Amy Ryan, atriz americana

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Amy Ryan

Amy em 2013.

Nome completo
Amy Beth Dziewiontkowski

Nascimento
3 de maio de 1969 (48 anos)
Queens, Nova York

Nacionalidade
norte-americana

Ocupação
Atriz

Cônjuge
Eric Slovin

Prémios Screen Actors Guild

Melhor Elenco em Cinema
2014 - Birdman

Prémios National Board of Review

Melhor Atriz Coadjuvante
2007 - Gone Baby Gone

IMDb: (inglês)

Amy Beth Dziewiontkowski[1][2] (Queens, Nova Iorque, 3 de maio de 1969),mais conhecida como Amy Ryan, é uma atriz norte-americana. Foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz (coadjuvante/secundária) em 2008 por seu trabalho em Medo da Verdade,trabalho que lhe recebeu diversos prêmios da crítica.[3] Também atua no teatro e na televisão.

Índice

Filmografia

Filmes

Ano
Título original
Título (Brasil)
Papel

1992
In the Deep Woods
In the Deep Woods
Beth (para televisão)

1998
Remembering Sex
Remembering Sex
Elaine Devlin (para televisão)

1999
Roberta
Roberta
Judy

2000
You Can Count on Me
Conte Comigo
Rachel Louise Prescott

A Pork Chop for Larry
A Pork Chop for Larry
Beth

2002
Baseball Wives
Baseball Wives
Megan Salerno (para televisão)

2004
Keane
Keane
Lynn Bedik

2005
War of the Worlds
Guerra dos Mundos
Vizinha com Toddler

Capote
Capote
Marie Dewey

Looking for Comedy in the Muslim World
Looking for Comedy in the Muslim World
Emily Brooks

2006
Marvelous
Marvelous
Queenie

Shiner
Shiner
Mãe

2007
Forward
Forward

Gone Baby Gone
Medo da Verdade
Helene McCready

Before the Devil Knows You're Dead
Antes Que o Diabo Saiba Que Você Está Morto
Martha Hanson

