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Romildo Bolzan Júnior diz que siglas "não vão depender de ninguém" e são alternativa para romper a polarização
Romildo Bolzan Júnior (PDT) e Mário Bruck (PSB) participaram do Esfera Pública, na Rádio Guaíba | Foto: Mauro SchaferPartidos que em âmbito nacional integram a base do governo Lula (PT) e no Estado o governo de Eduardo Leite (PSDB), PDT e PSB buscam, unidos, protagonismo nas eleições municipais de 2024 no RS. As duas siglas, que deverão formar federação para 2026, vêm conversando para contar com alianças no maior número de cidades gaúchas possíveis. O presidente estadual do PDT, Romildo Bolzan Júnior, dá como certa candidaturas a prefeito ou vice nas cinco cidades com segundo turno no Estado, incluindo Porto Alegre. Em 2020, o partido disputou com Juliana Brizola, na cabeça de chapa, tendo Maria Luiza "Malu" Loose (PSB) como vice, terminando em quarto lugar.
“Não vamos depender de ninguém. Não vamos depender do prefeito ou de uma frente ampla de esquerda, que acho muito difícil. Nós somos a alternativa para romper esses polos. Vamos nos colocar no primeiro turno para disputar”, afirmou Romildo, em entrevista ao "Esfera Pública", da Rádio Guaíba. Romildo aposta, também, que uma chapa majoritária dará mais visibilidade à proporcional. O PDT, em Porto Alegre, elegeu dois vereadores no último pleito.
Quando à formação de uma chapa entre as duas agremiações, Romildo e o presidente estadual do PSB, Mário Bruck, minimizam o debate sobre quem ficaria com a cabeça. “Tudo se desenha, novamente, para a possibilidade de repetir (coligação). Isso (a cabeça da chapa) penso que não é o problema entre os nossos partidos”, disse Bruck, que também participou do programa. Para ele, o desafio é apresentar um programa político para Porto Alegre.
Bruck diz que, apesar de o partido ter apoiado Sebastião Melo (MDB) no segundo turno, em 2020, a sigla não participa do governo municipal, tendo o vereador Airto Ferronato como “independente” na Câmara da Capital, o que dá “liberdade” para disputar o pleito contra o prefeito, que buscará reeleição. Ele vê os dois partidos como “de diálogo” e como possibilidade para “incitar a convergência”. “Estamos trabalhando muito forte para que a polarização não seja o tema principal das eleições, mas, sim, os problemas dos municípios.”
Quanto a nomes, os presidentes das siglas evitam ser definitivos. No lado pedetista, despontam novamente Juliana Brizola, que fez 41 mil votos em 2020 e não conseguiu se eleger deputada federal em 2022, e Vieira da Cunha, candidato do partido ao Piratini, sexto colocado no pleito do ano passado com pouco mais de 101 mil votos, sendo 19 mil em Porto Alegre. No PSB, Bruck cita Ferronato como uma das possibilidades, mas afirma haver outras lideranças aptas.
Para as demais cidades, Romildo afirma querer manter ou ampliar em até 10% o número de prefeitura do PDT. Ele reconhece que, para manutenção da representatividade, o partido precisa de votos no interior. Atualmente, a sigla conta com 66 prefeitos e 69 vices, além de ter eleito 705 vereadores. “Não temos uma estratégia levando o número de eleitores (dos municípios). Vamos estruturar, nas cidades com porte médio, a maior quantidade de candidaturas possíveis”, revela o dirigente pedetista. Para isso, ele projeta de 150 a 170 candidaturas majoritárias.
Nas outras cidades com segundo turno, o partido aposta em Alceu Barbosa Velho, em Caxias do Sul, Reginaldo Bacchi, em Pelotas, e Paulo Burmann, em Santa Maria. Em Canoas, não há ainda um nome de consenso. A tendência é que o partido, que está na base, não apoie a tentativa de reeleição de Jairo Jorge (PSD), ligando-se a algum nome de "fora do cenário atual" do município ou marcando posição, com a candidatura do vereador Alexandre Gonçalves.
O PSB tem como estratégia priorizar as 55 maiores cidades do Estado, realizando, conforme Bruck, um “trabalho diferenciado” e com proximidade da executiva estadual nas estratégias locais. Os socialistas têm 18 prefeitos, 22 vices e 226 vereadores eleitos no pleito de 2020 no RS.
