QUANTO MAIS O ESTADO PLANEJA, MAIS DIFÍCIL SE TORNA O PLANEJAMENTO PARA O INDIVÍDUO.- 03.06.22

 Pelo pensador, Alex Pipkin


 


Eu admito que li e gostei da “estrutura das revoluções industriais” reportada por Klaus Schwab em seu livro A Quarta Revolução Industrial. Utilizo-a em algumas aulas.


Mas penso que as pessoas passam por determinadas fases e/ou se revelam de fato.


Esse senhor, criador do Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, deixou transparente sua face e suas - medonhas - ideias.


Ele parece ser mais um intelectual interessado, regurgitando “boas intenções” na direção de salvar o mundo, numa transa sinistra entre governos e empresas, e em que empresas têm obrigações para com a sociedade, para muito além de ofertar produtos e serviços que resolvam melhor as necessidades dos consumidores e, portanto, satisfisfaçam-os.


Claro que ele aspira, juntamente com burocratas estatais e líderes corporativistas, um Estado inchado e intervencionista, que consequentemente ceifa liberdades e direitos individuais dos cidadãos.


Talvez por isso, aparenta que a relevância e o impacto do Fórum Econômico Mundial cresçam como rabo de cavalo.


Aliás, é o palco adequado para celebridades e artistas que, mais uma vez, frequentam Davos.


Onde foram parar as ideias de liberdade econômica, de produtividade, de inovações, de interconectividade global, de espírito empreendedor, de desburocratizações…, enfim?


Pois parece que a discussão desses tópicos da realidade empresarial de sempre, tornaram-se secundários para os “temas momentosos” que agradam a agenda política de burocratas e intelectuais. Não surpreende que o foco na cidade de neve, esteja nos quentíssimos ESG, diversidade e inclusão, e mudanças climáticas.


Vendo esse “mundo novo”, acho que li os livros errados, em que a grande maioria de estudiosos recomendava, para ser sucinto, que o Estado deveria sair do caminho e atrapalhar o menos possível as pessoas e as empresas. 


Posto de outra forma, o intervencionismo governamental é a receita para a catástrofe econômica e social. Isso mesmo, social.


Schwab, o intelectual, e seus parceiros, têm a arrogância e a pretensão de se converterem em semideuses capazes de do alto de suas torres de marfim criarem leis e regulamentos para salvar a humanidade.


Esse seleto grupo de “iluminados” quer mesmo planificar as ações humanas, algo impossível, por meio de ideias e de iniciativas autoritárias.


Li que lá está sendo discutida a “liberdade de expressão”, nos mesmos moldes de controle adotado desgraçadamente pelos “iluminados e iluministas” do STF daqui.


Não é preciso ir muito longe para perceber o quão nefasto é o intervencionismo estatal. 


A pandemia do coronavírus demonstrou cabalmente como as “boas intenções” de burocratas estatais arrasaram a economia, destruindo uma série de cadeias de suprimentos, gerando quebradeira de empresas, desemprego e aumento da fome.


Evidente que eles não arcam com as consequências de suas “boas intenções” e, quase sempre, o resultado das intervenções adotadas é pior do que as situações que endereçavam resolver.


Hayek e os austríacos defendiam a ordem espontânea e a impossibilidade de um planejamento central “eficiente”, um vez que o Estado não dispõe de todas as informações para alocar recursos de forma mais eficaz; o conhecimento é disperso e complexo em sociedades formadas pelas milhões de pessoas diferentes.


Schwab e seu grupo de visionários “iluminados” desdenham dos fatos, visto que os resultados do intervencionismo são sempre maléficos, além desses senhores exporem sua arrogância e seu autoritarismo, pois querem decidir sobre a vida dos outros.


Em síntese, o intelectual Schwab faz parte da turma “mais Estado, menos indivíduo”.


Concluo com a frase definitiva de Hayek, com a qual compartilho: “Quanto mais o Estado “planeja”, mais difícil se torna o planejamento para o indivíduo”.


