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Ex-secretário do RJ nega pagamento ao ministro Dias Toffoli

 Defesa de Hudson Braga diz que ex-governador Sergio Cabral, preso desde 2016, "tenta se safar de suas responsabilidades"



O ex-secretário de Obras do Rio de Janeiro Hudson Braga negou, nesta quinta-feira, ter realizado qualquer pagamento ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli para favorecer dois ex-prefeitos em processos no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A informação de que o ex-secretário teria operacionalizado a ação foi dada pelo ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral em delação premiada. Cabral está preso desde novembro de 2016 e fora condenado em mais de 13 ações penais, que somadas ultrapassam 280 anos de reclusão.

“Esclarecemos que jamais chegou sequer ao conhecimento de Hudson Braga o fornecimento de qualquer vantagem para o ministro Dias Toffoli, ou a outra pessoa que o representasse”, diz nota, assinada pelo advogado Roberto Pagliuso.

Para a defesa do ex-secretário de Obras, “Cabral tenta se safar de suas responsabilidades alterando suas estratégias, ora negou os fatos, ora adotou manobras processuais e depois de ver a consolidação de suas penas, resolveu, por desespero, criar fatos para viabilizar sua colaboração premiada”.

“Nunca teve qualquer apreço pela verdade, nunca produziu qualquer prova de suas alegações mentirosas. Hudson Braga segue acreditando na Justiça”, acrescentou.

Em nota, Toffoli afirmou não ter conhecimento dos fatos mencionados e disse que jamais recebeu os supostos valores ilegais. O ministro refutou também a possibilidade de ter atuado para favorecer qualquer pessoa no exercício de suas funções.

R7 e Correio do Povo


Missionários deportados de Angola chegam em São Paulo: "Heróis da fé"


Marco Aurélio arquiva pedido para investigar cheques de Queiroz a Michelle Bolsonaro


Olímpía vence Always Ready na altitude e embola grupo do Inter


Prova de vida do INSS volta a valer a partir de junho nas agências

 Quem não atender convocação terá benefício bloqueado


A partir de junho, os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que deixarem de realizar a prova de vida voltarão a ter o benefício cortado, informou hoje o órgão. A exigência estava suspensa desde março de 2020, por causa da pandemia de Covid-19.

Inicialmente, a retomada da prova de vida estava prevista para maio, mas foi adiada em um mês pela Portaria 1.299 do Ministério da Economia, publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União.

Em maio, ocorrerá o bloqueio de 160 mil beneficiários que deveriam ter feito a prova de vida em fevereiro de 2020, antes do início da pandemia. Estes devem ir à agência regularizar a situação. De março de 2020 em diante, os prazos serão retomados de forma gradual, para evitar aglomerações nas agências bancárias. A portaria estabeleceu o seguinte calendário de transição para a prova de vida para os segurados do INSS. 


Os beneficiários escolhidos para a comprovação digital por reconhecimento facial e que não fizeram o procedimento no aplicativo Meu Gov.br terão o benefício cortado neste mês. Neste caso, o desbloqueio do pagamento poderá ser feito por reconhecimento facial no próprio aplicativo. Segundo o INSS, cerca de 340 mil pessoas selecionadas que fizeram a prova de vida digital nos últimos meses não correm o risco de ter o benefício bloqueado.


Agência Brasil e Correio do Povo


Presidente do Inep afirma "que definirá data do Enem neste mês"


Brasil ultrapassa 430 mil mortes pela Covid-19


Ghost of Tsushima para PS4 - Sucker Punch Productions

 


Com certeza esse jogo vai surpreender os fãs do mundo gamer. O jogo para Playstation 4 Ghost of Tsushima desenvolvido pela Sucker Punch Productions vai levar o jogador por uma misteriosa história. No final do século XIII, o Império Mongol destruiu nações inteiras em sua campanha para conquistar o Oriente. A ilha de Tsushima é tudo o que resta entre o Japão e uma enorme invasão mongol liderada por um general ardiloso e implacável, Khotun Khan. Em meio à ilha devastada pela primeira onda de ataques mongóis está Jin Sakai, um guerreiro samurai, um dos últimos sobreviventes de seu clã. Ele está decidido a fazer o que for preciso, custe o que custar, para proteger seu povo e recuperar seu lar. Jin deve deixar de lado as tradições que o moldaram como guerreiro e forjar um novo caminho, o do Fantasma, travando uma guerra atípica pela liberdade de Tsushima. Neste jogo de ação e aventura em mundo aberto, ande por paisagens vastas, encontrando personagens riquíssimos, descobrindo monumentos antigos e revelando a beleza oculta de Tsushima. E aproveite o bônus de lançamento: Minitrilha sonora digital, Tema dinâmico para PS4 e Avatar do Jin para PS4.


