Perfeito o texto de Maurício Mühlmann Erthal em relação à colação de grau do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ocorrida no dia 3 de fevereiro, em Porto Alegre/RS.


*QUERIDOS FORMANDOS, BURROS E JUMENTOS!*

Se alguém ainda tinha alguma dúvida, o ranking do Pisa provou de uma vez por todas que a tal "pátria educadora", que encheu péssimas universidades com péssimos alunos formados por péssimos professores, era apenas um embuste.

Distribuir diplomas a pessoas de baixa inteligência, nenhum talento, estúpidas, cotistas, etc, é como carimbar o traseiro de bois e vacas que estão indo para o abate (neste caso justificável).

Na nossa cultura deformada pelo 'coitadismo', ou para falar mais academicamente, pelo ethos-igualitarista moderno, teimamos em achar que a Universidade é para todos. Nunca foi e nunca será. Essa é uma das maiores mentiras da modernidade.

A decadência da civilização se iniciou com a universalização do ensino, com a troca da formação espiritual e intelectual puras, "ars gratia artis" no sentido aristotélico, pelo adestramento meramente utilitarista para fins de sobrevivência.

Universidade é para uma elite intelectual. É para quem realmente tem talentos, gosta de estudar e tem uma inteligência privilegiada. Sua prioridade é produzir conhecimento e não formar mão de obra ...e muito menos ainda formar militantes revolucionários que irão implantar o comunismo no país.

Para formar profissionais e mão de obra existe o ensino técnico e profissionalizante. As oportunidades que devem ser oferecidas a todos é a de uma boa formação de base onde, por meio da meritocracia, serão revelados aqueles mais capazes de ir para a Universidade PRODUZIR CONHECIMENTO.

Transformar todo mundo em universitário apenas para não ferir a autoestima do jovem maconheiro que usa piercing no nariz e alargador na orelha é algo completamente estúpido! Tudo que o governo do PT conseguiu foi queimar centenas e centenas de bilhões de reais para produzir o pior, o mais idiota, o mais ignorante, o mais analfabeto, e por consequência o mais mimado, alienado e arrogante aluno do mundo!

Nivelaram todo mundo por baixo, destruíram qualquer possibilidade de formar uma verdadeira elite intelectual para o país. São mais de duas décadas jogadas inteiramente no lixo! Trocaram a meritocracia (de alunos e professores) pela "universalização", pela "política de cotas" e pela "ideologização".

Nunca reconhecendo que as pessoas são essencialmente diferentes, umas mais inteligentes, mais capazes e mais esforçadas que as outras; enfiam goela abaixo de todos o maldito igualitarismo que sempre favorecerá o vulgar, o grosseiro e o ignorante. Sempre nivelará por baixo, rebaixará a tudo e a todos e produzirá os piores resultados.

Reúna vários alunos inteligentes e todos se tornarão mais inteligentes ainda. Cerquem um gênio de medíocres e vulgares e testemunhará sua lenta e gradual decadência.

Numa era em que a humanidade enfrenta a sua mais radical transformação tecnológica, a civilização cibernética põe em cheque toda a cultura humanista, há uma mudança profunda de quase todos os paradigmas científicos, sociais e econômicos; nanotecnologia, microbiologia, projeto genoma, matriz energética, 5G e 6G, Internet das coisas, etc.

Nós gastamos trilhões em 20 anos para produzir uma geração “Nem Nem” de mimados, estúpidos, deprimidos, feminilizados, vazios, idiotas e arrogantes que votam no PSOL e morrem de medo de se tornar adultos. Uma legião de falsos graduados sem possibilidade de emprego, endividados com o FIES, caminhando para a meia idade, morando com os pais e frequentando a marcha da maconha porque precisam urgentemente legalizar seu suicídio.

