ESTATAIS NO VERMELHO: O CUSTO DA MÁ GESTÃO QUE VOLTA A RECAIR SOBRE O CONTRIBUINTE - 01.04.26

 Por Felipe Vieira


O rombo de R$ 4,1 bilhões nas estatais federais apenas nos dois primeiros meses de 2026 não é um acidente. É um sintoma, e dos mais claros, de um modelo que insiste em repetir erros conhecidos.


Trata-se do pior resultado para o período em mais de duas décadas. E o mais grave: em apenas dois meses, o prejuízo já se aproxima de todo o déficit registrado ao longo de 2025. Não há como relativizar.


O governo tenta tratar números como peças técnicas, mas o problema é político e gerencial. Estatais não são apenas instrumentos de política pública, são estruturas que exigem eficiência, governança e responsabilidade. E é exatamente isso que está faltando.


O caso dos Correios é emblemático. Uma empresa com monopólio em parte relevante de sua atuação, protegida da concorrência em segmentos estratégicos, acumula prejuízos bilionários e depende de empréstimos com garantia do Tesouro. Traduzindo: quando a estatal falha, a conta volta para o contribuinte.


E volta sempre.


O empréstimo de R$ 12 bilhões, somado à perspectiva de novos aportes, revela algo mais profundo do que um problema operacional. Revela incapacidade de ajuste. Revela uma estrutura que se mantém de pé não por eficiência, mas por sustentação política.


O argumento clássico de que estatais cumprem função social não pode servir de escudo para má gestão. Função social não é sinônimo de ineficiência permanente.


Outro ponto preocupante é a fragmentação do problema. Não se trata de uma única empresa em crise, mas de um conjunto de estatais que, mesmo fora do radar das gigantes como Petrobras e Eletrobras, vêm acumulando déficits crescentes.


São estruturas menores, menos visíveis, mas que, somadas, geram impacto fiscal relevante.


O Banco Central utiliza uma metodologia baseada na variação da dívida, um conceito internacionalmente reconhecido. Já o governo tende a adotar métricas mais flexíveis. No fim, a diferença de leitura não muda o essencial: as estatais estão gastando mais do que arrecadam.


E isso, no setor público, nunca é neutro.


O Brasil volta a flertar com um modelo em que empresas públicas deixam de ser instrumentos de eficiência e passam a operar como centros de custo com baixa cobrança por resultados. Sem metas claras, sem pressão competitiva e, muitas vezes, com indicações políticas pesando mais do que critérios técnicos.


O risco é conhecido, e já foi vivido.


Quando a governança falha, o prejuízo se acumula. Quando o prejuízo cresce, a solução recai sobre o Tesouro. E quando o Tesouro entra, quem paga é a sociedade.


Não se trata de ser contra ou a favor de estatais. Trata-se de exigir que funcionem.


Porque, do jeito que está, o Brasil não está apenas administrando empresas públicas, está financiando ineficiência.


Pontocritico.com

PERMANECER NAS CENAS DOS CRIMES

 RELEMBRANDO 2017

Mais do que sabido e sempre lembrado, Geraldo Alckmin, durante a campanha eleitoral de 2017, na clara tentativa de deslegitimar a candidatura de Lula na eleição de 2017 relembrou várias vezes, sempre com muita ênfase, que o COMPROVADO ENVOLVIMENTO DO PETISTA nos ENORMES ESCÂNDALOS que vieram à tona através da Operação Lava Jato, NADA MAIS ERA DO QUE -VOLTAR À CENA DO CRIME-. 

ATO DE INVEJA?

Entretanto, a considerar que o mesmo Geraldo Alckmin achou por bem aceitar o convite para ser vice de Lula na eleição de 2022, a tal FRASE por ele popularizada e repetida inúmeras vezes, passou a ser interpretada pelos eleitores em geral como um ATO DE INVEJA por não ter participado das inúmeras FALCATRUAS que ele apontava com voz alta.


PERMANECER NAS CENAS DOS CRIMES...

