Secadora de Roupas Brastemp 10Kg Ative! BSR10 AB - 12 Programas de Secagem

 


A secadora de roupas Ative! possui capacidade para até 10 kg de roupas, conta com a função Programa Certo que identifica o nível que as roupas atingiram na régua e seleciona o programa correspondente, seguindo o mesmo número da régua. É possível selecionar o tipo de secagem específico para roupas delicadas e normais. Graças ao sistema de vaporização, as roupas saem da secadora sem rugas e vincos. Quase não precisa passar. E ele ainda previne que elas encolham. Além disso, durante 10 minutos, a secadora ficará ligada com ar frio para esfriar as roupas, deixando os tecidos macios e agradáveis ao toque!



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Para Doria, Covas continuará sendo "um eterno exemplo"

 Governador de São Paulo relembrou a carreira política do prefeito paulista, destacando sua coragem e lealdade



O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) lamentou a morte de seu correligionário, o prefeito Bruno Covas. Na manhã deste domingo, Covas faleceu em decorrência de um câncer contra o qual lutava desde 2019. Em nota, o governador relembrou a carreira política do prefeito paulista, destacando sua coragem e lealdade. "Você foi e continuará sendo para todos nós, um eterno exemplo", diz o governador. 

"Obrigado Bruno Covas, por ter compartilhado, com todos nós, tanto carinho e dedicação. À Renata e ao Pedro, seus Pais, Gustavo, seu irmão, e especialmente Tomás, seu filho, meu afeto nesse momento doloroso em que a natureza subverte o curso da vida. São Paulo terá sempre muito orgulho desse filho querido", afirmou em nota. 

Durante dois anos Covas e Doria atuaram juntos na cidade de São Paulo, quando Covas foi vice-prefeito da capital paulista até que o então prefeito João Doria pediu licença do cargo para disputar o governo do Estado, vencendo o pleito no primeiro turno. 

Doria destacou o período em sua mensagem. "Tive o privilégio de acompanhá-lo desde o início da vida pública, ao lado do seu avô Mario Covas. Tive a honra de tê-lo como vice, na prefeitura de São Paulo. E a alegria de ver seus ideais e realizações aprovados nas eleições de 2020" disse. 

Desde a última sexta-feira, o quadro do prefeito, que estava licenciado do cargo, foi considerado irreversível pela equipe médica que o acompanhava. Às 8h20 desta manhã o Hospital Sírio-Libanês confirmou a morte de Covas, que deixa o filho de 15 anos, Tomás Covas Lopes.


Bancada da Câmara

A bancada do PSDB na Câmara dos Deputados também lamentou neste domingo a morte do prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB). Em nota de pesar assinada pelo líder do partido na Câmara, Rodrigo de Castro (MG), a bancada afirma ter recebido a notícia do falecimento com "profundo pesar e consternação".

"Sua partida prematura interrompe uma promissora trajetória e sua gestão à frente da prefeitura o credenciava a desafios maiores", afirmou. O grupo afirma ainda que o PSDB perdeu "um grande companheiro" e o povo paulistano e o Brasil perdem um dos maiores líderes da sua geração. 

"Mais do que o sobrenome do avô Mário, referência para o PSDB e para a política, Bruno trazia muitas das suas qualidades: retidão de caráter, compromisso com a coisa pública, excepcional capacidade de gestão e de articulação e, acima de tudo, um democrata, que nunca abriu mão de seus princípios e do respeito aos adversários, mesmo em meio a eleições acirradas, como a última que disputou", completa.

A bancada registra ainda "solidariedade e carinho" aos familiares do prefeito, especialmente o filho, Tomás, de 15 anos.


Agência Estado e Correio do Povo

Morre Bruno Covas, prefeito de São Paulo, aos 41 anos

 Desde 2019 tucano lutava contra um câncer na transição entre estômago e esôfago, com metástase no fígado e nos ossos



O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morreu aos 41 anos neste domingo, às 8h20. A informação foi confirmada pela Prefeitura de São Paulo. Covas lutava havia dois anos contra um câncer na cárdia e no fígado e estava internado desde o último dia 2 no Hospital Sírio-Libanês, na região central da cidade, onde realizava o tratamento contra a doença. Na noite de sexta-feira, um boletim médico informou que seu quadro era irreversível.

