Caroline de Toni, advogada e política


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Caroline Rodrigues de Toni (Chapecó1 de setembro de 1986) é uma advogada e política brasileira.[2] Nas eleições 2018 foi eleita deputada federal de Santa Catarina, pelo Partido Social Liberal (PSL), com 109 363 votos[3] — a maior votação entre as mulheres eleitas em Santa Catarina e o menor custo por voto de todos os eleitos a deputado federal no estado.[4]


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Casa de prostituição foi usada para repassar dinheiro do BNDES a Paulinho, diz MPF



O subprocurador Juliano Baiocchi afirmou hoje, durante o julgamento de Paulinho da Força no STF, que uma casa de prostituição foi usada para lavar dinheiro desviado do BNDES.
Cheques assinados pelo gerente foram apreendidos no local em 2008, um deles destinado a “P.A.”, que identificaria o deputado, segundo as investigações da Polícia Federal.
Também teria sido usada para intermediar pagamentos uma consultoria que, segundo a PF, emitia notas fiscais falsas para as empresas beneficiárias de financiamentos.
Entre elas, estava a Lojas Marisa (que obteve R$ 394 milhões) e a Prefeitura de Praia Grande (que levou R$ 130 milhões do banco).
O grupo de Paulinho recebia de 2% a 4% dos valores, segundo o Ministério Público.
Na época, entre 2007 e 2008, Paulinho conseguia aprovar os financiamentos por meio de conselheiros que indicava para o BNDES.

O Antagonista


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A CHANTAGEM DO VETO 52


O acordo vai dividir os R$ 30 bilhões do orçamento impositivo entre Governo e Congresso


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Alcolumbre suspende sessão sem concluir análise de veto de Bolsonaro

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), suspendeu a sessão que analisava o veto de Bolsonaro| Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados



O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), suspendeu a sessão do Congresso Nacional, na noite desta terça-feira (3), sem concluir a análise do veto de Jair Bolsonaro ao Orçamento de 2020. O presidente da República barrou dispositivo que previa que R$ 30 bilhões em emendas impositivas teriam seu destino definido pelo relator do tema, o deputado federal Domingos Neto (PSD-CE).

Não houve consenso sobre a ordem de votação do veto e dos projetos de lei (PLNs) encaminhados pelo governo como parte de um acordo costurado ao longo do dia para manter o veto dos R$ 30 bi. Os PLNs regulamentam o orçamento impositivo e garantem ao Congresso que metade do valor (R$ 15 bilhões) seja destinado a emendas definidas pelo relator.

Alcolumbre entendeu que o governo demorou a enviar os projetos de lei e decidiu adiar a análise. “Desde as 9 da manhã os projetos eram para ter chegado. Chegaram 17h05”, afirmou ele, que queria votar tudo no mesmo dia, vetos e PLNs. Mas o presidente do Senado falou que senadores questionaram o fato de terem “apenas uma hora” para apreciar os PLNs e, por isso, decidiu suspender a sessão. Ele convocou uma nova sessão para esta quarta-feira (4), às 14 horas.

Os PLNs têm como objetivo regulamentar o orçamento impositivo, que é a destinação de parte das verbas federais para indicações determinadas por deputados federais e senadores. O imbróglio de agora se deu por conta da aprovação, por parte do Congresso, da determinação de R$ 30 bilhões sob gestão do relator do orçamento, Domingos Neto.

Bolsonaro vetou a medida e uma queda de braço se deu a partir daí – apoiadores do presidente viram na ação dos deputados e senadores uma imposição de uma espécie de “parlamentarismo branco”, enquanto defensores da iniciativa alegavam que a proposta traria mais democratização na administração das verbas públicas.

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