Lunfardo: A Linguagem Secreta que Virou Símbolo da Cultura Argentina

 


O lunfardo é um dialeto ou jargão popular que se originou em Buenos Aires, Argentina, no final do século XIX e início do século XX. Inicialmente, era usado pelas classes trabalhadoras e criminosas, mas ao longo do tempo foi incorporado à cultura argentina, especialmente no tango e na linguagem cotidiana.

Origens do Lunfardo

O lunfardo surgiu da mistura de diferentes idiomas e dialetos trazidos por imigrantes europeus, especialmente italianos, espanhóis e franceses. Ele também incorporou elementos do português, do quíchua e do cocoliche (um dialeto ítalo-argentino).

No começo, o lunfardo era usado principalmente por criminosos para evitar que a polícia entendesse suas conversas. Com o tempo, ele se espalhou para outras camadas da sociedade e ganhou popularidade através do tango e da literatura argentina.

Características do Lunfardo

O lunfardo tem algumas características marcantes:

  • Inversão de sílabas (vesre): uma das técnicas mais comuns no lunfardo é inverter as sílabas das palavras. Por exemplo, tango vira gotán, café vira feca, mujer (mulher) vira jermu.
  • Palavras de origem estrangeira: muitas palavras vêm do italiano (laburo - trabalho, mina - mulher), do francês (garúa - chuvisco) e do português (changa - trabalho temporário).
  • Expressões metafóricas: algumas palavras mudam completamente de significado. Exemplo: fiaca (preguiça), guita (dinheiro), bondi (ônibus).

Lunfardo e o Tango

O lunfardo se tornou famoso no mundo inteiro por meio do tango. Muitas letras de tango usam palavras e expressões lunfardas, tornando esse dialeto uma parte essencial da identidade cultural argentina.

Um exemplo clássico é a música "Mano a Mano", de Carlos Gardel, que usa várias expressões lunfardas.

Lunfardo Hoje

Embora não seja um dialeto oficial, o lunfardo ainda é muito presente na Argentina e no Uruguai. Muitas palavras lunfardas foram incorporadas ao espanhol rioplatense e continuam sendo usadas no dia a dia.

Hoje, existem dicionários e organizações que estudam e preservam o lunfardo, garantindo que esse patrimônio linguístico não se perca.

Calor segue intenso nesta terça-feira no RS

 Por conta das altas temperaturas, são esperadas pancadas de chuva isoladas

Calor ganha força no Rio Grande do Sul | Foto: Pedro Piegas


O sol aparece com nuvens nesta terça-feira no Rio Grande do Sul, mas algumas áreas vão ter maior nebulosidade no decorrer do dia.

O tempo deixa de ser firme e a atmosfera já se instabiliza em algumas regiões da tarde para a noite por conta das altas temperaturas. Pancadas de chuva isoladas são esperadas na segunda metade do dia, sobretudo em pontos do Oeste, da Campanha e do Sul, podendo alcançar outras áreas como o Centro gaúcho.

Com o calor excessivo, em mais uma tarde de temperaturas muito altas, a chuva pode ser forte e com risco de temporais com raios, granizo e vendaval.

Mais dez dias de muito calor pela frente

De acordo com a MetSul Meteorologia, modelos de previsão do tempo mostram a tendência de que a onda de calor vai longe. As previsões apontam que as altas temperaturas se estenderão ao menos até o fim da primeira semana de março. Assim, a onda de calor prossegue semana que vem com temperaturas altíssimas e ao redor de 40ºC. Ou seja, é alta a chance de mais dez dias de calorão, no mínimo.

Veja as mínimas e máximas em algumas cidades do RS e de SC



MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Motta quer ampliar Câmara para 527 deputados

 Uma proposta com essa finalidade pode ser colocada em tramitação depois do carnaval

Casa segue em queda de braço com o STF | Foto: Vinicius Loures / Agência Câmara / Divulgação CP


O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), quer construir um acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF) para alterar o número de deputados federais de 513 para 527 - ou seja, 14 a mais do que a composição atual. A ideia é que as bancadas dos Estados sejam adequadas às estimativas populacionais do Censo de 2022, sem que nenhuma delas perca vagas em relação às existentes hoje.