O tucano havia oficializado seu afastamento por 30 dias das funções na prefeitura no dia 3 de maio para se dedicar completamente aos cuidados médicos. Desde então, a gestão paulistana ficou sob responsabilidade do vice-prefeito, Ricardo Nunes (MDB). No entanto, o prefeito era informado das decisões sobre a cidade mesmo durante a sua internação.

Um dia antes do afastamento, Covas já havia sido internado. Em seguida, ele foi transferido para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e intubado, após a descoberta de um sangramento no estômago. Dias depois, o prefeito publicou nas redes sociais uma foto no quarto do hospital ao lado do filho, Tomás, de 16 anos. Na ocasião, ele agradeceu as mensagens de apoio que recebia da população e demonstrou otimismo no avanço do tratamento.

Mesmo durante a pandemia, Covas não havia se ausentado da agenda de prefeito, preferindo conciliar as atividades políticas com o tratamento. Durante o período mais rígido do isolamento social, decidiu se mudar para a sede da prefeitura. Entrou no fim de março e só voltou a dormir na própria casa no início de junho, depois de 70 dias, quando começou a flexibilização. Dias depois, contraiu covid-19 e permaneceu em quarentena, trabalhando em casa. DUrante a campanha para a prefeitura, também se manteve em atividade e foi à rua.

História

Bruno Covas nasceu em Santos, no litoral paulista, era divorciado e pai de Tomás, de 15 anos. Neto do ex-governador de São Paulo Mário Covas, ele pertence a uma família que está na política há décadas. Economista formado pela PUC e advogado pela USP, Covas já havia sido também deputado estadual e federal, secretário estadual de Meio Ambiente de São Paulo (2011-2014) e presidente da Juventude do PSDB.

Desde outubro de 2019, ele lutava contra um câncer na cárdia, transição entre estômago e esôfago, com metástase no fígado. Durante o tratamento, ele passou por diversas sessões de quimioterapia e imunoterapia apresentando boa evolução.

No entanto, no dia 17 de fevereiro, um novo nódulo foi detectado no fígado mudando os rumos de sua recuperação. "Mais um desafio a ser superado. Vou enfrentá-lo como sempre: confiante, de cabeça erguida e grato pelo apoio e carinho de todos vocês", escreveu Covas.

Em abril, o prefeito passou 12 dias internado. Ele precisou ficar internado mais tempo que o previsto,após serem detectados acúmulo de líquidos ao redor do pulmão e no abdômen e novos pontos da doença no fígado e nos ossos. Ele teve alta no dia 27 de abril e voltou a ser internado no dia 2 de maio, quando anunciou a decisão de se licenciar do cargo de prefeito por 30 dias.

Reeleição

Bruno Covas era prefeito da maior capital do país desde 2018 quando foi eleito como vice-prefeito na chapa de João Doria, em 2016. Covas foi reeleito para o cargo de prefeito de São Paulo no segundo turno das Eleições Municipais 2020. Covas teve 59,38% (3.169.121) dos votos válidos de acordo com apuração do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O tucano manteve a liderança na votação conquistada no primeiro turno, quando obteve 32,85% dos votos, contra 20,24% de Guilherme Boulos (PSol).

R7 e Correio do Povo


Para Doria, Covas continuará sendo "um eterno exemplo"

Políticos lamentam morte de Bruno Covas, vítima de câncer


Leite lamenta morte de Bruno Covas: "levaremos sua alegria e seu trabalho como exemplo"




Piratini publica decreto com novo sistema de monitoramento da pandemia no RS



Boeing terá que inspecionar todos os seus 737 mais antigos nos EUA

 Exigência da FAA ocorre após queda de um avião do tipo na Indonésia



A agência reguladora do transporte aéreo dos Estados Unidos, a FAA, pediu à Boeing que inspecione todos as suas aeronaves 737 da geração mais antiga, depois que uma delas caiu na costa da Indonésia em janeiro, matando 62 pessoas. Todos os Boeing 737-300, -400 e -500 deverão ser examinados, o que representa cerca de 143 aviões, segundo documento da Administração Federal de Aviação (FAA).

