![]()
![]() | | ||||||||||||
![]() | |||||||||||||
| |||||||||||||
As principais notícias do dia. Política, economia, notícias internacionais, agronegócio e empreendedorismo.
![]()
![]() | | ||||||||||||
![]() | |||||||||||||
| |||||||||||||
Tempo será aberto, com sol e vento calmo
O sol predomina no Rio Grande do Sul nesta terça-feira sob uma massa de ar seco, frio e de alta pressão atmosférica. Amplos períodos de céu claro são previstos para a maioria das regiões. Com o tempo aberto e o vento fraco a calmo, a temperatura vai cair mais acentuadamente na madrugada e o amanhecer será muito frio e com geada em diversas regiões gaúchas, notadamente em municípios da Metade Norte.
A temperatura se eleva rapidamente com o sol durante a manhã e a tarde será muito confortável. O vento perde força com o afastamento do ciclone e será calmo a fraco, exceto na orla.
As mínimas rondam os -2°C em Vacaria e os -3ºC em São José dos Ausentes. As máximas, por sua vez, podem chegar a 21ºC em Pelotas e 22ºC em Santa Rosa. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 9ºC e 20ºC.
Ciclone extratropical se afasta e o frio seco sem ventania será a marca a partir desta terça. A previsão da MetSul indica que o sistema responsável pelo vento do domingo e segunda vai se distanciar do continente, reduzindo substancialmente o vento e permitindo um resfriamento mais acentuado no período noturno.
O Rio Grande do Sul teve o segundo dia consecutivo com rajadas em razão do ciclone no oceano. As rajadas mais fortes, como previsto, se concentraram no Leste do Estado, o que inclui a região das lagoas, Porto Alegre e a faixa costeira. Porto Alegre teve rajadas de até 60 km/h no começo da tarde. No Litoral Norte, o vento forte derrubou estátua de uma loja. Em Rio Grande, por sua vez, o porto seguia fechado devido ao vento e em razão da agitação marítima.
MetSul e Correio do Povo
Decisão foi tomada há pouco, após reunião de articuladores
TALINE OPPITZ
O governo gaúcho desistiu de votar nesta terça-feira, na sessão híbrida da Assembleia, a PEC que acaba com a obrigatoriedade de realização de plebiscito para a privatização da Corsan, atualmente alvo do Executivo, Procergs e Banrisul. A decisão foi tomada hoje no fim do dia, devido à inexistência de margem na votação em primeiro turno e também à falta de votos, em função das situações de dois deputados, que estão afastados. Any Ortiz (Cidadania), está em licença maternidade. Sua condição, no entanto, ainda não foi oficializada à Casa. Há ainda a situação de Beto Fantinel (MDB), internado com Covid-19. Segundo boletim médico divulgado no domingo à noite, “o deputado está reagindo bem à medicação, porém, é necessário que mantenha-se em repouso absoluto”. Ambos os casos foram tratados em reunião de articuladores do governo gaúcho.
O Piratini contava até ontem à tarde com 32 votos, insuficientes para a aprovação, sem contabilizar Any e Fantinel, que garantiriam 34 votos. A expectativa é a de que a análise da PEC ocorra agora daqui a duas e três semanas. Em 27 de abril, na primeira votação, em plenário, foram 33 votos a favor da proposta, número mínimo necessário. Há ainda a polêmica envolvendo os votos de Dirceu Franciscon e de Neri, o Carteiro. A oposição apresentou requerimento para anular a votação e, paralelamente, trabalha com o ingresso de ação na Justiça para tentar impedir a votação da PEC. Na pauta de hoje no plenário, constam 19 projetos, além de quatro propostas do Executivo que cumpriram a tramitação em regime de urgência e trancam a pauta.
Correio do Povo
Jeff Bezos retoma posto de pessoa mais rica do mundo com alta de ações da Amazon
Ramírez comanda treino tático para o grupo reserva do Inter
Inter vai liberar Marcos Guilherme para o Santos
O que a final do Gauchão indica para o campeão Grêmio e o vice Inter para o restante da temporada
Líderes latino-americanos demandam distribuição equitativa de vacinas
Chefe da máfia italiana e fugitivo de prisão uruguaia é preso no Brasil
Sputnik V tem alta eficácia contra cepa brasileira, indica estudo na Argentina
Seleção brasileira olímpica enfrenta Cabo Verde e Sérvia na próxima Data Fifa
por Michael Viriato

Quando se pensa em planejamento financeiro, a maioria dos indivíduos concentra sua atenção nos investimentos e na sua aposentadoria. De fato, a aposentadoria é um dos elementos essenciais. No entanto, não devemos esquecer do bem-estar daqueles que dependem de nós. E este é um dos pontos onde a maioria falha.
