Inter perde novamente no Beira-Rio e entra no Z-4

 


O Internacional sofreu sua segunda derrota como mandante no Brasileirão. Na noite desta quinta-feira, o Colorado foi superado pelo Palmeiras por 3 a 1, resultado que coloca o time de Paulo Pezzolano na zona de rebaixamento, ocupando a penúltima posição da tabela.

O próximo compromisso pelo campeonato será apenas no dia 25 de fevereiro, contra o Remo, em Belém do Pará. Antes disso, o Inter terá pela frente os dois jogos das semifinais do Gauchão contra o Ypiranga, começando neste domingo em Erechim.

📝 Como foi o jogo

  • O Inter iniciou com postura agressiva, pressionando a saída de bola do Palmeiras e mostrando evolução em relação ao ano passado.

  • Aos 22 minutos, Gustavo Gómez abriu o placar de cabeça após escanteio de Andreas Pereira.

  • O empate veio aos 35 minutos, em um belo chute de Ronaldo, que encobriu o goleiro Carlos Miguel.

  • No segundo tempo, Vitor Roque aproveitou falha defensiva e recolocou o Palmeiras na frente.

  • Pezzolano tentou reagir com mudanças, mas o Colorado parou na trave em chute de Bruno Gomes.

  • Aos 36 minutos, Andreas Pereira marcou novamente, após erro de Mercado, e definiu o placar: 3 a 1.

📊 Dados da partida

  • Local: Estádio Beira-Rio

  • Público: 20.082 torcedores

  • Renda: R$ 532.841,50

  • Árbitro: Davi de Oliveira (ES)

Escalações

  • Inter: Rochet; Bruno Gomes, Mercado, Victor Gabriel (Félix Torres), Bernabei; Ronaldo, Paulinho (Aguirre), Vitinho, Alan Patrick (Alan Rodriguez), Carbonero (Alerrandro); Borré. Técnico: Paulo Pezzolano.

  • Palmeiras: Carlos Miguel; Giay, Gustavo Gómez, Murilo, Piquerez (Jefté); Marlon Freitas, Andreas Pereira, Maurício (Ramón Sosa); Allan (Giay), Vitor Roque (Luighi), Flaco López (Lucas Evangelista). Técnico: Abel Ferreira.

O Inter mostrou competitividade, mas voltou a sofrer com falhas defensivas e não conseguiu transformar boas chances em gols. Agora, a equipe terá duas semanas para se reorganizar antes de retomar a luta contra o rebaixamento no Brasileirão.

Inter perde novamente no Beira-Rio e Pezzolano destaca desempenho

 


O Internacional voltou a ser derrotado dentro de casa na terceira rodada do Brasileirão. O revés por 3 a 1 diante do Palmeiras, na noite de quinta-feira, deixou o time de Paulo Pezzolano na penúltima colocação da tabela, dentro da zona de rebaixamento, onde permanecerá por duas semanas até o próximo compromisso pelo campeonato, marcado para o dia 25 contra o Remo, fora de casa.

Antes disso, o Colorado terá pela frente os dois jogos contra o Ypiranga pelas semifinais do Gauchão, começando neste domingo em Erechim. A tendência é que o treinador utilize uma equipe mista, repetindo o planejamento adotado em outras partidas.

🎙️ Principais declarações de Paulo Pezzolano

  • Resultado e desempenho: “Todos queremos ganhar, mas o mais importante é desempenho. Seria preocupante conseguir resultados sem ter desempenho. Merecíamos estar com mais pontos, o time está dando a cara.”

  • Lado esquerdo defensivo: “Bernabei tem coisas boas e outras que sofre. Vamos seguir trabalhando e acertando detalhes.”

  • Confiança: “Ninguém é burro no futebol. Quando está fazendo as coisas certas os resultados vão chegar. Jogamos contra um time que atua junto há seis anos.”

