Marechal Rondon (E-mail recebido no RS Notícias)


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Caríssimos correspondentes!
    Acabo de receber a mensagem abaixo, de meu caríssimo amigo coronel Hiram Reis e Silva, que eu cognomino de "O Argonauta da Amazônia". Nela consta a referência a várias obras do conspícuo polígrafo, acerca da singradura de importantes rios amazônicos,  em um frágil caiaque, além do resgate de parte da memória do inesquecível Marechal Cândido Rondon. Tive a honra de prefaciar dois dos livros que seguem anexos: "Descendo o Negro" e "Descendo o Amazonas". Trabalhos de memorabília, do porte dos desenvolvidos pelo coronel Hiram, mereceriam muito mais atenção das mídias de nosso Brasil.
    Seria do melhor alvitre, a difusão desses trabalhos - "ad perpetuam rei memoriam" - em particular para a juventude brasileira.
    O mais amigo dos abraços do
    Soriano.
    
 
Caro Daniel Scolla 

O que falta neste país é apoio  aos pesquisadores nacionais e o extremo patrulhamento ideológico da mídia.

No início, idos de 2008, vários jornais publicavam meus artigos sobre a Amazônia até que escrevi um artigo condenando a falta de incentivos e projetos do Governo Federal que contemplassem a Amazônia Brasileira (https://wiltreze.wordpress.com/category/noticias-e-politica/page/110/), imediatamente minhas publicações que atingiam quase duas dezenas de periódicos nacionais foram sendo reduzidas atá chegarem a apenas dois.

Nossa Expedição Centenária Roosevelt-Rondon (2014, 2015, 2017 e 2019) foi a única que percorreu todo o percurso da Expedição Original, desde a foz do Rio Apa, no Rio Paraguai até a confluência do Rio Roosevelt com o Aripuanã. Você sabia disso? Não, eram nacionais os expedicionários - Não é Notícia!!!

Você enaltece o escritor Larry Rohter, porque nunca se debruçou sobre os inúmeros trabalhos à respeito do Marechal da Paz escrito por brasileiros.


General Rondon Preso no Sul (2009)


Rondon e o cachorro Caí (2009)


Rondônia de Roquette-Pinto (2009)


Rondon e o Conde de Lippe (2009)


Benjamin Constant Botelho de Magalhães (2009)


Rondon e os Bororos (2009)


Rondon e Cruls no rio Cuminá - Quosque eadem (2009)


Expedição Roosevelt Rondon (2009)


Rondon o Líder (2009)


Rondon e a República (2009)


Rondon de Mimoso à Praia Vermelha (2009)


General Rondon Preso no Sul (2018)


--
Tríplice e Fraternal Abraço do Hiram Reis, um Canoeiro eternamente em busca da Terceira Margem.



Conjunto Cama Box Meio Casal - Meio Casal 128cmx188cmx30cm Cinza e Branco Estações Estofama


Conjunto Cama Box Meio Casal - Meio Casal 128cmx188cmx30cm Cinza e Branco Estações Estofama


Descrição : mais qualidade nas suas noites de sono. O colchão estaçÕes, possui sistema de molas ensacadas, as quais são cuidadosamente costuradas de forma individual, garantindo com isso, uma melhor adaptação ao formato do seu corpo, permitindo a você, mais conforto e liberdade nos movimentos. Este colchão, tem como principal característica o fato de ter dois lados distintos. Para o verão, oferece o lado com tecido em jacquard, que remete ao toque mais frio. Já para o inverno, oferece um tecido em malha, que remete a um toque mais quente.

Tecido: em malha de alta qulidade com euro pillow.

Base: london antiderrapante. Suporte fixo e resistente.

Pés: fixos em metal, para possibilitar uma melhor estabilidade e facilitar a locomoção.

Altura dos pés: 12cm

Estrutura: em madeira de florestas renováveis (eucalipto e pinus tratado).

Montagem: baixa complexidade, pois pode ser montado por pessoas sem conhecimento específico.

Certificação: cerificação inmetro compulsória de colchão. Portaria no 52 de 01/02/2016. Natureza de avaliação: desempenho modelo do colchão: estações registro de colchão: 006012/2017 - ocp senai 0095.

Garantia: Molejo e espuma: 1 ano tecido: 3 meses base estrutura: 1 ano tecido: 3 meses

Itens inclusos: 01 colchão e 01 base

Limpeza: Escove, aspire, ventile seu colchão mensalmente.


Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/conjunto-cama-box-meio-casal-meio-casal-128cmx188cmx30cm-cinza-e-branco-estacoes-estofama/7637742/

Estoques retardam repasse da alta do dólar ao consumidor, diz comércio

por Paula Soprana e Eduardo Cucolo
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Apesar da manutenção de preços, setores dependentes de importação estão em alerta
A escalada do dólar, que encostou em R$ 4,67 nesta quinta (5) e acumula alta de 16% no ano, deixa o comércio dependente da importação em alerta, embora a elevação não tenha sido repassada ao preço ao consumidor.
A cadeia de trigo amarga um aumento de 15% a 20% no custo —o câmbio não é o único fator, mas figura entre os principais. A alta deve pressionar o preço da farinha e, assim, de pães, biscoitos e massas.

