Alvorada, Cachoeirinha, Esteio, Gravataí e Viamão elegem seus prefeitos na Região Metropolitana

 Vitória mais ampla foi de Cristian Wasem, em Cachoeirinha, com 71,86% dos votos



A Região Metropolitana definiu, neste domingo, seus novos prefeitos em Alvorada, Cachoeirinha, Esteio, Gravataí e Viamão. Em Canoas, a disputa foi para segundo turno.

Confira os resultados:

Alvorada:

Douglas Martello (PL) - 32,83% (29.952 votos) - eleito

Stela (PT) - 30,12% (27.479 votos)

Cachoeirinha:

Cristian Wasem (MDB) - 71,86% (47.364 votos) – eleito

David Almansa (PT) - 28,14% (18.550 votos)

Esteio:

Felipe (PL) - 48,23% (21.224 votos) – eleito

Gilmar (PT) – 29,35% (12.916 votos)

Gravataí:

Zaffa (PSDB) - 51,17% (64.125 votos) – eleito

Marco Alba (MDB) - 33,87% (42.445 votos)

Viamão:

Rafael Bortoletti (PSDB) – 48,49% (49,914 votos) – eleito

Guto Lopes (PDT) – 33,04% (34.015 votos).

Confira aqui os demais resultados eleitorais do Rio Grande do Sul.

Correio do Povo

MP Eleitoral opina pela inelegibilidade de Zaffalon, reeleito prefeito de Gravataí

 Parecer não tem efeito imediato; caso precisará ser analisado pelo TRE-RS


Ministério Público (MP) Eleitoral do Rio Grande do Sul emitiu uma parecer favorável a uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que pede a inelegibilidade da chapa dos atuais prefeito e vice de Gravataí, Luiz Zaffalon (PSDB) e Dr. Levi (Podemos)reeleitos neste domingo em pleito de turno único.

A ação foi interposta pela coligação da chapa de Marco Alba (MDB) e Thiago De Leon (PDT), candidatos a prefeito e vice, respectivamente, e adversários do atual prefeito na disputa pela cidade da Região Metropolitana de Porto Alegre.

O documento aponta 13 fatos que incorreriam em “abuso de poder político e econômico e uso abusivo dos meios de comunicação por partes dos investigados na gestão da administração pública de Gravataí”.

Essas denúncias foram analisadas pela promotora de justiça especializada em Gravataí, Carolina Barth Loureiro Ingracio. Segundo ela, “os fatos apurados na presente AIJE são extremamente graves e demonstram o abuso de poder político e econômico, com a utilização da máquina pública para promover a reeleição do candidato”.

“As condutas descritas não foram praticadas de forma isolada ou eventual, trata-se de ações devidamente planejadas e executadas desde muito antes da eleição, mas visando a reeleição dos representados Zaffalon e Levi”, continua o parecer.

“Assim sendo, o Ministério Público opina pela procedência da AIJE, com a condenação dos representados nos termos da inicial, em relação a Luiz Zaffalon, Levi Lorenzo Melo e Rafael Oliveira da Silva, com a improcedência da AIJE em relação aos demais representados”, conclui.

O MP Eleitoral realizou oitivas com 17 testemunhas/informantes, arroladas pela defesa, tendo sido determinada a apresentação de documentos. O órgão analisou os autos, os fatos colacionados na exordial, as teses defensivas e, em especial, as provas orais e documentais antes de opinar pela parcial procedência da ação. Parcial porque, dos 13 fatos apontados, acata 11.

O caso deverá seguir ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS). Por enquanto o parecer do Ministério Público não altera o resultados das eleições, que deram a vitória de Zaffalon com 51,17% dos votos, neste domingo.


Correio do Povo

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Marroni (PT) e Perondi (PL) farão o segundo turno em Pelotas

 Diferença entre os candidatos foi de cerca de dez pontos percentuais



O segundo turno em Pelotas, quarto maior colégio eleitoral do Rio Grande do Sul, será entre Fernando Marroni (PT) e Marciano Perondi (PL). Marroni, que já foi prefeito da cidade entre 2001 e 2004, obteve 68,443 votos (39,6%). Já Perondi contabilizou 54736 votos (31,67%).