Correio do Povo
Prédios municipais deverão utilizar energia renovável a partir do primeiro semestre de 2024, além de gerar redução na emissão de CO2
De acordo com a Prefeitura, os dois projetos devem refletir na economia de R$ 3,6 milhões ao ano e reduzir a emissão de até 3 mil toneladas de CO2 | Foto: Ricardo GiustiTornar Porto Alegre uma capital sustentável é o norte dos dois projetos lançados na tarde desta quarta-feira pela Prefeitura. A intenção da Prefeitura é, através de uma parceria público-privada, implementar usinas fotovoltaicas para atender unidades de consumo de baixa tensão, além da compra de energia limpa no Mercado Livre de Energia para as unidades de média tensão. Ao todo, os projetos devem refletir na economia de cerca de R$ 3,6 milhões ao ano, além de reduzir a emissão de 3 mil toneladas de CO2 na atmosfera.
De acordo com a secretária Municipal de Parcerias, Ana Pellini, serão beneficiadas 441 unidades de baixa tensão, como as unidades básicas de saúde, com a instalação das usinas fotovoltaicas. Neste projeto, a estimativa de investimento é de R$ 47 milhões. A construção e os custos operacionais ficam a cargo do parceiro privado.
Já no projeto de compra de energia limpa, serão beneficiadas 67 unidades de média tensão, como hospitais e o Centro Administrativo. Nesta modalidade, a energia é adquirida através de um pregão, pagando pela menor oferta. A intenção é de que esta compra de energia ocorra já primeiro semestre de 2024, assim como o lançamento do edital para a implementação das usinas fotovoltaicas.
“O fator principal é que Porto Alegre está caminhando assim para se tornar uma cidade sustentável e esse é um passo muito importante. Isso realmente ajuda muito na descarbonização e é a primeira capital que está conseguindo fazer isso desse jeito, com os dois caminhos do Mercado Livre e da usina própria”, contou Ana Pellini.
Para o prefeito Sebastião Melo, estes projetos fazem parte de um conjunto de processos que tornam Porto Alegre uma cidade sustentável. “O Brasil tem uma capacidade enorme de produção de energia limpa. Com estes projetos, teremos algo que vai facilitar para a administração direta. Mas na indireta ainda não atingimos. O próximo passo é no DMAE, que tem um consumo enorme de energia nas casas de bomba e no tratamento de água”, contou Melo. De acordo com a Prefeitura, o Departamento Municipal de Água e Esgotos (DMAE) deverá lançar em breve uma nova licitação para também passar a comprar energia limpa no Mercado Livre de Energia.
Como funcionará
No primeiro projeto, a Prefeitura realizará a instalação de usinas com painéis fotovoltaicos que gerarão energia limpa, com estimativa de 4,5 MW de potência total. Esta energia será aplicada na operação da CEEE Equatorial, servindo como créditos que resultam em desconto na fatura. A intenção é que sejam implementadas nove usinas com cerca de 1.200 painéis solares. Já o uso de energia limpa através do Mercado Livre de Energia ocorre através da compra de energia de outro fornecedor, por menor preço, para abater o valor pago da Tarifa de Energia (TE), um dos custos presentes na conta de energia.
Correio do Povo
Polícia Federal prendeu duas pessoas e cumpriu 11 mandados de busca e apreensão nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal
Entidade judaica elogia operação da PF e demonstra preocupação com o Hezbollah no Brasil | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CPA Confederação Israelita do Brasil (Conib), órgão que representa a comunidade judaica brasileira, parabenizou a atuação da Polícia Federal e demonstrou preocupação com a presença de pessoas ligadas ao grupo radical islâmico libanês Hezbollah no País, em nota divulgada nesta quarta-feira após a PF prender duas pessoas e cumprir 11 mandados de busca e apreensão nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal por um possível planejamento do grupo libanês de ataques terroristas contra prédios da comunidade judaica no Brasil.
"O terrorismo, em todas as suas vertentes, deve ser combatido e repudiado por toda a sociedade brasileira. A Conib parabeniza a Polícia Federal, o Ministério Público e o Ministério da Justiça pela sua ação preventiva e reitera que os trágicos conflitos do Oriente Médio não podem ser importados ao nosso país, onde diferentes comunidades convivem de forma pacífica, harmoniosa e sem medo do terrorismo", completou a Conib.
