Câmara aprova em 2º turno texto-base da PEC dos Precatórios, que viabiliza Auxílio Brasil de R$ 400

 por Danielle Brant, Thiago Resende e Ranier Bragon

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Após votação de destaques, proposta segue para análise do Senado; governo quer encerrar votação na Câmara nesta terça (9)

Em uma vitória do governo Jair Bolsonaro e de Arthur Lira (PP-AL), o plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (9), em segundo turno, o texto-base da PEC (proposta de emenda à Constituição) dos Precatórios, proposta que dá calote em dívidas judiciais da União.

A medida é prioridade do Executivo para garantir o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 400 de dezembro até o final de 2022, ano em que Bolsonaro deve disputar a reeleição, além de abrir espaço para outros gastos federais. Pela proposta, cerca de R$ 90 bilhões devem ser liberados para despesas no próximo ano.

 

O texto foi aprovado por 323 votos a 172, 15 a mais do que o mínimo necessário para mudanças na Constituição, 308.

Após a votação dos chamados destaques —tentativas de mudanças no texto—, a medida segue para análise do Senado, onde deve encontrar mais dificuldades, segundo avaliação do próprio Bolsonaro.

Apesar de perder apoio na bancada do oposicionista PDT entre o primeiro e o segunto turnos, o governo e o presidente da Câmara conseguiram ampliar a base de apoio à PEC nesta terça. 

Entre outras estratégias, patrocinaram uma operação que envolveu distribuição de R$ 1,4 bilhão em emendas parlamentares nas últimas duas semanas. Para isso, foram usadas as emendas do relator do Orçamento, cuja distribuição atende apenas a critérios políticos e que foram suspensas nesta terça pela maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Essas emendas são controladas e distribuídas na Câmara por Lira, com aval da ala política do governo Bolsonaro.

A ofensiva ampliou a base de apoio entre deputados aliados que não votaram no primeiro turno, em partidos como o DEM, PSDB, PP, PSL e Republicanos.

Outra parte da estratégia foi garantir votos de deputados que estão fora de Brasília, por meio de uma manobra adotada por Lira que flexibilizou as regras de retorno às votações presenciais.

Na votação dos destaques no primeiro turno, o governo sofreu apenas uma derrota. O revés, no entanto, não afetou os pilares da proposta.

Os deputados retiraram dispositivo que desobrigava o Executivo a pedir autorização específica ao Congresso para descumprir a regra de ouro, que impede que o governo se endivide para pagar despesas correntes, como salários e aposentadorias.

O texto foi excluído por 303 a 167 —precisava de pelo menos 308 votos para ser mantido. A decisão ocorreu após o PDT mudar o posicionamento e orientar contra a PEC, depois de votar a favor do texto principal na semana passada.

bancada do PDT, que tem 25 deputados, deu na semana passada 15 votos a favor da proposta. Isso contribuiu para a vitória apertada do governo, mas abriu uma crise no partido. Ciro Gomes (PDT) afirmou ter suspendido sua candidatura a presidente da República em protesto contra a decisão da bancada.

A cúpula do partido então atuou para reverter o apoio dos deputados à PEC, que é vista como uma medida de fortalecimento da campanha de Bolsonaro à reeleição. Nesta terça, apenas de 4 a 5 dos 25 deputados do partido votaram com o governo.

O primeiro turno da PEC havia sido aprovado na semana passada por 312 votos, apenas 4 a mais do que o mínimo necessário.

A PEC, se aprovada pela Câmara e Senado, irá liberar mais de R$ 91 bilhões em gastos para o ano eleitoral de 2022, segundo o Ministério da Economia.

Entre as tentativas de mudança derrubadas pelos governistas nesta terça esteve um destaque do MDB, rejeitado por 316 votos, que tentava alterar um dos principais pontos da PEC —o que prevê um drible no teto de gastos, regra que impede o crescimento das despesas públicas acima da inflação.

O plano do governo com a PEC é alterar retroativamente o cálculo desse limite, ampliando, na prática, a margem para mais despesas no fim de 2021 e em 2022.

A oposição e outros partidos contrários à medida criticam a proposta destacando que o intuito do governo não se restringe ao Auxílio Brasil, mas abre margem inclusive para a ampliação das emendas parlamentares sob controle de Lira.

