Porto Alegre amplia vacinação com 2ª dose da Coronavac para pessoas com 65 anos na segunda

 Filas eram longas neste sábado nos locais de vacinação



Após intenso movimento neste sábado para a vacinação com a segunda dose da Coronavac, a partir de segunda-feira, dia 17, a faixa etária será ampliada para pessoas com 65 anos ou mais. Nesta manhã, em todos os locais de aplicação, as filas eram longas. Apesar do frio, muitas pessoas tiraram os casacos mais grossos do armário e foram para as unidades de saúde e para os pontos de drive-thru para garantir a imunização completa contra a Covid-19. A ansiedade e o alívio estavam presentes nos semblantes de todos que aguardavam, como quem está prestes a encontrar com a esperança de dias melhores.

Teve gente que ficou mais de 15 horas na fila do drive-thru da PUC-RS aguardando pela abertura da vacinação no sábado. Foi o caso de Airto Bonascheski, de 66 anos. Ele estacionou no local às 17h30min de sexta-feira e foi determinado a sair de lá apenas depois de receber a segunda dose da vacina. Ele estava ansioso para garantir a imunização completa e contou que passou a madrugada inteira nas redes sociais, sem pregar o olho.

Já Reimar Luiz de Lima, também de 66 anos, chegou na fila do drive-thru da Pucrs às 23h15min de sexta-feira e, além da ansiedade, também demonstrava preocupação com a imunização de todos que aguardavam. “A maior expectativa é que todos que estejam na fila consigam se vacinar”, afirmou. Conforme Lima, não adianta que apenas um ou outro fique imunizado. “A gente fica pensando se os outros conseguiram ou não, essa é a minha preocupação”, relatou.

Primeira dose para comorbidades em farmárcias

Também a partir de segunda-feira, as 21 lojas de farmácias parceiras da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) passarão a aplicar somente primeira dose de vacina contra Covid-19, e apenas para pessoas com comorbidades a partir de 33 anos. Não haverá oferta de segunda dose nas farmácias, mesmo para quem já recebeu a primeira dose nos locais.

Os integrantes dos outros grupos que vinham sendo vacinados nas farmácias terão a vacinação suspensa, são eles: profissionais de saúde, trabalhadores de apoio de serviços de saúde e estudantes de cursos da área da saúde de nível técnico ou superior.

Para receber a primeira dose de vacina, a pessoa deverá levar à loja original e cópia de documento de identidade e do comprovante da doença crônica pré-existente, como atestado médico, laudo médico, prescrição de medicamento de uso contínuo, de acordo com a lista de comorbidades elencadas pelo Ministério da Saúde no Plano Nacional de Vacinação e que constam na Nota Técnica 02/21 do Núcleo de Imunizações da Vigilância em Saúde/SMS. A SMS solicita que as pessoas entreguem cópias dos comprovantes, que serão retidas pelo serviço vacinador.


Correio do Povo


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Chegada de novas vacinas deve completar 2ª dose de Coronavac no RS

 SES confirmou remessa de 497.680 doses entre AstraZeneca, Pfizer e Coronavac na próxima semana



O Ministério da Saúde informou a remessa de 497.680 novas doses de vacinas contra a Covid-19 para o Rio Grande do Sul. Ainda não há confirmação da data específica para a chegada na próxima semana. A principal notícia é que as doses disponíveis de Coronavac devem ser suficientes para completar a segunda dose para todos que ainda aguardavam no Estado.

Conforme divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), são 269,1 mil da AstraZeneca, 39.780 da Pfizer e 188,8 mil da Coronavac.

A SES salientou que as doses de Coronavac devem ser suficientes para completar a imunização. Até que as pessoas que aguardam esta aplicação a recebam, o imunizante produzido pelo Butantan em parceria com a China deverá ser aplicado apenas como segunda dose.

prefeitura de Porto Alegre ampliou para 65 anos a idade dos idosos que podem receber a Coronavac a partir de segunda-feira. A procura no fim de semana, ainda com a faixa-etária mais avançada, foi intensa, com filas se formando já de madrugada na Capital.