Pois, ontem, 31 de março, tão logo Lula confirmou, em reunião ministerial, que Alckmin será seu vice-presidente na chapa de reeleição nas eleições de outubro deste ano, tudo leva a crer que AMBOS (Lula e Alckmin), de mãos dadas, não pretendem -VOLTAR À CENA DO CRIME-, mas apenas e tão somente -PERMANECER - FESTIVAMENTE- NAS CENAS DOS CRIMES-.  

PRIME NEWS


G30 PORTO ALEGRE


Com a missão de transformar Porto Alegre em um destino turístico autossuficiente, estruturado, profissional e lucrativo, foi concebido o G30 Porto Alegre, lançado nesta terça-feira (31), em cerimônia realizada no Hotel Double Tree by Hilton do Pontal Shopping. A iniciativa é da Somos.RS, empresa que atua para o desenvolvimento turístico no Rio Grande do Sul e que conduz há 9 anos o think tank G30 Serra Gaúcha - ecossistema com 47 empresas da Região -, projeto que servirá de base para o trabalho realizado na capital gaúcha. Estiveram presentes, e a partir de então aderiram ao projeto, empresas privadas, entidades e poder público.


 


Dando início aos trabalhos, de forma simbólica, foram titulados os primeiros participantes: como Membro Titular Nº 1, a Melnick; como Membro Titular Nº 2, a Brocker Turismo; como Parceiro Estratégico, a Prefeitura Municipal de Porto Alegre; e como Mentor do Grupo, Guilherme Paulus, fundador da CVC e presidente da GJP Holding. O evento contou com presença de muitas outras lideranças de empresas e entidades, que estão convidadas a aderir o movimento, tais como: Fraport, Tornak, Bordaza, Sicredi, BRDE, Veppo Rodoviária, Opus, Grupo Zaffari, Embarcadero, Vista Pontal, Laghetto Hotéis, Intercity Hotéis, Fundação Iberê, Farol Santander, Estância das Oliveiras, Brocker Turismo, Apex, Aerom, Opinião Produtora, PUCRS, Laçador de Ofertas, Vila Ventura, entre outros.


 


De acordo com o fundador da Somos.RS, do G30 Serra Gaúcha e do G30 Porto Alegre, Thomas Fontana, o movimento para fortalecimento do potencial da capital do Estado como destino turístico não será realizado por apenas uma parte, mas a união dos players envolvidos valorizará o município, além de atrair investimentos para ampliar a infraestrutura e a oferta de atrações. “Nosso objetivo é dar sinergia e governança à rica oferta cultural, gastronômica e de inovação de Porto Alegre. Precisamos romper com a ideia de que a cidade é apenas um ponto de passagem para quem visita a Serra Gaúcha e enaltecer o roteiro como um todo”, afirma Fontana, que complementa: “Para o sucesso coletivo de um destino turístico é preciso que o trade turístico e o poder público se articulem e caminhem juntos na mesma direção. Para essa gestão, o segredo é pensar as cidades ‘globalmente’”.


 


Outra ação estratégica do G30 Porto Alegre, seguindo o modelo exercido na Serra Gaúcha, será a produção de relatórios que reúnem informações estratégicas e análises aprofundadas sobre temas ligados ao turismo na região para melhorar a tomada de decisão de empreendedores, investidores e gestores públicos. As próximas edições serão com foco em “Funding em negócios Turísticos” e “Turismo em Porto Alegre”, e serão lançados, respectivamente, em julho e novembro de 2026, com oportunidades de negócios que buscam investidores e proposta de plano de ação para envolver o trade da cidade em busca do sucesso. Eventos também serão realizados, como o Fórum Prospera, para profissionalizar a estruturação dos negócios turísticos, aproximando empreendedores do mercado de capitais.

Pontocritico.com

FRASE DO DIA

  É revoltante que pessoas tão ignorantes tenham tanta influência.