De acordo com Daniel Bialski, vice-presidente da Conib, a comunidade judaica brasileira está preocupada com a suspeita de pessoas ligadas ao Hezbollah planejarem atentados terroristas no Brasil. "Ao mesmo tempo, a Conib fica reconfortada em saber que a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e Ministério da Justiça atuaram de forma preventiva para prender os terroristas."
Bialski afirmou que é necessário investigar as pessoas que auxiliaram a vinda de terroristas do grupo radical islâmico Hezbollah ao Brasil. "Toda comunidade judaica e toda a comunidade brasileira quer que o Brasil continue sendo um local harmônico, e que esses criminosos sejam punidos com o rigor da lei para que não queiram se aventurar por aqui novamente", finalizou o representante da Conib.
A chamada operação Trapiche ofensiva prendeu dois investigados que são apontados como 'recrutados' pelo grupo Hezbollah. De acordo com a PF, os recrutadores e os recrutados devem responder pelos crimes de constituir ou integrar organização terroristas e de realizar atos preparatórios de terrorismo. As penas para tais delitos, somadas, pode chegar a 15 anos de reclusão.
Aumento do antissemitismo no Brasil
Desde o inicio da guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas, o Brasil tem sofrido com uma alta de casos de antissemitismo. Segundo entidades judaicas, houve um aumento de 1.200% dos casos de antissemitismo desde o início da guerra.
Neste período, cartazes também foram vistos na capital carioca com a frase "judeu, câncer do mundo". A comunidade judaica brasileira é a segunda maior da América Latina, com 120 mil pessoas.
A entidade que representa a comunidade judaica no Brasil abriu um canal de denuncias de antissemitismo junto com a Federação Israelita do Estado de São Paulo (FISESP). As denúncias são enviadas diretamente para as autoridades competentes.
"Costumo dizer que quando vemos uma onda de racismo desencadeada por um fato específico, isso é sinal de que o racismo estava ali antes, não foi produzido pelo gatilho específico, mas por uma estrutura formativa anterior", avalia Michel Gherman, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e assessor acadêmico do Instituto Brasil Israel (IBI).
Agência Estado e Correio do Povo
Posse ocorreu em Brasília, dentro da agenda do governador Eduardo Leite
O deputado federal Carlos Gomes tomou posse como secretário estadual de Habitação e Regularização Fundiária. | Foto: Mauricio Tonetto / SecomApós confirmar o ingresso do Republicanos na base aliada, o governador Eduardo Leite (PSDB) deu posse nesta quarta-feira ao novo secretário de Habitação e Regularização Fundiária, o deputado federal Carlos Gomes. O ato, porém, se deu no Escritório de Representação do Governo do Rio Grande do Sul em Brasília, durante agenda do governador.
Ao receber o cargo, Carlos Gomes destacou ser um desafio, uma vez que "habitação é um sonho das famílias". "Asseguro que não faltarão esforços para executar as entregas nessa área fundamental", salientou.
Leite destacou a criação, neste segundo mandato, da pasta especificamente dedicada a promover políticas públicas que viabilizem à população mais humilde condições dignas de vida por meio da habitação, com programas como o Minha Casa É Sua e o Nenhuma Casa Sem Banheiro. "Não tenho dúvida que o secretário Carlos Gomes, com a sensibilidade que tem pela sua própria história de vida e pelas capacidades política e administrativa comprovadas em sua trajetória pública, cumprirá essa missão com muita competência", disse Leite.
Para acomodar o Republicanos, o ex-titular da pasta, Fabrício Perucchin, passará a liderar a Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos. O seu antecessor, o ex-deputado estadual Mateus Wesp, está assumindo um posto de assessoramento político no Gabinete do Governador. Na Assembleia Legislativa, o Republicanos tem uma bancada com cinco integrantes.
A posse foi acompanhada ainda pelo secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos, a secretária de Planejamento, Governança e Gestão, Danielle Calazans, e a deputada federal Any Ortiz, que é a coordenadora da bancada federal.
Presidente estadual do Republicanos, Carlos Gomes está no seu terceiro mandato como deputado federal. Antes, foi deputado estadual por dois mandatos, de 2007 a 2014.