Também a partir de segunda, as 21 lojas de farmácias parceiras da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) passarão a aplicar somente primeira dose de vacina contra Covid-19, e apenas para pessoas com comorbidades a partir de 33 anos. Não haverá oferta de segunda dose nas farmácias, mesmo para quem já recebeu a primeira dose nos locais.

Correio do Povo


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Cerca de 12 milhões de pessoas ainda não enviaram declaração do IR

 No Rio Grande do Sul, foram entregues mais de 1,4 milhão


Faltando 17 dias para o fim do prazo, cerca de 12 milhões de contribuintes ainda não acertaram as contas com o Leão. Até o momento, 20.002.908 contribuintes enviaram a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, 61,3% do previsto para este ano.

O balanço divulgado pela Receita Federal leva em conta dados apurados até as 16h de hoje. No Rio Grande do Sul, foram entregues mais de 1,4 milhão de declarações, contra um total esperado de 2,2 milhões.

Neste ano, o Fisco espera receber até 32.619.749 declarações. No ano passado, foram enviadas 31.980.146.

O prazo de entrega começou em 1º de março e vai até as 23h59min59s de 31 de maio. A data limite, adiada em um mês, suaviza as dificuldades no recolhimento de documentos, impostas pela pandemia de Covid-19.

Em abril, a Câmara e o Senado aprovaram projeto de lei para adiar novamente o prazo para 31 de julho, devido ao agravamento da pandemia. No entanto, o presidente Jair Bolsonaro vetou a proposta, após recomendação da Receita Federal.

O programa para computador está disponível na página da Receita Federal na internet. Quem perder o prazo de envio deve pagar multa de R$ 165,74 ou 1% do imposto devido, prevalecendo o maior valor.

A entrega é obrigatória para quem recebeu acima de R$ 28.559,70 em rendimentos tributáveis em 2020. Isso equivale a um salário acima de R$ 1.903,98, incluído o décimo terceiro.

Também deve entregar a declaração quem tenha recebido rendimentos isentos acima de R$ 40 mil em 2020, quem tenha obtido ganho de capital na venda de bens ou realizado operações de qualquer tipo na Bolsa de Valores, quem tenha patrimônio acima de R$ 300 mil até 31 de dezembro do ano passado e quem optou pela isenção de imposto de venda de um imóvel residencial para a compra de um outro imóvel em até 180 dias.

Restituição

Pelas estimativas da Receita Federal, 60% das declarações terão restituição de imposto, 21% não terão imposto a pagar nem a restituir e 19% terão imposto a pagar.

Assim como no ano passado, serão pagos cinco lotes de restituição. Os reembolsos serão distribuídos nas seguintes datas: 31 de maio (primeiro lote), 30 de junho (segundo lote), 30 de julho (terceiro lote), 31 de agosto (quarto lote) e 30 de setembro (quinto lote). As datas não mudaram, mesmo com o adiamento do prazo de entrega da declaração.


Rádio Guaíba e Correio do Povo


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Douglas Costa teria sinalizado ao Grêmio que a Juventus dará a liberação do seu vínculo




Grêmio volta a vencer o Lanús e encaminha avanço na Sul-Americana



Olímpía vence Always Ready na altitude e embola grupo do Inter

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Grupo Hospitalar Conceição inaugura Torre de Ligação, em Porto Alegre

 Investimento foi de R$ 10 milhões no prédio de quatro andares



Para facilitar o acesso de quem utiliza ou trabalha no Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), foi inaugurada, na manhã desta sexta-feira, a Torre de Ligação do Grupo Hospitalar Conceição (GHC).

Em construção desde 2018, a estrutura vai conectar os blocos A e B da instituição, ligando o Centro de Hematologia e Oncologia às demais áreas, melhorando a circulação de pacientes, funcionários, acompanhantes e portadores de necessidades especiais.

“Era uma exigência do nosso PPCI (Plano de Prevenção Contra Incêndio) para que tivéssemos um prédio de evacuação. Segundo a Lei Kiss, as empresas e órgãos públicos são orientados a construir este tipo de torre”, informou o diretor-presidente do GHC, Cláudio Oliveira.