Os moinhos já transferem parte deste custo à farinha, mas fabricantes de alimentos ainda resistem em precificá-lo nos produtos.
"Até agora, o valor não foi repassado ao pão e à massa. Isso geraria efeito inflacionário, aumentando o custo da cesta básica. A questão é como as fabricantes vão lidar com esse aumento ao consumidor", diz Rubens Barbosa, presidente da Abitrigo, que reúne a indústria brasileira do cereal.
A variação cambial foi de 9,5% nos primeiros 60 dias do ano, o que levou os moinhos à revisão da política de preço.
A expectativa da indústria é de um "cenário sombrio" a partir de maio. Isso porque os moinhos brasileiros têm estoques de três meses. Das 11 milhões de toneladas de trigo consumidas por ano no Brasil, 7 milhões vêm do exterior.
O setor já transmitiu preocupação aos ministérios da Economia e Agricultura, que examinam o que poderá ser feito, de acordo com Barbosa.
As padarias de São Paulo não sentiram o impacto, segundo Rui Manuel, do sindicato que reúne a indústria de panificação e confeitaria.
"O quilo do pão francês permanece o mesmo desde o meio do ano passado, de R$ 10 a R$ 13. Se repassar [o custo], não vende. O mercado não aceita aumento. As empresas não passaram às padarias."
Outro setor dependente de exportação, o varejo popular, que compra diversos itens da China, também não registrou alta nos preços, de acordo com lojistas. Os estoques, segundo eles, estão dando conta da demanda, mas não é possível prever até quando os valores seguirão na média anterior à alta do dólar.
"Neste momento, está ok, mas o cenário vai mudar. Estamos favorecidos porque compramos muito antes da disparada, mas isso é por tempo limitado", afirma Ondamar Ferreira, gerente da Armarinhos Fernando, um dos maiores pontos de venda da rua 25 de Março, em São Paulo.
O problema pode ocorrer quando acabar o estoque de brinquedos —no estabelecimento, 90% vêm da China.
Segundo o dirigente, será preciso deslocar a demanda para produtos nacionais. Com o surto do coronavírus, muitas mercadorias não saem do país asiático e o que está na importadora precisa absorver a elevação do dólar.
"Não sabemos se o lojista vai repassar para o preço final ou segurar o prejuízo. Produtos da China, que deveriam chegar em dezembro, estão chegando agora. É muita incerteza", diz Claudia Urias, assessora-executiva da Univinco, entidade que reúne lojistas da 25 de Março.
Alguns produtos podem acabar em breve nas lojas com a demora dos embarques na China. É inevitável que as novas levas de compra saiam mais caras ao lojista.
"O pessoal entrou em 2020 com expectativa boa, aí veio chuva, coronavírus e dólar. Bom é que muitos compraram com antecedência", diz Claudia.
Na conjuntura de dólar e coronavírus, o turismo é uma das áreas com influência mais visível na variação de preços. As viagens corporativas, em especial, podem canceladas ou remarcadas. O dólar alto não impactou o faturamento das agências em janeiro, mas o cenário no médio prazo é incerto.
"A alta do dólar está direcionando o passageiro para outros lugares", diz Aldo Leone Filho, presidente da Agaxtur, agência de viagens e turismo. Apesar da substituição, há quem prefira adiar a viagem, o que acarretaria num cenário de demanda represada.
"As pessoas têm medo de viajar para fora e gastar muito. Mas hoje temos conseguido negociar 20%, 25% de desconto. O destino também muda. Sai de Europa e vai para Caribe, Atacama, Bariloche, onde hotel e avião ficam baratos."
Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos, estima um impacto no IPCA (índice de preços ao consumidor) de 0,12 ponto percentual a cada 10% de desvalorização.
A moeda já perdeu cerca de 15% de valor, o que elevaria esse efeito para quase 0,20 ponto percentual, para uma meta de 4% (com margem de erro de 2,5% a 5,5%).
Na semana passada, a projeção do boletim Focus para o câmbio no final do ano, com economistas consultados pelo Banco Central, subiu de R$ 4,15 para R$ 4,20.
"A expectativa ainda é que o câmbio volte para um patamar um pouco menor. Mesmo com essa oscilação, não há preocupação para o cumprimento dessa meta de 4%."
Fonte: Folha Online - 05/03/2020 e SOS Consumidor


Preço da cesta básica sobe em 10 das capitais pesquisadas pelo Dieese


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São Paulo tem cesta mais cara e Aracaju, a mais barata 
Brasília - O custo do conjunto de alimentos essenciais subiu em fevereiro em 10 capitais das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Segundo a  Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, as altas mais expressivas ocorreram em cidades do Nordeste e do Norte: Fortaleza (6,83%), Recife (6,15%), Salvador (5,05%), Natal (4,27%) e Belém (4,18%). As principais quedas foram observadas em capitais do Centro-Sul: Campo Grande (-2,75%), Vitória (-2,47%), Porto Alegre (-2,02%) e Goiânia (-1,42%).  

