STF homologa acordo que reconhece Ednaldo Rodrigues no comando da CBF

 Uma liminar da Justiça do RJ afastou o dirigente do cargo em 2024

Com a homologação, as partes reconhecem o resultado da assembleia geral da CBF que elegeu Rodrigues | Foto: Lucas Figueiredo / CBF / Divulgação CP


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou nesta sexta-feira (21) um acordo firmado entre a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), cinco dirigentes da entidade e a Federação Mineira de Futebol (FMF) para encerrar a disputa judicial contra a eleição de Ednaldo Rodrigues para presidência da entidade máxima do futebol brasileiro.

Com a homologação, as partes reconhecem o resultado da assembleia geral da CBF que elegeu Rodrigues para o cargo, em março de 2022.

A decisão teve parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), autor de uma ação protocolada na Corte que trata do mesmo assunto e discute a constitucionalidade da Lei Pelé e da Lei Geral do Esporte.

Antes da homologação do acordo, o presidente da CBF já contava com uma liminar de Gilmar Mendes para mantê-lo no cargo. No ano passado, uma liminar da Justiça do Rio de Janeiro afastou Edinaldo do cargo, mas o ministro do STF derrubou a decisão.

Entenda

Em dezembro de 2023, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decidiu retirar Ednaldo Rodrigues do cargo. Na ocasião, a 21ª Câmara de Direito Privado extinguiu a Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público (MP) contra eleições que teriam sido realizadas irregularmente pela CBF em 2017.

Diante do processo, a entidade máxima do futebol brasileiro aceitou assinar em 2022 um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que estabeleceu a realização de uma nova eleição, da qual Ednaldo Rodrigues saiu vencedor.

A decisão de retirar Ednaldo Rodrigues da CBF foi tomada atendendo a um pedido de ex-vice-presidentes da entidade que perderam seus cargos no âmbito do TAC de 2022.

Para o TJ-RJ, o TAC assinado entre o MP e a CBF foi ilegal. Após a decisão do tribunal, o ministro Gilmar Mendes concedeu a liminar para manter Ednaldo Rodrigues no cargo.

Na ocasião, o ministro disse que a Fifa, entidade máxima que regula o futebol no mundo, encaminhou sucessivos ofícios ao Brasil afirmando não reconhecer como legítimo o interventor indicado pelo TJRJ para a CBF, José Perdiz, presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O ministro reiterou ainda o risco de a seleção olímpica masculina perder o pré-olímpico por não ter um dirigente reconhecido internacionalmente.

Agência Brasil e Correio do Povo

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Torcidas organizadas do Pelotas e do São José são suspensas dos estádios

 Torcedores das duas as equipes protagonizaram uma briga generalizada nas arquibancadas

As torcidas organizadas do Pelotas, Torcida Jovem, e do São José, Os Farrapos, estão proibidas de comparecerem identificadas a jogos das equipes por 30 dias, conforme decisão proferida nesta quinta-feira (20) pela Juíza de Direito Jocelaine Teixeira, do Juizado do Torcedor e Grandes Eventos (JTGE) da Comarca de Porto Alegre.

A determinação atende ao pedido de medidas cautelares do Ministério Público baseado nos episódios de violência entre as torcidas, ocorridas no dia 22 de janeiro. Os times de Porto Alegre e de Pelotas jogaram no Estádio do Zequinha, em partida válida pela primeira fase do Campeonato Gaúcho de 2025. Sanções individuais também foram impostas aos clubes.

Conforme a decisão, fica vedado às torcidas organizadas comparecerem aos jogos dos respectivos clubes, com camisetas ou outros itens de identificação, como faixas e instrumentos musicais.

Oito integrantes da Torcida Jovem identificados e citados pelo MP como participantes da confusão estão proibidos por 90 dias de irem a jogos do Pelotas. O São José, ainda conforme a decisão, deverá providenciar em até cinco dias a identificação dos membros da torcida Os Farrapos que teriam participado dos fatos. O descumprimento poderá acarretar na aplicação de multa diária de R$ 500,00.

Caso

De acordo com o pedido cautelar do Ministério Público, torcedores das duas as equipes protagonizaram uma briga generalizada nas arquibancadas, com arremesso de pedras e outros objetos, resultando na paralisação do jogo por aproximadamente dez minutos. O documento cita que houve intervenção da Brigada Militar e necessidade de uso de gás lacrimogêneo para dispersar os envolvidos.

A promotoria entende que os atos de violência configuram práticas de tumulto, dano, agressão e outros delitos que deverão ser apurados através de inquérito policial. Não houve o registro de prisões ou feridos.


