Mega-Sena/Concurso 2819 (23/01/25)

 



Fonte: https://www.google.com/search?q=mega+sena&rlz=1C1CHNY_pt-BRBR1021BR1022&oq=mega&aqs=chrome.0.69i59j46i199i433i465i512j35i39i512i650j0i131i433i512i650j0i433i512j69i60l3.2095j0j4&sourceid=chrome&ie=UTF-8

Caxias vence o Monsoon e arranca forte no Gauchão 2025

 Nicholas anotou o único gol da partida, em Novo Hamburgo



O Caxias conquistou vitória importante, nesta quinta-feira, mesmo atuando fora de casa contra o Monsoon, em Novo Hamburgo. A equipe da Serra garantiu o 1 a 0 com Nicholas. Já os mandantes amargaram um tropeço em sua estreia no Gauchão.

A primeira etapa foi de muita marcação, com apenas duas chances mais perigosas para o Caxias, uma delas em cobrança de falta. O Monsoon teve dificuldades para superar o bloqueio do rival grená.

O Caxias começou o segundo tempo na pressão. Aos 5 minutos, Nicholas aproveitou rebote e chutou firme para abrir o placar.
Aos 17, ainda houve a marcação de uma penalidade, mas que acabou anulada pelo VAR. O placar seguiu no 1 a 0, com os três pontos para os caxienses.

Correio do Povo

Haddad descarta subsídio e aposta em dólar em queda e safra recorde para baretear alimentos

 "Não há espaço fiscal para isso, e não há necessidade de espaço fiscal para isso”, falou o ministro



Entre as medidas discutidas pelo governo para diminuir o custo dos alimentos que devem ser apresentadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta sexta-feira (24), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, descartou a concessão de subsídios a produtores. Em vez disso, afirmou que a combinação de uma queda no dólar e de uma safra recorde deverá baratear os produtos.

Ele ressaltou que as matérias-primas (commodities) estão associadas à variação do dólar - que nesta semana recuou para a faixa abaixo de R$ 6 - e também dependem da safra, que 2025 deverá ser recorde, segundo as estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

"Não há espaço fiscal para isso, e não há necessidade de espaço fiscal para isso, porque o que vai resolver esse problema não é esse tipo de medida, é nós melhorarmos a concorrência, melhorarmos o ambiente de negócio, melhorarmos as nossas contas externas, continuarmos perseguindo esses objetivos", disse o ministro a jornalistas, ao ser questionado sobre a possibilidade de o governo adotar ações com custo fiscal para baratear o preço de alimentos.

Haddad foi questionado sobre as medidas que a Fazenda sugeriria para essa redução do preço de alimentos e ponderou sobre a expectativa de uma grande safra para 2025 e a trajetória de queda do dólar, que poderia ser interrompida pelo que classificou de "boataria" em torno de um eventual subsídio estatal para interferir no custo da comida.

"Ninguém está pensando em utilizar espaço fiscal para esse tipo de coisa. O que nós sabemos é que o que afetou o preço dos alimentos, basicamente, especialmente leite, café, carne, frutas é porque são commodities, são bens exportáveis, faz parte da nossa pauta de exportações. Então, quando o dólar aumenta, isso afeta os preços internos. Na hora que o dólar começa a se acomodar, vai afetar favoravelmente os preços também. Segundo lugar, dependemos de safra, da oferta. Na nossa opinião, a safra vai ajudar muito esse ano", disse.

O ministro também frisou que o Plano Safra, que já está sendo montado, trará anúncios na linha da sustentabilidade de produção de alimentos e de usar opções de compra para diversificar no território a produção, não localizando a produção de um determinado gênero num Estado só.

"Você permitir que outros Estados possam produzir aquele gênero alimentício para, no caso de uma enchente ou de uma seca, você não ficar prejudicado e refém de uma concentração. Isso já está em curso no Plano Safra atual e nós pretendemos continuar nessa política de fazer com que as culturas, do ponto de vista geográfico, se diversifiquem mais", frisou.

O que é o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT)

O ministro disse que a regulamentação da portabilidade do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) pode ter um efeito positivo no curto prazo no preço dos alimentos. Há uma lei aprovada que permite a portabilidade dos cartões de Vale-Alimentação e Vale-Refeição, mas a medida não foi implementada até o momento porque não houve regulamentação.