"Eu quero deixar claro que nós defendemos o incremento do Bolsa Família, hoje chamado pelo atual governo de Renda Brasil [Auxílio Brasil], e defendemos preservando o teto de gastos, preservando, na verdade, a responsabilidade fiscal", afirmou o líder da bancada do MDB, Isnaldo Bulhões (AL).

Bolsonaro determinou, em outubro, o aumento do Auxílio Brasil (substituto do Bolsa Família) para R$ 400, deflagrando uma crise entre as alas política e econômica do governo.

A solução para atender à demanda do presidente foi driblar o teto de gastos, propondo alteração no cálculo da regra fiscal na PEC dos Precatórios.

Essa medida, que já estava na Câmara, prevê um limite para pagamento de precatórios (dívidas da União reconhecidas pela Justiça), o que libera mais espaço no Orçamento.

As duas mudanças previstas na PEC —envolvendo o teto de gastos e os precatórios— têm potencial de abrir uma folga superior a R$ 90 bilhõesno próximo ano, garantindo recursos para o Auxílio Brasil e um auxílio para caminhoneiros e compensar o aumento de despesas vinculadas à alta da inflação.

aumento de gastos na área social é uma aposta de Bolsonaro e aliados para tentar fortalecer o presidente na disputa à reeleição de 2022.

Um dos pontos de divergência tratava da garantia do pagamento de dívidas de repasses do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério). Há cerca de R$ 15,6 bilhões em precatórios desse tema para Bahia, Pernambuco, Ceará e Amazonas.

A votação foi marcada pelo lobby presencial de prefeitos, que lotaram o Salão Verde da Câmara, porta de entrada do plenário, pressionando pela aprovação da medida que, entre outras coisas, vai permitir que municípios parcelem dívidas com a União caso aprovem reformas da Previdência locais. 

O governo espera que a PEC seja promulgada pelo Congresso em até duas semanas. Sem isso, não haverá espaço no Orçamento para que o pagamento dos R$ 400 do Auxílio Brasil seja iniciado em dezembro, como já foi anunciado pelo Palácio do Planalto. O custo dessa medida é de aproximadamente R$ 50 bilhões em 2022.

Além disso, os recursos liberados com a PEC também devem ser usados para outras promessas de Bolsonaro.

Cerca de R$ 600 milhões devem ser usados para pagar o auxílio-gás. O Congresso aprovou um projeto que subsidia em pelo menos 50% o valor do botijão para famílias de baixa renda, com objetivo de aliviar o efeito do aumento do preço do produto no orçamento familiar.

Para a chamada "bolsa diesel", devem ser usados R$ 3,6 bilhões no próximo ano. Bolsonaro prometeu que lançaria um programa de R$ 400 por mês a cerca de 750 mil caminhoneiros.

Fonte: Folha Online - 09/11/2021 e SOS Consumidor

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Bolsonaro confirma filiação ao PL: “Talvez saia essa semana”

 

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Ministério do Trabalho defende ao Supremo a portaria que impede a demissão de não vacinados

 


O ministro do Trabalho e Previdência Social, Onyx Lorenzoni, defende ao Supremo Tribunal Federal (STF) a edição de uma portaria do governo Jair Bolsonaro (sem partido) que proibiu demissões de trabalhadores não vacinados contra a covid-19. Segundo o ministro, a medida foi uma forma de evitar demissões em massa e a criação de uma “justa causa” que não está prevista na CLT.

Segundo o documento apresentado ao STF, a demissão dos não vacinados viola “o direito fundamental ao trabalho em sua absoluta inteireza”.

“Afinal, o cidadão não-vacinado será eternamente rotulado pela sociedade como uma espécie de ‘leproso que não pode conviver em ambientes de trabalho. Obviamente, a referida conduta tende a gerar uma pena de caráter perpétuo ao cidadão que, opte por não se vacinar, pois fomenta a todos os outros empregadores nunca mais o contratem”, diz a manifestação.

No parecer encaminhado ao STF nesta terça-feira, o ministro do Trabalho também afirma que a norma “fomenta as campanhas de vacinação dos empregados”, mas “traz à baila dispositivos regulamentares que vedam a discriminação das minorias, sejam elas de quer espécie, inclusive aquelas que não podem se vacinar em face de um restrições médicas ou mesmo do exercício de uma liberdade individual”.

