Após operação da PF contra Salles, Aras pede que MPF seja ouvido em buscas

 Ação apresentada ao STF questiona ‘omissões’ no Código de Processo Penal



O procurador-geral da República, Augusto Aras, entrou com ação no Supremo Tribunal Federal, nesta sexta-feira, 21, para que todo juiz sempre ouça o Ministério Público antes de decidir sobre pedidos de prisão provisória, interceptação telefônica ou captação ambiental, quebra de sigilos fiscal, bancário, telefônico e de dados, busca e apreensão, entre outras.

O pedido se dá após a deflagração da Operação Akuanduba, da Polícia Federal, contra o ministro do meio ambiente Ricardo Salles, sem manifestação prévia da Procuradoria-Geral da República. A ofensiva foi aberta após autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou que fosse dada ‘imediata ciência’ à PGR após o cumprimento das diligências. Na ocasião, a Procuradoria disse, em nota, que o fato de não ter sido instada a se manifestar sobre a ação ‘em princípio, pode violar o sistema constitucional acusatório’.

Segundo a Procuradoria-Geral da República, a ação apresentada ao STF questiona ‘omissões’ no Código de Processo Penal, na lei que trata de interceptações telefônicas, na norma que trata de procedimentos envolvendo processos perante as cortes superiores e o Regimento Interno do Supremo.

Aras defende que tais textos ‘precisam ser compreendidos à luz da principiologia que rege o sistema acusatório, que tem o MP como único órgão com atribuição para propor ações penais’. Nessa linha, defende que o Supremo assente a ‘absoluta imprescindibilidade de manifestação prévia do órgão competente do Ministério Público’ antes da decretação de uma série de medidas cautelares.

"Com o advento da Constituição de 1988, o direito processual penal brasileiro buscou superar o então sistema inquisitorial, fazendo clara opção pelo sistema penal acusatório. O modelo, em linhas gerais, impõe a separação orgânica entre as dimensões instrutória, acusatória e decisória, de modo que não se permita à mesma pessoa acumular as funções de investigar/acusar e de julgar", escreve o PGR.

Aras ainda fez referência a leis que determinam que o Ministério Público deve ser ouvido antes de o juiz decidir sobre certas medidas cautelares, como no caso de prisões temporárias e de infiltração de agentes de polícia em tarefas de investigação.

O PGR argumenta que o MP, além de ser titular da ação penal, tem as atribuições de fiscalizar a aplicação da lei e de fazer o controle externo da atividade policial, sendo o destinatário de todas as investigações realizadas pela polícia - ‘o que reforça a necessidade de opinar previamente e de acompanhar a execução das medidas decretadas durante a fase investigativa’.

"Não é possível que as investigações preliminares transitem entre a autoridade judiciária responsável e o organismo policial designado para prestar auxílio (polícia judiciária) sem a indispensável supervisão ministerial", defende Aras.

O PGR pede a concessão de medida liminar, apontando ‘perigo na demora’ em razão ‘da possibilidade de serem determinadas, por parte de magistrados e tribunais de todo o país, medidas cautelares e decisões judiciais que ocasionem restrições a direitos fundamentais de cidadãos sem prévia oitiva do Ministério Público’ - "o que resultará em reiteradas violações ao sistema acusatório adotado pela Constituição Federal de 1988 e aos princípios da inércia da jurisdição e da imparcialidade do juiz, com chances reais de ulterior anulação de provas e elementos de informação produzidos mediante violação a essas normas constitucionais", segundo Aras.

No mérito, o chefe do Ministério Público Federal quer que o Supremo fixe tese no sentido de que ‘as normas que regem o processo penal alusivas à fase investigativa sejam interpretadas de modo a resguardar a prévia oitiva e participação do Ministério Público em todas as diligências policiais constritivas de direitos’.

Agência Estado e Correio do Povo


Com 113 mortes, RS registra maior número de óbitos por Covid-19 desde 1º de maio


Relatório deve apontar erros do governo federal

Presidente da CPI da Covid afirma que Pazuello será convocado para novo depoimento

 Omar Aziz disse que participação do ex-ministro da Saúde na comissão nesta semana foi "hilária"


O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), afirmou neste sábado (22) que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello será convocado para prestar novo depoimento. Ele classificou a participação do ex-ministro na CPI nesta semana como "hilária" e pede que o STF (Supremo Tribunal Federal) permita que Pazuello seja interrrogado. 

O senador se refere ao habeas corpus concedido pelo ministro Ricardo Lewandowski para permitir que Pazuello deixasse de responder perguntas em que pudesse produzir provas contra si. O ex-ministro deveria, no entanto, falar quanto questionado sobre outras pessoas nas decisões envolvendo o combate a pandemia.