Correio do Povo

Torcedor de 13 anos ganha toalha de Marcelo Melo, leva chute e sofre roubo no Rio Open

 Identificado, o homem negou a agressão e disse que a situação foi mal compreendida

O episódio de violência aconteceu logo depois da vitória de Melo e Rafael Matos na semifinal da chave de duplas | Foto: Rio Open / Divulgação CP / CP


Um torcedor de apenas 13 anos sofreu uma agressão e foi roubado na arquibancada da quadra 1 do Rio Open na noite de quarta-feira. O garoto, que joga tênis na categoria sub-14, havia recebido uma das toalhas usadas pelo duplista Marcelo Melo. E, após alcançar o "presente" dado pelo tenista, recebeu um chute de um homem, que roubou a toalha. Identificado, ele negou a agressão e disse que a situação foi mal compreendida.

O momento da agressão e do roubo foi flagrado pelas câmeras do canal SporTV, que detém os direitos de transmissão do torneio de nível ATP 500. O episódio de violência aconteceu logo depois da vitória de Melo e Rafael Matos na semifinal da chave de duplas - eles vão disputar a final neste sábado, por volta das 20h.

"Estamos confiantes na continuidade das investigações e de que posteriormente o Ministério Público possa denunciar o agressor. Meu filho é tenista associado ao Tênis RJ e CBT na categoria sub-14. A toalha em si tem valor irrisório, porém, por ter sido dada por um tenista campeão como o Marcelo Melo, adquire um valor inestimável, ainda mais para o meu filho, que sonha seguir esse caminho", afirmou Fernando Teixeira, pai do garoto tenista, em entrevista ao site GE.

Em comunicado, a organização do Rio Open anunciou que já identificou o agressor, já conduzido para a delegacia. A família do garoto fez um Boletim de Ocorrência na 14ª Delegacia de Polícia, no Leblon.

"A organização do torneio repudia qualquer ato de violência ou discriminação. Inclusive, temos uma ouvidoria e departamento jurídico disponíveis para ouvir, acolher e orientar as pessoas que estão no complexo do Jockey Clube Brasileiro. Sobre este caso, tão logo tivemos conhecimento, acolhemos a vítima e sua família e comunicamos o fato às autoridades competentes. O agressor foi identificado e conduzido para a delegacia", informou o Rio Open.

Outro lado

No dia seguinte ao episódio, o GE conversou com o homem acusado de agressão e roubo. Marcelo Pinheiro Sampaio negou a agressão. "Eu estava o jogo todo assistindo perto do guarda peito, quando terminou o jogo o menino veio sentando do lado direito, até chegar na minha frente, onde ainda sentou no meu pé. Quando o Marcelo Melo jogou a toalha, ele interceptou a toalha. Depois falei para o menino 'você está em lugar onde não pode ficar, depois do guarda corpo, essa toalha é minha, veio na minha direção e se você quiser uma toalha tem que ficar no lugar apropriado' e peguei a toalha que era minha", afirmou ao site.

Ele disse também que a situação foi mal compreendida. "Essa é a 5ª vez que vou para o Rio Open e sempre pego autógrafos dos jogadores, ganho toalha. Eu não encostei no menino, as imagens do vídeo mostram eu gesticulando com o pé, mas isso foi eu falando para ele que ele sentou no meu pé. Eu não o chutei e nem o agredi de maneira alguma. Jamais faria isso. Pois eu falei pra ele 'você senta em cima do meu pé, pega a toalha que era para mim, você interceptou ela por estar em lugar impróprio na frente do guarda corpo'. Foi isso que aconteceu e sei que ele ganhou outra toalha pela organização."

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Ataque com faca deixa deixa um morto e feridos na França

 Crime teria sido cometido por homem que está na lista de vigilância para a prevenção do terrorismo


Uma pessoa morreu e dois policiais ficaram gravemente feridos em um ataque com faca uma manifestação no leste da França neste sábado (22), informou o promotor local à AFP.

Outros três policiais municipais ficaram levemente feridos no ataque na cidade de Mulhouse, supostamente cometido por um homem de 37 anos que está na lista de vigilância para a prevenção do terrorismo, disse o promotor Nicolas Heitz, que se deslocou ao local, à AFP.

Um dos policiais gravemente feridos foi atingido "na carótida" e outro "no tórax", detalhou. O presidente francês, Emmanuel Macron, classificou o ataque como um “ato de terrorismo” e acrescentou que não há dúvidas de que se trata de um ataque “islamista”.

Já o primeiro-ministro Fraçois Bayrou lamentou que o “fanatismo” tenha atingido novamente o país. “Estamos de luto”, disse o chefe de governo. O ministro do Interior, Bruno Retailleau, deve visitar o local durante a noite.

A Promotoria Nacional Antiterrorista anunciou em um comunicado que assumiu a investigação. Os fatos ocorreram pouco antes das 16h locais (11h de Brasília) durante uma manifestação de apoio ao Congo.