Correio do Povo
Por Percival Puggina
Conta-se que uma fábrica de facas reuniu seus executivos para estudar uma forma de se tornar mais competitiva. Era imperioso diminuir o custo de suas facas. No meio da reunião, um dos participantes, cogitando da hipótese de que o custo do cabo afetasse demasiadamente o custo da faca, perguntou: “Quanto custaria nossa faca, se fosse fabricada sem o cabo?”. Alguém da contabilidade fez as contas e concluiu que essa faca sem cabo custaria 80% da faca inteira. Um outro foi além: “E quanto custaria cada faca se a fizéssemos sem lâmina?”. Por curiosa que fosse a ideia de uma faca sem lâmina, a contabilidade fez os cálculos e informou que ela sairia por 60% de uma faca completa.
Por fim, a pergunta aparentemente mais delirante: “E se fizéssemos a faca sem lâmina e sem cabo, qual seria seu custo?” O chefe da contabilidade, calculadora em punho, informou, irritado, que aquela hipótese de faca, “essa coisa sem cabo e sem lâmina, custaria 40% da faca inteira”.
O diálogo serviu para mostrar a todos que os custos fixos, incluídos impostos e salários, inclusive o deles, chegava a 40% do preço da faca. Mesmo sem fazer nenhuma faca, ainda assim a fábrica tinha um gasto elevado. Se quisessem baixar o preço da faca teriam que reduzir as despesas da administração.
Isto é um aviso para todos nós e para o Brasil. Num processo de crescimento lento, ou recessivo, podem acontecer duas coisas e nenhuma é boa. Na primeira alternativa, os preços sobem porque os custos fixos têm que ser repartidos entre uma quantidade menor de produtos vendidos. Nós já tivemos isso: recessão e inflação. O que é uma loucura. Na segunda hipótese, o governo ou os cidadãos passam a importar de onde os produtos, sem inflação e sem recessão, custam menos. E aí a indústria nacional quebra.
O Estado brasileiro é uma fábrica de facas sem cabo e sem lâmina. Custa caríssimo para existir e sua entrega é desproporcional à sua despesa. O pouco que entrega é caro demais.
Por isso, as pessoas de bom senso insistem na necessidade de reforma administrativa para reduzir o tamanho do Estado e na redução do gasto público como forma de diminuir a carga tributária – sem dúvida o maior estímulo ao consumo e à produção. O baixo crescimento econômico é sinônimo de desemprego ou subemprego; sinônimo, também, de maior índice de pobreza, ou seja, de aumento do gasto público, situação em que uma faca, sem cabo e sem lâmina, na mão do Estado, corta nosso pescoço.
Pontocritico.com
ENEM
O Exame Nacional do Ensino Médio -ENEM-, queiram ou não, é reconhecido em todos os cantos do nosso imenso Brasil como um dos principais instrumentos utilizados para -MENSURAR A QUALIDADE DO ENSINO MÉDIO-. Mais: a partir de 2009, o ENEM ganhou força e se transformou numa legítima PORTA DE ENTRADA para ingresso de estudantes na maioria dos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior.
PROVAS, ESPECIALISTAS E REVISORES
Vale lembrar que o ENEM é composto por UMA PROVA DE REDAÇÃO e QUATRO PROVAS -(com 45 questões objetivas cada) -linguagens, matemática, ciências humanas e ciências da natureza-, cuja elaboração é feita por ESPECIALISTAS SELECIONADOS por meio de chamada pública do INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, os quais devem seguir a MATRIZ DE REFERÊNCIA, GUIA DE ELABORAÇÃO E REVISÃO DE ITENS ESTABELECIDOS e, após escritos, ainda passam por REVISORES.
SETOR AGRÍCOLA DEMONIZADO
Pois, para deixar bem claro as reais intenções -comunistas- deste governo - coisa que nada tem de surpresa- na questão que foi colocada para quase 4 milhões de alunos que fizeram a PROVA DO ENEM, no último domingo, os ESPECIALISTAS se esmeraram na arte de DEMONIZAR O SETOR AGRÍCOLA BRASILEIRO.