Na avaliação de Aziz e de outros senadores, apesar de Pazuello não ter usado o direito de ficar calado, ele deixou de responder objetivamente a questionamentos e blindou o presidente Jair Bolsonaro. O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), apontou 15 mentiras e contradições do depoimento.

Aziz usou como exemplo as respostas dadas por Pazuello sobre o episódio em que o presidente anunciou que não faria a compra de doses da vacina CoronaVac dias após o Ministério da Saúde fechar acordo com o Instituto Butantan. O senador entende que ele não deve receber novo habeas corpus para deixar de responder.

"Ele [Pazuello] estava com um habeas corpus debaixo do braço, que permitia que ele falasse o que ele quisesse, que nada poderia acontecer com ele. Por isso que ele está sendo reconvocado, vai ser reconvocado na quarta-feira”, afirmou Aziz em live promovida pelo Grupo Prerrogativas. Ele deverá ser reconvocado por meio de requerimento apresentado na sexta-feira (21) pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

“A gente espera que a gente possa trabalhar sem a ingerência do Supremo", concluiu Aziz.

Pazuello iniciou seu depoimento à CPI na quarta-feira (19). Após um suposto mal-estar, a sessão foi suspensa. Na quinta-feira (20), ela foi retomada e concluída.


R7 e Correio do Povo

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Vídeo mostra Cabral acusando Toffoli de venda de sentenças

 Em trecho do vídeo de delação, ex-governador do Rio acusa ministro do STF de ter vendido sentenças no TSE



O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, acusou Dias Toffoli, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), de ter recebido dinheiro para vender sentenças e favorecer dois prefeitos de cidades do Rio quando atuava no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

 A afirmação foi feita por Caral durante uma audiência, cuja gravação em vídeo foi obtida pela reportagem do R7. Ele disse que Toffoli lidera um grupo de pessoas “para busca de vantagens indevidas”, e que foi testemunha do que relatou pois participou diretamente das ações.

 “Tive a informação da prefeita Branca Motta, do município do Bom Jesus do Itabapoana […]. A prefeita Branca Motta é uma aliada minha durante os últimos 20 anos. Ela me relatou, em 2014, que tinha sofrido uma derrota no TRE [Tribunal Regional Eleitoral do Rio] e estava recorrendo para não ser cassada no TSE”, relatou o ex-governador.

 Por intermédio de José Luiz Solheiro, prosseguiu o ex-governador, a prefeita então “encontrou a solução para conquistar com vantagens indevidas o voto de Dias Toffoli no Tribunal Superior Eleitoral”. Para isso, ainda de acordo com Cabral, Branca Motta teve o auxílio de um advogado da cidade de Brasília. Ao todo, foi paga uma quantia de R$ 1 milhão em dinheiro vivo a Toffoli para que a prefeita tivesse seu mandato salvo, disse o ex-governador.

Além disso, ele afirmou ainda que tem conhecimento de outros casos semelhantes, dos quais não teria participado diretamente.

 Segundo Cabral, os políticos de seu grupo buscavam “com José Luiz Solheiro soluções no Tribunal Superior Eleitoral, e não estou excluindo do Supremo Tribunal Federal, porque Solheiro operava para Dias Toffoli sob qualquer circunstância”.

Dias Toffoli foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral entre maio de 2014 e maio de 2016.

Fachin proibiu PF de investigar Toffoli

No último dia 14, o ministro Edson Fachin, do STF, negou o pedido da Polícia Federal para investigar Dias Toffoli, que havia tido o nome citado durante a delação de Cabral. Na decisão, Fachin ainda proibiu novas investigações com base no depoimento até o julgamento do processo pelo Plenário do STF, que ocorreu nesta sexta.

Sérgio Cabral está preso desde novembro de 2016. Ele é condenado em mais de 13 ações penais que, somadas, ultrapassam 280 anos de reclusão.

Correio do Povo


Brasil registra 1.899 mortes por Covid, se aproximando de 450 mil óbitos


Insumos para produção de 12 milhões de vacinas chegam ao Rio

 Remessa vinda da China será encaminhada à Fiocruz, onde serão produzidas as 12 milhões de doses do imunizante contra a Covid-19



O novo lote de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção de 12 milhões de doses de vacinas Oxford/AstraZeneca contra a covid-19 chegou ao Brasil na tarde deste sábado, no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. A remessa, que veio da China, será encaminhada para a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos, onde serão produzidas as doses do imunizante.

 A chegada do carregamento permitirá que a fundação retome, na próxima terça-feira, a produção das vacinas, que havia sido paralisada na última quinta devido à falta de insumos. 