- George Orwell

Pezzolano admite “ano duro” no Inter e classifica empate com São Paulo como “castigo”

 


Após o empate em 1 a 1 com o São Paulo, na noite desta quarta-feira (1º de abril de 2026), no Beira-Rio, o técnico Paulo Pezzolano reconheceu que o Internacional vive um momento delicado e afirmou que 2026 será um “ano duro” para o clube.Em entrevista coletiva após a partida, Pezzolano foi realista sobre a situação do Inter. “Vai ser um ano duro e temos que assumir. Se acharmos que o Inter é aquele que disputava títulos, que ganhou a Libertadores e o Mundial, vamos sofrer ainda mais. Temos que entender que é um ano de transição e que vamos passar por dificuldades”, declarou.O treinador lamentou especialmente a perda de pontos em casa. Apesar de o time ter saído na frente com gol de Alerrandro, o Inter cedeu o empate no final e desperdiçou a chance de vencer. “A lástima é não ter conquistado os três pontos hoje. Fico triste, pois poderíamos ter vencido. A sensação é ruim”, disse.Pezzolano defendeu a estratégia mais cautelosa e defensiva adotada na partida. Segundo ele, o São Paulo teve poucas chances claras de gol, mesmo com maior posse de bola em alguns momentos. “Se gostamos de sofrer lá atrás é outra discussão, mas a verdade é que o São Paulo teve poucas chances. Perdemos os três pontos, mas temos que seguir evoluindo”, avaliou.O técnico também comentou a entrada tardia de Carbonero, explicando que as substituições foram feitas com base na leitura do jogo. “Não quisemos abrir o campo, porque eles estavam explorando as costas dos laterais. Tinham a bola, mas não finalizavam. Em uma jogada isolada, acabaram fazendo o gol”, explicou.Apesar do tropeço, Pezzolano destacou que o Inter vem evoluindo: nos últimos três jogos, o time somou sete pontos. “Estamos buscando equilíbrio para pontuar. É isso que precisamos”, completou.O comandante indicou ainda que o time pode mudar sua forma de jogar conforme as necessidades da competição, mas reforçou que o foco principal no momento é conquistar pontos no Brasileirão.Com o empate, o Inter permaneceu com 9 pontos e ocupa a 13ª posição na tabela.

Inter sai na frente, mas cede empate ao São Paulo no final e frustra reação no Brasileirão

 


O Internacional abriu o placar, controlou boa parte do jogo, mas cedeu o empate no final e viu a chance de ascensão na tabela do Campeonato Brasileiro ser frustrada. Nesta quarta-feira (1º de abril de 2026), no Beira-Rio, o Colorado ficou no 1 a 1 com o São Paulo, pela 9ª rodada da competição.Com o resultado, o Inter chegou a 9 pontos e ocupa a 13ª posição. O time volta a campo no próximo domingo, contra o Corinthians, na Neo Química Arena.Paulo Pezzolano optou por uma escalação mais defensiva, com quatro volantes e apenas Alerrandro no comando do ataque. A estratégia deu certo no primeiro tempo. Aos 22 minutos, Bruno Gomes avançou pela direita, tocou para Aguirre, que cruzou rasteiro. Alerrandro se antecipou à zaga são-paulina e abriu o placar para o Inter.Após o gol, o Colorado intensificou a marcação, muitas vezes no campo de ataque, e conseguiu neutralizar as principais ações do São Paulo até o intervalo. O time gaúcho foi seguro defensivamente e saiu em vantagem merecida.No segundo tempo, porém, o Inter recuou demais. O São Paulo ganhou espaço, aumentou a pressão e passou a criar chances. Aos 41 minutos, Wendel cruzou da esquerda e Calleri, completamente livre dentro da área, empatou o jogo.A torcida colorada vaiou o time ao final da partida, demonstrando insatisfação com a postura excessivamente defensiva nos minutos finais.Ficha técnicaInter 1
Anthoni; Bruno Gomes, Mercado, Victor Gabriel e Bernabei; Villagra, Bruno Henrique (Thiago Maia), Paulinho Paula (Ronaldo), Aguirre (Tabata, depois Alan Rodríguez) e Alan Patrick (Carbonero); Alerrandro (Borré).
Técnico: Paulo Pezzolano.
São Paulo 1
Rafael; Lucas Ramon (Cédric Soares), Rafael Tolói, Sabino e Wendell; Pablo Maia (Tetê), Danielzinho (Cauly), Marcos Antônio (Ferreira) e Artur (Luan); Luciano (André Silva) e Calleri.
Técnico: Roger Machado.
Gols: Alerrandro (22’ 1ºT) e Calleri (41’ 2ºT)
Público: 14.780 (12.713 pagantes)
Renda: R$ 317.307,00
Arbitragem: Lucas Casagrande (PR), auxiliado por Bruno Boschilia (PR) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR). VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN).
O empate deixou um gosto amargo no Beira-Rio. Apesar do bom primeiro tempo, o Inter não conseguiu segurar a vantagem e segue sem decolar na temporada.