(M.Erthal)

O que é Tráfego e Alcance Orgânico? O - Marketing Digital de A a Z




Você quer descobrir o que é o alcance orgânico ou o tráfego orgânico? alcance e tráfego são coisas distintas, mas as duas podem vir de fontes orgânicas, então vamos explicar melhor o que é isso. O alcance orgânico, nada mais é do que a quantidade de pessoas que seu conteúdo vai alcançar, sem que você precise pagar para isso. Por exemplo: imagine que você possua uma página no Facebook com 10 mil seguidores. Quando você faz uma publicação nesta página, o Facebook entrega essa sua publicação para uma parte dos seguidores. 1, 2, 3% das pessoas que curtem sua página, de fato são impactadas na timeline por esta sua publicação. Então do total, de 10 mil seguidores, apenas 100, 200 pessoas vão de fato visualizar sua publicação. Ou seja, esse é o alcance orgânico que você tem através da sua página. Já o tráfego orgânico, são pessoas/usuários que encontram e acessam seu site, na grande maioria das vezes através dos buscadores, sem que você precise pagar para isso. Então Imagine que seu site está bem posicionado para uma palavra-chave relacionada ao seu negócio. Se uma pessoa pesquisar no Google sobre Marketing Digital Arapongas, meu site estará entre os primeiros resultados orgânicos, ou seja, eu não estou pagando nada para o Google para que meu site fique no TOPO. Então se esse usuário acessar meu site através desta busca, eu consegui um acesso orgânico, que é o tráfego não pago, que não há investimentos em anúncios. ✅ PLAYLIST COMPLETA DO MARKETING DIGITAL DE A A Z ▸ https://www.youtube.com/watch?v=NIsuK... ❤️ COMPARTILHE ESTE VÍDEO COM UM AMIGO ❤️ ▸https://youtu.be/yKxEX_xyv0A ✅ CURSOS AFILIADOS QUE EU RECOMENDO Atenção: só recomendo cursos que eu tive acesso. Isso é fundamental para fazer indicações. Não sou de recomendar cursos ou materiais que eu não vi ou testei. estou continuamente estudando para mais cursos para recomendar a vocês. ▸FÓRMULA NEGÓCIO ONLINE http://bit.ly/2wgtbrD O melhor curso para você que deseja COMEÇAR DO ZERO no Marketing Digital. Seja para seu negócio físico ou Digital. O curso é do Alex Vargas, um excelente profissional que aborda praticamente tudo sobre como criar um negócio na internet. ✅ LIVROS QUE MUDARAM MINHA VISÃO SOBRE A VIDA E NEGÓCIOS ▸ PAI RICO PAI POBRE https://amzn.to/2Ocp85n Leia e tenha vontade de pedir as contas ainda hoje do seu emprego. ▸OPORTUNIDADES DISFARÇADAS https://amzn.to/2Cn12A8 Como encontrar oportunidades independente do ramo de atuação da sua empresa ▸A BOA SORTE https://amzn.to/2ufxGPM Título inexplicável. Compre, leia e depois me envie uma mensagem de agradecimento ▸DOBRE SEUS LUCROS https://amzn.to/2uaXAnQ Aprenda a forcar no que realmente trás resultados para a sua empresa ▸FREE - O FUTURO DOS PREÇOS https://amzn.to/2ucSZkP Entenda porque no futuro tudo vai ser de graça e como sua empresa pode aproveitar isso! ✅ LIVROS DE MARKETING DIGITAL E AFINS QUE VOCÊ PRECISA LER ▸8PS DO MARKETING DIGITAL https://amzn.to/2W7FLBR O método mais completo e poderoso sobre Marketing Digital. ▸INBOUND MARKETING https://amzn.to/2HGIHRW Seja encontrado usando o Google, a mídia social e os blogs. ▸AS ARMAS DA PERSUASÃO https://amzn.to/2W87faC Influencie pessoas e não se deixe influenciar. ❤️ VÍDEOS DO CANAL RELACIONADOS COM ESTE ASSUNTO ❤️ ▸Atraia clientes através do Whatsapp - https://www.youtube.com/watch?v=kRq_V... ▸ Seja um Mestre em Vendas Online - https://www.youtube.com/watch?v=T9wlp... ▸Como criar um Site Grátis - https://www.youtube.com/watch?v=JHrb3... ▸Como Criar um Cartão de Visitas Digital e Interativo - https://www.youtube.com/watch?v=wUZUZ...