Uma proposta com essa finalidade pode ser colocada em tramitação depois do carnaval. Se ocorrer, a mudança no total de deputados federais será a primeira desde 1993.

A partir de uma ação movida pelo Pará, o Supremo determinou, em agosto de 2023, que a Câmara defina a proporcionalidade de representação estadual, ou seja, o número de deputados para cada Estado, de acordo com as informações apuradas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Censo de 2022.

As mudanças apontadas pelo IBGE indicam que alguns Estados estão sub-representados, enquanto outros têm deputados a mais. Entre as bancadas acima da proporção adequada, Rio de Janeiro, Bahia, Paraíba e Piauí seriam as que mais perderiam vagas com o ajuste. Já a bancada do Pará ganharia quatro novas cadeiras.

Em entrevista à Rádio Arapuan, em João Pessoa (PB), no início do mês, Motta declarou que busca construir uma alternativa em que ninguém saia perdendo. "Perder essa representatividade é perder orçamento, tira vozes importantes e o critério também não é justo. Quem cresceu tem o direito. Penso que a solução seria um acordo, combinado com o Supremo, para que se aumente a quantidade de deputados federais e ninguém perca", disse o presidente da Câmara.

Ele também demonstrou preocupação com os impactos da mudança aos olhos da opinião pública, já que a ampliação do número de deputados significaria o aumento dos custos da Câmara para o contribuinte. "Temos que fazer o dever de casa para que isso não represente aumento do custo da Casa", afirmou Motta na ocasião.

Prazo

O prazo dado pelo STF para que o Legislativo promova a mudança termina no dia 30 de junho. Se, a partir dessa data, o Congresso não tiver aprovado uma lei complementar sobre o tema, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é quem vai determinar, até outubro (um ano antes do pleito), o número de cadeiras que cada unidade da Federação terá em disputa nas eleições de 2026.

De acordo com o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), as bancadas de 14 Estados devem ser alteradas para refletir as mudanças populacionais. O Rio pode ser o principal afetado, com menos quatro vagas, seguido por Rio Grande do Sul, Piauí, Paraíba e Bahia, cujas bancadas perdem duas cadeiras. Pernambuco e Alagoas teriam uma vaga a menos.

Em compensação, as bancadas de sete Estados devem ser ampliadas com a adequação. Santa Catarina e Pará podem obter quatro novas vagas e o Amazonas, duas. Ceará, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso ganhariam um parlamentar cada. São Paulo, que já está entre as maiores bancadas, com 70 deputados, a princípio não teria alterações.

Já há um projeto de lei em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara para fazer o ajuste de acordo com a decisão do STF. O texto estava para ser votado no fim do ano passado, mas a pressão de deputados da bancada do Rio, em especial, adiou a análise.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Dólar sobe e supera R$ 5,75 com receio fiscal à espera de fala de Lula

 Secretária de Comunicação Social (Secom) informou que Lula vai falar dos programas sociais o Pé-de-Meia e o Farmácia Popular, que podem ter impactos fiscais

Na reta final dos negócios, em meio a mínimas sucessivas do Ibovespa, a moeda americana superou o nível de R$ 5,75 e fechou em alta de 0,44% | Foto: Adriana Toffetti / Ato Press / Estadão Conteúdo / CP


Após rondar a estabilidade no fim da manhã e no início da tarde desta segunda, 24, o dólar à vista ganhou força nas últimas horas de pregão e se firmou em terreno positivo. Na reta final dos negócios, em meio a mínimas sucessivas do Ibovespa, a moeda americana superou o nível de R$ 5,75 e fechou em alta de 0,44%, a R$ 5,7560, na máxima do dia.

O escorregão do real à tarde teria sido motivado por uma postura mais conservadora dos investidores à espera do pronunciamento em rede nacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, às 20h30. A Secretária de Comunicação Social (Secom) informou que Lula vai falar dos programas sociais o Pé-de-Meia e o Farmácia Popular, que podem ter impactos fiscais.

Além disso, fontes afirmaram que Lula vai editar uma medida provisória para autorizar a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para os trabalhadores que foram demitidos e não puderam acessar o saldo retido na conta por terem aderido à modalidade de saque-aniversário.