Rota de fuga

A torre vai contribuir como rota de fuga, contendo escadas, elevadores de emergência e áreas de refúgio para auxiliar no abandono da edificação em caso de incêndio. “Em casos de sinistros, as pessoas são evacuadas para esta torre e, então, saírem com segurança”, lembrou Oliveira. 

O investimento foi de R$ 10 milhões no prédio de quatro andares, que conta com área de gerador com um espaço para execução de uma subestação de energia e área para climatização, onde equipamentos de ar-condicionado podem ser instalados para climatizar as edificações existentes.

Oliveira destacou a importância de mais esta obra entregue a população. “Na nossa gestão, estamos comprometidos com a entrega destas melhorias. Além desta Torre de Ligação, foram concluídas e entregues as obras da ala de Neurocirurgia no Hospital Cristo Redentor e da Enfermaria do 4º I no Hospital Conceição. Outras quatro torres também serão construídas”, afirmou. 

Para este ano, o presidente do GHC prevê a conclusão do Centro de Hematologia e Oncologia até o mês de dezembro. Também iniciado em 2018, o centro está com cerca de 70% pronto, mas ainda são necessários R$ 30 milhões para concluir a obra e mais um valor semelhante para os equipamentos.

A placa de inauguração da Torre de Ligação do GHC foi descerrada pelos gestores do grupo. O engenheiro Leandro Schneider, presente no ato, também saudou a entrega da nova estrutura. Participaram da cerimônia, ainda, o diretor administrativo e financeiro do GHC, Moisés Prevedello, o gerente de Interunidades de Emergências do GHC, Cleber Verona, o gerente de Internação do HNSC, Rafael Ribeiro, o gerente de Apoio do HNSC, Élcio Carvalho, e o engenheiro Aramis Argenta.

Correio do Povo

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Dólar fecha em baixa no dia, mas sobe na semana, interrompendo sequência

 Preocupações com a disparada da inflação norte-americana ajudaram a fortalecer a moeda no mercado internacional.



O dólar interrompeu uma sequência de seis semanas seguidas de queda ante o real e fechou os últimos cinco dias acumulando valorização de 0,81%. As preocupações com a disparada da inflação norte-americana ajudaram a fortalecer o dólar no mercado internacional.

Foi somente no pregão desta sexta-feira que a moeda americana caiu de forma mais consistente, após dois indicadores da atividade dos Estados Unidos, as vendas no varejo e a produção industrial, mostrarem números abaixo do previsto em abril e reduzirem, ao menos por ora, o temor de superaquecimento da maior economia do mundo.

Nos fechamentos, o dólar à vista terminou a sexta-feira em queda de 0,80%, a R$ 5,2710. No mercado futuro, o dólar para junho era negociado em baixa de 0,74% às 17h35, cotado em R$ 5,2765.

O cenário externo teve peso, determinando o comportamento do real nesta semana, mesmo com a CPI da covid esquentando e nova pesquisa eleitoral mostrando liderança do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva na corrida presidencial, além da denúncia de um orçamento secreto do presidente Jair Bolsonaro. Os investidores monitoraram estes eventos, mas o clima de fuga de ativos de risco no exterior falou mais alto, com o temor de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) tenha que retirar mais cedo os estímulos monetários extraordinários adotados na pandemia, que têm inundado o mercado de liquidez e levado recursos aos emergentes.

"Membros do Fed têm contribuído para amenizar as preocupações, ressaltando que o conjunto de dados observado não revela inflação permanente. De qualquer maneira, os mercados ligam o radar", destaca o economista da Amplla Assessoria em Câmbio, Alessandro Faganello.

O presidente da regional de Dallas do BC americano, Robert Kaplan, segue como um dos poucos dissidentes dessa visão e nesta sexta falou que as compras de ativos podem ter que começar a ser reduzidas mais cedo. Para o Brasil, Faganello ressalta que os investidores monitoram os ruídos políticos, mas esta semana o estresse maior veio do exterior.