O suspeito, nascido na Argélia, está sob vigilância judicial e em prisão domiciliar, de acordo com fontes sindicais. O homem está obrigado a deixar o território francês. "O horror acabou de se apoderar de nossa cidade", lamentou em uma mensagem no Facebook a prefeita da cidade, Michèle Lutz.

"Por enquanto, a possibilidade de terrorismo está sendo considerada. Naturalmente, isso deve ser confirmado pelas autoridades judiciais", acrescentou, expressando seus "sentimentos fraternais" às vítimas e seus familiares.

AFP e Correio do Povo

Vice Presidente dos EUA manda DURO RECADO e Xandão dobra a aposta!

 

Grêmio reclama de pênalti não marcado e questiona critérios do VAR no Gauchão

 Tricolor frisou querer “uma arbitragem justa”, após levar vantagem mínima na semifinal

Foto mostra momento que Monsalve foi atingido por Abner, na área do Juventude | Foto: Fabiano do Amaral


O Grêmio questionou a decisão da arbitragem e os critérios do VAR do Gauchão, em postagem nas suas redes sociais. Após a vitória sobre o Juventude, por 2 a 1 neste domingo, o Tricolor publicou o vídeo do lance em que Monsalve foi chutado pelo zagueiro Abner, dentro da área. "Alguém achou que não foi pênalti ao assistir esta imagem? Talvez só o árbitro e os responsáveis pelo VAR", reclamou a postagem.

"A propósito, alguém consegue entender os critérios do VAR neste Gauchão? Nós, não", reforçou o Grêmio. "Mais uma vez, reforçamos: não queremos nenhum benefício. Queremos uma arbitragem justa!
Perde o Grêmio e perde o futebol", escreveu o clube.

O vice de futebol, Alexandre Rossato, também se pronunciou com forte protesto. “Um erro que pode até mesmo significar a classificação do Grêmio. O que aconteceu hoje foi uma vergonha. Eu até então nunca reclamei de arbitragem, mas o que ocorreu eu não tenho como ficar quieto”, disparou. “Um pênalti escandaloso a favor do Grêmio não foi marcado.”

Durante a partida, a arbitragem deixou o jogo continuar por um longo período até parar para a avaliação. Após breve conversa pelo rádio, o juiz Jonathan Benkenstein Pinheiro mandou o jogo seguir e sequer foi provocado a ir no vídeo olhar as imagens; que indicam um claro choque do jogador do Juventude com Monsalve.

Depois disso, o Tricolor teve uma queda de desempenho na partida e sofreu o gol para o Juventude. Na segunda etapa, recuperou a superioridade e fez o 2 a 1, mas levará uma vantagem mínima para o jogo de volta da semifinal, no Alfredo Jaconi.

Correio do Povo

Alvo de operação da PF, Carlos Rafael Mallmann deixa secretaria do governo Leite

 Ele estava à frente da pasta de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano

Carlos Rafael Mallmann anunciou que deixou o comando da secretaria estadual de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano | Foto: Maurício Tonetto / Governo do Estado / CP


Carlos Rafael Mallmann anunciou, pelas redes sociais, que deixou o comando da secretaria estadual de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano. Na postagem, ele relembrou as ações no cargo no qual estava há quase três anos.

Ele justificou a saída a novos desafios e projetos. Agradeceu ao governador Eduardo Leite e ao vice Gabriel Souza, além do União Brasil, seu partido.

Mallmann foi alvo de operação da Polícia Federal (PF) em dezembro do ano passado. A investigação não tinha relação com o cargo dele no governo do Estado.

Ele foi alvo da segunda fase da operação Rêmora, que apurava crimes licitatórios e de desvios de recursos públicos durante a aquisição de 424 lousas interativas realizadas pelo município de São Leopoldo, no interesse da Secretaria Municipal de Educação. Segundo a PF, o valor total gasto pelo município com a empresa investigada na compra de telas interativas superou os R$ 13 milhões.

Veja a postagem completa.

Correio do Povo

Israel atrasa libertação de prisioneiros palestinos após devolução de seis reféns

 Ao todo, 602 prisioneiros deveriam ser libertados neste sábado por Israel

Omer Wenkert é um dos reféns libertados | Foto: AHMAD GHARABLI / AFP / CP


Israel atrasou, neste sábado (22), a libertação de centenas de prisioneiros palestinos, após a entrega, por parte do Hamas, de seis reféns israelenses mantidos na Faixa de Gaza, nos termos do acordo de trégua, cuja primeira fase está prestes a terminar.

O movimento islamista palestino acusou Israel de "violação flagrante" do acordo de cessar-fogo após este anúncio.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, por sua vez, prometeu que agiria "com firmeza" para levar de volta a Israel todos os reféns que continuam retidos em Gaza. À noite, realizará uma reunião "sobre segurança", segundo uma fonte oficial.