O planejamento financeiro deve incluir seis pilares: administração do fluxo de caixa, planejamento e administração de investimentos, planejamento da aposentadoria, análise do perfil tributário, análise e administração de riscos e planejamento da sucessão patrimonial. Embora se costume avaliá-los em separado, eles são dependentes.
Usualmente, nos concentramos nos primeiros pilares e esquecemos os últimos. E é sobre estes últimos que vou comentar, ou seja, sobre um dos elementos do gerenciamento de risco e sucessão patrimonial.
Ao longo da vida, tão importante quanto investir para realizar seus projetos pessoais é acumular recursos para garantir a tranquilidade financeira da sua família.
No entanto, como não conseguimos prever tudo, existe um risco de ocorrer uma fatalidade antes de alcançarmos este objetivo.
Neste caso, temos duas escolhas. Ou assumimos este risco e deixamos para a sorte decidir, ou transferimos este risco para uma entidade que seria uma seguradora.
Trabalhar os conceitos de gerenciamento de risco e sucessão dentro do seu planejamento significa ter uma solução financeira completa para sua família no caso de sua ausência, ou seja, uma garantia com liquidez imediata aos seus herdeiros.
De fato, já estamos acostumados a não contar com a sorte e a realizar transferência de risco. No entanto, ela costuma ser feita apenas quando se trata de nosso automóvel.
Não tenho carro pelos últimos cinco anos, mas lembro que possuía um seguro contra roubo e colisão no passado. Aposto que você também possui este seguro. Mas quando o assunto é sua família, você também pensa em não contar com a sorte, certo?
Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), até 2016 o valor dispendido no Brasil em seguro de automóvel era superior ao de vida (ver figura abaixo). Ou seja, os brasileiros se preocupavam mais com o seguro do próprio carro do que com o bem-estar de sua família. Mas, este comportamento tem mudado nos últimos anos.
Distribuição do volume gasto pelos brasileiros nos principais segmentos do mercado de seguros (excl. VGBL). Fonte e elaboração: 8º Relatório de análise e acompanhamento dos mercados supervisionados – SUSEP
O seguro de vida tem papel fundamental na proteção financeira, principalmente, na fase em que você ainda está acumulando recursos.
Este é o período crucial uma vez que um imprevisto nesta fase pode comprometer a situação financeira de toda a família.
Além do papel de gerenciamento de risco, o seguro de vida também pode ser utilizado como ferramenta de sucessão. O seguro do tipo vitalício costuma ser empregado para essa situação. No entanto, vou abordar apenas o caso de gerenciamento do risco de falecimento.
Então como planejar o capital adequado para seu seguro de vida?
Não há uma metodologia única. Um enfoque menos rigoroso determina que você precisaria ter um patrimônio segurado igual ao seu custo mensal até seus filhos deixarem de ser seus dependentes financeiros.
Lembro que seu patrimônio financeiro acumulado, também serve de seguro para sua família. Portanto, o capital necessário para o seguro deve ser reduzido de suas reservas financeiras.
Assim, a medida em que você vai poupando mais, menor será a necessidade de seguro para a segurança de sua família. Ou seja, você pode rever seu seguro ou manter o capital de forma a dar mais conforto aos seus herdeiros.
Imagine que você está com 40 anos, que seus gastos mensais somem R$10 mil e que tenha filhos com dez anos de idade. Considerando que eles serão dependentes por mais 15 anos, você deveria ter um patrimônio segurado de R$ 1,8 milhões (= R$10 mil * 12 * 15).
Entretanto, se você tem R$ 800 mil em aplicações financeiras, deveria fazer um seguro de R$ 1 milhão de capital. A tabela abaixo contém uma simulação para o custo anual por período de 15 anos para um seguro de capital de R$ 1 milhão em caso de falecimento.
