Lula perdeu a moral

 

NIKOLAS É APLAUDIDO NA ONU

 

Mãe faz filha limpar mesas que rabiscou na escola

 


Uma mãe guarulhense publicou um vídeo em suas redes sociais, onde levava sua filha para limpar as carteiras de sua escola após a mesma ter riscado com os colegas e postado nas redes sociais. No vídeo gravado pela mãe, ela mostra o produto de limpeza em mãos e uma bucha para esfregar as mesas dizendo que se ela gostava de postar riscando, também deveria ser publicado o vídeo limpando. “Ela não vai limpar só a dela, como também a de todos os colegas que riscaram juntos”, ela comenta durante a gravação. Após as falas, a menina aparece limpando as carteiras.

Nas redes sociais, algumas pessoas desaprovaram a atitude da mulher, dizendo que a ato de expor foi errado e já outras pessoas aplaudiram a situação, dizendo que a mãe em questão estava tendo atitudes corretas.

Guarulhos Hoje

Pink Floyd: Bob Geldoff diz que se arrepende de ter feito o "The Wall"

 Bob Geldof é mais conhecido pelo grande concerto beneficente Live Aid dos anos 80 e por liderar sua banda, Boomtown Rats. No entanto, o músico também teve um papel de destaque na adaptação cinematográfica de 1982 do álbum "The Wall", do Pink Floyd.


Apesar do filme dirigido por Alan Parker ter conquistado um culto ao longo dos anos, Geldof admite não gostar muito de sua atuação na produção. Conforme relatou o Ultimate Classic Rock. ele falou sobre o assunto durante participação no Festival de Cinema EnergaCamerimage, na Polônia, quando no meio de uma sessão de bate-papo ele foi bastante sincero sobre sua atuação e como se sente em relação ao filme.


"Eu não gosto do filme. Acho que sou muito ruim. Vi o filme duas vezes, e fiquei envergonhado" revelou, dizendo que só conseguiu terminar de fazer o filme porque o diretor de fotografia Peter Biziou o deixou "muito à vontade". "Todos dias eu me envergonhava de ser tão ruim. Não gosto de me ver, me ouvir", reiterou Bob, deixando claro que realmente não gostou do resultado final.


Em outro trecho, ele contou por qual motivo aceitou o papel: "Money", foi a resposta curta e grossa, parafraseando a famosa canção do Pink Floyd, apesar dele admitir que estava cansado da rotina com o Boomtown Rats e procurava novos desafios. Mas depois ele acrescenta que seu salário não foi tão grande quanto esperava. "Mas não foi muita coisa pois os caras do Pink Floyd eram hippies e pão duros".




whiplash.net/

Campos Neto diz que governo precisa insistir em déficit zero

 


#OsPingosNosIs | Campos Neto diz que governo precisa insistir em déficit zero
Motta: “É um jogo de credibilidade, mas como se trata de um governo do PT, o jogo de credibilidade é um jogo perdido”

Irã diz aos EUA que não quer escalada da guerra

 


#OsPingosNosIs | Irã diz aos EUA que não quer escalada da guerra
Trindade: “Israel mostrou que tem um Exército treinado e disposição de fazer a guerra […] Quando é assim, há de se pensar duas vezes antes de desafiar”

Putin participará de reunião virtual do G20

 Presidente russo não compareceu na reunião organizada em setembro na Índia



O presidente da Rússia, Vladimir Putin, vai participar na quarta-feira (22) em uma reunião virtual de líderes do G20, após sua ausência na reunião organizada em setembro na Índia, anunciou neste domingo a televisão estatal russa Vesti. 

Putin não compareceu às duas últimas reuniões presenciais do G20, na Índia em setembro e na Indonésia no ano passado, e a Rússia foi representada pelo ministro das Relações Exteriores, Serguei Lavrov. 

O presidente está isolado diplomaticamente desde o início da ofensiva russa na Ucrânia, em fevereiro de 2022.

Putin é alvo de uma ordem de detenção emitida em março pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) por acusações de que deportou crianças para áreas da Ucrânia ocupadas pela Rússia.

O G20 reúne os 19 países com as maiores economias do mundo e a União Europeia, que somam 85% do PIB mundial.