A analista de moedas e mercados emergentes do Commerzbank, Alexandra Bechtel, avalia que o real se beneficiou recentemente da alta das commodities e da sinalização de altas de juros pelo Banco Central, mas o ceticismo com a valorização da moeda brasileira permanece, na medida em que riscos específicos do Brasil podem reverter este movimento. Ela cita justamente o temor de ruídos políticos e de mais gastos fiscais, caso a pandemia não melhore de forma consistente. O banco alemão prevê o dólar em R$ 5,30 ao final do ano e em R$ 5,00 ao final de 2022. Já a taxa básica de juros deve ir a 5,25% em dezembro e 6% em 2022.

Já o banco Inter melhorou sua projeção para o real, vendo o dólar caindo a R$ 5,20 ao final do ano. A estimativa anterior era de R$ 5,30. "O resultado mais robusto das contas externas, a definição do orçamento reduzindo o risco fiscal e a elevação mais rápida da Selic impactam de maneira positiva o fluxo cambial", comenta a economista-chefe do banco, Rafaela Vitória, em relatório.

Juros

O mercado de juros adotou uma postura mais conservadora à tarde, quando as taxas zeraram o recuo visto na primeira etapa. Os trechos curtos e intermediários fecharam em alta e o longo, perto da estabilidade. A piora não teve motivo claro e não se viu nem na Bolsa nem no câmbio. Mas é fato que com as surpresas positivas pelo lado da atividade, revisões para cima em série para o Produto Interno Bruto (PIB) e o choque de commodities, a perspectiva é de persistência de pressões inflacionárias que ameacem a estratégia do Banco Central de recompor a Selic apenas parcialmente, o que ajudaria a explicar o descolamento entre DI e câmbio.

No exterior, dados fracos de atividade nos EUA acionaram o modo risk on e os rendimentos dos Treasuries se acomodaram, ajudando a ancorar a ponta longa da curva doméstica. O mercado digeriu bem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a retirada do ICMS do cálculo do PIS/Cofins, que evitou o pior dos cenários para o governo de haver um desfalque de R$ 258,3 bilhões em cinco anos nas contas públicas.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 fechou a sessão regular em 4,95%, de 4,889% no ajuste anterior, e a do DI para janeiro de 2023, nesta sexta novamente o mais líquido, subiu de 6,698% para 6,77%. O DI para janeiro de 2025 encerrou com taxa em 8,27%, de 8,245%, e o DI para janeiro de 2027 fechou com taxa a 8,85%, de 8,834%. O diferencial entre os DIs para janeiro de 2023 e janeiro de 2027 ficou em 208 pontos, de 214 pontos na quinta e 201 pontos na sexta-feira passada.

Os discursos de membros do Copom em eventos não chegaram a trazer novidades em relação ao que os recentes documentos da autoridade monetária apresentaram, mas os destaques para a inflação não passaram despercebidos. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que a inflação implícita está crescendo em todos os lugares. "Mesmo países com histórico de baixa inflação, as taxas de juros de cinco anos estão subindo. O que os mercados precificam é que os emergentes começarão a ver inflação maior", afirmou.

Já o diretor de Política Monetária, Bruno Serra, disse que o BC tem de ser 'xiita' com o centro da meta de inflação, sempre. Embora o colegiado já tenha sinalizado nova alta de 0,75 ponto da Selic em junho, para 4,25% ao ano, mantendo a avaliação de que o ajuste deve ser "parcial", Serra considerou que, se o consenso de projeções do mercado começar a se descolar da meta de inflação para 2022, o BC terá que mudar a sua reação. "Não há nada de errado nisso", disse ele, que não se comprometeu com sinalização para política monetária a partir de agosto.

Para a JF Trust, a inflação na margem deve seguir elevada em maio e, com o ritmo surpreendente da atividade, a probabilidade de alta é maior do que de queda nos juros futuros na próxima semana. "Seria apropriado que o Bacen não tentasse se comprometer com nenhum foward guidance (como a normalização parcial dos juros), pois a volatilidade dos preços dos ativos segue", afirma relatório da instituição, que tem Eduardo Velho como economista-chefe.