Pontocritico.com

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DA LIBERDADE - Gilberto Simões Pires

 REINER ZITELMANN

Hoje, 03, o historiador, empresário e sociólogo Rainer Zitelmann, um dos analistas LIBERAIS mais importantes da Alemanha, autor de vários livros sobre o CAPITALISMO, será o palestrante mais aguardado na “I Conferência Internacional da Liberdade”, evento promovido pelo Instituto Liberal em parceria com a Rede Liberdade, em São Paulo. Na oportunidade, Zitelmann falará, certamente, sobre a sua mais recente obra, lançada recentemente no Brasil , - O CAPITALISMO NÃO É O PROBLEMA, É A SOLUÇÃO - , na qual apresenta casos concretos EM FAVOR DO LIVRE MERCADO, em comparação com as EXPERIÊNCIAS FRACASSADAS do chamado “SOCIALSIMO REAL”, e analisa a resiliência das IDEIAS SOCIALISTAS após a QUEDA DO MURO DE BERLIM, em 1989. 


ENTREVISTA CONCEDIDA AO ESTADÃO-CONTEÚDO

Depois que li a entrevista que o LIBERAL Reiner Zitelmann concedeu ao Estadão-Conteúdo achei por bem publicar o ótimo conteúdo, onde o sociólogo explica, com muita clareza, a comparação que o sociólogo faz, ao longo do tempo, entre o CAPITALISMO e o SOCIALISMO. Eis: 


O CAPITALISMO É A SOLUÇÃO!

O sr. diz que o capitalismo não é o problema, é a solução. O que o leva a dizer isso de forma tão categórica?


- Há 200 anos, antes do capitalismo, 90% da população mundial viviam na pobreza extrema. Hoje, são menos de 10%. Mais da metade da queda se deu nos últimos 35 anos. Veja o caso da China. No fim dos anos 1950, 45 milhões de pessoas morreram como resultado do chamado “Grande Salto para a Frente” empreendido por Mao Tsé-Tung. Em 1981, cinco anos após a morte de Mao, 88% da população ainda vivia em extrema pobreza. Foi mais ou menos quando começaram a introduzir a propriedade privada e as reformas pró-mercado no país. Hoje, menos de 1% estão nesta situação. Nunca tanta gente saiu do estado de extrema pobreza em tão pouco tempo como resultado de reformas pró-mercado.


CRÍTICAS DE THOMAS PIKETTY

O economista francês Thomas Piketty afirma em seu livro O capital no século 21 que o capitalismo levou ao aumento da desigualdade no mundo, em especial nas últimas décadas. Como o sr. analisa as críticas de Piketty ao capitalismo?


- O próprio Piketty reconhece que, na maior parte do século 20, a desigualdade diminuiu. Agora, ele diz que, a partir dos anos 1980, 1990, tempos ruins prevaleceram, levando em conta principalmente o que aconteceu nos Estados Unidos e em países europeus. Ironicamente, foi neste período que houve o maior progresso na luta contra a pobreza extrema no mundo. Para mim, a desigualdade não é o ponto principal. A prioridade é a redução da pobreza. No caso da China, que citei há pouco, a desigualdade obviamente aumentou. Mas ninguém está pedindo para voltar aos tempos de Mao, porque havia mais igualdade.


QUEDA DO MURO DE BERLIM

Com a queda do Muro de Berlim, em 1989, muita gente pensou que o socialismo ficaria para trás. Mas hoje, 33 anos depois, o que se vê é que o as ideias anticapitalistas não só sobreviveram, como se revigoraram. O que explica esta resiliência?


- Nos anos 1990, ninguém acreditava no socialismo, porque a derrocada do comunismo era muito recente. Mas, com o tempo, as pessoas esqueceram o que houve e o anticapitalismo se tornou mais forte de novo. O filósofo (Friedrich) Hegel (1770-1831) disse certa vez que “a única coisa que você pode aprender com a história é que as pessoas não aprendem nada com ela”. É uma afirmação muito pessimista, mas ele tem um ponto aí.


GUERRA IDEOLÓGICA

O anticapitalismo parece ter um grande apelo em setores influentes da sociedade e um espaço imenso no debate. Isso também não reforça a resistência das ideias socialistas?


- Os defensores do livre mercado perderam a guerra ideológica. Os inimigos do capitalismo são muito mais fortes na comunicação. As pessoas que deveriam defender o capitalismo, como os empreendedores, não fazem isso. Os socialistas comparam o capitalismo real com a utopia de uma sociedade perfeita. Isso não é justo. Eu sou um historiador. Levo em conta os fatos históricos. Comparo o capitalismo com o que é possível comparar, com base exemplos concretos: Chile X Venezuela, Coreia do Sul X Coreia do Norte, Reino Unido antes e depois da (Margaret) Thatcher. Os socialistas tentaram de tudo: um modelo na China diferente da União Soviética, um modelo na Iugoslávia diferente da Romênia. Quando os regimes fracassam, eles não entendem que a ideia é que estava errada e não a forma como o socialismo foi implementado.