Possíveis falhas de cabos não puderam ser detectadas pelo computador dos aceleradores automáticos, que controlam o impulso do Boeing, o que "pode levar à perda de controle do avião".

Um relatório preliminar da agência de segurança de transporte da Indonésia indicou em fevereiro que uma "anomalia" havia sido detectada nesses aceleradores automáticos. "Os dados preliminares da investigação do acidente em andamento indicam que é altamente improvável que o acidente tenha sido causado por uma falha latente" deste cabo, enfatizou a FAA.

No entanto, considera que essa inspeção é "necessária para remediar" esse perigo, que "poderia existir ou se desenvolver nas aeronaves das séries 737-300, -400 e -500", construídas nas décadas de 1980 e 1990.

Um Boeing 737-500 da Sriwijaya Air caiu na costa da Indonésia em 9 de janeiro, desaparecendo minutos após decolar de Jacarta. Ele afundou cerca de 3 mil metros em menos de um minuto no mar de Java. Todos os 62 passageiros e membros da tripulação morreram.


AFP e Correio do Povo


Fundador de Spotify diz que sua oferta de compra do Arsenal foi recusada


Palmeiras derrota o Red Bull Bragantino e garante vaga na semifinal do Paulistão


Leicester bate Chelsea e conquista Copa da Inglaterra


Anúncio oficial de Douglas Costa no Grêmio deve ocorrer entre segunda e terça-feira


Lesão no joelho tira Ibrahimovic da Eurocopa



Jorginho pede demissão do Atlético-GO em semana decisiva da Copa Sul-Americana


Rodinei tira peso da derrota do Inter para o Táchira e foca no Gre-Nal



São Paulo supera a Ferroviária e encara o Mirassol na semifinal do Paulistão



Inter encerra preparação para Gre-Nal com expectativas nos setores de Taison e Zé Gabriel


Repórter pede demissão ao vivo e âncora fica chocada

 













Marcelo Lemos Dornelles é o mais votado da lista tríplice para procurador-geral de Justiça do RS

 Votação foi realizada por meio eletrônico entre os dias 10 e 15 de maio


Ao meio-dia de sábado foi encerrada a eleição eletrônica que formou a lista tríplice para a escolha do procurador-geral de Justiça do Estado, para a gestão 2021/2023. O mais votado foi Marcelo Lemos Dornelles, ele recebeu 324 votos (27,5%). Na sequência ficaram Márcio Schlee Gomes, com 319 votos (27,1%) e Sérgio Hiane Harris, que recebeu 309 votos (26,2%). O processo de escolha do procurador-geral de Justiça do RS acontece a cada dois anos.

De acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP/RS), a votação foi realizada por meio eletrônico entre os dias 10 e 15 de maio, e totalizou 679 eleitores e 677 votantes, pois duas abstenções ocorreram por motivo de doença. A relação dos nomes que compõem a lista tríplice será entregue nesta segunda-feira, 17 de maio, às 9h30, ao governador do Estado pelo procurador-geral de Justiça, Fabiano Dallazen, e pelos integrantes da Comissão Eleitoral do MP. Eduardo Leite terá o prazo de 15 dias para escolher e nomear o futuro titular do cargo.A posse será realizada no dia 10 de junho.

O presidente da Comissão Eleitoral, procurador de Justiça Sérgio Guimarães Britto, destacou a boa condução dos trabalhos durante o pleito que culmina com a formação da lista tríplice. Os procuradores de Justiça Claudio Domingos Mastrangelo Coelho e Sara Duarte Schütz acompanharam a votação como integrantes da Comissão Eleitoral.

Por sua vez, o procurador-geral de Justiça, Fabiano Dallazen, agradeceu à comissão eleitoral, que levou a cabo o processo com tranquilidade, assim como a Secretaria dos Órgãos Colegiados (SOC). Também acompanhou a apuração o presidente da AMP/RS, João Ricardo Tavares.