A Fiocruz entregou ao Programa Nacional de Imunizações, nesta sexta-feira, mais 6,1 milhões de doses, chegando a 41,1 milhões de vacinas enviadas ao Ministério da Saúde. Outras 4,9 milhões serão enviadas na próxima semana e mais 5,1 milhões em 5 de junho.

Até o final de junho, a previsão da fundação é que 100,4 milhões de doses sejam entregues.

Embaixador posta indireta 

Embaixador da China no Brasil, Yang Wanming compartilhou a postagem do Ministério da Saúde sobre a chegada do insumo, citando uma frase de Confúcio. No tuíte do Ministério, o nome da China não foi citado. 


R7 e Correio do Povo

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GT Saúde do RS emite avisos sobre piora epidemiológica para Porto Alegre e outras três regiões

 Além da Capital, Grupo de Trabalho do Comitê de Dados do governo apontou regressão nos índices da pandemia em Capão da Canoa, Guaíba e Novo Hamburgo



O Grupo de Trabalho (GT) Saúde do Comitê de Dados do governo do Rio Grande do Sul emitiu, neste sábado, quatro novos avisos no Sistema 3As de Monitoramento da pandemia no Estado. Após reunião na sexta-feira, a equipe decidiu inserir as regiões de Porto Alegre, Capão da Canoa, Guaíba e Novo Hamburgo no nível básico do modelo. As prefeituras já foram informadas da deliberação pela Secretaria de Articulação e Apoio aos Municípios (Saam).

Além disso, os técnicos mantiveram a mesma orientação para as regiões de Santa Maria, Pelotas, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, Bagé e Erechim, que receberam avisos durante a semana. A equipe considerou que não houve melhora do quadro epidemiológico que justificasse a suspensão.

O GT ainda manteve os oito alertas já recomendados e confirmados pelo Gabinete de Crise. Das oito regiões na situação, cinco já se encontram sob Ação. Isso significa que as regiões Covid-19 de Cachoeira do Sul, Cruz Alta, Ijuí, Passo Fundo e Santo Ângelo já enviaram planos com ações e protocolos adaptados à situação epidemiológica de cada uma. As novas regras definidas pelas regiões já foram implementadas. Caso o Gabinete de Crise considere que as medidas não sejam suficientes, entrará em contato com a região para a adoção de medidas complementares.

Outras três regiões em alerta – Santa Rosa e Palmeira das Missões – devem enviar os planos de ação até o final da tarde deste sábado, quando finaliza o prazo de 48 horas a partir da notificação por parte do Estado. A última, Uruguaiana, já havia enviado até o meio-dia.

Conforme as regras estaduais, as regiões podem aplicar os protocolos mais adequados à situação epidemiológica atual de forma imediata, mesmo antes da comunicação ao Gabinete de Crise, visando reverter a situação, sem haver necessidade de esperar até o fim do prazo.

Avisos emitidos pelo GT Saúde neste sábado:

Porto Alegre
A região tem apresentado crescimento no número de casos para cada 100 mil habitantes. Em 14 de maio eram 86,4, e em 21 de maio, 106,4. A média de testes realizados por dia para residentes, comparando a média móvel de 21 dias (negativa, de 7,1%) passou para 22,5% (positiva). A média subiu de 1.120 testes diários para 1.320.

Houve, ainda, elevação na média móvel de sete dias das solicitações de leitos clínicos por síndrome gripal no sistema público. É algo a ser observado, embora ainda não tenha sido visto impacto no sentido de represamento de internações. O GT Saúde também aponta que, embora tenha havido aumento na taxa de ocupação de pacientes na UTI, houve recebimento de pacientes oriundos de outras macrorregiões nesta semana.

Capão da Canoa
O GT Saúde optou por emitir Aviso para a região Covid de Capão da Canoa devido ao crescimento da incidência de casos confirmados, de 140,8 casos para cada 100 mil habitantes em 15 de maio para 220,9 casos em 21 de maio. Chama atenção que o aumento de casos se dá depois de longo período em queda. Também houve aumento, nos últimos dias, da internação de pacientes confirmados Covid em UTI. A taxa de ocupação de leitos de UTI está em 70,8%, com tendência de subida.

Guaíba
Na região Covid de Guaíba, houve rápido crescimento do número de casos confirmados nos últimos sete dias, de 142,10 a cada 100 mil habitantes em 11 de maio para 228,5 em 20 de maio. O aumento na variação semanal da média móvel de casos foi de 35,7%, mais que o dobro da variação do Estado (15,3%). Além disso, os óbitos cresceram 107% em sete dias. Mesmo que haja aparente estabilização na ocupação dos leitos clínicos, a ocupação de leitos de UTI, de 92,2%, está alta, similar ao nível do pico de março.