O ANTICAPITALISMO É UM TIPO DE RELIGIÃO

Na sua avaliação, por que o capitalismo gera tanta oposição e tantas críticas?


- Eu considero o sentimento anticapitalista como um tipo de religião. No passado, a religião era muito forte na Europa. No mundo moderno, o anticapitalismo se tornou uma nova forma de religião. O papel do diabo hoje é desempenhado pelo capitalismo. Você pode culpar o capitalismo por todos os problemas do mundo: pobreza, fome, mudanças climáticas, guerras, sexismo, racismo e até a escravidão, que foi adotada bem antes do capitalismo. Até seus fracassos pessoais na vida você pode atribuir ao capitalismo. A diferença entre a religião e o anticapitalismo é que a religião promete o paraíso depois da morte e o socialismo promete em vida.


PRIME NEWS



5 G



A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta quinta-feira (2) um prazo adicional de 60 dias para implantação do sinal de internet 5G em todas as capitais do país. Agora o início fica marcado para setembro. Motivo: a impossibilidade de entrega dos equipamentos devido às restrições provocadas pela pandemia de Covid-19 na China, que atrasaram a produção de semicondutores,  além da demora na liberação dos produtos e de limitações no transporte aéreo.


O início da operação da subfaixa de radiofrequências de 3.300 a 3.700 MHz estava previsto para 30 de junho e ativação de uma Estação Rádio Base (ERB) para cada 100 mil habitantes das capitais deveria ter início em 31 de julho.


Com a alteração, os prazos passam para 29 de agosto e 29 de setembro de 2022.


Pontocritico.com

Supremo define que acordos se sobrepõem à legislação em questões trabalhistas

 


O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu nesta quinta-feira (2) que acordos coletivos se sobreponham ao previsto na legislação em questões trabalhistas durante o julgamento de um caso com repercussão geral, isto é, que terá de ser obrigatoriamente seguido pelas instâncias inferiores do Poder Judiciário.

Ao final seis ministros acompanharam o voto do relator, Gilmar Mendes, favorável a esse entendimento jurídico. Essa regra vale desde que seja preservado o patamar mínimo civilizatório da Constituição Federal.

“Justamente por ser clara a opção do constituinte de privilegiar a força normativa dos acordos e convenções coletivas de trabalho, a jurisprudência recente deste Supremo tem reconhecido que o debate sobre a validade de normas coletivas que afastam ou limitam direitos trabalhistas possui natureza constitucional”, votou o relator.

Apenas os ministros Edson Fachin e Rosa Weber votaram pela rejeição do pedido. O presidente do STF, Luiz Fux, e o ministro Ricardo Lewandowski não participaram da votação.

O advogado trabalhista Mauricio Corrêa da Veiga disse considerar o julgamento uma vitória do princípio da autonomia coletiva, em que uma categoria, por meio do sindicato, é que “terá discernimento para dizer o que é melhor para ser transacionado com o empregador para a melhoria das condições de trabalho, mediante concessões recíprocas”.

“Caberá aos sindicatos se fortalecerem ao demonstrarem para as suas categorias que são combativos e que vale a pena se filiar. Depois da entrada em vigor da reforma trabalhista, foram explicitadas as rubricas que não podem ser transacionadas, assegurando patamares mínimos de segurança e saúde no trabalho”, afirmou ele, que é sócio do Corrêa da Veiga Advogados.

Deslocamento

O STF decidiu nesta quinta-feira (2), por maioria, validar normas coletivas de trabalho (acordos fechados entre patrões e trabalhadores) que reduzem ou limitam as chamadas horas ‘in itinere’ (tempo gasto pelo trabalhador no deslocamento entre casa e trabalho).

Na ação, a Mineração Serra Grande S.A., de Goiás questiona decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que invalidou uma convenção coletiva que liberou a empresa de pagar as horas referentes ao trajeto do trabalhador, caso a companhia fornecesse transporte.

Para a mineradora, o TST feriu o princípio constitucional da prevalência da negociação coletiva. Ela alega estar situada em local de difícil acesso e afirma que o horário do transporte público é incompatível com a jornada de trabalho.

Na sessão, Mauro de Azevedo Menezes, advogado do trabalhador que entrou com a reclamação trabalhista contra a mineradora, argumentou que a negociação coletiva que elimina direitos legais não pode ser um “cheque em branco” assinado por dirigentes sindicais.