Marcelo Dornelles, que já foi procurador-geral, é o atual subprocurador para Assuntos Institucionais e espera voltar ao cargo também citando a experiência como um fator necessário para a função. “Especialmente em um momento como este de crise geral. O grupo que me acompanha é muito forte e capacitado”, afirmou. Dornelles pretende, ainda, se atentar à resolução de questões como remuneração e carreira do MP. “Dentro dos seis itens de propostas, ainda, cito a inovação e sistemas, chave para qualquer administração, e a participação democrática na gestão e conselhos de atuação”, conclui.

Márcio Schlee atua na Promotoria de Pelotas e propõe uma “renovação democrática, com uma gestão mais moderna e transparente”. “Investimento em tecnologia para que haja uma modernização adequada no trabalho diário das demandas da sociedade, com a digitalização de processos. Queremos criar um núcleo de atendimento e defesa às mulheres quanto à violência doméstica”, destacou. 

Schlee acredita que a renovação leva a posições institucionais construídas na base. “Isto impacta em uma gestão mais perto da sociedade, mais útil para a comunidade, um trabalho com resultado e eficácia”, frisou. Segundo ele, houve um "empate técnico" na eleição. "Como sendo um promotor atuante na linha de frente, um promotor que está trabalhando no dia a dia, conseguimos uma votação extremamente expressiva, acredito que fizemos um bom papel e estamos legitimados se for do entendimento do governador de escolher a nossa candidatura", ressaltou.

Enquanto Sérgio Harris, que já foi presidente da Associação do Ministério Público (AMP/RS), reiterou que também vê a necessidade da modernização do MP na tomada de decisões a partir da análise de dados. “Com isso, há uma adequação da gestão às exigências da sociedade, o que vai abrir espaço para a valorização, movimentação da carreira e melhor prestação de serviço que vai ser revertida à sociedade gaúcha”, observou. Harris saudou o debate e a troca de ideias entre os quatro candidatos deste pleito. “Uma campanha que engrandeceu o Ministério Público. Aguardando com serenidade a escolha do governador.”, salientou.

Votação parela do Simpe-RS

O Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Rio Grande do Sul (Simpe-RS) também realizou a tradicional eleição paralela para o cargo de Procurador-Geral de Justiça do Estado. Desde 2008, a iniciativa busca dar voz aos mais de 1,7 mil funcionários da instituição que, mesmo representando dois terços da força de trabalho do MP, não participam diretamente da escolha do procurador-geral.

O resultado é levado ao governador juntamente à conclusão do pleito oficial. Apesar de extraoficial, o Simpe-RS leva em conta a afirmação do governador, em 2019, de que levaria em consideração a opinião dos servidores pela força de sua representatividade. 

Na votação do Simpe-RS, encerrada na sexta-feira, foram 598 votantes, que escolheram o promotor de Justiça Márcio Schlee Gomes como o primeiro colocado da lista tríplice paralela. Márcio Schlee teve 83,94% dos votos (502 votos) e é seguido na lista tríplice dos servidores por Sérgio Harris, que teve 37,79% dos votos (226 votos), e Alexandre Saltz, que ficou em terceiro lugar com 18,72% (112 votos). O candidato Marcelo Dornelles obteve 9,69% (58 votos) e não entrou na lista tríplice indicada na votação da categoria. A votação ainda teve 26 votos brancos e nulos.


Correio do Povo


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Começa a valer nova política de privacidade do WhatsApp

 Órgãos de defesa do consumidor apontam problemas nas novas regras



Passa a vigorar hoje (15) a nova política de dados do WhatsApp. O aplicativo passará a compartilhar informações de contas de negócios (a modalidade WhatsApp Business) com o Facebook, plataforma central da empresa de mesmo nome que controla o app de mensagem. A mudança ocorre sob protestos de órgãos reguladores brasileiros. Na semana passada, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacom) e o Ministério Público Federal (MPF) emitiram recomendações apontando problemas nas novas políticas.

No documento conjunto, os órgãos avaliam que as mudanças podem trazer riscos à proteção de dados dos usuários do aplicativo, além de impactar negativamente nas relações de consumo estabelecidas entre os usuários e a empresa. No âmbito concorrencial, as novas regras podem impactar negativamente a competição no mercado. Por isso, os órgãos solicitaram o adiamento do início da vigência das normas.