"A regulação da portabilidade do PAT, na minha opinião, é algo que pode funcionar bem no curto prazo. Você empoderar o trabalhador naquilo que é direito dele, de buscar a melhor transação possível para fazer valer o seu poder de compra", disse o ministro.

Essa medida é uma demanda do setor, que avalia que a diminuição das taxas de intermediação dessas operações pode trazer margem para a redução do preço dos alimentos ao consumidor final. Haddad ponderou, no entanto, que não são todas as medidas sugeridas pelos setores que serão acatadas.

A avaliação do ministro é de que há um espaço regulatório para o governo atuar na questão do PAT, mas essa função cabe ao Banco Central (BC). Esse ajuste regulatório teria o potencial de baratear o preço dos alimentos.

Haddad chegou a citar porcentuais que variavam entre 1,5% e 3%, mas não esclareceu se eles se refeririam a uma eventual diminuição no preço ou às taxas de intermediação praticadas pelas empresas do setor.

O PAT busca atender prioritariamente os trabalhadores de baixa renda, pelo incentivo do governo a empresas destinarem valores à alimentação de de suas equipes.

Em 2022, a lei passou a prever a portabilidade gratuita dos serviços de pagamentos de alimentação, por solicitação do trabalhador, mas o tema não foi regulamentado até o momento.

O regramento completo depende de medida do Conselho Nacional Monetário (CMN), composto pelo BC, pela Fazenda e pelo Ministério do Planejamento.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Pesquisa conclui que distanciamento controlado aplicado no RS durante a pandemia “não foi totalmente eficiente”

 Investigação da UFRGS analisa o Distanciamento usado de maio de 2020 a maio de 2021



Um estudo da UFRGS mostra que o Sistema de Distanciamento Controlado usado no RS identificou alterações na transmissão do vírus com um atraso de três semanas, e que funcionou em raros casos em que a bandeira vermelha foi mantida por nove ou mais semanas consecutivas. O distanciamento foi visto pelos pesquisadores como um sistema de monitoramento-resposta em saúde pública, sendo que o foco da investigação foi avaliar se esse monitoramento captou corretamente a propagação do vírus no estado e se a resposta foi efetiva.

"Apenas em quatro regiões, que permaneceram oito semanas ou mais sob bandeira vermelha, foi observado um efeito de médio prazo na redução da transmissão. Assim, o Modelo de Distanciamento Controlado teve eficácia limitada em seu propósito principal: representar a situação da transmissão do vírus e orientar intervenções efetivas para reduzir sua disseminação", explica o doutorando Ricardo Rohweder, do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular.

O estudo foi produzido em parceria com a professora do Departamento de Genética Lavínia Schuler-Faccini e o professor do Departamento de Ecologia Gonçalo Ferra. A pesquisa "Evaluating a Public Health Assessment Response Framework: SARS-CoV-2 Spread Under the Controlled Distancing Model of Rio Grande do Sul, Brazil", foi publicada em 15 de janeiro, no periódico Health Security, da editora Mary Ann Liebert, Inc.

Resultados gerais da pesquisa

Os resultados da pesquisa mostram as limitações do modelo e oferecem um diagnóstico sobre quais aspectos foram eficazes e quais não foram. Um deles diz que o modelo não conseguiu capturar a taxa de transmissão em tempo próximo ao real e mostrá-la de forma adequada nas cores das bandeiras. Isso reforça a necessidade de um monitoramento em tempo quase real para que se tenha uma resposta mais eficaz à transmissão de uma doença infecciosa, como foi com a covid-19. Gonçalo ressalta que o estudo não encontrou qualquer relação entre as cores das bandeiras em cada região e a mobilidade humana medida pela Google. "Esse resultado mostra a gravíssima desconexão entre o Sistema montado pelo estado para proteger a saúde da população e o comportamento da própria população. É muito importante reconhecer que isto aconteceu para que possamos ponderar os motivos e nos prepararmos melhor para a eventualidade de pandemias futuras".

Ao identificar o que falhou e o que funcionou com o Modelo de Distanciamento Controlado, os pesquisadores abastecem a sociedade e o poder público com indicadores valiosos para salvar vidas, em especial em um cenário em que novas pandemias são cada vez mais prováveis. "O nosso estudo fornece uma análise crítica da estratégia adotada para tomada de decisão no mundo real, oferecendo lições para enfrentar a disseminação de novos patógenos em emergências sanitárias futuras", frisa Ricardo.