Novo Hamburgo
Aliado ao crescimento de casos confirmados, embora em nível inferior ao do Estado e com aparente estabilização na ocupação dos leitos clínicos, a ocupação de leitos de UTI está subindo. A taxa de ocupação é de 72,4%.

Correio do Povo


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Porto Alegre garante vacinas contra Covid-19 e pede para pessoas não madrugarem em filas

 Oferta de doses torna desnecessário comparecimento muito cedo e concentrado no primeiro dia


A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Porto Alegre fez um pedido na manhã deste sábado para que as pessoas não compareçam muito cedo nos locais de aplicação das vacinas contra a Covid-19. “Não é necessário madrugar em filas. Quando abrimos as doses no dia, estamos garantindo que tenha dose para todo o público elencado. E caso a pessoa não possa vir no dia, poderá ser contemplada durante a semana”, afirmou a diretora da Atenção Primária da SMS, Caroline Schirmer, à reportagem do Correio do Povo.

Segundo ela, o número de vacinas disponíveis está garantido para o público alvo conforme o calendário de imunização. “A gente garante a dose. Trabalhamos em cima de dados”, enfatizou. “Queremos terminar com a cultura de que a pessoa vai garantir a dose ao chegar cedo e a necessidade até de passar a madrugada”, frisou.

“Temos feito todo um planejamento para evitar filas e principalmente aglomerações. Todos dias, avaliamos a população vacinada e dividimos o próximo grupo”, observou Caroline Schirmer. “Não queremos que as pessoas fiquem horas e horas. Não é viável neste sentido”, disse.

Ela acredita que o atraso da segunda dose deixou muitas pessoas ansiosas e por isso concentraram-se no começo da manhã nos últimos dias. “Logo após duas ou três horas, as longas filas se dispersaram”, lembrou. 

Sobre o movimento na manhã deste sábado, a diretora da Atenção Primária da SMS avaliou que foi tranquilo e com filas maiores no início da aplicação das doses. “Tivemos uma fila não muito grande nos cinco locais onde estávamos fazendo a vacinação. Em 15 e 20 minutos, a pessoa já saía vacinada”, constatou.

A maior procura ocorreu no drive-thru do Big Sertório. “Havia 200 carros aguardando. O tempo de espera foi maior”, reconheceu Caroline Schirmer. A SMS disponibilizou também drive-thrus na PUC e no Big Barra Shopping Sul, além das unidades de saúde Assis Brasil e Tristeza. Neste domingo haverá vacinação na unidade móvel da SMS na Esplanada da Restinga, Zona Sul. Todos os locais aplicam a primeira e segunda dose da AstraZeneca e a dose 2 da Coronavac.

O público para dose 2 da vacina Coronavac são pessoas que receberam a primeira dose antes do dia 4 de abril e os idosos com mais de 60 anos. A vacina de Oxford/AstraZeneca está disponível para pessoas com deficiência permanente com 59 anos ou mais, idosos com 60 anos ou mais, profissionais da saúde, trabalhadores de apoio de serviços de saúde, profissionais da segurança, pessoas com 18 anos ou mais com comorbidades, pessoas com deficiência cadastradas no Programa Benefício de Prestação Continuada, com Síndrome de Down e aquelas vivendo com HIV/Aids. A segunda dose é destinada a pessoas que tomaram a dose 1 há mais de 12 semanas.


Correio do Povo

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Domingo ventoso tem sol e chuva no RS

 Dia será agradável, mas uma massa de ar frio avança pelo Estado e as mínimas ocorrem à noite



O sol predominará em grande parte do Rio Grande do Sul neste domingo, inclusive com períodos de céu claro. A exceção será o Sul gaúcho que terá muitas nuvens e chance de chuva e garoa por estar sob influência do vórtice de um ciclone extratropical.

O dia será agradável, mas uma massa de ar frio avança pelo Estado e as mínimas ocorrem à noite. O ciclone traz vento e o dia será ventoso com rajadas por vezes fortes. No Sul e no Leste do Estado as rajadas ficam entre 60 km/h e 80 km/h, mais intensas no Sul gaúcho. 

Em Porto Alegre, a temperatura vai variar entre 12°C e 18ºC. Na Capital, o vento aumenta no domingo e pode soprar por vezes forte. O vento ainda persiste no Sul e no Leste gaúcho na segunda-feira, mas gradualmente perderá força à medida que o ciclone se afasta do continente.

A ventania entre o domingo e a segunda-feira vai acompanhar o ingresso de uma nova massa de ar frio impulsionada pelo ciclone. Com isso, o vento por vezes forte de Oeste vai reforçar a sensação de frio com baixa sensação térmica. Por fim, a circulação ciclônica traz chuva neste fim de semana no Sul gaúcho e que pode ser isoladamente forte na região do Chuí é de Santa Vitória do Palmar.

MetSul e Correio do Povo