QUESTÃO 89
Na- QUESTÃO 89-, por exemplo, sem tirar nem pôr, os ESPECIALISTAS simplesmente atacaram a “lógica do agronegócio” no Cerrado. Segundo a questão, “o modelo capitalista subordina homens e mulheres à lógica do mercado”. De um lado, o capital impõe os conhecimentos biotecnológicos, como mecanismo de universalização de práticas agrícolas e de novas tecnologias, e de outro, o modelo capitalista subordina homens e mulheres à lógica do mercado. Assim, as águas, as sementes, os minerais, as terras (bens comuns) tornam-se propriedade privada. Além do mais, há outros fatores negativos, como a mecanização pesada, a “pragatização” dos seres humanos e não humanos, a violência simbólica, a superexploração, as chuvas de veneno e a violência contra a pessoa”. Os elementos descritos no texto, a respeito da territorialização da produção, demonstram que há um:
a) cerco aos camponeses, inviabilizando a manutenção das condições para a vida.
b) descaso aos latifundiários, impactando a plantação de alimentos para a exportação.
c) desprezo ao assalariado, afetando o engajamento dos sindicatos para com o trabalhador.
d) desrespeito aos governantes, comprometendo a criação de empregos para o lavrador.
e) assédio ao empresariado, dificultando o investimento de maquinários para a produção
GABARITO OFICIAL
Querem mais? Pois, segundo o GABARITO OFICIAL , amplamente divulgado por veículos de mídia, como o G1, por exemplo, a resposta correta da QUESTÃO 89 seria a alternativa “A”. Ou seja - DEMONSTRA que há - UM CERCO AOS CAMPONESES, INVIABILIZANDO A MANUTENÇÃO DAS CONDIÇÕES PARA A VIDA!. Que tal?
Pontocritico.com
Vídeos recuperados de câmeras que eram usadas pelos terroristas do Hamas, além de momentos registrados nos celulares das vítimas, revelam o tamanho da crueldade do ataque de 7 de outubro. O governo de Israel mostrou as imagens, que não serão divulgadas, e o que se vê são homens comemorando após matar, competindo para ver quem executava mais pessoas.
R7
Exército israelense confirmou que ao menos 50 mil deixaram o norte, foco principal de investidas contra o Hamas
Israel segue rechaçando pedidos de cessar-fogo | Foto: Daphne Lemelin / AFP / CPDezenas de milhares de palestinos fugiram nesta quarta-feira do norte da Faixa de Gaza, diante do avanço das tropas de Israel, que reiterou seu repúdio a um cessar-fogo com o Hamas até que o movimento islamista liberte os reféns sequestrados há mais de um mês. "Hoje vimos 50.000 habitantes de Gaza sair do norte para o sul", afirmou o porta-voz do Exército israelense, Daniel Hagari, durante coletiva de imprensa. "Partem porque entenderam que o Hamas perdeu o controle do norte e que o sul é mais seguro", acrescentou.
O êxodo de civis para o sul do pequeno território se acelerou na medida em que Israel intensifica seus bombardeios e combates terrestres, segundo um jornalista da AFP e observadores das Nações Unidas. Israel prometeu "aniquilar o Hamas" em represália ao ataque sangrento contra seu território, em 7 de outubro, quando combatentes islamistas mataram cerca de 1.400 pessoas, a maioria civis, e sequestraram cerca de 240, que mantém como reféns.
O Exército israelense bombardeia desde então a Faixa de Gaza, desconsiderando os múltiplos pedidos de cessar-fogo. Do lado palestino, ao menos 10.569 pessoas, a maioria civis e entre elas mais de 4.000 crianças, morreram nos bombardeios israelenses, segundo o Ministério da Saúde do território palestino, governado pelo Hamas.
Em uma incursão ao epicentro dos combates organizada pelo exército, cujas imagens foram submetidas à censura militar, a AFP observou palmeiras queimadas, postes de luz tortos e placas de sinalização deformadas ao longo da estrada que margeia a costa. Um prédio de vários andares destruído, com suas janelas e portas abertas, abrigava, segundo o exército, uma "fábrica de armas do Hamas" onde encontraram material de mergulho subaquático e para fabricar drones e bombas.
Imagens divulgadas pelo Exército israelense mostram tanques avançando entre as ruínas fumegantes de Gaza, onde, segundo um especialista independente da ONU, 45% das casas foram destruídas ou danificadas. A ONU estima em 1,5 milhão o número de pessoas deslocadas desde o início da guerra dentro do enclave palestino, habitado por 2,4 milhões de pessoas. "Tomamos a decisão de fugir porque os bombardeios estavam muito intensos", disse à AFP Ehsan Abu Salem, mostrando seu filho de dois meses. "As crianças e as mulheres estão aterrorizadas e não podíamos suportar mais."