Câmara de Porto Alegre rejeita oito emendas da oposição ao Plano Diretor

 


A Câmara Municipal de Porto Alegre rejeitou, nesta quarta-feira (1º de abril de 2026), oito emendas apresentadas pela oposição ao projeto do novo Plano Diretor. Até as 19h10, durante o tempo regimental, foram votadas dez alterações: uma emenda e uma subemenda foram aprovadas, enquanto as outras oito propostas foram rejeitadas.A sessão deve se estender pela noite e madrugada, com a abertura de duas sessões extraordinárias, devido à proximidade do feriado de Páscoa. A expectativa é que a votação continue até que todas as emendas restantes sejam apreciadas.Emendas aprovadas:
  • Emenda nº 82, de autoria dos vereadores Márcio Bins Ely (PDT), Ramiro Rosário (Novo), Gilson Padeiro (PSDB), Marcos Felipi (PP) e Idenir Cecchim (MDB). O texto retira a obrigatoriedade de apresentação de Estudo Técnico de Restauro para imóveis com área de matrícula de até 600 m² e permite a renovação da Transferência do Direito de Construir (TDC) após dez anos da primeira concessão.
  • Subemenda nº 1 à emenda 82, que inclui dois incisos no artigo 181, estabelecendo que a aplicação do potencial transferido deve respeitar os limites do coeficiente de aproveitamento máximo, salvo quando aplicado no mesmo imóvel que o gerou.
Emendas rejeitadas:Entre as propostas rejeitadas, a maioria é de autoria do vereador Giovani Culau (PT), incluindo:
  • Emenda nº 49 (Aldacir Oliboni – PT) – criação de corredor de biodiversidade na Avenida João de Oliveira Remião até o bairro Lami;
  • Emenda nº 55 – inclusão de florestas urbanas como espaços especialmente protegidos;
  • Emenda nº 57 – alterações na estrutura de adaptação climática;
  • Emenda nº 66 – reocupação sustentável de imóveis desocupados;
  • Emenda nº 72 – consolidação da Cidade Baixa como zona de turismo, cultura e convivência noturna;
  • Emenda nº 91 – reassentamento digno de ocupações irregulares;
  • Emenda nº 94 – políticas específicas para a Macrozona 4 (MZ4);
  • Emenda nº 99 – condicionamento do adensamento urbano à existência de infraestrutura adequada na área Hípica.
O Plano Diretor, que define as diretrizes de planejamento urbano de Porto Alegre para a próxima década, foi protocolado em setembro de 2025 após seis anos de sucessivos adiamentos. A matéria passou por uma comissão especial e começou a ser votada em março deste ano.Na segunda-feira (30), após intenso acordo entre base aliada e oposição, foram apreciadas 154 emendas, das quais 136 foram rejeitadas e 18 aprovadas. O entendimento deve agilizar o processo de votação, reduzindo o cronograma em até um mês.A sessão continua nesta noite com a expectativa de avanço significativo na tramitação do projeto.