Os candidatos votaram pela manhã. Marroni acompanhado da esposa e apoiadores no Colégio São José, e Perondi, também junto de sua esposa, no Clube Brilhante. O candidato do PT acompanhou o resultado da apuração com a família, e o do PL no comitê.

No início da noite, nos dois locais a festa era generalizada. Os apoiadores do PT chegaram a fechar uma quadra na rua XV de Novembro em frente ao comitê da vereadora, Miriam Marroni, esposa do candidato. Marroni chegou por volta das 20h acompanhada da candidata a vice-prefeita Daniela Brizolara(PSOL).

“Em primeiro lugar queria agradecer a todos os eleitores e eleitoras que acreditaram em nossa proposta de mudança para a cidade”, observou. Ele também agradeceu a Brizolara e aos partidos que fazem parte da nova Frente Popular em Pelotas. “Quero também cumprimentar os outros candidatos, em especial o doutor Irajá, que com 88 anos, que continua apaixonado pela democracia.

Ele também cumprimentou o seu oponente no segundo turno. “Vou continuar seguindo na tese que precisamos de uma mudança política segura na cidade, que esteja alinhada com o projeto político do Governo Federal para que possamos buscar os recursos e fazer aquilo que Pelotas precisa”, disse. Marroni relatou que no segundo turno irá reforçar as propostas, com tempos iguais na televisão, e comemorou o fato de ter conseguido a maior votação de uma Frente Popular em Pelotas no primeiro turno.

Sobre apoios, destacou que todos são bem-vindos. “Independente de ideologia e posições políticas queremos formar uma grande frente no segundo turno para fazer a verdadeira mudança e poder ter a nossa cidade uma referência de democracia, linkado também com o governo do Estado para que possamos viabilizar recursos também para resolver os problemas da cidade”, destacou.

A festa do candidato do PL começou no comitê do Partido, na rua Osório e foi até o altar da Pátria, ponto tradicional de comemorações na cidade, onde o candidato se reuniu com os apoiadores.

Ele comemorou a chegada ao segundo turno. “Vamos vencer agora. Sou marinheiro de primeira viagem, mas o povo quer mudança. Ninguém mais aguenta está política”, afirmou. Para ele, o fato de ser de fora de Pelotas e inexperiente na política ajudou na campanha. “As pessoas querem alguém novo e vão ter”, garantiu.

O candidato vai conversar com os vereadores eleitos sobre o segundo turno. “Quero fazer uma coligação com o povo.Tudo é novo para mim. Nunca participei de política, mas a população quer novidade e mudança, então serei o próximo prefeito dessa cidade”, concluiu.

Correio do Povo

Sem Juliana Brizola, Dr. Thiago evita falar em apoio para o segundo turno

 Vice na chapa de Brizola criticou gestão de Melo e disse estar distante “ideologicamente” de Maria do Rosário

Vice Juliana fez críticas às duas candidaturas 

Coube ao deputado estadual Thiago Duarte (União Brasil), candidato a vice na chapa de Juliana Brizola (PDT), fazer a avaliação, na noite deste domingo, do resultado da eleição para a prefeitura da Capital. Thiago estava acompanhado do presidente municipal do PDT, José Vecchio. Eles se manifestaram na sede dos trabalhistas, na rua Félix da Cunha. Juliana não compareceu. Conforme a assessoria, ela preferiu permanecer em casa com familiares.

À frente de uma coligação que se colocou ao centro político e, pelo menos oficialmente, reunia, além de PDT e União, também a federação PSDB/Cidadania, a deputada ficou em terceiro lugar na disputa pelo Paço municipal. Diferentes pesquisas de intenção de votos a mostravam em uma corrida ‘apertada’ com a candidata petista, Maria do Rosário, que acabou levando a melhor, e por uma diferença superior àquela apontada nas sondagens.