Relembre como o sistema funcionava

O modelo operou de maio de 2020 a maio de 2021 e tinha como função reduzir a transmissão do vírus em 21 regiões do estado por meio de uma escala de cores de bandeiras (da menor à maior gravidade: amarela, laranja, vermelha e preta). As cores eram reavaliadas semanalmente com base em um conjunto de indicadores e orientavam a implementação de intervenções não farmacêuticas. O modelo partia do pressuposto de que semanas com elevada taxa de transmissão seriam refletidas em bandeiras mais graves, que, por sua vez, conduziriam a medidas mais rigorosas para conter o avanço do vírus. "Vimos que as cores das bandeiras do Modelo de Distanciamento Controlado no RS refletiram de forma limitada a taxa de transmissão do SARS-CoV-2 e foram ineficazes para conter o avanço do vírus", salienta o doutorando.

Correio do Povo

PONTO CRITICO - PREVISÕES SOMBRIAS

 SITUAÇÃO DE PERIGO

Da mesma forma como os institutos de METEOROLOGIA monitoram as mudanças climáticas, e quando percebem a aproximação de tempestades passam a emitir SINAIS DE ALERTAS para que a população se proteja dos riscos impostos pelos temporais, o mesmo acontece com os institutos de ECONOMIA, quando as previsões apontam que estamos diante de uma SITUAÇÃO DE PERIGO -À VISTA E A PRAZO-. 


TEMPESTADES SÃO BEM-VINDAS

No nosso empobrecido Brasil, como se vê, as ações e vontades do governo Lula independem de estudos e/ou dados coletados para que não paire mínima dúvida de que as TEMPESTADES, notadamente as ECONÔMICAS, são sempre MUITO BEM-VINDAS, DESEJADAS E PERSEGUIDAS.   

MINISTRO INCONSEQUENTE - MAIS DO MESMO-

Observem que depois da situação CAÓTICA protagonizada e sustentada pela destruidora equipe econômica do presidente Lula, que de forma clara e indesmentível teve a -IDEIA DE JERICÓ- de tentar usar o consagrado -PIX- como instrumento de -CAÇA AOS SONEGADORES-, coisa que se revelou como um NOCAUTE TÉCNICO na frágil CREDIBILIDADE DO GOVERNO, ontem, o inconsequente ministro Rui Costa, da Casa Civil, entrou em cena e disse (depois voltou atrás sem convencer) que o governo vai -INTERVIR- com medidas que produzam BAIXA DE PREÇOS DOS ALIMENTOS. Que tal?

TABELAMENTO DE PREÇOS

O fato é que a fala do ministro foi mais do que bastante para colocar um guizo na cabeça do povo, cujo som insinua que está sendo cogitada uma eventual possibilidade de haver algum tipo de TABELAMENTO DE PREÇOS, AMPLIAÇÃO E/OU RELAXAMENTO DO PRAZO DE VALIDADE DOS ALIMENTOS, etc... 


Como já está sendo fortemente bombardeado, o governo, apoiado pela mídia abutre, já têm pronta a resposta: vão se declarar como vítimas de FAKE NEWS ditas e publicadas por aqueles que sabem ler, ouvir e interpretar as péssimas e loucas ações do governo. 

A PROPÓSITO

A propósito, eis o texto do pensador Alex Pipkin, sobre este horripilante tema:


 


- Leio hoje que o (Des)Governo Lula cogita alterar o processo de validade dos alimentos a fim de reduzir seus preços.

Essa turma petista é tão incompetente, que sequer tem a capacidade de pensar, tecnicamente, sobre como baratear os custos de bens e serviços.

A sugestão de mudança nos prazos de validade de alimentos não foi pensada pelos da “moral e intelecto superior”, mas apresentada pela Associação Brasileira de Supermercado. Essa já é prática comum em outros países. Porém, por aqui, o Estado grande não perde a oportunidade de perder a oportunidade de deixar o setor privado operar sem o nefasto intervencionismo estatal e as correspondentes amarras do Leviatã.

Como faltam razão, conhecimento e experiências sadias para a trupe petista, que não cansa de retorizar e mentir sobre sua preocupação com os mais pobres.

Está ruim, e pelas expectativas, em razão da incompetência e do desgoverno petista, tende a empiorar.