Na semana que vem, a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulga o IGP-10 de maio, que, de acordo com a pesquisa do Projeções Broadcast, deve ter a maior taxa para o mês desde o início do Plano Real. A mediana das estimativas aponta alta de 2,72%.

Bolsa

O Ibovespa emendou o segundo dia de recuperação moderada, insuficiente para que neutralizasse a perda acumulada na semana, de 0,13%, após a correção de 2,65% observada na quarta-feira. Nesta sexta-feira, o índice da B3 fechou em alta de 0,97%, aos 121.880,82 pontos. No melhor momento do dia, chegou a recuperar os 122 mil pontos, marca observada nos fechamentos dos últimos dias 7 e 11 e, à exceção de quinta, tocada sempre no intradia no intervalo iniciado em 7 de maio. O giro financeiro desta sexta-feira foi a R$ 37,0 bilhões.

Nestas 10 sessões da primeira metade do mês, o Ibovespa cedeu até aqui terreno em apenas três - entre elas, uma leve perda de 0,11%, no dia 10. Por outro lado, os avanços têm sido em geral moderados, de forma que, em maio, os ganhos chegam a 2,51% até o momento, com avanço no ano a 2,41%. Nesta sexta, o índice variou entre mínima de 120.719,17, da abertura, e máxima de 122.194,55 pontos, também pela manhã.

"Se olharmos para os setores que compõem o Ibovespa, apenas o índice de materiais básicos e as exportadoras estão positivos no ano, é o que tem sustentado. Os demais estão no negativo. Vejo o Ibovespa de lado, mas com espaço para recuperação desses setores defasados no ano, que tendem a convergir de maneira mais favorável na medida em que a vacinação avançar e a economia doméstica for se normalizando.

O IBC-Br do primeiro trimestre foi um bom sinal, melhorando a perspectiva para o PIB em 2021", aponta Mauro Orefice, diretor de investimentos da BS2 Asset. "No primeiro quadrimestre, as ações do setor financeiro acumularam perda média de 7%, as do varejo, de 15%, e as do setor imobiliário, entre 10% e 12%. Há uma dispersão grande no desempenho se olharmos para os setores. Há oportunidades no 'stock pick', na seleção de ativos. Não vejo uma progressão linear para o Ibovespa, mas um reequilíbrio, a partir de setores atrasados", acrescenta.

Destaque do dia, as ações da Petrobras subiram mais de 4,5% (PN +5,16%, ON +4,65%), em reação positiva não apenas aos preços do petróleo, em alta acima de 2% na sessão, mas especialmente ao balanço trimestral, da noite anterior - no ano, Petrobras PN e ON ainda acumulam perdas de 4,16% e 8,10%, respectivamente, mas estão entre os destaques de maio, com recuperação agora de 11,26% e 11,00% no mês. Em nota, os analistas Heloise Sanchez e Régis Chinchila, da Terra Investimentos, chamam atenção para o "Ebitda acima das estimativas, com forte geração de caixa e redução da dívida líquida da empresa".

O desempenho de Petrobras contribuiu nesta sexta para neutralizar o efeito negativo de Vale ON (-1,72%), em baixa na sessão em resposta à forte correção nos preços do minério de ferro na China - ainda assim, em nível bem elevado, o que coloca os ganhos acumulados por Vale ON a quase 32% em 2021, com os de CSN ON perto de 50% no ano. Na ponta do Ibovespa, Qualicorp subiu nesta sexta 7,21% com o balanço trimestral, à frente de Hering (+6,43%). No lado oposto, Usiminas esteve na ponta negativa do Ibovespa pelo segundo dia, em baixa de 4,96% no fechamento, após ter cedido 4,47% na quinta - nesta sexta, ficou atrás apenas de IRB (-5,08%).

"O início da semana foi marcado por uma alta expressiva nos preços das commodities. Porém, nesses últimos dias, as commodities perderam força e começaram a registrar perdas, mas, apesar disso, continuam em níveis bem elevados. O índice CRB acumula ganhos de 22,4% no ano e 49,8% nos últimos 12 meses", escreve em análise Jennie Li, estrategista de ações da XP Investimentos, destacando o peso das commodities na composição da B3, em que 36% do Ibovespa tem exposição a matérias-primas.

