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Fonte: https://youtu.be/aOLvjvodRug?si=Jhub0RnRloTOHwXL

Pressão nas redes faz petista desistir de viajar à Itália

 

Não se negocia liberdade

 


DIETA PATRIÓTICA

 

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Fonte: https://youtu.be/x2NzNoPl15U?si=3JYLxzb6Xh9LiONC

Cenipa encerra investigação no local da queda de avião com duas mortes em São Paulo

 Equipe da Força Aérea liberou área para retirada de destroços



A assessoria da Força Aérea Brasileira (FAB) informou que os investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) que atuavam no cenário do acidente na manhã desta sexta-feira (7), na capital paulista, finalizaram as investigações iniciais e liberaram a área para limpeza.

A equipe estava desde o final da manhã na Avenida Marquês de São Vicente, na zona oeste de São Paulo, onde um avião de pequeno porte, do modelo Beechcraft F90 King Air e matrícula PS-FEM, caiu após decolar do aeródromo do Campo de Marte, matando o piloto e o proprietário da aeronave.

Segundo a FAB, a investigação continua com o levantamento de outras informações, após recolhidos os elementos essenciais para análise da investigação.

A Força também informou que a remoção dos destroços e bens transportados é de responsabilidade do operador ou proprietário da aeronave. "Essa medida tem como objetivo prevenir danos ao meio ambiente, à segurança, à saúde, ou à propriedade de terceiros e à coletividade".

A investigação não tem prazo, mas, como todas as investigações de acidentes aéreos com aviões civis no país, pode ser consultada no portal da aeronáutica, no Painel SIPAER.

Agênca Brasil e Correio do Povo

Entenda como funciona a habilitação e fiscalização de pilotos e aviões de pequeno porte

 Especialista em segurança de aviação detalha como funciona o controle e avalia que exigências para habilitação de pilotos estão menores



acidente envolvendo um avião de médio porte que caiu na avenida Marquês de São Vicente, na zona oeste de São Paulo, foi pelo menos o oitavo caso de queda de avião de porte inferior no Brasil nos últimos quatro meses. A queda da aeronave Beechcraft King Air F90 deixou dois mortos. A quantidade de ocorrências recentes envolvendo pequenas e médias aeronaves levanta questionamentos sobre a fiscalização de aeronaves e a formação de pilotos.

Fábio Borille, especialista em segurança de aviação e examinador de pilotos, explica que a fiscalização sobre aeronaves novas e no pós-manutenção costuma ser bastante rigorosa. No entanto, o especialista destaca que o grau de exigência em relação à habilitação de pilotos foi reduzido nos últimos anos.

Borille explica que a fiscalização das aeronaves é feita pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). “No caso das aeronaves pequenas, o pessoal da Anac fiscaliza oficinas e pega por amostragem algumas ordens de serviço e confronta. A fiscalização é feita também nas próprias aeronaves, com blitz em pátios de aeroportos, hangares, com solicitação de documentos de voo, de manutenção e dos tripulantes. É a chamada inspeção de rampas.”

A manutenção de aeronaves também tem previsto um processo de fiscalização bastante rigoroso.

“Cada peça vem com formulário específico. Uma bateria, vem com formulário específico, de que é homologada, testada e atestada; o mecânico instala e assina; o inspetor inspeciona e assina. É super controlado. As peças têm rastreabilidade, quase todas são serializadas, é bem restrito mesmo.“

Formação de pilotos

A formação de um piloto começa em uma escola de aviação - não é necessário ter nível superior em Ciências Aeronáuticas. O aspirante a piloto realiza um curso teórico, passa por horas de prática de voo e por provas prática e teórica.

“Se aprovado, ele faz a primeira licença, que é piloto privado. Com ela, o piloto pode voar em aeronave monomotor em proveito próprio, sem atividade remunerada. O segundo passo é a licença de piloto comercial, mais um curso teórico e mais horas de voo. O que mais importa na formação são horas de voo”, explica.

Borille afirma que um abrandamento na classificação do King Air, em 2016, reduziu o grau de exigência para se pilotar esse tipo de aeronave. Antes, era necessária a realização de um curso específico com uso de simulador. Atualmente, explica Borille, um piloto habilitado para aeronaves multimotor precisa apenas realizar um voo acompanhado de um outro piloto, que tenha habilitação específica para esse tipo de aeronave e que ateste sua capacidade.

“Essa alteração foi muito por pressão de empresários e fazendeiros, que têm muito esse tipo de aeronave e que precisavam de treinamento específico. Aí o piloto sabe voar em condições ótimas, com tudo funcionando. Está habilitado mas não necessariamente preparado para lidar com problemas”, argumenta.

Susto no ar e simulador

O especialista recorda que, quando obteve habilitação para pilotar aeronaves King Air, utilizou o simulador. “Passei por um curso de 15 dias de aulas e mais 7 sessões de 2h de simulador. E o simulador prevê todo tipo de problema que pode acontecer no voo. Já passei por uma situação de problema no ar com um King Air e o treinamento de simulador me deu a cancha para resolver.”

Correio do Povo

A tirania da 'igualdade seletiva'

 



Se você for branco, não pode ser vítima de injúria racial.
Se você for descendente de alemão, não pode se divertir fazendo um vídeo do seu filho branco de olhos azuis porque, afinal, parece racista (vídeos disponíveis no perfil @jenifermilbratz )
Vivemos a tirania do que chamo de “igualdade seletiva”, mas seguimos fingindo que o Brasil é um país que valoriza as mais diferentes culturas.
Hipocrisia, você vê (e muito!) por aqui.
Acompanhou essas notícias? Assista o vídeo e dá o pitaco.

#aliklemt #dáopitaco #racismoreverso #bebealemao

Vídeo de Ali Klemt

Fonte: https://studio.youtube.com/channel/UCV9lfRH46JVoUvbyigvyTjQ

Trump adia conversa telefônica com Mulino sobre Canal do Panamá

 Comunicado, emitido pela Presidência do Panamá, não menciona nenhuma nova data para a chamada



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adiou por motivos de "agenda" a conversa telefônica que tinha prevista para a tarde desta sexta-feira, 7, com seu homólogo panamenho, José Raúl Mulino, em meio à crise pelo canal do Panamá, informou o governo do país centro-americano em um comunicado.

A conversa, prevista para as 20h30 GMT (17h30 de Brasília), foi "adiada hoje [sexta-feira] devido a mudanças de última hora na agenda do presidente dos Estados Unidos, conforme informaram à Chancelaria panamenha funcionários oficiais da Casa Branca".

O comunicado, emitido pela Presidência do Panamá, não menciona nenhuma nova data para a chamada.

A reunião foi postergada um dia após Mulino chamar de "falsidade absoluta" e "intolerável" um anúncio feito na quarta-feira pelo Departamento de Estado, segundo o qual o Panamá havia acordado não cobrar tarifas dos navios do governo dos Estados Unidos.

Estados Unidos e Panamá vivem uma crise bilateral após as ameaças de Trump de "recuperar" o controle do canal, sob o argumento de que a China "opera" esta via interoceânica fundamental para o comércio internacional.

O republicano não descartou o uso de força militar para recuperar o controle do canal, construído pelos Estados Unidos no início do Século XX e entregue aos panamenhos há 25 anos.

AFP e Correio do Povo