Nesta sexta-feira (14) o Cade divulgou nota na qual diz que o WhatsApp “se comprometeu a colaborar” com os órgãos reguladores que enviaram a recomendação. No prazo de três meses a partir de hoje as autoridades farão novas análises e questionamentos à empresa, que manifestou disposição em dialogar.

“No documento enviado às autoridades, o WhatsApp informa que não encerrará nenhuma conta, e que nenhum usuário no Brasil perderá acesso aos recursos do aplicativo nos 90 dias posteriores ao dia 15 de maio como resultado da entrada em vigor da nova política de privacidade e dos novos termos de serviço nesta data”, diz o texto.

Consultado pela Agência Brasil, o escritório do WhatsApp no Brasil confirmou o acordo divulgado pelo Cade. Com isso, restrições antes anunciadas foram suspensas por 90 dias. Entre elas estavam a impossibilidade de acessar a lista de conversas e a suspensão do envio de mensagens e chamadas para o celular algumas semanas depois, caso o usuário não aceitasse a nova política.  

Na avaliação do coordenador do Programa de Direitos Digitais do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Diogo Moysés, a atuação dos órgãos reguladores e a suspensão das restrições aos usuários que não aceitarem a nova política foram fatos positivos.

“Contudo, o mérito da questão precisa ser analisado pelas autoridades, pois a mudança e o compartilhamento dos dados com o Facebook estão em evidente desconformidade com o marco legal brasileiro. O consentimento já dado pelos usuários, forçado e na base da chantagem, precisa ser invalidado, pois não cumpriu requisitos básicos e, nos termos da LGPD, deve ser considerado inválido”, analisa.

Para Gustavo Rodrigues, coordenador de políticas no Instituto de Referência em Internet e Sociedade (Iris), há possibilidades de conflito com a legislação brasileira na nova política anunciada pelo WhatsApp pela falta de clareza quanto à base legal e quando a empresa condiciona a continuidade do uso à aceitação dessas regras.

“Seria necessário demonstrar qual base legal está sendo usada para embasar este compartilhamento e sempre respeitando os direitos dos titulares. Se houver perda de acesso ao aplicativo aí não seria um consentimento livre, como prevê a legislação”, observa.

Problemas

Na recomendação conjunta divulgada na semana passada, as autoridades afirmam que a alteração nas novas regras de privacidade pode trazer prejuízos ao direito à proteção de dados dos usuários. A ANPD apresentou sugestões de mudança nas novas regras para “maior transparência quanto às bases legais, finalidades de tratamento, direitos dos titulares, tratamento de dados pessoais sensíveis e de crianças e adolescentes, e o reforço  de salvaguardas de segurança e privacidade”. 

Outro problema seria a falta de transparência e de clareza acerca de quais dados serão coletados. “Sob a ótica da proteção e defesa do consumidor, essa ausência de clareza dos termos  de uso e da política de privacidade também pode se traduzir em publicidade enganosa e abusiva, em violação aos arts. 31, 37, 38, 39, caput, do CDC [Código de Defesa do Consumidor], pois a oferta contratual constante dos termos de uso e da política de privacidade não dariam conta da dimensão exata do custo não precificado de uso do serviço pelo consumidor”, pontua o texto.

Do ponto de vista concorrencial, o documento das autoridades aponta que a mudança na política de privacidade pode configurar abuso de posição dominante “por impor o rompimento da continuidade de prestação de serviço essencial de comunicação aos  seus usuários em razão de recusa em submeterem-se à condição imposta de compartilhamento obrigatório de dados com a empresa Facebook e seus parceiros”.

Agência Brasil e Correio do Povo


DEM decide expulsar Rodrigo Maia, diz deputado do partido


Inter encerra preparação para Gre-Nal com expectativas nos setores de Taison e Zé Gabriel


Inter observa situação do zagueiro uruguaio Martín Cáceres


Empresário do ramo dos jogos é morto a tiros em Porto Alegre

 Vítima sofreu dois disparos de arma de fogo ao parar na sinaleira em frente ao Instituto de Cardiologia

O empresário do ramo dos jogos, João Carlos Cunha, foi morto a tiros neste sábado, na divisa entre os bairros Azenha e Santana, em Porto Alegre. De acordo com a Polícia Civil, ele foi alvejado quando parou o carro na sinaleira do Instituto de Cardiologia.

