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Eleições 2024: sete estão na corrida pela prefeitura de Santa Maria
O município da região Central do RS tem 271.735 habitantes, sendo 209.393 votantes
Quinto maior colégio eleitoral do Estado, Santa Maria, na região Central, está entre as cinco cidades do RS com possibilidade de segundo turno, em função do número de eleitores. O município tem 271.735 habitantes, sendo 209.393 votantes.
Nestas eleições estão pleiteando o cargo de prefeito sete postulantes.
O atual vice-prefeito, Rodrigo Decimo (PSDB), está na disputa federado com o Cidadania e em aliança com PP, PSB, PSD e Republicanos. A vice, Lúcia Madruga, é do PP.
O ex-prefeito Valdeci Oliveira (PT) concorre ao cargo pela federação PT/PCdoB/PV, coligada com o União Brasil, que escolheu o vice, o também ex-prefeito José Farret.
O PL, coligado com o Podemos, apresentou a candidatura da vereadora Roberta Leitão. Seu vice é Marcelino Severo (Podemos). O Novo tem como candidato Giuseppe Riesgo, à frente de uma coalizão com o MDB e o Avante. O primeiro indicou a vice, Magali Marques da Rocha.
Sem coligações estão concorrendo o PDT, a federação PSol/Rede e o PRD. O candidato do PDT é Paulo Burmann. Seu vice é Adilomar Silva. Pela federação PSol/Rede, Alidio da Luz disputa o Executivo, tendo como vice na chapa Marisa dos Santos. O postulante do PRD é Moacir Alves, que tem como vice José Carlos Lima.
| Foto: Arte Leandro MacielForam registradas 262 candidaturas à Câmara de Vereadores.
Correio do Povo
Peritos da Polícia Civil confirmam que laudo de Marçal contra Boulos é falso
Justiça Eleitoral determinou à Polícia Federal que instaurasse inquérito policial para investigar o caso porque, em tese, Marçal teria cometido quatro crimes
O Palácio dos Bandeirantes recebeu a informação do Instituto de Criminalística da Polícia Civil que o laudo apresentado por Pablo Marçal (PRTB) contra o adversário Guilherme Boulos (PSOL) é falso. Desde a madrugada desta sábado, 5, uma força-tarefa foi reunida para examinar o documento. Os peritos concluíram pela evidente falsificação do laudo.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi informado sobre o resultado do exame, que deve ser anunciado em breve. A Justiça Eleitoral determinou à Polícia Federal que instaurasse inquérito policial para investigar o caso porque, em tese, Marçal teria cometido quatro crimes.
O primeiro deles é divulgar fatos inverídicos em relação a partidos ou a candidatos capazes de exercer influência perante o eleitorado (pena de 2 meses a 1 ano); difamar alguém na propaganda eleitoral de caráter ofensivo (pena de 3 meses a 1 ano); falsificar documento particular para fins eleitorais (pena de até 5 anos de cadeia); e fazer uso de qualquer documento falsificado para fins eleitorais (pena de até 5 anos de cadeia).
Estadão Conteúdo e Correio do Povo
Eleições 2024: Gráfico reúne as principais informações para você votar neste domingo
Horário de votação, ordem dos candidatos, o que pode e o que não pode no dia da eleição
| Foto: Marcelo Pires/ ASCOM /TRE-RS
| Foto: Arte: Leandro Maciel
Correio do Povo
Justiça Eleitoral decide derrubar perfil de Marçal no Instagram por 48 horas
Decisão foi tomada após o influenciador publicar um laudo para acusar o candidato Guilherme Boulos (PSOL) de ser usuário de cocaína
O juiz eleitoral das garantias do município de São Paulo, Rodrigo Capez, determinou a derrubada do perfil no Instagram, por 48 horas, do candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB). A medida deverá ser cumprida no prazo de 2 horas pela plataforma. A decisão foi tomada após o influenciador publicar um laudo com indícios de falsificação para acusar o candidato Guilherme Boulos (PSOL) de ser usuário de cocaína.
O documento tem evidências de ter sido forjado, e foi excluído da rede social por ordem judicial. O caso será investigado pela Polícia Federal (PF).