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Penhora de bens tem sido opção em ações de dívidas com a União

 Decisões judiciais têm favorecido a recuperação e até mesmo mantido a operação de empreendimento

Em pelo menos três processos que tramitam na Justiça Federal, em Porto Alegre, sobre contribuintes que discutem dívidas tributárias com a União, em casos em que as empresas precisam apresentar garantias nos processos, decisões judiciais têm favorecido a recuperação e até mesmo mantido a operação de empreendimentos. Em duas ações, por exemplo, em duas destas ações, de R$ 10 milhões e R$ 4 milhões, os magistrados deliberaram por admitir bens imóveis em penhora, mesmo diante dos pedidos da União pelo bloqueio de recursos financeiros.

Conforme o advogado Marcelo Rohenkohl, do escritório de advocacia Pimentel e Rohenkohl, nos processos de dívidas tributárias, principalmente com a União, as empresas precisam dar garantias e que há uma ordem legal de preferência pela garantia por quem cobra. Entretanto, ele tem percebido uma mudança de comportamento, em que juízes estariam se sensibilizando com o período delicado vivenciado pelas empresas, com grandes dificuldades de incorrer nos custos de uma fiança bancária ou seguro-garantia, ou mesmo dispor de recursos para discutir débitos, não raras vezes indevidos.

Rohenkohl afirma que a alteração na ordem de preferência das garantias, que é sempre alegada pelo Fisco para exigir dinheiro ou fiança, tem sido algo cada vez mais comum. “No passado não era corriqueiro. Hoje vira notícia, porque há um volume grande (de ações)”, avalia. Ele conta que há pelos menos três ações representadas por ele em que este recurso foi admitido.

O advogado diz que a ordem de preferência das garantias não pode ser tida como algo absoluto, especialmente em um cenário de grave crise econômica como o presente, mas é necessário estar preparado, já que o contribuinte, de forma antecipada, precisa apresentar os imóveis e expor sua situação econômica. “É preciso ter avaliações idôneas do imóvel, bem feitas, realizada por profissional especializado, e fazer aquele arrazoado, para avaliação da situação financeira”, recomenda. Além disso, boas iniciativas contam a favor. “Os juízes estão relativizando essa ordem legal. Principalmente quando as empresas aparecem espontaneamente”, acredita.

A Justiça Federal, por meio do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), afirma que em face da Covid-19, especificamente, não há nenhuma nova orientação a respeito do tratamento dado a estes casos de dívidas tributárias. Entretanto, o TRF-4 ratifica o que adiantou Rohenkohl, ao afirmar que o Tribunal tem tido decisões admitindo a substituição, ao se demonstrar claramente a necessidade para pagamento de salários e a oferta de bem idôneo como garantia.


Correio do Povo


Pfizer revela participação de Carlos Bolsonaro em reunião e nega cláusulas especiais para o Brasil

Comissão especial para discutir voto impresso é instalada na Câmara

 Nesta quinta-feira, urna eletrônica completou 25 anos de utilização no país



No dia em que a urna eletrônica completou 25 anos no país, a Câmara dos Deputados instalou nesta quinta-feira uma comissão especial para discutir o voto impresso no país. O deputado federal Paulo Eduardo Martins (PSC-PR) foi eleito, com 23 votos favoráveis, para comandar a comissão especial, e o deputado federal Filipe Martins (PSL-PR) foi designado para a relatoria. A primeira reunião acontecerá na próxima segunda-feira, às 15h, quando será apresentado o plano de atuação. 

A comissão tem como base uma proposta de emenda à Constituição que torna obrigatório o voto impresso, de autoria da deputada federal bolsonarista Bia Kicis (PSL-DF). Segundo o texto, será exigida a impressão de cédulas em papel na votação e na apuração de eleições, plebiscitos e referendos no Brasil. O presidente Jair Bolsonaro é um das lideranças políticas que endossam o movimento pela volta do voto impresso. 