A inflação nos custos de alimentos, também se deve a quebra de safras, no entanto, o problema tupiniquim é muito mais amplo e estrutural.

É mister esclarecer que governos esquerdistas, “progressistas do atraso”, veem no Estado grande o indutor do crescimento. Para tanto, gastam perdulariamente, sem qualquer preocupação com o déficit fiscal, tomando dinheiro emprestado, que aumenta a taxa de juros, e/ou imprimindo dinheiro. O resultado pragmático disso é o aumento da dívida pública e o aumento da inflação. Aliás, mesmo com crescimento econômico, não será arrumado o problema fiscal, e o déficit público não será capaz de baixar, como demonstra a literatura econômica “de qualidade assegurada”.

Esse desgoverno petista tem usado e abusado do aumento da tributação, a fim de financiar uma máquina pública gigantesca e ineficiente, além de programas sociais politiqueiros e contraproducentes.

A sociedade brasileira não suporta mais dar uma de Sísifo, carregando sobre os ombros legiões de servidores estatais ineficientes, que não fornecem aos cidadãos a contrapartida em nível de bens públicos de qualidade. 

Tenham em mente que um cidadão comum trabalha hoje mais de 5 meses para o seu sócio oportunista e incompetente Estado!

Esse desgoverno petista, como aos costumes “progressistas”, sempre busca culpar os outros por sua inabilidade e incompetência. O culpa é dos yankees, do Banco Central e da alta taxa de juros, do autoritário Bolsonaro, e/ou dos empresários “comedores de criancinhas”. 

Eles gritam aos quatro cantos que irão salvar o povo das garras dos empresários capitalistas exploradores. Taxarão os empresários bilionários e as empresas aproveitadoras. 

Não se iludam, a culpa da situação econômica decadente no país, é justamente da visão de mundo petista.

Na verdade, toda taxação imposta a uma empresa faz parte do seu custo de produção. Esse custo é repassado para os preços de bens e serviços, fazendo com que os consumidores, em especial os mais pobres, tenham que pagar mais caro por tais produtos e serviços. Objetivamente, quem paga a conta é o consumidor!

O Brasil, comparativamente, é um país que afugenta investimentos no setor produtivo, em função de altos impostos, mão de obra cara e menos educada e qualificada. 

A nefasta e grande ironia, é a de que o “pai dos pobres”, um mentiroso contumaz, persiste em arrotar asneiras e ludibriar os reles mortais brasileiros. Ele, e sua deselite política, são tais quais os sicilianos, que nunca querem melhorar, uma vez que se consideram superiores, e em que a soberba e o orgulho os cegam. Nunca acordarão de seus devaneios.

É evidente que com tanto intervencionismo estatal, tributação escorchante, e farta incompetência, a incerteza dos mercados gera maiores riscos, aumento de preços e inflação. 

Aliás, a economia brasileira já está mostrando claros sinais de desaceleração. Já estamos dançando o sofredor tango de uma recessão técnica. 

Como muito bem documentado pela literatura econômica - eles não leram nem Marx! -, a receita para o crescimento e alívio dos mais pobres, é bastante clara: à liderança do setor privado na economia, um ambiente de negócios favorável, especialmente, por uma tributação justa, um governo limitado, com uma justiça “de verdade”, a fim de florescer uma mentalidade e ação empreendedora dinâmica.

Mas o Brasil insiste em procrastinar. Em razão disso, vivemos os últimos 40 anos convivendo com baixas taxas de crescimento!

Tomara que os brasileiros não caiam mais no conto do vigário vermelho. Os preços não se reduzem pelas canetadas de cor vermelha e seus respectivos decretos. 

Verdadeiramente, o que faz os preços mais competitivos e baixos, são os livres mercados concorrenciais, por meio da “mágica” dos processos de destruição criativa. 

Não serão os “caridosos” petistas que farão os preços baixarem, e sim a maximização dos recursos, e o aumento da produtividade e eficiência nos mercados.


Pontocritico.com

FRASE DO DIA - 23.01.2025

   O intervencionismo obriga a submissão do consumidor ao estado; o Liberalismo, o contrário.  

- Donald Stwewart Jr

Incêndio de grandes proporções atinge a Vila Asa Branca, na Zona Norte de Porto Alegre

 Até o momento não há registro de feridos



Um incêndio de grandes proporções ocorreu na Vila Asa Branca, na Zona Norte de Porto Alegre, na noite desta quinta-feira (23). Ao menos 27 casas foram atingidas pelas chamas, que consumiram tudo em pouco mais de 30 minutos.

