenham sido direcionadas ao seu número pessoal. No entanto, análises do código-fonte de sistemas da PF teriam colocado em dúvida a versão apresentada pelo gabinete de Moraes sobre quem seriam os verdadeiros destinatários das comunicações do banqueiro.
⚖️ O inquérito das "Milícias Digitais"
Este conflito é um desdobramento do inquérito das milícias digitais no STF, que investigou Musk por suspeita de "instrumentalização criminosa" da rede social X e suposta obstrução à justiça. Embora o ministro Alexandre de Moraes tenha arquivado o inquérito contra o empresário no último dia 10 de março, a relação entre ambos permanece marcada por hostilidade pública e tensões jurídicas.

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