A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 519,76), seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 505,55) e por Florianópolis (R$ 493,15). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 371,22) e em Salvador (R$ 395,49).

Entre janeiro e fevereiro, mantiveram-se em alta os preços do açúcar, do arroz agulhinha e do tomate. Já o peço da carne bovina de primeira, do feijão carioquinha e da batata, pesquisado na região Centro-Sul, teve redução média na maior parte das cidades. Nesse período, o quilo do açúcar subiu em 15 capitais. As taxas oscilaram entre 0,81%, em Curitiba, e 4,82%, em Salvador. Em Campo Grande, o preço médio não variou e, em Brasília, diminuiu -1,57%.

Em 12 meses, apenas em Natal houve redução (-0,40%). Nas demais cidades, foram registradas altas, com destaque para Brasília (32,80%), Aracaju (16,49%) e Curitiba (16,28%).

O arroz agulhinha teve o preço majorado em 15 capitais. Os maiores aumentos ocorreram em Belém (6,69%), Vitória (3,83%), Porto Alegre (3,73%) e Salvador (3,35%). Os preços caíram em Belo Horizonte (-1,37%) e em Campo Grande (-0,70%).

O preço médio do tomate subiu em 14 capitais. As maiores altas foram em Fortaleza (54,55%), João Pessoa (45,48%), Salvador (44,53%), Recife (41,67%), Belém (40,66%) e Natal (39,29%), e as reduções em Campo Grande (-8,33%), em Vitória (-7,83%) e no Rio de Janeiro (-2,62%).

O quilo da carne bovina de primeira diminuiu em todas as capitais entre janeiro e fevereiro. As quedas variaram entre -5,03%, em Aracaju, e -0,10%, em Florianópolis.

O preço do feijão diminuiu em 13 capitais. O grão do tipo carioquinha, pesquisado nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e nas cidades de Belo Horizonte e São Paulo, aumentou em Recife (4,41%) e redução nas demais cidades. A queda mais expressiva ocorreu em Belém (-13,05%). Já o valor do feijão preto, pesquisado nas capitais do Sul, em Vitória e no Rio de Janeiro, subiu 0,20% em Curitiba, 0,96%, em Florianópolis e 1,91%, em Porto Alegre. Houve redução do valor médio em Vitória (-4,57%) e no Rio de Janeiro (-2,87%).

O preço do quilo da batata, pesquisada no Centro-Sul, diminuiu em nove cidades e aumentou em Campo Grande (11,26%), em fevereiro. As reduções mais expressivas ocorreram em Belo Horizonte (-13,79%) e em Goiânia (-7,71%).  
Fonte: O Dia Online - 05/03/2020 e SOS Consumidor


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Não tem nada errado com câmbio, que é flutuante, diz Guedes

Moeda norte-americana manteve o comportamento de alta forte e chegou a R$ 4,66

Paulo Guedes comentou a alta do dólar
Paulo Guedes comentou a alta do dólar 
O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a afirmar nesta quinta-feira, 5, que o câmbio é flutuante e que não há "nada de errado" com a cotação da moeda norte-americana, que manteve o comportamento de alta forte e chegou a R$ 4,66 no período da tarde. "A flutuação do câmbio está num nível mais alto", disse o ministro, que lembrou que, no passado, o dólar já chegou a girar em torno de R$ 1,80.
Segundo o ministro, que participou de um almoço na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) nesta quinta, o novo patamar do dólar reflete uma mudança de modelo econômico, que inclui diminuição de gastos públicos e juros baixos.
"O Brasil era o paraíso dos rentistas", voltou a dizer Guedes, que afirmou também não acreditar que esteja havendo uma fuga de capital.

Dólar a R$ 5

Ao ser questionado se o dólar poderia chegar a R$ 5, Guedes disse que isso pode acontecer se ele, enquanto ministro, "fizer muita besteira". "Se eu fizer tudo certo, o dólar cai", afirmou o ministro, que disse estar confiante nas reformas. "O presidente Bolsonaro está encaminhando."

Reformas

O ministro, contudo, admitiu que ainda há dúvidas no mercado em relação ao avanço das reformas, com base em notícias veiculadas pela imprensa. "As reformas que faltam, como administrativa e tributária, ainda não foram implementadas. Quando forem feitas, os investimentos virão mais rápido", disse.

Governabilidade

Guedes também demonstrou estar tranquilo em relação à governabilidade do presidente. "A governabilidade está acontecendo, estou absolutamente tranquilo, é o regime democrático, com independência dos poderes", disse.

Agência Estado e Correio do Povo


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