O Sul

Jogo de Formas de Silicone Brinox Glacê 3 Peças

 


Na hora de preparar os mais variados tipos de alimentos, contar com os acessórios adequados para cada ocasião pode fazer toda a diferença não é mesmo? Por isso vale a pena conferir as Formas Glacê da Brinox. São formas feitas de silicone e compostas por 3 peças: uma forma redonda, uma forma retangular com 6 divisórias e uma espátula. Em uma charmosa cor vermelha que combina com qualquer ambiente, essas formas são indicadas para cupcake certamente levarão muito charme e praticidade a sua cozinha.

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Com crescimento de 1% do PIB, Brasil fica em 9º lugar em ranking das maiores economias do mundo

 País está à frente do Reino Unido, Alemanha e Suíça; primeiro lugar da lista pertence ao Peru, que cresceu 2% no primeiro trimestre



O crescimento de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2022 fez o Brasil ficar na 9ª posição em um ranking de desempenho da atividade econômica. A lista foi elaborada pela agência de classificação de risco Austin Rating e inclui 32 países. O Brasil ficou à frente do Reino Unido, que está em 12º lugar com 0,8% de crescimento, Suíça, em 15º com 0,5% de alta, e Alemanha, em 18º com 0,2%. O primeiro lugar do ranking pertence ao Peru, cujo PIB cresceu 2% no primeiro trimestre. Logo atrás estão Filipinas (1,9%), Canadá (1,6%), Taiwan (1,6%) e China (1,3%). Os Estados Unidos tiveram recuo de 1,4% e ficaram na 28ª posição da lista. Em último lugar está a Rússia, que não informou a variação em relação ao semestre anterior.

Os dados divulgados nesta quinta-feira, 2, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o PIB do Brasil chegou a R$ 2,249 trilhões. As informações compreendem o período de janeiro a março deste ano e, por isso, não refletem possíveis consequências da guerra entre Ucrânia e Rússia no Leste Europeu, uma vez que os conflitos tiveram início em 24 de fevereiro. Na comparação com o início de 2021, momento mais crítico da pandemia de Covid-19 no Brasil, a alta da economia chega a 1,7%. No acumulado nos quatro trimestres, terminados em março de 2022, o PIB cresceu 4,7%, comparado aos quatro trimestres anteriores. O destaque foi para o setor de serviços, que registrou alta de 1%, reflexo da volta mais consolidada do comércio.

Jovem Pan

Nunes Marques derruba decisão do TSE que cassou mandato de Fernando Francischini por "Fake News"

 EXCELENTE NOTÍCIA!!!

Um sopro de justiça e respeito à Constituição na corte superior.
O ministro do STF Nunes Marques, suspendeu a decisão do TSE que cassou o mandato do deputado estadual pelo Paraná, Fernando Francischini.
Nesta quarta-feira, 02/06, Alexandre de Moraes exaltou a condenação e a cassação de Francischini tratando-a como um "leading case" do TSE, que serviria de exemplo para o tribunal lidar com casos de "fake news" neste ano.
Não existe "crime de fake news" no Brasil.




Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=pfbid0fp723zytyTmbxavfbfrCPE33NZJJvogMQ8uVQYKzafhyrhT1FfsJmUrYfepxNSHwl&id=100043932348669&notif_t=public_figure_activity&notif_id=1654208372160062&ref=m_notif

Anatel adia para setembro prazo para implantação do 5G nas capitais

 


O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, nesta quinta-feira (2), a proposta do grupo técnico para estender até 29 de setembro o prazo para a entrada em operação da tecnologia 5G nas capitais brasileiras.

O adiamento foi recomendado pelo grupo que coordena a implantação da internet 5G no País, o Gaispi. Criado pela Anatel, o grupo também é composto por representantes do Ministério das Comunicações e das empresas vencedoras do leilão.

Em maio, o Gaispi afirmou que a proposta não representa, necessariamente, o adiamento do 5G, mas, sim, a concessão de prazo adicional para cumprimento das obrigações necessárias à ativação da tecnologia. Isso porque, nas capitais onde já houver condições técnicas, o sinal poderá ser disponibilizado antes.

Segundo nota divulgada pela Anatel, o conselho diretor aprovou o adiamento diante da falta de equipamentos para fazer a “limpeza da faixa” de 3,5GHz, que será usada pelo 5G (veja mais abaixo).