Em sua manifestação, Duarte agradeceu aos votos e ao apoio recebidos nas ruas da Capital. Ele também considerou que “não faltou nada” para que a chapa passasse ao segundo turno. “Às vezes, apenas não é o momento. Mas tenho certeza de que nossa hora vai chegar”, resumiu.

Questionado sobre como se posicionará no segundo turno da eleição na Capital e como deve se colocar seu partido, o deputado afirmou que o União Brasil vai tomar sua decisão “de forma democrática”. Mas ressalvou que os apoios a um ou outro candidato também são de foro pessoal. E emendou que não se sente confortável em apoiar nenhum dos dois concorrentes que passaram para a segunda etapa do pleito.

“O atual prefeito tem situações importantes de suspeita de desvio de recursos públicos. Sua administração tem problemas de competência nas principais secretarias, como a da Educação e a da Saúde. Os números da gestão, principalmente os da saúde, me distanciam léguas desta administração”, listou o parlamentar em relação a Sebastião Melo (MDB).

Ele também se disse distante de Maria do Rosário (PT). “O que representa a candidatura do PT eu, de foro íntimo, tenho dificuldades ideológicas de acompanhar. Tenho muitas dificuldades. Até por isso construímos uma candidatura alternativa e falamos sempre que ela era a única alternativa”, considerou.

O presidente municipal do PDT, por sua vez, informou que será levada em conta a opinião de Juliana e reunidas as direções nacional, estadual e municipal do partido para deliberar a respeito de qual posicionamento a sigla deverá adotar. “Não podemos neste momento externar nenhuma posição, porque ela obviamente passa por todas essas instâncias”, destacou.

Questionado sobre em quanto tempo este posicionamento deve ocorrer, já que a campanha do segundo turno é curta, com 20 dias de duração, Vecchio adiantou que ainda na noite do domingo, após a manifestação na sede do partido, conversaria com Juliana, com o ministro Carlos Lupi, com o presidente estadual licenciado, Romildo Bolzan Júnior, e com o presidente em exercício, o deputado federal Pompeo de Mattos, para tratar dos encaminhamentos. “Pretendemos, dentro do possível esta semana ainda, convocar o partido para deliberar sobre Porto Alegre”, assinalou.*

Correio do Povo

Resultado eleições 2024: veja os vereadores eleitos para Porto Alegre

 O candidato mais votado foi Jesse Sangalli, com quase 23 mil votos

O candidato mais votado foi Jesse Sangalli, com quase 23 mil votos 

Os porto-alegrenses elegeram neste domingo, 6, os parlamentares que vão compor a Câmara de Vereadores da Capital em 2025. O candidato mais votado foi Jesse Sangalli, com quase 23 mil votos. Confira a lista completa:

  • Jesse Sangalli (PL)
  • Karen Santos (PSol)
  • Comandante Nádia (PL)
  • Ramiro Rosário (Novo)
  • Grazi Oliveira (PSol)
  • Giovane Byl (PODE)
  • Pedro Ruas (PSol)
  • Roberto Robaina (PSol)
  • Moisés Barboza Maluco do Bem (PSDB)
  • Jonas Reis (PT)
  • Giovani O Gringo (Republicanos)
  • Marcelo Bernardi (PSDB)
  • Tiago Albrecht (Novo)
  • Alexandre Bublitz (PT)
  • Gilson Padeiro (PSDB)
  • Fernanda Barth (PL)
  • José Freitas (Republicanos)
  • Marcos Felipe (Cidadania) - eleito por média
  • Mariana Lescano (PP)
  • Claudia Araujo (PSD) - eleita por média
  • Marcio Bins Ely (PDT)
  • Psicóloga Tanise Sabino (MDB)
  • Juliana de Souza (PT)
  • Rafael Fleck (MDB)
  • Vera Armando (PP)
  • Mauro Pinheiro (PP) - eleito por média
  • Erick Dênil (PCdoB)
  • Professor Vitorino (MDB)
  • Giovani Culau e Coletivo (PCdoB)
  • Aldacir Oliboni (PT) - eleito por média
  • Natasha (PT)
  • Carlo Carotenuto (Republicanos)
  • Atena PSol (Psol)
  • Hamilton Sossmeier (PODE)
  • Coronel Ustra (PL)