Trump promete ataque “implacável” ao Irã nas próximas duas ou três semanas

 


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (1º de abril de 2026) que os Estados Unidos realizarão um ataque “implacável” contra o Irã ao longo das próximas duas a três semanas. Em pronunciamento à nação transmitido da Casa Branca, Trump disse que as forças americanas estão perto de concluir os objetivos militares no conflito.“Nas próximas duas a três semanas, vamos fazê-los voltar à Idade da Pedra, onde pertencem”, declarou Trump, em tom duro, durante o discurso de cerca de 20 minutos — o primeiro em horário nobre desde o início das hostilidades, no final de fevereiro.O presidente destacou o que chamou de “vitórias rápidas, decisivas e esmagadoras” obtidas pelas forças armadas americanas nas últimas quatro semanas. Segundo ele, os objetivos estratégicos fundamentais dos EUA estão “muito, muito próximos” de serem cumpridos.Trump evitou, porém, dar detalhes sobre a estratégia para o fim do conflito ou sobre possíveis negociações com o Irã. Não apresentou também um plano concreto de como encerrar as hostilidades.Sobre o Estreito de Hormuz — ponto crítico para o transporte mundial de petróleo —, Trump cobrou que os países interessados tomem a iniciativa de reabrir a passagem, sem especificar qual seria o papel direto dos Estados Unidos nessa ação.O mandatário reafirmou o compromisso americano com seus aliados no Oriente Médio. “Não abandonaremos Israel nem os países do Golfo”, disse, citando Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Bahrein. Trump agradeceu o apoio desses países e garantiu que não permitirá que sofram qualquer dano.O discurso ocorre em meio a uma escalada de tensões na região. Desde o início do conflito, o Irã tem realizado retaliações com ataques contra Israel e contra instalações de petróleo e gás natural em vários países do Golfo.A declaração de Trump aumenta a expectativa sobre os próximos passos militares dos Estados Unidos no Oriente Médio.

Batalha de Waterloo: A derrota final de Napoleão que mudou o rumo da Europa

 