Estadão Conteúdo e Correio do Povo
Exército israelense entra em alerta máximo antes de aniversário do 7 de outubro
Ataque do Hamas em 7 de outubro foi o estopim da guerra entre Israel e o grupo islamista palestino em Gaza
O Exército israelense anunciou neste sábado (5) que suas forças estão em alerta máximo por ocasião do primeiro aniversário do ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro, que foi o estopim da guerra entre Israel e o grupo islamista palestino em Gaza.
'Esta semana vamos relembrar o aniversário da guerra e do 7 de outubro. Estamos preparados com mais forças antecipadamente para este dia. Vão tentar executar ataques na frente interna', afirmou o porta-voz militar Daniel Hagari em mensagem televisionada.
AFP e Correio do Povo
Eleições 2024: quatro disputam o comando de Caxias do Sul
Segundo maior colégio eleitoral, cidade tem candidaturas do PSDB, PT, MDB e PL
Caxias do Sul tem 347.184 eleitores aptos a participar do pleito neste domingo | Foto: Prefeitura de Caxias do Sul / Divulgação / CPSegundo maior colégio eleitoral do RS, Caxias do Sul, na Serra gaúcha, é uma das cinco cidades com possibilidade de segundo turno (463.501 habitantes, sendo 347.184 eleitores), e há quatro postulantes ao comando do Executivo municipal nas eleições deste domingo.
O atual prefeito, Adiló Didomenico (PSDB), tenta a reeleição, à frente de uma coligação de centro-direita que reúne ainda Cidadania (a sigla forma uma federação partidária com os tucanos), União Brasil, Republicanos, PRD e DC. O União ficou com a vaga de vice, ocupada por Edson Néspolo.
Para enfrentar os governistas, o PT (federado com PCdoB e PV) tem como candidata ao Executivo a deputada federal Denise Pessôa. Sua aliança, de centro-esquerda, é integrada também pelo PDT, que indicou o vice, o ex-prefeito Alceu Barbosa Velho, a federação partidária PSol/Rede e o Avante.
Ao centro, o MDB concorre com Felipe Gremelmaier, atualmente vereador. A sigla forma uma coalizão com o PSD, que indicou Michel Pillonetto para compor a chapa.
O quadro se completa com a candidatura do vereador Mauricio Scalco, do PL, à direita. Em Caxias, o PL forma uma aliança com o PP, o Novo e o Podemos. O PP ficou com a vice na chapa, a também vereadora Gladis Frizzo.
Para a Câmara, a cidade possui um total de 345 candidaturas registradas nestas eleições.
| Foto:
Correio do Povo
Porto Alegre: a principal disputa de campanha ficou entre Melo, Rosário e Juliana
A equipe de Melo gostaria de ‘liquidar a fatura’; Maria do Rosário quer intensificar mutirões por regiões; Juliana tem esperança de ultrapassar a petista
Em Porto Alegre, o maior colégio eleitoral do RS, oito candidatos se apresentam para conquistar a prefeitura. O prefeito Sebastião Melo (MDB) tenta a reeleição, encabeçando uma coligação de centro-direita integrada por outros sete partidos: PL, PP, Republicanos, PSD, Podemos, Solidariedade e PRD. Coube ao PL a indicação da vice, Betina Worm.
Em oposição direta a Melo, o PT tem como candidata ao comando do Executivo a deputada federal Maria do Rosário. A legenda forma uma federação partidária com PCdoB e PV. E coligou com o PSB e a federação PSol/Rede, que indicou a vice na chapa, Thamyres Filgueira.
Ao todo, a aliança registrada soma seis siglas. Conta ainda com o apoio do Avante, que tirou posição por integrar a coalizão, mas ficou de fora do registro em função de questões referentes à validação de sua comissão provisória.
Pelo PDT, quem concorre ao Paço Municipal é a ex-deputada estadual Juliana Brizola. Ela se apresenta como uma alternativa de centro e está à frente de uma coalizão formada também pelo União Brasil e a federação partidária PSDB/Cidadania. O União tem o vice na chapa, o deputado estadual Thiago Duarte.