Correio do Povo

CANDIDATURAS DA DIREITA AVANÇAM PARA O SEGUNDO TURNO EM TODO O PAÍS

 



Vídeo de Paulo Moura

Fonte: https://youtube.com/shorts/6eHsyvNakqE?si=uFCniOwRjqnIv5KO

Aumenta o número de medingos sob o governo Lula

 



Que tragédia!

Bia Kicis

Fonte: https://www.instagram.com/p/DAwOgo0NVJK/?igsh=MWJtdDEyOGxrODgyYw%3D%3D

RESULTADO DAS ELEIÇÕES 2024: análise da votação em todo Brasil

 

Custo para manter Pix em operação é de US$ 10 milhões por ano, diz Campos Neto

 Segundo presidente do BC, bancos ganharam mais com bancarização via Pix do que perderam com tarifas

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse nesta quinta-feira, 3, que, embora tenham perdido receitas com tarifas cobradas em transferências financeiras, os bancos ganharam com a bancarização promovida pelo Pix. Sem tarifas nas transações, o sistema do BC se tornou uma plataforma popular para pagamentos de contas.

Nesta quinta, durante palestra sobre o futuro da intermediação financeira em webinar da Princeton University, Campos Neto pontuou que os bancos privados ficaram com a maior parte do custo de implementação do Pix.

O custo para o Banco Central, em ações como a padronização do sistema, foi de US$ 3 milhões a US$ 4 milhões. Para manter o Pix em operação, o custo anual é de US$ 10 milhões por ano. O banqueiro central repetiu que o lançamento do Pix por aproximação está previsto para os próximos meses.

Após classificar o Pix como uma ferramenta de democratização financeira, de transações rápidas e baratas, além de um sistema transparente e aberto, Campos Neto destacou que a média de transações diárias pela plataforma já passa de duas por pessoa bancarizada. “É maior do que qualquer outro lugar que conhecemos, e a adoção foi muito rápida”, comentou.

Sobre os próximos passos da ferramenta, o BC, disse Campos Neto, trabalha com o G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, numa taxonomia mínima para a conexão entre sistemas de pagamentos dos países.

Drex

O presidente do Banco Central afirmou que o Drex, como é chamada a versão digital do real, evoluiu na direção do atacado para o varejo, podendo ser adotado em ambas as pontas. Ele destacou a eficiência que o Drex vai trazer, por exemplo, na conexão de ativos com sistemas de pagamentos automatizados.

“No fim, será para ambos atacado e varejo. As pessoas em geral terão uma vantagem enorme em usar o Drex porque ele vai tornar os ativos mais negociáveis”, declarou o banqueiro central.

Campos Neto explorou durante o webinar as inovações desenvolvidas pelo BC para ampliar o acesso a intermediações financeiras, e fez projeções sobre o futuro das novas plataformas.

Entre elas, citou o potencial de o Pix replicar funções de cartão de crédito. “Então, não precisaremos mais de cartões de crédito tradicionais, e acho que isto será uma vantagem enorme para as pessoas”, declarou.

Popularização

O presidente do Banco Central avaliou que a adesão a inovações financeiras depende de uma percepção rápida das pessoas sobre as vantagens trazidas pelas novas tecnologias.

Ao falar novamente sobre o Pix Campos Neto observou que as pessoas só aderiram à plataforma porque perceberam como o sistema de transações instantâneas do BC facilitava a vida de seus usuários. “Para as pessoas estarem engajadas, está claro que precisamos que elas sintam as vantagens imediatamente”, comentou.

Ele reiterou a avaliação de que o mundo caminha a uma economia tokenizada, ainda que algumas evoluções nesta direção não aconteçam tão rápido como o esperado.


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