AFP e Correio do Povo

Diretor de hospitais de Gaza anuncia retirada de 31 bebês prematuros

 Os recém-nascidos serão levados para o Egito, pela passagem de Rafah


Os 31 bebês prematuros que permaneceram no hospital Al Shifa de Gaza após a evacuação do centro médico no sábado foram retirados do complexo, anunciou o diretor geral dos hospitais da Faixa, Mohamed Zaqut, à AFP neste domingo. 

"Três médicos e dois enfermeiros acompanham os bebês e há preparativos em curso para levá-los para o Egito, pela passagem de Rafah", disse. 

Rafah é o único ponto da fronteira que não é controlado por Israel, que está em contra o movimento islamista Hamas, que governa o território palestino desde 2007.

AFP e Correio do Povo

Relatos vindos de guerras: jornalista conta sua experiência na cobertura do conflito Israel-Hamas

 Enviado especial da Record ao Oriente Médio, o jornalista André Azeredo encerrou sua cobertura do conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas, que governa a Faixa de Gaza

A vida de um correspondente de guerra é de trabalho dobrado 

Como foram os 21 dias nos quais cobriste o conflito entre o Hamas e Israel?

Foram 21 dias muito cansativos, sobretudo por causa do fuso horário, seis horas a mais quando cheguei, depois diminuiu para 5 com o fim do horário de verão em Israel. As entradas ao vivo eram na madrugada de lá, de modo a coincidir com os programas noturnos da Record, e eu começava a gravar cedo. Mas foi uma experiência e tanto como jornalista, pois é um conflito antecedido por décadas de outros conflitos e embates políticos que pautam a agenda do próprio Oriente Médio.

Como vivem os israelenses após aquele ataque brutal que vitimou centenas de civis inocentes?

O ataque de 7 de outubro vitimou 1.4 mil pessoas, 1,1 mil civis e 300 militares. Para os israelenses foi, claramente, um marco nas relações com o Hamas, que governa a Faixa de Gaza desde 2007. Eles ficaram estarrecidos com as execuções a sangue-frio que começaram por uma festa e seguiram pelos kibutz e cidades. 

Em algum momento tiveste medo, já que as sirenes de alerta soam a todo instante? Chegaste a buscar refúgio?

Um pouco de medo sempre temos, no entanto, não tive pavor ou pânico. As regras de segurança em Israel são seguidas de modo sério. Se a sirene toca, as pessoas se abrigam em qualquer prédio, especialmente na região das escadas, e esperam o sistema antiaéreo, chamado de Iron Dome, derrubar o foguete lançado em direção a Israel. Tive que me abrigar dezenas de vezes, em várias partes do país, e foi assim com todos os moradores. Confesso que você se acostuma.

Conversaste com muitas pessoas em Israel, quais os relatos delas? Como analisam os ataques?

Conversei com um incontável número de pessoas. Elas enxergam o ataque como um ameaça direta à existência do povo judeu e ao estado de Israel. Enxergam a guerra declarada ao Hamas como uma guerra de continuidade de sua existência. E sacramentam que Israel será marcada como antes e depois do 7 de outubro.

Algum relato em especial te tocou?

O relato que mais me chocou foi dos voluntários do Zaka, uma ONG que recolhe corpos. Isso mesmo. Existe uma ONG israelense pra isso. O relato dessas pessoas acostumadas a recolher corpos em regiões de conflito, desastres e ataques terroristas foi assustador. Sobretudo a história de uma mulher grávida, que teve seu filho arrancado da barriga e depois foi assassinada junto com o bebê. Macabro.

Foste aos kibutz onde ocorreram os massacres?

Sim. Fui nos kibutz que ficavam na fronteira da Faixa de Gaza. Vi muita destruição e senti o cheiro de morte.

Chegaste em Israel quatro dias após o início dos bombardeios. O que viste? 

Cheguei em Israel dia 13 de outubro. Vi um país se preparando para uma guerra. Uma mobilização enorme de reservistas chegando de outros países. Vi as Forças Armadas se mobilizarem para invadir Gaza. Sentia a tensão diária de o conflito se estender para uma guerra com outros países. Esse era meu maior medo, uma vez que a capacidade bélica do Hamas é muito inferior à de Israel, ainda que o grupo terrorista tenha acertado um golpe certeiro, mortal e doloroso no estado judeu naquele dia 7 de outubro.

Identificaram uma célula terrorista do Hezbollah no Brasil. Como vês isso?

Não me surpreende em nada. É de conhecimento público essa capilaridade dos grupos terroristas radicais islâmicos em diversos países, em especial para recrutamento. Para acontecer um atentado, basta um motivo que eles entendam como relevante.