O Broadcast também apurou que a equipe econômica deve enviar ao Congresso após o Carnaval o redesenho do projeto de lei para custear o programa do Auxílio Gás dentro das regras do arcabouço fiscal. A dúvida é como o governo vai encontrar recursos do Orçamento para entregar "gás de graça" para 22 milhões de famílias, como prometido pelo presidente.

O economista-chefe da corretora Monte Bravo, Luciano Costa, afirma que a sequência de informações que podem indicar expansão fiscal e até parafiscal, como no caso do FGTS, acabaram jogando o dólar para cima ao longo da tarde. Há receio de que Lula anuncie alterações ou até aumento no Pé-de-Meia, que precisa ser enquadrado nas regras do arcabouço.

"Tudo isso está relacionado à questão fiscal. Há também a perspectiva de medidas de estímulo, o que leva a um divergência entre a política monetária, que tenta desaquecer a economia. Isso parece que acabou tensionando o câmbio", afirma Costa.

Analistas ouvidos pelo Broadcast nos últimos dias se mostraram preocupados com uma guinada populista de Lula, em uma tentativa de recuperar a popularidade perdida, como mostraram pesquisas de opinião recentes, e se posicionar de forma mais favorável para a eleição de 2026.

O gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo, afirma que mercado tende a operar com volume mais reduzido nesta semana pré-Carnaval, o que pode trazer picos de volatilidade caso haja episódios de aversão ao risco ou surpresas negativas no campo fiscal.

"O mercado está bem parado nos últimos dias em termos de negócios. O real conseguiu se recuperar do tombo do fim do ano em grande parte porque não tinha notícia ruim vindo de Brasília. Os estrangeiros vieram aproveitar a bolsa barata em dólar e os nossos juros", afirma Galhardo, que vê a taxa de câmbio oscilando no curto prazo entre R$ 5,70 e R$ 5,90.

No início da amanhã, o dólar até ensaiou uma queda, mas sem romper o nível de R$ 5,70, com mínima a R$ 5,7080. A moeda americana encerrou a semana passada com ganhos de 0,60%, após uma sequência de sete semanas consecutivas de desvalorização. Em fevereiro, o dólar ainda acumula baixa de 1,38%, o que leva as perdas no ano a 6,86%.

Lá fora, o índice DXY - termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis divisas fortes - operou ao redor da estabilidade ao longo do dia. Investidores aguardam a agenda pesada da semana para calibrar as apostas em torno dos próximos passos do Federal Reserve. Na quinta-feira, 27, sai resultado do PIB dos EUA o quatro trimestre. E na sexta-feira, 28, é divulgado o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês), medida de inflação preferida pelo Banco Central dos EUA.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Plano Safra afetado e ovo brasileiro

 



Vídeo de Pablo Spyer

Fonte: https://youtube.com/shorts/zSsCpeQrGJI?si=VTov89YM3wQ8nnQ0

O BRASIL TEM CAMPO DE CONCENTRAÇÃO - 24.02.25

 Por Percival Puggina

           


         O desabrigo da lei foi uma característica comum aos campos de concentração e aos gulags soviéticos.


 

Corporativismo, colegialidade e espírito de confraria, tão percebidos na atual composição do Supremo Tribunal Federal, não são expressões de reverência e apreço pela instituição.

 

Os autoelogios e o narcisismo, bem como o gosto por homenagens, luzes das câmeras e protagonismo político não combinam com a discrição inerente à missão judicante. Se “a boca fala daquilo que está cheio o coração”, pergunto: podem cumprir bem sua missão judicante pessoas cujo vocabulário profissional convive bem com adjetivos como “extremistas”, “terraplanistas”, “negacionistas”, aplicados àqueles que ainda não foram julgados e que ainda irão julgar?

 

Tivessem suas excelências a reverência e apreço que tenho pela instituição do Supremo Tribunal Federal não fariam distinção de pessoa, não se deteriam na “capa do processo” (para usar analogia aplicada pelo ex-ministro Marco Aurélio Mello ao referir certas condutas). Ou numa outra que me vem à mente agora: “Pau que não bate em Palocci não deveria bater em Cid!”. Ou ainda esta contradição: “Se Adriana Ancelmo, ex-primeira-dama do Rio de Janeiro, pode sair da prisão para cuidar dos filhos, por que o mesmo direito é negado à cabelereira Débora dos Santos?”.  E ainda esta pergunta dirigida às consciências: “Onde fica mais imprópria e alarmante a expressão ‘Perdeu Mané’? Na boca de um ministro do STF ou escrita por uma cidadã, com batom, na estátua de Têmis?”. Quando é maior o dano: ao serem vandalizados bens materiais públicos ou ao serem afrontados repetidamente direitos individuais e preceitos constitucionais?