A vítima, de 72 anos, morreu no local. Conforme testemunhas, um homem vestindo colete sinalizador similar a motoboys se aproximou do carro e efetuou os disparos através do vidro, fugindo em seguida.


Correio do Povo


Bolsonaro almoça em centro de tradições gaúchas em Brasília


RS registra 107 mortes em 24 horas e supera 26,6 mil vítimas fatais da Covid-19


Fiscalização autua dois estabelecimentos por aglomeração em Porto Alegre


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Datafolha: 49% apoiam e 46% são contra impeachment de Bolsonaro



MEC admite não ter verba para Enem 2021 e pagamento de bolsas


Órgãos de segurança flagram 46 pessoas em aglomeração em Uruguaiana

Vagas de emprego em Porto Alegre - 16.05.2021

 

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Bolsonaro reforça crítica a medidas de isolamento: poderá haver "infinitas ondas" de Covid-19

 Presidente também sobre voto impresso contra vitória "na fraude" de Lula em 2022




O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado que poderá haver "infinitas ondas" de novo coronavírus e voltou a criticar governadores por adotarem medidas de isolamento social. As práticas são as únicas com comprovado controle da disseminação do vírus. "Já se fala em terceira onda, se vier a terceira onda, temos a quarta, quinta, sexta, infinitas ondas", afirmou, em discurso a apoiadores em ato na Esplanada dos Ministérios. Ele também voltou a pressionar pel o voto impresso nas próximas eleições. Sem isso, conforme Bolsonaro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai ganhar "pela fraude".

"Lamentamos as mortes por Covid, bem como as demais mortes no Brasil, mas devemos enfrentar o problema. Não é ficando embaixo da cama ou em casa que vamos solucionar esse problema. Tem uma passagem bíblica que diz: 'se você for frouxo na hora da angústia, tua força é pequena'", frisou o presidente.

No evento, Bolsonaro não usou máscara e promoveu aglomerações de milhares de pessoas, muitas também sem máscaras. Ele confirmou que vai participar, no próximo dia 23, da posse do novo presidente do Equador, Guillermo Lasso, mas disse que antes vai dar um "passeio de motocicleta" no Rio de Janeiro, contrariando recomendações "de 100%" de sua equipe. "Embarco para o Equador, um país que deu uma guinada à direita. Um presidente eleito democraticamente, que tem princípios e valores muito parecidos com os nossos aqui no Brasil".

Já a manifestação sobre o voto impresso ocorre após a publicação de pesquisas eleitorais que apontam uma vitória de Lula no caso de uma disputa com Bolsonaro no segundo turno. Ele subiu os ataques ao petista, que chamou de "canalha" e "bandido de nove dedos". Além disso, insinuou que há um conluio entre Lula e o Supremo Tribunal Federal (STF) para que o adversário ganhe as eleições presidenciais do ano que vem.

"Queremos eleições em 2022 onde o voto possa ser auditado. Se tiraram da cadeia o maior canalha da história do Brasil, se para esse canalha foi dado o direito de concorrer, o que me parece é que se não tivermos o voto auditável, esse canalha, pela fraude, ganha as eleições do ano que vem. Não podemos admitir um sistema eleitoral que é passível de fraude", afirmou Bolsonaro.

O presidente estava em um palco acompanhado dos ministros Tarcísio Gomes Freitas (Infraestrutura), Gilson Machado (Turismo), Tereza Cristina (Agricultura e Pecuária), Walter Braga Netto (Defesa), Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública) e Ricardo Salles (Meio Ambiente). O ato é organizado por produtores rurais e caminhoneiros. O presidente chegou de cavalo à Esplanada.

Pela terceira vez em apenas dois dias Bolsonaro fala sobre Lula virar seu sucessor no Planalto. Pesquisa do instituto Datafolha, divulgada na última quarta-feira, mostra que o petista lidera a disputa presidencial com 41% das intenções de voto, contra 23% de Bolsonaro.

Agência Estado e Correio do Povo