Simulação de seguro anual para o capital de R$ 1 milhão para um período de 15 anos.
Colocando em perspectiva o seguro que estamos mais acostumados em contratar, percebe-se a vantagem relativa do valor do seguro de vida. Compare com o seguro de um carro.
Consultei algumas seguradoras e encontrei que o custo para o seguro anual de um automóvel de valor de mercado de R$ 60 mil é aproximadamente R$ 2 mil. O seguro de um veículo usualmente está entre 3% e 3,5% do valor deste.
Nos exemplos acima, o seguro de vida custa menos de 0,5% do valor segurado. Portanto, perceba que você costuma pagar mais por um bem menos precioso.
A escolha do seguro também é muito importante. Não contrate um seguro no qual as prestações sobem a medida em que você vai ficando mais velho. Também, prefira aqueles em que a avaliação médica é realizada antes da contratação. Considerando estes dois pontos, poderá garantir que você irá conseguir pagar a prestação e que seus filhos receberão o seguro.
Então, analise e escolha bem este item quando for realizar seu planejamento financeiro.
Fonte: Folha Online - 23/05/2021 e SOS Consumidor
por Rafa Santos
O juiz Max Ney do Rosário Cabral, da 1ª Turma Recursal de Juizados Especiais do Tribunal de Justiça do Pará, condenou a Equatorial Pará Distribuidora de Energia S.A e a Boa Vista Serviços S.A a indenizar uma consumidora que teve financiamento negado porque seu nome foi indevidamente incluído pelas empresas no Serviço de Cadastro de Proteção de Crédito.
A autora da ação não reconhece a dívida e argumenta que nunca foi informada sobre o a inclusão de seus dados no cadastro do serviço de proteção ao crédito. Após liminar determinar a exclusão de seu nome, ela foi novamente incluída na lista de devedores pela mesma dívida. Dessa vez pela Boa Vista Serviços S.A.
O juízo de piso deu provimento a ação da consumidora e condenou a distribuidora de energia a indenizá-la em R$ 8 mil e a Boa Vista Serviços S.A em R$ 4 mil. As empresas recorreram da decisão.
Nos recursos apresentados a distribuidora alegou improcedência da ação, alegando inexistência do fato que justificasse a reparação por danos morais. A Boa Vista Serviços, por sua vez, alegou a existência de prévia comunicação da inscrição, inexistindo, portanto, dever de indenizar, requerendo a improcedência da ação ou a redução da indenização por danos morais.
Ao analisar o caso, o magistrado afastou as alegações ao apontar que a autora sofreu transtornos pela situação imposta pelas recorrentes, ante a inscrição de seu nome nos cadastros de inadimplentes de forma indevida, decorrente da falha na prestação dos serviços das reclamadas, que não lhe permitiram fazer o financiamento de imóvel que pretendia. "O transtorno sofrido pela recorrida extrapola o limite da normalidade e passa da barreira do mero aborrecimento, configurando a lesão moral passível de compensação", pontuou.
Diante disso, o julgador manteve a decisão de primeira instância e condenou a Equatorial Pará Distribuidora de Energia S.A a pagar multa por litigância de má-fé. Isso porque a companhia pediu a retirada de pauta de julgamento do recurso do plenário virtual do TJ-PA para fazer sustentação oral. Mas essa sustentação acabou não sendo feita, o que atrasou a tramitação do processo. A consumidora foi representada pelos advogados Hugo Leonardo Pádua Mercês, Breno de Azevedo Barros e Renta Pinto Andrade.
Clique aqui para ler a decisão
0875683-86.2018.8.14.0301
Fonte: Conjur - Consultor Jurídico - 23/05/2021 e SOS Consumidor
| ||||||||||||
| ||||||||||||
por Ana Mano
Preços de cortes bovinos disparam no mercado interno, na esteira de valores recordes da arroba do boi gordo
A pandemia da Covid-19 provocou mudanças à mesa dos brasileiros, que cortaram o consumo de carne bovina para o menor nível em 25 anos, de acordo com dados do governo, que calcula a disponibilidade interna do produto subtraindo o volume exportado da produção nacional.
Não bastasse a perda de renda da população, os preços de cortes bovinos dispararam, na esteira de valores recordes da arroba do boi gordo, limitando o consumo interno, enquanto a China importa como nunca carnes do Brasil.