 

Eu poderia me alongar tediosamente na lista de atos explícitos de censura prévia, de ameaças que redundaram em conveniente autocensura, à qual poucos, muito poucos, ficaram corajosamente imunes. Quem acompanhou o noticiário sobre as audiências da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Brasil certamente formou uma boa ideia do tamanho dessa lista. Não posso deixar de lado, porém, a responsabilidade direta do Senado. Ela acaba de ser ratificada por palavras do “novo” e notoriamente omisso presidente, senador Davi Alcolumbre, para quem a anistia “não é assunto dos brasileiros”.

 

Intoxicado pelos vícios que provocam esse desinteresse do Senado, o Brasil – máxima vergonha! – tem e mantém um campo de concentração ou um gulag onde cidadãos vivem ao desabrigo da Constituição e das leis, privados dos direitos que elas conferem aos piores criminosos. Quanto foi que os fins passaram a justificar os meios?


Pontocritico.com

BOMBA NUCLEAR

 BOMBA

Todos os dias me deparo com uma ou mais publicações postadas nas redes sociais por brasileiros pra lá de -ESPERANÇOSOS-, cujos conteúdos (imagens, áudios ou textos) iniciam com a palavra- BOMBA-, em -LETRAS GARRAFAIS-, dando conta de que, enfim, a TIRANIA IMPOSTA PELO STF, notadamente pelo detestável ministro Alexandre de Moraes, está muito próxima do fim. 

CANETADA

Pois, para desespero geral, praticamente no mesmo momento em que as pretensas e ilusórias -BOMBAS- são anunciadas, algum ministro do STF entra em cena e, com uma simples canetada, acaba de vez com eventuais e/ou fantasiosas pretensões de que davam a entender que a tal TIRANIA- estaria, enfim, com os dias contados. 

BOMBA TIRÂNICA

Na semana passada, por exemplo, o ministro Dias Toffoli, com a CONCORDÂNCIA SILENCIOSA dos demais ministros, respondeu aos tolos ESPERANÇOSOS com uma outra BOMBA TIRÂNICA, ao DECLARAR -NULOS- TODOS OS ATOS CONTRA O EX-MINISTRO ANTONIO PALOCCI, que sob juramento se declarou RÉU CONFESSO nos CRIMES RELACIONADOS À OPERAÇÃO LAVA JATO.  

MANDA E DESMANDA

Enquanto o STF deixa claro que MANDA E DESMANDA NO BRASIL, o PODER EXECUTIVO, sob o comando de Lula, segue firme na TAREFA DE DESTRUIÇÃO DO PAÍS, desta vez usando uma BOMBA -verdadeiramente -NUCLEAR-. 


Vejam, por exemplo, o bestial caso da USINA NUCLEAR ANGRA 3, que segundo estudo do BNDES, para finalização da usina (seriam necessários mais CINCO ANOS DE OBRAS) seriam necessários R$23 BILHÕES em investimentos, além dos R$12 BILHÕES já aplicados até o momento. Mais: o BNDES informa que a decisão de ABANDONAR a OBRA teria um custo de R$21 BILHÕES, incluindo despesas com rescisões de contratos, desmobilização de canteiro, devolução de benefícios fiscais e penalidades pelo cancelamento de financiamentos incentivados.


Como se percebe, o governo Lula, é isso: NÃO TEM 23 BILHÕES PARA TERMINAR A OBRA E NÃO TEM R$ 21 BILHÕES PARA ABANDONAR A OBRA. Pode?


Pontocritico.com

Frase do dia - 24.02.2025

  Mais vale mudar de ideia com sabedoria do que permanecer obstinado na ignorância.

- Sócrates

Evento com Trump nos EUA cai como uma bomba para Moraes

 



Vídeo de Gustavo Gayer

Fonte: https://www.kwai.com/@FlaviaLopo/video/5198711449828137473

Trump elogia ao vivo Eduardo e Jair Bolsonaro!