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A ESTREIA DO EX-PROCURADOR DA LAVA JATO NA CRUSOÉ 


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Flávio não vai às ruas no dia 15, diz jornal


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Veto de Bolsonaro correu risco só nas manchetes de jornal

Bolsonaro cumprimenta Davi Alcolumbre observado por Rodrigo Maia: os três tentam aliviar a tensão entre poderes alimentada pela mídia.| Foto: Marcos Corrêa/PR


Se você lê e ouve durante semanas a fio, no noticiário político, que o governo corre o risco de sofrer uma séria derrota no Congresso, é natural você esperar que o governo sofra uma séria derrota no Congresso. Foi esse o caso, à essa altura ex-caso, dos vetos do presidente da República a decisões tomadas pelos deputados em relação ao Orçamento – reservando mais dinheiro para ser gasto em seus próprios projetos, é claro.

A mídia, reforçada pelos especialistas, cientistas políticos, comentaristas, etc., deu a entender, desde que a história começou, que os deputados iriam rejeitar os vetos. Seria mais uma demonstração da incapacidade do governo em lidar com o Parlamento, que anda indignado com o Palácio do Planalto – e com isso teríamos mais uma crise política de consequências desconhecidas, e certamente ruins.

Terminada a votação sobre a rejeição ou manutenção dos vetos, porém, quem olhasse para o placar da Câmara onde aparece o resultado das decisões do plenário veria o seguinte número: 398 votos a favor do governo.

Que diabo aconteceu entre o começo dessa conversa de veto e a exibição dos números finais no marcador eletrônico? Aconteceu que o leitor, ouvinte e telespectador perdeu o seu tempo sendo mal informado. Falaram que havia o risco real e iminente de o governo sofrer uma derrota horrorosa. Só que aconteceu o contrário. O governo não apenas ganhou. Ganhou por uma diferença tão grande que o caso nem precisou ir para o Senado.

São coisas que acontecem, é claro; ninguém é perfeito. O problema real, aí, é que histórias como essa não servem para nada. Poderiam levar a alguma reflexão sobre a necessidade de melhorar a qualidade da informação política prestada ao público. Tipo: “será que não seria mais certo, numa próxima vez, ter mais cuidado com aquilo que a gente está dizendo?” Mas aconteceu justo o contrário. A parte da mídia que optou pela rejeição dos vetos passou a dizer, encerrada a votação, que o governo, em vez de ganhar, na verdade tinha perdido. Foi obrigado a fazer um “dá cá, toma lá”. Os políticos ainda levaram um naco do que queriam. Enfim, deu tudo errado. O público, compreensivelmente, não entendeu coisa nenhuma.

A cobertura do episódio dos vetos é um desses casos onde há males que vem para o mal. Não ajuda quem fala nem quem ouve. Dá para escrever uma porção de livros tentando explicar por que as coisas são assim, mas fica de bom tamanho se o leitor prestar atenção em dois fatos.

O primeiro é que boa parte do noticiário político de hoje é jornalismo de torcida – o informador diz que está acontecendo aquilo que ele quer que aconteça. O segundo é o convívio mal resolvido entre jornalistas e políticos. Jornalistas falam demais com políticos, porque é fácil. É só aparecer para ser bajulado, paparicado e recebido como o melhor sujeito do mundo. Políticos falam demais com os jornalistas, porque é útil. Tudo o que dizem sai publicado, e o seu nome aparece – basta dizer o que o jornalista quer ouvir.

Só perde quem ouve uns e outros.




Texto do pensador Percival Puggina -PIRÂMIDE DE PONTA CABEÇA-:


 Antigamente, nas aulas de língua portuguesa, estudavam-se sinônimos e antônimos. Os sinônimos eram chatos, repetitivos como certos discursos. Responder corretamente aos exercícios de sinônimos implicava um esforço dos neurônios para encontrar outras maneiras de dizer a mesma coisa. "Quem pode se interessar por algo tão inútil?", pensava eu. Já com os antônimos as coisas não se passavam assim. Os antônimos eram divertidos, envolviam um antagonismo frontal, curto e certo. A professora dizia uma palavra e a gente a contrariava. Mesmo que ela reservasse os melhores vocábulos para si, era engraçado responder "burrice" quando ela proclamava "inteligência". Dona Elvira dizia "estudar", eu respondia "vagabundear" e a turma caía na gargalhada.