Agora, cada brasileiro consome 26,4 quilos desta proteína ao ano, queda de quase 14% em relação a 2019 —quando ainda não havia crise sanitária. Este é o menor nível desde 1996, início da série histórica da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento).
Só nos primeiros quatro meses do ano, o consumo per capita de carne bovina caiu mais de 4% em relação a 2020, estima a Conab.
"A questão da pandemia trouxe desemprego e perda de renda", disse à Reuters Guilherme Malafaia, pesquisador do setor de bovinos da Embrapa. "Isto empobreceu a população e também gerou perda de poder aquisitivo, enfraquecendo o consumo interno da proteína."
A alta da carne bovina levou o brasileiro a procurar opções mais baratas, incluindo frangos e suínos. Além disso, o consumo de ovos, que o Brasil quase não exporta, chegou ao maior nível em 20 anos.
Enquanto o Brasil fica mais pobre, uma doença que dizimou boa parte do rebanho suíno da China diminuiu a oferta de carne naquele país, levando-o a importar mais proteína de outros lugares.
Isto ajudou a fomentar uma inflação global dos alimentos, que também assola o Brasil.
Sergio de Zen, diretor de política agrícola da Conab, disse à Reuters que o mundo todo está pagando mais por comida. Ele acrescentou que a moeda fraca castiga o Brasil em especial, pois o câmbio desvalorizado aumenta os custos de produção aqui.
De acordo com o IBGE, o preço das carnes em geral subiu 35% no país nos 12 meses até abril, mais que cinco vezes o próprio IPCA no período.
No caso da arroba do boi, o preço subiu mais de 50% na comparação com o mesmo período de 2020, operando atualmente em cerca de 305 reais, um pouco abaixo da máxima história registrada em 2021, segundo dados do Cepea.
Os frigoríficos lidam ainda com uma cíclica diminuição da oferta de animais para abate.
CONSUMO DE OVOS
Com a alta das carnes, algumas famílias agora comem mais ovos.
De olho na nova clientela, há maior procura por material genético para produzir ovos em pequena escala e vendê-los nas grandes cidades, diz Marcelo Miele, pesquisador para aves e suínos da Embrapa.
O preço do ovo não subiu como o do frango, cuja alta ficou em linha com a inflação de alimentos; e muito menos que o do suíno, que subiu bem acima dos alimentos por causa de um aumento da exportação para China, disse Miele.
No lado da oferta, a alta do preço das carnes no Brasil também reflete maiores custos de produção.
Para as empresas, a escassez de bovinos para abate causa uma ociosidade na indústria que seria entre 35% e 40%, estima Malafaia, com reflexos no suprimento doméstico. Se a empresa tem autorização para exportar, a preferência é abater e vender a clientes como a China, que pagam em dólares e cobrem os custos, disse.
Já do lado das aves e suínos, o vilão é o milho, que dobrou de preço no último ano e é o mais importante componente da ração. Mas mesmo com custos mais altos, os produtores de frango e suínos conseguiram aumentar a disponibilidade interna dos dois tipos de proteína.
Houve alta de 5% no consumo per capita de suínos e 6% no de frango em 2020, parte disso impulsionado pelo auxílio emergencial, disse Miele, citando dados da indústria e do IBGE.
"Com a pandemia, pensamos que haveria problemas de ruptura da cadeia", disse Miele referindo-se a frangos e suínos. "Mas pelo que aparece na estatística de consumo per capita, não foi isto que aconteceu."
Fonte: Folha Online - 21/05/2021 e SOS Consumidor
Por vislumbrar falha na prestação de serviço, a 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais de Goiás reformou sentença para condenar a Apple a indenizar dois consumidores que haviam contratado junto à empresa o armazenamento de dados em nuvem (iCloud). O valor estipulado pelo juízo de segundo grau foi de R$ 3 mil por perdas e danos diante da impossibilidade de recuperar as imagens. A requerida também foi condenada a pagar R$ 2 mil a cada consumidor pelo fato de eles terem perdido tempo na tentativa de resolver a questão administrativa e judicialmente.
Os clientes pagavam cerca de R$ 11 mensais, mas, segundo os autos, fotografias tiradas durante a celebração de um aniversário e que deveriam ter sido armazenadas simplesmente desapareceram. Sem conseguir resolver a questão diretamente com a empresa, eles fizeram pleito judicial, mas o juízo de primeiro grau indeferiu o pedido.