Grande parte das famílias que moravam nas residências destruídas pelo fogo são da Venezuela. A área é de difícil acesso e para se aproximar do incêndio, o caminhões do Corpo de Bombeiros precisaram se posicionar a 100m e esticar as mangueiras até o local.

De acordo com relatos preliminares, o fogo teria começado por volta de 19h36min. Ainda não se sabe a origem das chamas. O incêndio foi controlado pelo Corpo de Bombeiros.

"Ainda bem que os Bombeiros chegaram, porque a nossa casa estava bem próxima”, disse Gerson Fávera, 50, que mora no local com a esposa Luciana e quatro filhos. “Ficou todo mundo apavorado, subiu a labareda, um clarão”, relatou.

Até o momento não há registro de feridos. A maior parte das casas estavam desocupadas, pois foram atingidas pelas enchentes de maio de 2024.

Correio do Povo

Bloqueador de sinal: equipamento usado para “desligar” caixas de som na praia é ilegal no Brasil

 Turista argentino viralizou nas redes ao “desligar” diversas caixas de som na praia ao apertar um botão


O vídeo em que um turista argentino “desliga” o som de todas as caixas de som próximas a ele em uma praia brasileira viralizou nas redes sociais nos últimos dias. Acontece que o uso deste tipo de bloqueador de sinal eletrônico é ilegal no Brasil, e tem histórico de estar associado a crimes como o roubo de carga. Especialista entrevistado pelo Correio do Povo explica como o aparelho funciona e por que pode ser pergoso.


Como o bloqueador funciona?

Conhecido internacionalmente como Jammer, este tipo de dispositivo não desliga as caixas de som próximas, mas interrompe a ligação bluetooth (sem fio) entre o celular que processa e a caixa de som que toca a música.

“Essa interferência ocorre porque ele emite um sinal muito forte na mesma frequência do bluetooth, gerando um ruído, que impossibilita que o aparelho celular que emite a música seja compreendido pela caixa de som para que toque a música recebida. Na ausência de comunicação, a caixa fica muda”, explica Thiago Ayub, diretor de tecnologia na Sage Networks.

Ayub faz uma analogia com uma conversa entre duas pessoas: “Imaginemos duas pessoas conversando em tom normal de voz. Elas se escutam e se entendem mutuamente. Agora, ao lado delas, liguemos um paredão de caixas de som, desses típicos usados em um show feito em grandes estádios. Essas duas pessoas não se entenderão mais, a comunicação é interrompida”, compara.

Além da música, contudo, a interferência causada pelo aparelho é generalizada, ou seja, tudo que utiliza a mesma frequência para comunicação pode parar de funcionar, não podendo o usuário escolher no que interferir.

Portão de garagem acionado por controle remoto, telefone sem fio, câmeras de monitoramento e principalmente o WiFi (a internet sem fio), são alguns dos recursos que podem ser bloqueados.

Histórico de uso no crime

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul apreendeu Jammer em pelo menos cinco ocorrências nos últimos quatro anos. Todos os casos tinham relação com o uso deste tipo de aparelho por quadrilhas que praticavam roubo de carga. Segundo a corporação, os bandidos usam das características de interferência e bloqueio no sinal dos localizadores presentes nos caminhões que transportam cargas de alto valor.

A Polícia Civil não confirmou, no entanto, se existem apreensões deste tipo de aparelho no litoral gaúcho e com uso relacionado ao bloqueio de caixas de som.

Qualquer dispositivo jammer é ilegal no Brasil desde 11 de setembro de 2002 pela Resolução Nº 308, da Agência Nacional De Telecomunicações (Anatel). Por entender que o uso deste tipo de equipamento era muito restrito, o tema voltou a ser discutido pela agência em 2021, mas sem resultar em grandes alterações para o usuário comum.

Uso em penitenciárias

Os Jammers não são usados apenas pelo crime ou por quem quer sossego no litoral. Em novembro de 2024, o governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo (SSPS), deu início ao funcionamento de um sistema de bloqueadores de sinais de celulares e de wi-fi na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc). Ao todo, 23 unidades prisionais gaúchas receberão esses equipamentos.