Nesta sexta, o tombo de 12% no preço do minério de ferro em Qingdao, na China, com efeito direto sobre o desempenho das ações de mineração e siderurgia, foi decisivo para limitar o avanço do Ibovespa, com o "governo chinês cada vez mais inclinado a criar medidas para intervir nos preços do aço, e, por consequência, da matéria-prima", diz Rafael Ribeiro, analista da Clear Corretora, destacando que a China está atenta a aumentos superiores ao custo do aço.

Agência Estado e Correio do Povo

Autor de ataque em Saudades escolheu creche por fragilidade das vítimas, diz Polícia Civil de SC

 Com raiva e ódio do mundo, jovem agiu sozinho, queria matar o máximo de pessoas e planejou chacina desde o ano passado


O autor do ataque à creche infantil que deixou cinco mortos na cidade catarinense de Saudades, na manhã do último dia 4, queria matar rapidamente o máximo possível de pessoas, planejou o atentado desde o ano passado e agiu sozinho. Em coletiva concedida nesta sexta-feira, a Polícia Civil de Santa Catarina explicou que Fabiano Kipper Mai, de 18 anos, escolheu a creche Pró-Infância Aquarela porque seria um alvo mais fácil. 

“Ele deixou bem claro que foi pela fragilidade das vítimas no local. Isto mostra que o autor foi covarde pois foi contra crianças e mulheres que não tinham como se defender”, afirmou o delegado Jerônimo Marçal Ferreira na Delegacia Regional de Polícia em Chapecó. O anúncio do encerramento do inquérito ocorreu na manhã de hoje e agora o procedimento segue agora para o Judiciário e o Ministério Público.

Ferreira comentou que Kipper Mai tinha plena consciência do que fez em Saudades. "Ele tinha consciência do que fez e de que foi errado. Isto mostra também que era uma pessoa normal. Ele agiu consciente do que fez o tempo todo. Foi um crime premeditado”, frisou.

“A raiva dele era contra qualquer pessoa que ele atacaria em algum momento. A intenção dele em um primeiro momento foi contra pessoas que tinham certo convívio com ele”, observou, acrescentando que a raiva foi então descarregada em quem não tinha nenhuma ligação com o jovem. “Foi com inocentes...um ato mais covarde ainda. Ele tem sim que ser responsabilizado pelos crimes graves e cruéis que cometeu no dia 4”, disse. “Era uma pessoa normal, tinha autodeterminação desde o princípio. O planejamento dele deixou muito claro: ele sabia o que estava fazendo”, concluiu.

Motivação 

Segundo o delegado Jerônimo Marçal Ferreira, o autor da chacina era uma pessoa isolada e com dificuldade de relacionamento em “um nível muito acima do normal”. Citou como exemplo que o rapaz sequer jantava na mesa com a família e ficava no quarto.

“Nos últimos tempos, ele cada vez mais foi se isolando no mundo dele”, sintetizou. “Família, colegas de escola e trabalho... ninguém tinha ideia, ninguém sabia o que se passava na cabeça dele e o que ia acontecer...Ele nunca demonstrou, nunca exteriorizou…”, assinalou.

“Ele começou a ter contato com muitos materiais e ideias violentas, com pessoas sentimentos e pensamentos ruins. Tinha acesso a muito conteúdo inapropriado e contato com pessoas que pensavam como ele. Começou a alimentar este ódio a ponto de querer descarregar em alguém. Não era alguém específico...era um ódio generalizado “, afirmou o delegado Jerônimo Marçal Ferreira.

Investigação 

A investigação “complexa e trabalhosa” contou com os depoimentos de 20 pessoas e análise dos laudos periciais do material apreendido na residência do agressor, como computador. Houve ainda o interrogatório com o acusado quando estava hospitalizado, mas cujo teor não foi divulgado. “Basicamente ele confessou crime e admitiu todo planejamento e que agiu sozinho. Não há qualquer indicativo de que alguém tenha o auxiliado”, enfatizou o delegado Jerônimo Marçal Ferreira. Até a intenção de tirar a própria vida estava prevista pelo jovem depois que cometesse o ataque. Uma psicóloga policial atuou junto no caso.