O juízo de segundo grau, no entanto, considerou que os autores demonstraram que haviam feito backup das imagens, conseguindo provar o fato constitutivo do direito invocado. Mas a empresa, embora administrativamente (no âmbito do Procon) tivesse prometido perícia a respeito da controvérsia, não apresentou provas no processo judicial.
Além disso, constatou-se que a recuperação das fotografias já não mais seria possível, o que ensejou o estabelecimento da indenização de R$ 3 mil.
Quanto à perda de tempo dos consumidores, a Turma aplicou ao caso a chamada teoria do desvio produtivo do consumidor. "Constata-se que o desgaste impingido aos reclamantes transborda do que se entende por mero aborrecimento, não só em razão da falha na prestação dos serviços da reclamada, mas também pelo desvio produtivo ao qual foram submetidos, visto que diligenciaram com o escopo de dirimir a celeuma no âmbito extrajudicial junto ao reclamado, inclusive junto ao Procon e em sede judicial, mas não lograram êxito na solução da celeuma, tendo despendido de seu tempo para solucionar a celeuma. Logo, a problemática ultrapassa a esfera do mero dissabor, revestindo dano moral indenizável, ante o dispêndio tempo e desvio produtivo do consumidor", diz trecho da decisão.
Clique aqui para ler a decisão
5249637-65.2020.8.09.0051
Fonte: Conjur - Consultor Jurídico - 23/05/2021 e SOS Consumidor
Com salário de R$ 3,8 mil, oportunidades em disputa no concurso da Polícia Penal AL cobram curso superior em qualquer área. Inscrições serão recebidas a partir de 28 de maio
APOSTILA DIVERSOS CARGOSCURSO ILIMITADO
O governo de Alagoas publicou nesta sexta-feira (21) o edital do concurso da Polícia Penal AL destinado a preencher 300 vagas de policial penal, em substituição à carreira de agente penitenciário. O salário é de R$ 3.800.
Estão em disputa 210 postos para homens e 90 para mulheres. Os candidatos devem possuir diploma de curso superior (em qualquer área) expedido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).
Os contratados atuarão nos seguintes estabelecimentos penais:
Como se inscrever
As inscrições para o concurso da Polícia Penal AL começam às 10h de 28 de maio e se encerram às 18h de 2 de julho, devendo ser efetuadas pelo site www.cebraspe.org.br/. O valor da taxa é de R$ 95.
O processo seletivo é organizado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). Em caso de dúvidas, os candidatos podem obter mais informações com a banca por dois canais de comunicação:
Concurso Polícia Penal AL: o que vai cair na prova
Marcada para 22 de agosto, com aplicação em Arapiraca e Maceió, a avaliação objetiva cobrará a resolução de 120 questões do tipo 'certo' ou 'errado' em, no máximo, três horas e meia. As demais etapas incluem:
A seleção terá validade de um ano, a contar da homologação do resultado final. O prazo poderá ser prorrogado uma vez, por igual período, a critério da corporação, conforme estabelece o edital.
+++ O JC Concursos disponibiliza mais detalhes sobre o processo seletivo, como atribuições, conteúdo programático e cronograma, na página do concurso Polícia Penal AL + Resumo do Concurso Polícia Penal AL 2021
Polícia Penal de Alagoas
Vagas: 300
Taxa de inscrição: De R$ 95,00 Até R$ 95,00
Cargos: Policial penal
Áreas de Atuação: Segurança Pública
Escolaridade: Ensino Superior
Faixa de salário: De R$ 3800,00 Até R$ 3800,00
Organizadora: Cebraspe
Estados com Vagas: AL
+ Agenda do Concurso 28/05/2021 Abertura das inscrições ![]()
02/07/2021 Encerramento das inscrições ![]()
22/08/2021 Prova ![]()
24/08/2021 Divulgação do Gabarito
+ Preparação Apostila Diversos Cargos Curso Ilimitado Curso Compartilhado Simulado
Provas
Aulas Grátis concursos al (alagoas)concursos abertos concursos 2022 provas anteriores
Fonte: JCConcursos - jcconcursos.uol.com.br - 21/05/2021 e SOS Consumidor