“Quanto à isonomia constitucional entre cidadãos, não parece razoável uma sociedade empresarial, a exemplo de uma companhia aérea, exigir requisitos sanitários para os consumidores de seus serviços distintos dos procedimentos que são exigidos de quadro de empregados”, argumenta o Ministério do Trabalho.

O posicionamento de Onyx, que assina o documento com a Advocacia-Geral da União (AGU), foi dado em três ações que tramitam no Supremo que questionam a portaria, após determinação do ministro Luís Roberto Barroso, relator dos processos. As ações foram apresentadas pelo PSB, PT e Rede Sustentabilidade. Nelas, as legendas afirmam que a medida é inconstitucional e viola prerrogativas do Executivo.

A portaria é assinada por Lorenzoni, e foi publicada em edição extra do Diário Oficial no último dia 1°. O texto considera como “prática discriminatória” a exigência do comprovante de vacinação em processos seletivos.

Além disso, as empresas não poderão demitir por justa causa se algum funcionário ou funcionária não apresentar sua carteira de vacinação. Se houver, poderão escolher pela reintegração do trabalhador ou pelo pagamento, em dobro, da remuneração no período de afastamento. A norma afirma, porém, que o empregador pode orientar e incentivar a vacinação dos funcionários para reduzir as chances de contágio por coronavírus. As informações são do jornal O Globo.

O Sul

Brasileiros vacinados com a Coronavac poderão entrar no Reino Unido sem quarentena

 


Inglaterra anunciou que viajantes que receberem as vacinas Sinovac (Coronavac), Sinopharm e Covaxin não precisarão mais cumprir dez dias de quarentena. De acordo com o governo do Reino Unido, a medida passa a valer em 22 de novembro.

Anteriormente, o país não reconhecia os imunizados com estas vacinas como “completamente protegidos” e por isso tinham que respeitar um isolamento ao desembarcar.

No mês passado, o Brasil saiu da “lista vermelha” para a Covid-19. Com a medida, a quarentena em hotéis do governo no território inglês deixou de ser obrigatória.

Viajantes brasileiros devem apenas apresentar um teste negativo para a doença, além do comprovante de vacinação com ao menos duas semanas desde a última dose.

Os vacinados no Brasil serão reconhecidos como qualquer indivíduo britânico vacinado dentro do país, contanto que tenham sido vacinados com os seguintes imunizantes:

— Oxford/AstraZeneca

— Pfizer/BioNTech

— Moderna

— Janssen

— Sinovac (adotada no Brasil com o nome CoronaVac, produzida em parceria com o Instituto Butantan)

— Sinopharm Beijing

— Coxavin

O que muda

Com a saída do Brasil da “lista vermelha”, a Inglaterra reabriu seu território para viajantes comuns. Antes, apenas cidadãos britânicos, ou estrangeiros residentes, podiam passar – com restrições.

Todo os viajantes maiores de 11 anos ainda são obrigados a fazer um teste de Covid-19 nas 72 horas anteriores ao embarque.

Não é mais obrigatório reservar um dos hotéis autorizados pelo governo britânico para ficar dez dias em quarentena.

No entanto, ainda será necessário preencher o formulário “Passenger Locator”, para acompanhamento do viajante em caso de infecção.

A decisão, no entanto, vale apenas para a Inglaterra. Outros países que integram o Reino Unido têm autonomia para decidir sobre seus visitantes. A Escócia, País de Gales e a Irlanda do Norte mantêm o Brasil em sua “lista vermelha”.

Como comprovar 

Quem se vacinou no Brasil poderá comprovar a vacinação com o certificado nacional emitido pelo Ministério da Saúde em inglês como em espanhol. É preciso que apareçam as seguintes informações de maneira clara:

— nome e sobrenome do viajante

— data de nascimento

— marca e fabricante da vacina

— data de vacinação de cada uma das doses

— país ou território em que a vacina foi aplicada

Além disso, também é necessário:

— fazer teste para Covid no 2º dia após a chegada

— preencher o formulário “Passenger Locator”

Viajantes que receberam apenas uma dose de vacina – ou duas doses de vacinas que não aparecem na lista – não são considerados “totalmente vacinados” pelo governo inglês e devem seguir regras diferentes:

— apresentar teste de Covid feito 72h antes

— fazer dois testes (a 2 e 8 dias) após a chegada

— preencher o formulário “Passenger Locator”

— autoisolamento em casa ou outro lugar por 10 dias.