Como a população encara o fato de o governo brasileiro não tratar o Hamas como um grupo terrorista?

A sociedade israelense ficou, de fato, inconformada com qualquer país, entidade ou empresa que não considerou o Hamas como grupo terrorista. Com o Brasil não foi diferente, embora não se escutasse manifestações de repúdio contra o Brasil com frequência.

Foste abordado por policiais israelenses durante a cobertura da guerra entre Israel e Hamas. O que eles queriam?

Fui abordado várias vezes. Eles queriam o de sempre. Saber quem eu era, de onde era, ver meus documentos, saber para qual empresa trabalhava. O de praxe.

Também cobriste a guerra entre Rússia e Ucrânia. Como foi essa experiência?

A experiência na Ucrânia foi minha primeira experiência com guerra. Foi triste e enriquecedora do ponto de vista cultural. O Leste europeu também é uma região conflituosa, embora não tanto quanto o Oriente Médio. Mas ali aprendi a dinâmica de uma cobertura de guerra.

Um ano depois do início do conflito retornaste à Ucrânia. O que encontraste por lá?

Um ano depois encontrei a capital Kiev com a vida o mais normal possível e um leste da Ucrânia ainda castigado, até porque o confronto se concentra lá, além de uma população de “saco cheio” da guerra e dos ataques aéreos promovidos pelos russos.

Durante os bombardeios russos, as destruições são evidentes. O que viste e jamais esquecerá?

Eu jamais esquecerei os estragos que vi nas cidades vizinhas a Kiev, totalmente destruídas e muitos pedaços de corpos ainda espalhados pelo chão, centenas de milhares de cartuchos, tanques dilacerados e uma infinidade de minas terrestres aguardando um passo em falso para mandar qualquer um pelos ares.

Como é a vida de um correspondente de guerra? É preciso ter sangue-frio?

A vida de um correspondente de guerra é de trabalho dobrado, atenção redobrada em todas as informações que estão correndo e, sim, um certo sangue-frio na medida em que você precisa saber que está em uma área perigosa. Precisa mostrar o que está acontecendo, mas em segurança porque nenhuma matéria vale a sua vida. Nenhuma.

O que ficam dessas experiências profissionais em situações tão cruéis?

Fica das experiências nas duas guerras um entendimento e uma percepção maior da natureza humana e suas complexidades. Como narrativas convencem grupos enormes de pessoas a se atacarem e se matarem muitas vezes sem um claro questionamento sobre se aquilo faz sentido.

Em algum momento correste riscos? Como é viver, mesmo que temporariamente, em meio aos estrondos e ao medo?

Sempre corri riscos como todas as pessoas que estão em zona de bombardeio. Viver uma rotina assim assusta, claro. Evolui para muito medo se as coisas muito perto de você começam a ser atingidas em cheio e não há perspectiva de parar os ataques

Como saciaste a fome em meio aos conflitos?

Comprando comida em mercados e, na maior parte das vezes, nos poucos restaurantes que funcionam, geralmente com cardápio reduzido.

Correio do Povo

Santa Catarina tem 67 municípios em situação de emergência em função da chuva

 Nove cidades decretaram estado de calamidade pública

Desde a última quinta-feira, 16, Estado registrou três mortes 

Estado de Santa Catarina tem 67 município municípios estão em situação de emergência, sendo nove em estado de calamidade pública: Rio do Sul, Rio do Oeste, Vidal Ramos, Pouso Redondo, Trombudo Central, Agrolândia, Botuverá, São João Batista e Braço do Trombudo. Os dados levam em conta as chuvas registradas desde o dia 14 de novembro até o momento.

Em relação ao número de municípios que repassaram os registros de danos à Defesa Civil, são 64 cidades com ocorrências relatadas em função das fortes chuvas, temporais, inundações, vendavais, alagamentos, granizo e enxurradas. Foram registradas três mortes, sendo duas mulheres no município de Taió, no dia 16 de novembro, e um homem no município de Palmitos. Já na noite de sexta-feira, 17, um homem desapareceu em Praia Grande.

De acordo com o Relatório emitido pela Diretoria de Gestão de Desastres, da Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil (SDC), a Região Oeste do estado continua sendo a mais impactada. Além disso, vale frisar que existem informações de ocorrências que ainda não foram reportadas para a SDC pois as equipes técnicas estão em atendimento nos municípios. 

Correio do Povo