Há quatro partidos que estão na disputa com chapas puras. O Novo, à direita, concorre com o nome do deputado estadual Felipe Camozzato. Ele tem como vice Raqueli Baumbach. À esquerda estão as candidaturas do PSTU, do PCO e do UP. O PSTU disputa com Fabiana Sanguiné. Seu vice é Regis Ethur. Pelo PCO concorre Cesar Pontes. O vice é Ulisses Lima. E Luciano Schafer (UP) tem Amanda Benedett de vice. Fecha a lista de postulantes ao Paço o candidato do PRTB, Carlos Alan. Neste caso, contudo, há aliança com o DC, que indicou o vice, João Morsch.
| Foto: Leandro Maciel
Na prática, os oito candidatos acabaram divididos em dois blocos, com variações. Melo, Maria do Rosário e Juliana são os três que, em função das regras previstas na legislação, tiveram direito a aparecer na propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV (reservada para as siglas que alcançaram a chamada cláusula de barreira nas eleições de 2022). O critério também foi utilizado em alguns debates. Além disto, são os três que, em diferentes sondagens, apareceram com intenções de voto na casa dos dois dígitos. Camozzato juntou-se ao grupo quando o critério seguido foi o de siglas com representação na Câmara Federal.
Assim como Camozzato, Sanguiné, Pontes, Schafer e Carlos Alan não tiveram inserções no rádio e na TV. Mas eles também não possuem representação na Câmara dos Deputados. E, nas pesquisas publicadas antes deste domingo, apresentaram índices inexpressivos.
| Foto: Arte: Leandro Maciel
Candidaturas do MDB, do PT e do PDT
Para além do direito a aparecer na propaganda ou da representação na Câmara dos Deputados, desde que começou a campanha em Porto Alegre, a corrida se concentrou em torno das candidaturas do MDB, do PT e do PDT. E, como há diferenças significativas entre as pesquisas publicadas, os núcleos de articuladores das três chegam a este domingo tomados de ansiedade e expectativa.
A equipe de Melo gostaria de ‘liquidar a fatura’ agora. Maria do Rosário chamou lideranças de diferentes siglas para intensificar mutirões por regiões. Juliana tem esperança de conseguir ultrapassar a petista.
Desde a fase da pré-campanha, especialistas e analistas políticos apostavam que a corrida na Capital seria polarizada entre Melo e Maria do Rosário com ele como representante do bolsonarismo e ela como candidata do presidente Lula. Inicialmente, o prefeito era apontado como franco favorito. E tanto o PSDB como o PDT apareciam como com possibilidade de se estabelecerem ao centro.
A tragédia climática que assolou o Rio Grande do Sul em maio e a forma como a prefeitura administrou tudo o que envolveu a enchente na cidade esteve presente nos debates e nas críticas a Melo.
Na outra ponta, os índices de rejeição a sua candidata e ao partido seguiram preocupando os articuladores da campanha petista. Na sequência, o PSDB desistiu de apresentar candidatura própria e Juliana ocupou o espaço reivindicado como de centro.
Já na campanha, tanto a pedetista como Maria do Rosário, passaram a trabalhar com intensidade o tema da necessidade de prevenção e enfrentamento às mudanças climáticas e a expor fragilidades da atual administração. Após o início da propaganda no rádio e na TV, onde ocupava mais da metade do tempo, Melo pode desenvolver mais sua campanha.
Juliana investiu e deu destaque ao peso do sobrenome e a figura do vice, que alcança redutos eleitorais aonde o PDT não chegava.
E Maria do Rosário intensificou a disputa nas periferias. A polarização como era esperada, contudo, aconteceu apenas em termos: com polos marcados de direita e esquerda, mas sem destaque para Bolsonaro e Lula.
Também de olho na eventual rejeição, Melo não deu grande visibilidade ao apoio do ex-presidente. As adversárias citaram a vinculação esporadicamente, mas não a transformaram em ponto central.
De acordo com a professora e cientista política Luciana Papi, que coordena o programa de pós-graduação em Políticas Públicas da Ufrgs e o Núcleo de Pesquisa em Gestão Municipal (Nupegem) da mesma universidade, o primeiro turno teve Maria do Rosário e Juliana Brizola tentando mostrar uma má administração de Melo para gerir a cidade e cuidar das pessoas, e o prefeito destacando suas realizações.
“Tudo, por óbvio, com destaque para as enchentes, que foram a ‘toada’ desta etapa”, destaca.
Correio do Povo