Tanto na Faixa de Gaza como na Cisjordânia, território ocupado por Israel, famílias esperavam a libertação de seus entes queridos.

"Ainda não acredito que meu filho vá ser libertado após 33 anos" detido, declarou à AFP Umm Diya al Agha, uma mulher de 80 anos, que esperava em um hospital de Khan Yunis, no sul da Faixa.

O Hamas libertou no sábado de manhã seis reféns, os últimos ainda vivos, no âmbito da primeira fase da trégua entre Israel e o movimento islamista em Gaza, que deve terminar em 1º de março.

O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, advertiu neste sábado que o Hamas seria "destruído" se não libertasse "imediatamente" todos os reféns.

Autópsia de Shiri Bibas

Assim como nas libertações anteriores, milicianos islamistas armados e encapuzados exibiram os reféns, cinco desta vez, em um palco, antes de entregá-los a membros do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).

Um sexto refém, Hisham al Sayed, um beduíno israelense de 37 anos que estava no cativeiro em Gaza há uma década, foi entregue ao CICV fora das câmeras.

Ao todo, quatro dos seis reféns libertados neste sábado haviam sido sequestrados durante o ataque do Hamas ao sul de Israel em 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra no território palestino.

Em troca, 602 prisioneiros deveriam ser libertados neste sábado por Israel, de acordo com o Clube de Prisioneiros Palestinos.

Mas fontes israelenses anunciaram que essas libertações haviam sido adiadas.

Embora a razão não tenha sido especificada, Netanyahu prometeu na sexta-feira que o Hamas pagaria caro por sua "violação cruel" do cessar-fogo, depois de afirmar que um dos corpos de reféns entregues na véspera não correspondia, como anunciado, ao da israelense de origem argentina Shiri Bibas.

Shiri foi sequestrada em 7 de outubro junto com seus dois filhos, Ariel e Kfir, que na época tinham quatro anos e oito meses.

Após a análise dos restos das crianças, o Exército israelense afirmou que elas "foram assassinadas a sangue frio por terroristas".

Em resposta, o Hamas acusou Israel de proferir "mentiras sem fundamento".

Os restos de Shiri Bibas, que tinha 32 anos quando foi capturada, foram finalmente entregues na noite de sexta-feira.

Sua autópsia, e a dos seus filhos, não revelou nenhum indício "de ferimento causado por um bombardeio", indicou neste sábado o instituto de medicina legal.

O Hamas afirmou em novembro de 2023 que Shiri Bibas e seus filhos haviam morrido em um ataque aéreo israelense.

Combatentes armados

Sob chuva e cercado por combatentes fortemente armados, Tal Shoham, de 40 anos e sequestrado em 7 de outubro, foi forçado a pronunciar algumas palavras pouco antes de ser libertado neste sábado no sul de Gaza.

Ao seu lado, Avera Mengistu, de 38 anos, mantido em cativeiro no território palestino há mais de dez anos, abaixou a cabeça.

A mesma situação se repetiu mais tarde em Nuseirat, no centro, para a libertação de Eliya Cohen, Omer Shem Tov e o israelense-argentino Omer Wenkert, com idades entre 22 e 27 anos, sequestrados em 7 de outubro de 2023 no festival de música Nova, no sul de Israel.

Essas encenações foram denunciadas por Israel, pela ONU e pela Cruz Vermelha.

À noite, o braço armado do Hamas publicou um vídeo, aparentemente gravado durante o dia em Nuseirat, que mostra dois reféns assistindo à libertação dos outros três cativos israelenses e implorando a Netanyahu que os liberte.

A autenticidade do vídeo não pôde ser confirmada em um primeiro momento.

"Sofrimento inimaginável"

Com as novas libertações, 61 dos 251 reféns sequestrados em 7 de outubro continuam em cativeiro em Gaza - dos quais 35 estariam mortos, de acordo com o exército.

Desde que a trégua entrou em vigor em 19 de janeiro, 29 reféns israelenses - quatro deles mortos - foram entregues a Israel, em troca de mais de 1.100 prisioneiros palestinos.

Segundo o Hamas, que governa Gaza desde 2007, quatro corpos de reféns ainda serão entregues a Israel antes do fim da primeira fase do acordo.

As negociações indiretas para a segunda etapa, que deve resultar no fim definitivo da guerra, estão atrasadas.

O ataque do Hamas em 7 de outubro resultou na morte de 1.215 pessoas, de acordo com um balanço da AFP baseado em números oficiais de Israel.

A ofensiva israelense lançada em represália matou pelo menos 48.319 pessoas em Gaza, a maioria civis, segundo números do Ministério da Saúde do território palestino, considerados confiáveis pela ONU.

AFP e Correio do Povo

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