Com a prisão preventiva decretada, Fabiano Kipper Mai deve permanecer no presídio até a data do julgamento. A Polícia Civil indiciou-o por cinco homicídios triplamente qualificados e uma tentativa de homicídio triplamente qualificada.

Alerta 

Em sua explanação na entrevista coletiva, o delegado regional Ricardo Casagrande trouxe a informação que a análise do material apreendido na casa do acusado levantou a possibilidade que ataques semelhantes poderiam ser cometidos por indivíduos em outros quatro estados do país. Nenhum detalhe disto foi repassado à imprensa.

Ele confirmou que, após a troca de informações, as autoridades desses estados agiram rapidamente para impedir ações parecidas com a cometida em Saudades. Salientou, porém, que não existiam ainda atentados planejados.

O trabalho investigativo dos policiais civis catarinenses teve apoio da Homeland Security Investigations na Embaixada dos Estados Unidos em Brasília. O Delegado Geral da Polícia Civil de SC, Paulo Koerich, destacou a integração de todas as forças de segurança pública catarinense no caso do ataque à creche infantil em Saudades. “Temos de agradecer o auxílio e parceria”, declarou.

“Somamos esforços visando minorar a dor, responsabilizar o autor e principalmente salvar vidas”, avaliou. O delegado Paulo Koerich aproveitou para divulgar que o Governo do Estado de SC adotou providências para assegurar a segurança nas 1.064 escolas da rede estadual de ensino, como monitoramento eletrônico e vigilância nos locais.  

Vítimas 

As vítimas foram a professora Keli Adriane Aniecevski, 30 anos; a agente educadora Mirla Amanda Renner Costa, 20 anos; além dos bebês Sarah Luiza Mahle Sehn, de um ano e sete meses; Anna Bela Fernandes de Barros, de um ano e oito meses; e Murilo Massing, de um ano e nove meses. Todas foram golpeadas até a morte dentro da creche Pro-Infância Aquarela, na manhã do dia 4 deste mês, na cidade de Saudades, na região Oeste de Santa Catarina.


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Pipoqueira Elétrica Lenoxx Pop Red - Vermelha 3 Xícaras de Pipoca

 


Moderna e prática, a Pipoqueira Elétrica Pop Red da Lenoxx possui 1200W de potência, prepara até 03 xícaras de pipoca com ar quente em 02 minutos. Com desligamento automático, facilitando o preparo e evita que ela queime, acompanha com o produto o dosador de milho e possui botão liga/desliga. Com um design incrível, na cor vermelha, o produto vai trazer muito estilo para a sua cozinha, além de poder preparar pipoca como no cinema.


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Governo compra 100 milhões de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19

 Lote se soma aos 100 milhões de doses adquiridos anteriormente


Ministério da Saúde anunciou hoje (14) que fechou o contrato para a aquisição de mais 100 milhões de doses da vacina da farmacêutica Pfizer em parceria com a empresa BioNTech. Este novo lote se soma aos 100 milhões de doses que já haviam sido adquiridos pela pasta anteriormente.

Com isso, pelo contrato, as empresas responsáveis pelo imunizante deverão disponibilizar 200 milhões de doses até o fim deste ano. As 100 milhões de doses do contrato anunciado hoje deverão ser entregues entre setembro e novembro deste ano.

O primeiro lote de 100 milhões de doses já começou a ser entregue no mês de abril, em uma remessa de 1 milhão de doses. Conforme o cronograma, está prevista a entrega de outros 2,5 milhões em maio e 12 milhões em junho.

Para o mês de maio, segundo o painel de vacinação contra a covid-19, estão previstos ainda 20,5 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca produzida pela Fiocruz, 3,9 milhões da Oxford/AstraZeneca obtida pelo consórcio Covax Facility, cinco milhões da Coronavac e mais 842 mil da Pfizer pelo Covax Facility, totalizando 32,9 milhões de doses.


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