O Sul

Criminosos criam sites e apps falsos na véspera da Black Friday

 por Paula Soprana

Relatório aponta para aumento de fraude envolvendo marcas de ecommerce e do setor financeiro

A chegada da Black Friday estimulou a criação de páginas e aplicativos fraudulentos para captar dados bancários e outras informações pessoais de consumidores na internet. Comum em datas comerciais, o golpe online ganha sofisticação, e as imitações de sites, aplicativos e perfis de empresas em redes sociais estão cada vez mais fidedignas.

 

Levantamento da Axur, empresa de cibersegurança que atende grandes empresas de comércio eletrônico e varejo, aponta para aumento de 80% de casos de phishing no terceiro trimestre deste ano na comparação com os três meses anteriores. Phishing (de fish, peixe) é a prática de "pescar" o usuário de internet para que ele clique em um link malicioso.

Perfis falsos de redes sociais atribuídos a marcas têm sido o principal meio de atuação de criminosos. Depois, vêm os aplicativos e os sites, em menor proporção. Comércio eletrônico e setor financeiro são as áreas mais visadas.

Marcela Burrattino foi vítima de páginas e perfis fraudulentos na hora de vender e comprar produtos online. Anunciou um iPhone por cerca de R$ 2.000 no Mercado Livre. Nas horas seguintes, começou a receber mensagens no WhatsApp de diferentes interessados.

Um deles chamou mais a atenção. Disse que já havia comprado o produto e que iria com um carro de aplicativo até sua casa para pegar o aparelho. Para comprovar, enviou uma mensagem com o print screen de um email encaminhado para ela. O conteúdo do email tinha visual idêntico ao do Mercado Livre, mas Marcela desconfiou porque seu aplicativo não indicava que a transação havia ocorrido.

"Resolvi colocar outro endereço de email na área de contato, completamente desvinculado da conta do Mercado Livre. As confirmações de venda começaram a chegar nesse email e entendi que se tratava de um golpe", diz.

As confirmações de pagamento no site são enviadas de forma automática aos emails cadastrados por usuários. No caso do Mercado Livre, a mensagem é disparada assim que o pagamento é efetuado. Ao incluir um endereço sem relação alguma com a plataforma, Marcela confirmou que os golpistas estavam enviando mensagens manualmente.

"Nunca mais coloquei nada à venda na internet. Eu trabalho com ecommerce, sei tudo sobre isso, e caí em golpes que foram bem feitos", diz.

Em outra ocasião, clicou em um um link encaminhado pelo WhatsApp e foi direcionada a um site aparentemente idêntico ao das Americanas. Se interessou por uma TV com 78% de desconto.

Além da mesma identidade visual (cores, logo, disposição dos ícones), a página continha informações de rodapé iguais ao do site oficial e diversas avaliações de usuários que supostamente haviam comprado a televisão, com comentários elogiosos e estrelinhas.

Marcela só evitou cair na fraude quando o site solicitou a senha de seu cartão —sites de compra não exigem senhas de cartões.

"Esqueça a velha ideia de checar a veracidade de uma página apenas tentando encontrar erros de português. Isso não existe mais. As páginas não têm mais erros, vêm com o cadeadinho de segurança e o 'https' [um indicativo de que a URL é segura]", afirma Thiago Bordini, diretor na área de inteligência contra ameaça cibernética da Axur.

O relatório da Axur mostra 3.020 páginas falsas com menção a marcas de ecommerce no último trimestre deste ano. Bancos e empresas do setor aparecem com 34,5% das incidências.

O mote, no segundo caso, também é a Black Friday. Perfis falsos de fintechs e bancos anunciam limites em cartões de crédito, condições especiais de parcelamento e outros benefícios a serem contratados antes do evento de varejo online.