         Suponho que os exercícios de antônimos tenham, de algum modo, contaminado a minha geração. Emitimos, ao longo das décadas, fortíssimos sinais de que nos comprazemos em fazer tudo pelo avesso, como se a vida fosse uma camiseta "descolada". Organizamos a vida nacional, em quase tudo que importa, pelo inverso do que é certo. Luciano Huck, de tanto distribuir caminhões com prêmios em bairros pobres, já dá entrevista como presidenciável. Há eleitores convencidos de ser isso o que políticos devem fazer em âmbito nacional. E há congressistas, nestes dias, querendo fazer o mesmo com o dinheiro do Orçamento. Mas pergunto: você já assistiu uma coisa dessas fora da América Latina, em país bem organizado?

         Bolsonaro quer o antônimo dessa regra. A estrita confiança em seu Posto Ipiranga o fez reconhecer que essa é uma das causas da baixa eficiência dos investimentos públicos quando passam pelas mãos dos políticos. O dinheiro é arrecadado nos municípios e nos estados, em penitente silêncio dos cidadãos, e segue para Brasília. Lá circula, todo dia, uma espécie de versão luxuosa do caminhão do Huck, sustentando favores eternos, cardápios, mordomias, plano de saúde para filhos marmanjos de 30 anos, e tonifica a maioria parlamentar. Quem, na base da pirâmide dos contribuintes, recebe algo em retorno (quando retorna), vê seu dinheiro chegar enxugado e apoucado, ao som das trombetas eleitorais.

         Sob o ponto de vista institucional, federativo, político e jurídico construímos, aqui, as pirâmides do Egito de cabeça para baixo. Um dos mais importantes princípios da organização social é o princípio da subsidiariedade, inspirado no conceito de que a prioridade das iniciativas deve ser atribuída às instituições de ordem menor, à base da pirâmide, agindo as demais, subsidiariamente, na medida da necessidade. Em resumo, a União só age naquilo que os Estados não possam agir, estes só atuam naquilo para que os municípios estejam incapacitados de atuar e, dentro do município, a prioridade das iniciativas flui, pela mesma regra, até o cidadão.

         O princípio da subsidiariedade, portanto, é um princípio moral, na medida em que preserva a autonomia da pessoa humana e sua liberdade. É um princípio jurídico porque estabelece - e estabelece bem - a ordem das competências. É um princípio político porque delimita - e delimita bem - a ação do Estado. E é um princípio de administração porque vai organizar - e organizar bem - as competências, encurtar os caminhos e os vazamentos do dinheiro, determinar a forma e o tamanho do Estado e orientar a ação do governo de modo a fazer parcerias com a sociedade.

          Mas, convenhamos: é divertido assistir o contrário disso tudo e ouvir as loas da imprensa à "autonomia do Legislativo". E (mais absurdo de tudo), elites políticas aplaudirem o retorno, em poucos frascos e muita publicidade, da dinheirama que parte embarcada em contêineres. Clap, clap, clap!


Pontocritico.com

Rei da Espanha pede desculpas a Bolsonaro - Brasil Sem Medo

Primárias democratas serão disputa entre Biden e Sanders

Como ficam as manifestações do dia 15 após a aprovação do veto de Bolsonaro


Em 2018, manifestantes a favor de Bolsonaro se reuniram em Brasília: tendência é que ânimos se acalmem no dia 15 de março.| Foto: José Cruz/Agência Brasil


A manutenção do veto do presidente Jair Bolsonaro ao item da lei orçamentária que dava "superpoderes" ao Congresso para gerir R$ 30 bilhões deve reduzir a tensão que cercava as manifestações do próximo dia 15. Os atos inicialmente convocados em apoio ao governo Bolsonaro se tornaram mais críticos à ação da Câmara e do Senado nas últimas semanas. Tudo por causa do episódio em que o general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional e um dos auxiliares mais próximos de Bolsonaro, afirmou que o Executivo é vítima de "chantagem" do Congresso.