A Batalha de Waterloo, travada em 18 de junho de 1815, perto da atual cidade de Waterloo, na Bélgica (então pertencente ao Reino Unido dos Países Baixos), foi o confronto decisivo que pôs fim aos Cem Dias de Napoleão Bonaparte e marcou o fim definitivo das Guerras Napoleônicas.Um exército francês de cerca de 72 mil homens, comandado pelo próprio Imperador Napoleão, foi derrotado pela Sétima Coligação, composta por forças britânicas, neerlandesas, alemãs e belgas lideradas pelo Duque de Wellington, e por um poderoso exército prussiano sob o comando do marechal Gebhard Leberecht von Blücher, totalizando aproximadamente 118 mil soldados. A batalha encerrou o breve retorno de Napoleão ao poder e levou à sua segunda abdicação.Contexto históricoApós escapar do exílio na ilha de Elba em março de 1815 e retomar o trono francês, Napoleão enfrentou a rápida formação da Sétima Coligação pelos principais países europeus. Enquanto diplomatas reunidos no Congresso de Viena tentavam reorganizar o mapa da Europa, a notícia do retorno triunfal de Napoleão a Paris forçou os aliados a mobilizar seus exércitos.Napoleão decidiu atacar preventivamente, na esperança de destruir separadamente os exércitos de Wellington e Blücher antes que eles pudessem se unir a outras forças da coligação (austríacas e russas) e invadir a França.O curso da batalhaA campanha de Waterloo durou apenas três dias (16 a 19 de junho). No dia 16, Napoleão venceu os prussianos em Ligny, mas não conseguiu destruí-los completamente. Blücher recuou em boa ordem. No mesmo dia, o marechal Ney enfrentou Wellington em Quatre-Bras, num combate inconclusivo.No dia 17, sob forte chuva, Wellington posicionou seu exército em uma posição defensiva na elevação de Mont-Saint-Jean, perto da estrada para Bruxelas. Napoleão atrasou o início do ataque principal até o meio-dia do dia 18, aguardando que o terreno encharcado secasse.A batalha começou com um ataque francês à fazenda de Hougoumont, na ala direita aliada, que se transformou numa luta sangrenta e prolongada, consumindo tropas francesas desnecessariamente. Em seguida, Napoleão concentrou o fogo de artilharia e enviou a infantaria do general D’Erlon contra o centro aliado, na tentativa de romper as linhas perto da fazenda de La Haye Sainte.A luta foi extremamente renhida. Wellington manteve uma postura defensiva, ordenando que suas tropas se deitassem no solo para minimizar os efeitos da artilharia francesa. Quando os franceses avançaram, foram recebidos por fogo cerrado e contra-ataques de cavalaria.Por volta das 16h30, os prussianos começaram a chegar em força no flanco direito francês. Napoleão teve de desviar tropas para conter o avanço de Blücher, enfraquecendo seu ataque principal. O marechal Ney liderou várias cargas de cavalaria contra o centro aliado, mas os soldados britânicos e aliados formaram quadrados de infantaria que resistiram aos ataques.No final da tarde, após a captura de La Haye Sainte, Napoleão lançou sua última reserva: a temida Guarda Imperial. Porém, já com os prussianos pressionando fortemente o flanco direito, a Guarda foi repelida pela primeira vez em sua história por tropas aliadas, incluindo neerlandesas e belgas.Com o centro aliado resistindo e o flanco direito desmoronando, o exército francês entrou em colapso. Os gritos de “La Garde recule!” (“A Guarda recua!”) se espalharam pelo campo, causando pânico entre as tropas napoleônicas. Napoleão foi retirado do campo de batalha por seus auxiliares.ConsequênciasA batalha custou cerca de 47 mil baixas no total: aproximadamente 15 mil entre britânicos, neerlandeses e alemães, 7 mil entre os prussianos e cerca de 25 mil mortos e feridos mais 8 mil prisioneiros do lado francês.No dia seguinte, Wellington e Blücher se encontraram. A vitória foi batizada de “Waterloo” a pedido de Wellington, em referência à aldeia próxima onde ele passara a noite anterior. Blücher preferia o nome “Belle Alliance”, mas o nome Waterloo prevaleceu.Após a derrota, Napoleão abdicou pela segunda vez. Ele se rendeu aos britânicos e foi exilado na remota ilha de Santa Helena, no Atlântico Sul, onde morreu em 1821. Luís XVIII foi restaurado no trono da França, e a Europa entrou num longo período de paz relativa sob o sistema do Congresso de Viena.Hoje, o campo de batalha de Waterloo é um importante sítio histórico na Bélgica, marcado pelo imponente Monte do Leão (Butte du Lion), um monumento construído com terra retirada do próprio terreno da batalha.A Batalha de Waterloo não foi apenas a derrota militar de Napoleão, mas o símbolo do fim de uma era: o fim das ambições imperiais francesas e o início de um novo equilíbrio de poder na Europa.

PULSEIRA FOLHEADA A OURO COM CORRENTE DUPLA E PEDRA DE VIDRO LAPIDADO NA COR VERDE ESMERALDA



Pulseira folheada a ouro contendo corrente dupla e pedra de vidro lapidado em forma de gota na cor verde esmeralda, cravejada em chatão de galeria.
Código: P712
Unid.: pç
Garantia: 1 ano após a data da compra
Prazo de liberação: Até 48 horas (somente dias úteis)
Dimensões aproximadas:-comprimento do pingente: 1,4 cm-largura do pingente: 1 cm-comprimento da corrente (sem extensor): 17 cm-comprimento da corrente (com extensor): 22 cm



Link para comprar: https://www.imagemfolheados.com.br/produto/pulseira-folheada-a-ouro-com-corrente-dupla-e-pedra-de-vidro-lapidado-na-cor-verde-esmeralda/P712&a=97592
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