Após a eleição, o presidente da Comissão reforçou que deveria sair do Parlamento, não de outros poderes, a decisão sobre o modo de condução do processo eleitoral. "É natural que o processo eleitoral seja aprimorado. Mas é importante que o brasileiro, seja ele o mais simples que for, tenha confiança no seu voto", disse. 

Urna completou 25 anos 

Inclusive, nesta quinta-feira, a urna eletrônica completou 25 anos, sendo referência mundial no processo de computação de votos pela sua rapidez, segurança e transparência. O presidente do TSE, ministro Luis Roberto Barroso, ao celebrar a data, durante a sessão do tribunal, pontuou que o voto eletrônico garante um “processo seguro, transparente e auditável”. “O Brasil tem muitos problemas que o processo democrático e a democracia ajudam a enfrentar e resolver, mas um desses problemas não é a Urna Eletrônica, que até aqui tem sido parte da solução, assegurando um sistema íntegro e que tem permitido a alternância de poder sem que jamais se tenha questionado de maneira documentada e efetiva a manifestação da vontade popular”. 

Em defesa da PEC, Bia Kicis afirmou que a proposta seria uma forma de “libertar o povo brasileiro da dúvida e da angústia de um sistema brasileiro que, por mais moderno que seja, não é perfeito''. A deputada ainda frisou que o projeto não era uma disputa contra as demais instituições, mas sim um "clamor do povo brasileiro" e, portanto, gostaria que o projeto fosse discutido em conjunto. "Nosso sistema permite uma eleição muito célere, muito simplificada, mas não é segura pois não permite uma auditagem", pontuou ela, contrariando a manifestação do presidente do TSE.  

Relator, o deputado federal Filipe Martins reforçou a atuação da comissão como uma forma de manutenção da democracia que garantirá inovação. Segundo ele, a proposta deverá ser debatida como uma solução para o futuro Brasil, que deve ser analisada de forma suprapartidária. "Não é CPI para olhar para o passado", disse ele. Martins ainda destacou que "os custos para que a democracia seja cada vez mais elaborada não podem ser mensurados. Não são custos, são investimentos".

Em maioria favorável ao projeto, os demais parlamentares que se manifestaram pedindo agilidade na tramitação da proposta, para, caso aprovada, possa valer já para as próximas eleições presidenciáveis, em 2022. O colegiado terá 34 titulares e 34 de suplentes, indicados pelos partidos. Para tal, a mudança eleitoral precisa ocorrer até outubro deste ano.

Outros projetos já foram aprovados na Casa, um de 2009 e outro em 2015, com o assunto envolvendo alterações nas eleições e o voto impresso, no entanto, acabaram sendo consideradas inconstitucionais pela Justiça, revogadas por uma nova lei ou vetadas pela Presidência da República. O argumento é utilizado na justificativa do texto. Por se tratar de uma PEC, a proposição precisa ser votada em dois turnos e ser aprovada por 3/5 dos deputados (308 votos). 

História da urna

No dia 13 de maio de 1996, há exatamente 25 anos, o TSE enviou as primeiras urnas eletrônicas aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) para que eles pudessem conhecer o equipamento que seria utilizado nas eleições municipais daquele ano. Em mais de duas décadas, a urna passou por constantes evoluções e se consolidou como a forma mais segura para o exercício da democracia por meio do voto eletrônico.

Mas a história da informatização das eleições teve início com a consolidação do cadastro único e automatizado de eleitores, que começou em 1985 e foi finalizado em 1986. Durante alguns anos, diversos protótipos de urnas eletrônicas foram apresentados pelos TREs. Em 1994, o TSE realizou pela primeira vez o processamento eletrônico do resultado das eleições gerais daquele ano, com recursos computacionais da própria Justiça Eleitoral.

Após muitos estudos e testes, os eleitores tiveram o primeiro contato com a urna eletrônica nas eleições municipais de 1996. Na ocasião, mais de 32 milhões de brasileiros, um terço do eleitorado da época, votaram nas mais de 70 mil urnas eletrônicas produzidas para aquelas eleições. Participaram 57 cidades com mais de 200 mil eleitores, entre elas, 26 capitais.

O primeiro Código Eleitoral de 1932 já previa em seu artigo 57 o “uso das máquinas de votar”, regulado oportunamente pelo Tribunal Superior (Eleitoral), assegurado o sigilo do voto.