"Foi assustador", contou Ola al-Ghul, uma mulher que fugiu dos combates na terça-feira. "Levantávamos as mãos e continuávamos caminhando. Éramos tantos, levávamos bandeiras brancas", descreveu.
Há quase um mês, o território palestino está sob cerco total, sem acesso a água, comida, medicamentos ou eletricidade, dependendo dos escassos comboios de ajuda que entram pelo ponto de fronteira de Rafah, vindos do Egito.
Por esse ponto, também foram evacuados dezenas de feridos palestinos e pessoas com passaportes estrangeiros. No entanto, nesta quarta-feira, não foi possível devido à não aprovação da lista de feridos a serem evacuados por Israel, disse um líder do Hamas. Em vez disso, a ONU anunciou que um comboio de ajuda com suprimentos médicos chegou ao hospital de Al-Shifa, o maior na Faixa de Gaza, localizado no meio da Cidade de Gaza. "Apesar de bem-vindos, os volumes que entregamos estão longe de ser suficientes para atender às necessidades na Faixa de Gaza", disseram em comunicado conjunto os responsáveis pela Agência da ONU para Refugiados Palestinos e pela Organização Mundial da Saúde.
AFP e Correio do Povo
Verdão estacionou nos 59 pontos e pode ver o Tricolor assumir a segunda colocação caso vença o Botafogo nesta quinta
O Palmeiras sofreu um duro baque na luta pelo título do Brasileirão. Nesta quarta-feira, tinha a oportunidade de virar líder, mas foi goleado pelo Flamengo, que fez 3 a 0 no Maracanã e embolou a briga pela taça. Pedro, autor de dois gols, foi o protagonista da partida.
Segundo colocado, o Palmeiras parou nos 59 pontos e pode ser superado pelo Grêmio nesta quinta, que tem confronto direto com o líder Botafogo. Se vencer os cariocas, o Tricolor igualará a pontuação do Verdão, mas se tornará o segundo colocado por conta do número de vitórias.
O Flamengo tem, agora, 56 e um jogo a menos. Pode, portanto, alcançar o rival paulista. Derrotado pelo São Paulo também nesta quarta, o Red Bull Bragantino também estacionou em 59 pontos.
A vitória do Flamengo no Maracanã foi construída com naturalidade. Arrascaeta, Cebolinha e Pedro jogaram tudo o que sabem, enquanto o Palmeiras errou muito, quase tanto no primeiro tempo diante do Botafogo, em que levou três gols, e foi dominado.
Os três zagueiros escalados por Abel Ferreira no esquema que fez o Palmeiras ressurgir no Brasileirão se perderam na movimentação dos atacantes rubro-negros. Os anfitriões atraíram os visitantes e foram letais no ataque com a frieza de Pedro e a categoria de Arrascaeta.
Foi dele o primeiro gol. Recebeu passe na medida de Pulgar e tocou com calma na saída de Weverton. Dez minutos mais tarde, Cebolinha, jogador de que Tite tanto gosta, foi protagonista de um lance que lembrou o atleta de suas melhores fases. Inteligente, encontrou Arrascaeta com um passe por elevação na área. O uruguaio cabeceou no canto de Weverton e foi celebrar.
O Palmeiras se resumiu aos lampejos do jovem fenômeno Endrick. Ele tentou, mas seus companheiros não o acompanharam, como quando fez jogava individual e deixou Breno Lopes confortável para marcar, mas o atacante, criticado por suas deficiências, deu razão a seus críticos e furou.
No segundo tempo, qualquer possibilidade de o Palmeiras empatar ou virar foi enterrada com a expulsão de Gustavo Gómez, que deu uma "gravata" em Arrascaeta no meio do campo e levou o vermelho. Ficou, então, ainda mais fácil para o Flamengo, que potencializou suas individualidades com o bom jogo coletivo, fez mais um e depois só administrou.
O gol que definiu o placar foi resultado de uma bonita trama coletiva que começou com Arrascaeta, teve participação de Matheuzinho, Cebolinha, Ayrton Lucas, Gerson e terminou com a conclusão de primeira de Pedro, o destaque da noite.
Agência Estado e Correio do Povo