  • Substituição de Alan Patrick: “Foi apenas uma decisão tática. Ele está muito bem, sabemos da qualidade do nosso capitão.”

  • Intensidade e identidade: “Esse modelo de jogo o torcedor gosta. Identifica o Inter como um time com raça. Faltou pouco para entrar uma segunda bola hoje.”

  • Defesa como ponto fraco: “Pode ser um erro meu. Estamos colocando intensidade e alguns jogadores não estão acostumados. Mas é o caminho para que o Inter volte a ser respeitado.”

  • Escolha por Kayky em vez de Allex: “Kayky é muito interessante para espaços curtos. O Allex está crescendo, mas hoje preferi o Kayky.”

  • Plantel de zagueiros: “O clube está trabalhando e pode chegar outro jogador para a zaga. Victor Gabriel será reavaliado após sentir o adutor.”

  • Planejamento contra o Ypiranga: “Vai jogar quem estiver melhor. Alguns meninos vão participar e outros com menos minutagem também.”

O discurso de Pezzolano reforça a ideia de que o Inter tem mostrado evolução tática, mas ainda sofre com falhas defensivas e falta de peças de maior qualidade. O treinador aposta na intensidade e na identidade de jogo para recuperar confiança e resultados.

Inter segue sem vitórias no Beira-Rio e entra no Z-4

 


O Internacional ainda não conseguiu transformar o Beira-Rio em aliado neste início de Brasileirão. Foram dois jogos em casa e duas derrotas, resultando em 0% de aproveitamento como mandante.

Na estreia, o Colorado perdeu por 1 a 0 para o Athletico. Ontem, diante de um Palmeiras mais qualificado e mesmo desfalcado de Arias, sofreu nova derrota: 3 a 1. O revés para os paranaenses destoou, mas o tropeço contra os paulistas era mais previsível, já que o time de Abel Ferreira é candidato ao título.

Com apenas um ponto em três rodadas, o Inter já aparece na zona de rebaixamento, reacendendo lembranças do drama vivido até a última rodada de 2025. Apesar disso, o desempenho contra Flamengo (1 a 1 no Maracanã) e Palmeiras indica que o sofrimento pode não ser tão intenso neste ano: há organização tática, mas faltam peças de maior qualidade.

O público de 20.082 torcedores viu um Inter competitivo, que chegou a acertar a trave quando o placar estava 2 a 1, mas acabou derrotado. No futebol, o que conta é o resultado.

📊 Estatísticas da partida

  • Finalizações: Inter 20 x 11 Palmeiras

  • Finalizações no gol: Inter 3 x 7 Palmeiras

  • Bola na trave: Inter 1 x 0 Palmeiras

  • Finalizações para fora: Inter 9 x 3 Palmeiras

  • Chutes defendidos: Inter 8 x 1 Palmeiras

  • Finalizações dentro da área: Inter 14 x 7 Palmeiras

  • Finalizações de fora da área: Inter 6 x 4 Palmeiras

⚽ Gols

  • 22’ 1ºT – Gustavo Gómez abre o placar de cabeça após escanteio de Andreas Pereira.

  • 35’ 1ºT – Ronaldo acerta um belo chute e empata.

  • 6’ 2ºT – Vitor Roque aproveita falha defensiva e coloca o Palmeiras na frente.

  • 36’ 2ºT – Andreas Pereira fecha o placar após jogada de Lucas Evangelista.

O Inter mostrou competitividade, mas ainda não conseguiu transformar boas atuações em pontos. A missão de Paulo Pezzolano será ajustar o sistema defensivo e buscar vitórias para sair do Z-4.

Avó vendia as próprias netas - Ali Klemt comenta o caso

 


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Portugal vira sem mudar

 Contrariando uma tendência vigente na Europa, o país elegeu um presidente de esquerda

Por Jurandir Soares


Contrariando uma tendência vigente na Europa e na América Latina, Portugal elegeu neste domingo um presidente de esquerda. E com uma vitória incontestável, basta ver o resultado: 66,6% para do socialista Antônio José Seguro contra 33,4% para André Ventura, representante do partido Chega, de direita.