Segundo o governo, o objetivo da instalação deste tipo de equipamento é evitar a comunicação entre lideranças e integrantes de grupos criminosos. As instalações dos bloqueadores impedem as ordens para o cometimento de delitos, enfraquecendo, financeiramente, essas organizações.

Correio do Povo

Bacupari é um refúgio paradisíaco de água doce no Litoral do RS

 Água rasa e cristalina permite que os veranistas desfrutem com segurança um dos mais belos pontos turísticos da orla gaúcha



Localizado a cerca de 120 km de Porto Alegre, na cidade de Mostardas, o balneário de Bacupari é um dos segredos mais bem guardados que começam a se revelar no Litoral gaúcho. Em meio à simplicidade de um acesso ainda precário, com trechos de paralelepípedo e chão batido, os veranistas que se aventuram até lá são recompensados por um cenário de tirar o fôlego.

As águas calmas e transparentes de Bacupari oferecem segurança e tranquilidade para quem busca um contato direto com a natureza. É possível caminhar por mais de 100 metros lagoa adentro sem correr riscos, o que torna o local ideal para famílias com crianças. Ainda assim para reforçar a segurança, a praia conta com uma guarita de guarda-vidas.

A paisagem é complementada por pequenas ilhas de areia que surgem alguns metros dentro da água, que se apresentam como opção para quem quer instalar guarda-sóis para descansar ou se divertir com as crianças.

O encontro das lagoas que cercam o balneário é outro ponto alto. A maior delas, a Lagoa dos Barros – ou Lagoa Azul, como é conhecida – é o principal atrativo para os banhistas. Já a menor, que leva o nome da praia – Bacupari -, é usada para esportes e pesca. No ponto onde as duas lagoas se encontram, uma charmosa ponte de madeira atravessa o espelho d’água, emoldurada por vegetação e pedras visíveis graças à transparência das águas.

Além dos poucos moradores e dos milhares de veranistas que visitam o local durante temporada, estão aqueles que aproveitam qualquer oportunidade de folga do trabalho para curtir a praia. Rudinei Lima, de 42 anos, saiu de São Leopoldo com a família para aproveitar o dia no balneário. “É a segunda vez que venho para cá com minha esposa e dois filhos. Ficamos apaixonados pela água na primeira vez que viemos e resolvemos voltar. Aproveitei o dia para fazer um ‘bate e volta’”, conta ele, encantado com o lugar.

Apesar de sua beleza e tranquilidade, Bacupari também é um lugar de histórias e tradições. Antônio Domingos Terra dos Santos, de 66 anos, nasceu na localidade e viu o balneário se transformar. “Cresceu bastante. Eu conheço desde que isso aqui só tinha uma casa. As pessoas vêm chegando, e está certo. É um lugar bom, calmo e tranquilo”, comenta.

Mesmo morando do outro lado da BR 101 vários quilômetros distantes da lagoa, em uma ele faz questão de levar os netos para aproveitar as férias. “Eles gostam tanto que, se os pais deixassem, ficariam um mês”, acrescenta.

Nos últimos anos, o balneário tem atraído cada vez mais visitantes. Há 15 anos, o local oferecia poucas opções de comércio, mas hoje conta com restaurantes, lanchonetes e atividades turísticas. Para quem deseja mais emoção, há locação de quadriciclos para passeios nas dunas e caiaques para explorar a lagoa.

A comerciante Tânia Cristina Lombo Siqueira, de 52 anos, é um exemplo de quem encontrou em Bacupari a oportunidade de unir trabalho e lazer. “Venho todos os anos para veranear e trabalhar. Comecei vendendo rapaduras e cocadas, mas aos poucos fui ampliando. Ano passado trouxe água de coco pela primeira vez e está sendo um sucesso. Agora também trouxemos caldo de cana”, conta.

Tânia destaca a preferência crescente dos veranistas pelas lagoas. “O pessoal saiu um pouco do mar para vir mais para a lagoa, pela segurança”, justifica;

Também comerciante, Aline Daniela Fassbinder, de 43 anos, visitou Bacupari pela primeira vez, vinda de Gramado. Para ela, o balneário superou as expectativas. “Muito bonito o lugar. A água calma e cristalina dá uma paz. Não precisa se preocupar com as crianças”, conclui.



Correio do Povo

Você levaria um presidiário para a sua casa?

 



Vídeo de Pacto Contra o PT

Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=1281606259761024