Correio do Povo

Tablet Philco PTB10RSG 10” 3G Wi-Fi 32GB - Android 9 Quad Core Câm. 5MP

 


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Reunião apresenta diretrizes para revitalização do Cais Mauá

 Projeto reúne Governo do Estado, BNDES e Consórcio Revitaliza


O projeto de revitalização do Cais Mauá teve suas diretrizes apresentadas em reunião na noite desta quinta-feira. O encontro acontece no Palácio Piratini, e reuniu integrantes do Consórcio Revitaliza e do BNDES. 

O grupo, composto oito empresas, é responsável pela modelagem e preparação da licitação pública, cujo edital deve ser publicado até o fim deste ano.

O consórcio, selecionado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) entre sete concorrentes, é formado por Patrinvest, Machado Meyer Advogados, Dal Pian Arquitetos, ZEBL Arquitetura, Radar PPP, Caruso Engenharia, Apsis Consultoria Empresarial e 380 Volts Comunicação. 

O encontro contou com a participação dos secretários Claudio Gastal (Planejamento, Governança e Gestão), Artur Lemos Júnior (Casa Civil) e do procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa. O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, também esteve presente, assim como representantes do BNDES e do consórcio Revitaliza.


Correio do Povo

Anvisa autoriza estudo clínico da vacina Covaxin no Brasil

 Estudo de fase 3 avalia a eficácia e segurança do imunizante em adultos; 4.500 voluntários farão parte da pesquisa no país



A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou, nesta quinta-feira, que o estudo clínico da Covaxin, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo laboratório indiano Bharat Biotech, seja realizado no Brasil.

O pedido de autorização havia sido feito pela Precisa Medicamentos, importadora e distribuidora de medicamentos, de São Paulo, que representa o imunizante no país.

Em nota, a Anvisa informou que o estudo é o de fase 3, que avalia a eficácia e segurança da vacina em adultos acima de 18 anos. A previsão é de que duas doses do imunizante sejam aplicadas com um intervalo de 28 dias em 4.500 voluntários no Brasil. 

“Para esta autorização, a Anvisa analisou os dados das etapas anteriores de desenvolvimento dos produtos, incluindo estudos não clínicos in vitro e em animais, bem como dados preliminares de estudos clínicos em andamento. Os resultados obtidos até o momento demonstraram um perfil de segurança aceitável das vacinas candidatas”, disse a agência por meio de nota. 

Sobre a Covaxin

A Covaxin tem 78% de eficácia comprovada contra o coronavírus, e é aplicada em duas doses, com intervalo de quatro semanas entre elas.

O infectologista Renato Kfouri, diretor da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações) e membro do Comitê Técnico Assessor do PNI (Programa Nacional de Imunizações) do Ministério da Saúde, explica que a vacina é semelhante à CoronaVac, imunizante que já está em aplicação no Brasil.

“O vírus é cultivado em células Vero [linhagem de células utilizadas em culturas microbiológicas], para se multiplicar e crescer, e depois é desativado para inativar sua capacidade de infecção”, explica.

O Ministério da Saúde já comprou 20 milhões de doses da Covaxin. Antes de o governo federal manifestar interesse pelo imunizante, a rede privada já havia anunciado a intenção de compra de 5 milhões de doses, segundo a ABCVAC (Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas).

R7 e Correio do Povo

Smartband Samsung Galaxy - Fit2 Preto

 


O Galaxy Fit2 é uma smartband que tem um design ergonômico, que o deixa bem confortável no pulso, possui um display grande de 1.1" e colorido, e é ideal para o monitoramento das práticas esportivas e de bem-estar. O Fit2 da Samsung te ajuda a ter uma vida mais saudável, com o controle da qualidade do sono e através do monitoramento dos seus exercícios (são 6 modalidades de esportes detectadas automaticamente, e outros 90 tipos programáveis). Além disso, com ele você recebe e responde suas notificações de chamadas e mensagens direto no pulso. O Fit2 fica mais tempo longe da tomada graças a sua bateria de longa duração, que pode chegar a 21 dias de autonomia. Ele é resistente contra água suportando até 50m (5ATM) de profundidade, e também resistente contra poeira (IP68). A cor preta é perfeita para combinar com seu estilo!


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