Seguro substituirá Marcelo Rebelo de Sousa, há 10 anos no cargo, encerrando 20 anos consecutivos da direita no poder. O governo atual defende uma política de maior controle da imigração, conforme fazem muitos países europeus.


MIGRAÇÃO


No período de 2010 a 2020, a Europa abriu-se aos imigrantes. Refugiados de guerras como da Síria, do Iraque, do Sudão e de outras, assim como os que fugiam da seca e da fome na África, foram acolhidos nos países da União Europeia. Inicialmente, o contingente passou a ser bem recebido no continente, tanto pelos aspectos humanitários como pelo fato de passarem a exercer atividades laborais menos qualificadas e não desejadas pelos europeus.


O problema é que o contingente foi aumentando de forma extraordinária. Em apenas um ano, a Alemanha, então governada por Angela Merkel, recebeu cerca de 1 milhão de imigrantes. E esses passavam a usufruir do sistema previdenciário alemão. Já a França viu seu território ser invadido por muçulmanos que não aderem à cultura local.


DIFERENÇA


Portugal tem um diferencial em termos de Europa: é o país que mais exporta trabalhadores para o continente. Para se ter uma ideia, enquanto o salário mínimo em Portugal gira em torno de mil euros, na Suíça chega a 7 mil euros.


Assim, é comum se ver portugueses trabalhando fora de seu país como atendente de hotel, garçom, motorista de aplicativo, ou prestador de serviços domésticos, por exemplo. Funções estas que em Portugal passaram a ser exercidas basicamente por imigrantes, muitos dos quais brasileiros. A propósito, dados do Itamaraty apontam que 513 mil brasileiros vivem em Portugal, a segunda maior comunidade fora do nosso território, atrás apenas dos Estados Unidos. Estimativas mais recentes, de 2025, apontam que esse número pode chegar a 600 mil, sendo a maior força de trabalho imigrante dentro do território lusitano.


SUPERAÇÃO


Mas, se esta questão da imigração pesa tanto na Europa, a pergunta é sobre o porquê da vitória da esquerda em Portugal. Bem, já se viu que essa questão tem um aspecto diferenciado no país. Porém, é lógico, pesou muito o aspecto político. Apesar da longa trajetória no Partido Socialista, Seguro se apresentou durante a campanha como um candidato moderado, falando em “opção segura” e se comprometendo a dialogar com o governo de centro-direita no poder.


Sua candidatura atraiu um apoio amplo e transversal, incluindo figuras como o ex-presidente Aníbal Cavaco Silva, além de ministros do governo de centro-direita e a maioria dos candidatos derrotados no primeiro turno. O movimento refletiu a tentativa de conter o avanço da direita, representada por André Ventura.


DESAFIOS


Portugal é uma das economias mais pobres da Europa, e o desafio que se estabelece para o novo governo é buscar a recuperação. Enfrenta, há mais de duas décadas, um problema estrutural de crescimento econômico que se traduz numa divergência persistente face à União Europeia. Entre 1999 e 2024, a economia portuguesa cresceu, em média, cerca de 1% ao ano, um ritmo que implica duplicar o PIB apenas ao fim de quase 70 anos.


Diante de todas estas considerações, é preciso ainda ressaltar um fato: o presidente em Portugal é o chefe de estado, não o chefe de governo. O presidente em Portugal, além das questões de cunho externo, tem poder para duas coisas: desempenhar como árbitro em casos de crise ou dissolver o Parlamento para convocar novas eleições legislativas. Todas as demais questões, que são aquelas que realmente interessam à população, como a economia, são atribuição do primeiro-ministro. Então, esta eleição não muda muito o quadro vigente em Portugal.

Correio do Povo