Após crime brutal, família de corretora gaúcha morta em SC clama por justiça; dois suspeitos estão presos

 


⚖️ Família pede justiça após gaúcha ser morta e esquartejada em Santa Catarina

O assassinato brutal da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, comove e revolta seus familiares. O corpo da vítima, que era natural de Alegrete e residia em Florianópolis há dois anos, foi encontrado esquartejado na última quarta-feira (11), às margens de um córrego em Major Gercino, no Vale do Itajaí.

🔎 A investigação e as prisões

A Polícia Civil de Santa Catarina agiu rapidamente após o rastreamento de compras feitas em nome da vítima. Luciani estava desaparecida desde o dia 4 de março.

  • O estopim: O CPF da corretora foi utilizado para compras online após seu desaparecimento. Ao rastrear a entrega de um desses produtos, a polícia abordou um adolescente de 14 anos, que revelou estar a serviço de um grupo que se escondia em uma pousada.

  • Prisões: No local, os agentes encontraram pertences de Luciani, o carro dela e itens comprados fraudulentamente. A dona da pousada e um vizinho da vítima — apontado pela polícia como o autor do esquartejamento — foram presos temporariamente.

  • Outros envolvidos: Três outras pessoas, incluindo o adolescente que recebia as encomendas, seguem sendo investigadas pelas autoridades.

🎭 A farsa dos "amigos"

Segundo Grace Estivalet, irmã da vítima, os suspeitos viviam no mesmo condomínio que Luciani e mantinham uma relação de proximidade fingida. "Eles fizeram esse crime com a certeza de que não iria repercutir tanto assim", desabafou Grace.

A família começou a suspeitar de que algo estava errado devido a mensagens enviadas via WhatsApp do celular de Luciani, que apresentavam erros de português e um estilo de escrita estranho à vítima, que costumava enviar áudios. As mensagens tentavam forjar uma fuga ou venda de imóveis, mas não convenceram os parentes.

🕊️ "Personificação do mal"

Matheus Estivalet, irmão da vítima, expressou sua dor e indignação nas redes sociais, classificando o crime como uma crueldade desumana.

"Ela confiou demais em pessoas que acreditava serem amigas. O que fizeram com a minha irmã foi brutal. Foi a verdadeira personificação do mal na Terra", publicou.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que busca detalhar a dinâmica completa da execução e a participação individual de cada um dos envolvidos no planejamento e na ocultação do corpo.

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