Pelo edital do leilão do 5G, a tecnologia deveria estar disponível nas capitais até 31 de julho. Porém, o documento já previa a possibilidade de estender o prazo por 60 dias. Assim, após a aprovação no conselho diretor, o prazo foi estendido sem necessidade de alterar o edital.

Nada muda no prazo de implantação nas demais cidades. Está mantido o cronograma que estabelece a entrada em operação gradualmente até 2029.

De acordo com a Anatel, o 5G pode ser implementado antes de setembro nas capitais em que houver possibilidade de antecipação. Nesses casos, não será necessária aprovação do conselho diretor.

“Limpeza de faixa”

A faixa de 3,5GHz, usada pelo 5G, também é utilizada para transmissão do sinal da TV parabólica. A limpeza é necessária porque o Ministério das Comunicações definiu que a implantação do 5G não prejudicaria as pessoas que assistem TV aberta e gratuita por meio dessa tecnologia de radiodifusão.

Para não haver interferência, o sinal das parabólicas será transferido para outra faixa de frequência, e a faixa de 3,5 GHz será usada somente para o 5G. Kits de recepção do novo sinal das TVs parabólicas serão distribuídos à população.

De acordo com a Anatel, há a entrega dos equipamentos necessários para isso no prazo original se tornou uma “impossibilidade” para a indústria.

“O lockdown na China, a escassez de semicondutores, as limitações do transporte aéreo e a demora no desembaraço aduaneiro trouxeram impactos ao projeto”, afirma a agência em nota.

Legislação

Para receber a tecnologia 5G, boa parte das capitais e demais cidades também precisarão mudar a legislação municipal para adequar as normas à Lei Geral de Antenas e a um decreto de 2020.

O objetivo é atender à necessidade de instalação de, no mínimo, uma antena por 100 mil habitantes.

De acordo com o Ministério das Comunicações, 16 capitais brasileiras já fizeram a adequação legislativa para implementar o 5G ainda em julho. Ainda assim, as empresas de telefonia precisam dos equipamentos para fazer a “limpeza de faixa”.

As capitais com legislações adequadas à nova tecnologia, segundo o ministério, são:

  • Manaus
  • Fortaleza
  • Brasília
  • Vitória
  • São Luís
  • Campo Grande
  • Curitiba
  • Recife
  • Teresina
  • Rio de Janeiro
  • Natal
  • Porto Alegre
  • Porto Velho
  • Boa Vista
  • Florianópolis
  • São Paulo.

O Sul

Brasil está entre as 10 maiores economias do mundo

 


O Brasil governado por Jair Bolsonaro, nosso Brasil, está agora entre as 10 maiores economias do mundo. ACESSE netinho.com.br

Fonte: https://www.facebook.com/NetinhoOficial/posts/pfbid0C2ARrd6QEqKSHj1DcpNkj6StoqUEoArHER41kAQUPAKdpSogbwzP8sgiDfT9KuBhl?notif_id=1654206812548963&notif_t=public_figure_activity&ref=notif

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Engenheiro brasileiro viaja ao espaço neste sábado

 


O engenheiro de produção Victor Correa Hespanha deve se tornar, neste sábado (04), o segundo brasileiro a viajar ao espaço. O mineiro é um dos integrantes da missão NS-21 da empresa de turismo espacial Blue Origin, fundada pelo bilionário Jeff Bezos.

A decolagem está marcada para as 10h (horário de Brasília), no Texas (EUA), e a jornada deve ser um “bate-volta” de 10 minutos – o chamado voo suborbital. Hespanha foi sorteado para participar do voo depois de comprar um NFT (token não fungível) pela primeira vez, por cerca de R$ 4 mil. A empresa Crypto Space Agency sorteou a “passagem” entre os compradores de NFTs.

Outras cinco pessoas irão ao espaço com o brasileiro. O grupo participará da quinta missão tripulada da Blue Origin. Era para eles terem viajado no dia 20 de maio, mas a missão foi adiada por questões de segurança após vistoria na nave.

No voo suborbital, a nave alcança a altitude máxima de cerca de 100 quilômetros e, depois, cai em queda livre de volta à Terra. A nave, que atinge cerca de 3.700 km/h, voltará ao solo com a ajuda de paraquedas.

O primeiro brasileiro que viajou ao espaço foi o astronauta Marcos Pontes, que visitou a ISS (Estação Espacial Internacional, na sigla em inglês) em 2006.

O Sul


Média móvel de casos de covid no Brasil é a maior desde março