O relatório é realizado a partir do rastreamento diário na web superficial e na deep e dark web (cujas páginas não são indexadas em buscadores como o Google) de links fraudulentos que possam vir a afetar a base de cerca de 200 clientes da empresa. Trata-se de uma amostra do setor privado, portanto representa uma tendência, não uma estatística oficial.

O Cert.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil), um grupo de resposta a incidentes de segurança nacional, mantido pelo Comitê Gestor da Internet, indica que as fraudes representaram apenas 5% dos ataques reportados na internet em 2020.

O primeiro lugar, com 60%, ficou com o scan —varreduras em redes de computadores com o intuito de identificar quais computadores estão ativos e quais serviços estão sendo disponibilizados por eles. É um dos passos do agora chamado ransomware, crime cada vez mais popular em que dados de grandes empresas são sequestrados e liberados somente mediante pagamento.

Embora o phishing diminua ano a ano frente a outros ataques, ele sempre volta a ter relevância em datas comerciais.

"O ataque costuma aumentar no fim do ano. A Black Friday é o Natal dos criminosos na internet", diz Tiago Tavares, da organização Safernet.

O PhishTank, um site que reúne denúncias de phishing de todo o mundo, mostra o esmero da imitação de algumas páginas. Criminosos conseguem reproduzir fielmente páginas como a da Amazon. Só é possível , identificar que se trata de uma fraude ao verificar o endereço da URL, que inclui outras palavras e caracteres.

Segundo Bordini, é cada vez mais comum a compra por criminosos de domínios semelhantes ao de marcas originais (um exemplo seria "aamazon", com dois 'a') e de palavras-chave ligadas a produtos, para impulsionar as páginas no Google. As gangues também compram anúncios e conseguem, assim, promover seus links para que apareçam antes nos resultados de busca.

É, portanto, mais seguro, ao menos no período da Black Friday, não clicar no primeiro resultado da página ou voltar a acessar os sites como nos primórdios da internet, digitando o endereço desejado.

COMO NÃO CAIR EM GOLPE ONLINE NA BLACK FRIDAY

  • Verifique o endereço do site

    O endereço de lojas oficiais costuma aparecer de forma direta clara no navegador (exemplo: www.folha.com.br). Fique atento para letras repetidas, números ou outros caracteres

  • Desconfie dos primeiros links exibidos na busca do Google

    Os resultados do Google costumam exibir primeiro a marca que pagou para aparecer relacionada a determinado produto. É possível saber se o link foi impulsionado quando houver um "Ad" (de advertisement, propaganda) ao lado do nome da página. Tenha certeza que, ao buscar uma geladeira, por exemplo, você acessou o site que deseja e não outro que pagou para estar relacionado a geladeiras

  • Evite entrar nos sites por links que chegam pelo WhatsApp ou redes sociais

    Marcas não vão oferecer TVs, celulares ou qualquer outro produto pelo simples compartilhamento no WhatsApp. Não clique nesse tipo de corrente, mesmo que ela venha de alguém que você confie

  • Procure o produto em diferentes sites de lojas

    Se um produto estiver com o preço muito sedutor, ligue o desconfiômetro. Procure em outras lojas antes de fazer a compra

  • Confira o destinatário do pagamento

    Se o nome do destinatário de um produto eletrônico for uma marca de Pet Shop, por exemplo, reveja a compra. Marcas sérias, a não ser que seja uma pequena empresa de seu conhecimento, devem ter o mesmo nome para pagamento (seja no boleto ou no Pix)

  • Redobre a atenção com transações por Pix

    A facilidade desse meio de pagamento tem sido explorada por golpistas; evite realizar compras pelo Pix se não tiver certeza do destinatário e de seus dados. Confira cada passo da transação

  • Cuidado ao fornecer informações bancárias

    Sites seguros não pedem a senha do seu cartão; ela também nunca deve ser compartilhada com contados de Facebook, WhatsApp, Telegram e outras redes sociais. Caso tenha desconfiança, acione seu banco

  • Contate autoridades

    Se for vítima de algum crime online, é possível registrar um boletim de ocorrência em delegacias especializadas em crimes cibernéticos. A organização Safernet tem uma lista completa delas no endereço: https://new.safernet.org.br/content/delegacias-cibercrimes

Fonte: Folha Online - 09/11/2021 e SOS Consumidor

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