A preservação do veto pode até acalmar alguns ânimos, mas não mudou a disposição dos apoiadores do presidente em realizar o ato. Movimentos identificados com a pauta governista e parlamentares da base aliada mantiveram a agenda de divulgação das manifestações tanto nas redes sociais quanto no Congresso."

A meta, agora, é transformar a mobilização do dia 15 em uma sinalização de expressivo apoio popular ao governo. "A manifestação não foi convocada como uma manifestação específica pelo veto, e sim de apoio ao presidente Bolsonaro, ao general Heleno. É a ideia de o povo ir para a rua para dizer que não vai tolerar manobras, não vai tolerar o parlamentarismo branco", afirmou a deputada Bia Kicis (PSL-DF).

A menção ao "parlamentarismo branco" diz respeito a uma expressão que ganhou corpo nos últimos dias – a ideia de que o crescimento do protagonismo do Congresso representaria um esvaziamento da Presidência da República e mais poder nas mãos dos presidentes Davi Alcolumbre (DEM-AP), do Senado, e Rodrigo Maia (DEM-RJ), da Câmara. Maia é frequentemente mencionado em postagens de páginas bolsonaristas como um "vilão" que estaria atuando contra o governo federal por, na visão dos apoiadores do presidente da República, dificultar a aplicação de medidas do Executivo.

"A manifestação não tem mais como retroceder. Vai ser um recado do tamanho do apoio de que dispõe o presidente. Se for bem sucedida, será um recado para deixar o Congresso mais arrefecido. Se estiver mais esvaziada, vai passar um sinal de poder para o Rodrigo Maia", avaliou o deputado federal Márcio Labre (PSL-RJ), numa referência ao presidente da Câmara.

Kicis, entretanto, pondera um eventual comparecimento diminuto: "pode ser que chova, pode ser que em algumas cidades o metrô esteja fechado. Não podemos levar a presença a ferro e fogo". Nos últimos dias, boatos nas redes sociais indicaram que os governadores João Doria (PSDB), de São Paulo, e Wilson Witzel (PSC), do Rio de Janeiro, estariam planejando suspender os serviços de metrô no dia 15 – o que foi negado pelos gestores.

Na opinião de Labre, a aprovação do veto e a definição do Orçamento antes da manifestação torna os atos do dia 15 "ainda mais importantes". "Quem torce para que o governo dê certo precisa estar presente", disse. A pressão ao Congresso, segundo o parlamentar, ganha relevo adicional em um ano em que o governo tentará aprovar duas pautas de destaque: as reformas tributária e administrativa."

Nas redes, teor crítico ao Congresso continua

A convocação para as manifestações do dia 15 nos grupos virtuais de apoio ao presidente Jair Bolsonaro prossegue tendo entre seus principais focos a rejeição ao trabalho do Congresso Nacional, em especial ao de Alcolumbre e Maia.

O caráter anti-Congresso dos atos ganhou corpo após a captação de uma conversa privada do general Augusto Heleno. No áudio, o ministro dizia que o governo não poderia "aceitar esses caras [parlamentares] chantageando a gente", por causa da ameaça de derrubada do veto ao dispositivo que deixava nas mãos dos congressistas a gestão de R$ 30 bilhões do Orçamento deste ano.

Leia a matéria completa aqui.



A GUERRA DO PIB


Ações da Lava Jato de Curitiba à espera de sentença dobraram após novo juiz assumir



Decreto de Bolsonaro que será publicado nesta sexta-feira (6) põe fim a farra com aviões da FAB


 
 
Mais uma crise!!! Decreto do Presidente Bolsonaro a ser publicado nesta sexta-feira (6), no Diário Oficial, proíbe o uso de aviões da FAB para autoridades viajarem para suas casas. Salvo motivo de segurança ou saúde. O decreto revogará o que está em vigor desde 2002. De quem? Sim, FHC. Qu...