Neal Cassady
Neal Cassady
Carolyn Cassady

Dan in Real Life
Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada
Eileen

2008
M.O.N.Y.
M.O.N.Y.
Marcie Futterman (para televisão)

Changeling
A Troca
Carol Dexter

2009
The Missing Person
The Missing Person
Miss Charley

Bob Funk
Bob Funk
Sra. Wright

2010
Jack Goes Boating
Jack Goes Boating
Connie

Green Zone
Zona Verde
Lawrie Dayne

2011
Win Win
Win Win

2014
Birdman
Homem-Pássaro
Sylvia Thomson

Séries

Ano
Título
Papel
Notas

1990
As the World Turns
Renee
Episódio desconhecido

1991
Quantum Leap
Libby McBain
1 episódio

Brooklyn Bridge
Sophie (jovem)
1 episódio

1992
Home Improvement
Robin
1 episódio

I'll Fly Away
Parkie Sasser
6 episódios

1995
Sirens
April Ward
1 episódio

ER
Irmã
1 episódio

1995 / 1996
The Naked Truth
Chloe Banks
20 episódios

1998
Chicago Hope
Helen Sherwood
1 episódio

A Will of Their Own
Carrie Baker
Minissérie

1999
Homicide: Life on the Street
Erika Cullen
1 episódio

2000
Law & Order: Special Victims Unit
Lorraine Hansen
1 episódio

2001 / 2002
100 Centre Street
Rebecca Rifkind
7 episódios

2003
Hack

2004
Third Watch
Dra. Jenny Hanson
1 episódio

1993 / 2006
Law & Order
Amy / Valerie Messick
2 episódios

2006
The American Experience
Luzena Wilson
1 episódio

2006 / 2007
Kidnapped
Maureen Campbell
2 episódios

2003 / 2007
Law & Order: Criminal Intent
Edie Nelson / Julie Turner
2 episódios

2003 / 2008
The Wire
Off. Beatrice 'Beadie' Russell
20 episódios

2008
Independent Lens
Anita Hoffman
1 episódio

2008 / 2009
The Office
Holly Flax
7 episódios

Prêmios e Indicações

Ano
Categoria
Filme
Notas

2007
Melhor Atriz Coadjuvante - cinema
Medo da Verdade
Indicado

Ano
Categoria
Filme
Notas

2007
Melhor Atriz Coadjuvante - cinema
Medo da Verdade
Indicado

Ano
Categoria
Filme
Notas

2007
Melhor Atriz Coadjuvante - cinema
Medo da Verdade
Indicado

2014
Melhor Elenco em Cinema
Birdman
Venceu

Ano
Categoria
Filme
Notas

2007
Melhor Atriz Coadjuvante - cinema
Medo da Verdade
Venceu

Ano
Categoria
Filme
Notas

2007
Melhor Atriz Coadjuvante - cinema
Medo da Verdade
Venceu

Referências

  1. Ir para cima↑ (em inglês). Familysearch.org https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:KKSN-S32. Consultado em 30 de outubro de 2014 Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  2. Ir para cima↑ Wyborcza.pl http://wyborcza.pl/1,101707,16979752,Steven_Spielberg_zaczyna_dzis_krecic_swoj_film_we.html?piano_d=1 Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  3. Ir para cima↑ Amykathleenryan.com http://www.amykathleenryan.com/ Em falta ou vazio |título= (ajuda)

Ligações externas


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Prémios de Amy Ryan

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ve

Prémio Screen Actors Guild de Melhor Elenco em Cinema (2011 – presente)

The Help (2011): Jessica ChastainViola DavisBryce Dallas HowardAllison JanneyChris LowellAhna O'ReillySissy SpacekOctavia SpencerMary SteenburgenEmma StoneCicely TysonMike Vogel
Argo (2012): Ben AffleckAlan Arkin • Kerry Bishé • Kyle ChandlerRory CochraneBryan Cranston • Christopher Denham • Tate DonovanClea DuVallVictor GarberJohn Goodman • Scoot McNairy • Chris Messina
American Hustle (2013): Amy AdamsChristian BaleLouis C.K.Bradley CooperJack HustonJennifer LawrenceAlessandro NivolaMichael PeñaJeremy RennerElisabeth Röhm • Shea Whigham
Birdman (2014): Zach GalifianakisMichael KeatonEdward NortonAndrea RiseboroughAmy RyanEmma StoneNaomi Watts

Spotlight (2015): Billy Crudup, Brian d'Arcy James, Michael Keaton, Rachel McAdams, Mark Ruffalo, Liev Schreiber, John Slattery, Stanley Tucci

Hidden Figures (2016): Mahershala Ali, Kevin Costner, Kirsten Dunst, Taraji P. Henson, Janelle Monáe, Aldis Hodge, Jim Parsons, Glen Powell, Octavia Spencer

O ano refere-se ao de produção do filme. O prémio é normalmente entregue no ano seguinte.

Lista completa (1995–2000) · (2001–2010) · (2011–presente)

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ve

Satellite Award de Melhor Atriz coadjuvante/secundária em cinema

Comédia ou Musical
Retirado (1996 – 2005)

Drama
Retirado (1996 – 2005)

Cinema
2006 – presente

O ano refere-se ao de produção do filme. O prémio é normalmente entregue no ano seguinte.

[Esconder]

ve

Satellite Award de Melhor Elenco em Cinema

2004

Sideways
Thomas Haden Church
Paul Giamatti
Virginia Madsen
Sandra Oh

2005

Crash
Chris Bridges
Sandra Bullock
Don Cheadle
Matt Dillon
Jennifer Esposito
William Fichtner
Brendan Fraser
Terrence Howard
Thandie Newton
Ryan Phillippe
Larenz Tate

2006

The Departed
Anthony Anderson
Alec Baldwin
Matt Damon
Leonardo DiCaprio
Vera Farmiga
Jack Nicholson
Martin Sheen
Mark Wahlberg
Ray Winstone

2007

Before the Devil Knows You're Dead
Albert Finney
Rosemary Harris
Ethan Hawke
Philip Seymour Hoffman
Brían F. O'Byrne
Amy Ryan
Michael Shannon
Marisa Tomei

2009

Nine
Marion Cotillard
Penélope Cruz
Daniel Day-Lewis
Judi Dench
Fergie
Kate Hudson
Nicole Kidman
Sophia Loren

2011

The Help
Anna Camp
Jessica Chastain
Viola Davis
Nelsan Ellis
Aunjanue Ellis
Bryce Dallas Howard
Dana Ivey
Allison Janney
Leslie Jordan
Brian Kerwin
Chris Lowell
Ahna O'Reilly
David Oyelowo
Sissy Spacek
Octavia Spencer
Mary Steenburgen
Emma Stone
Cicely Tyson
Mike Vogel

2012

Les Misérables
Samantha Barks
Sacha Baron Cohen
Helena Bonham Carter
Russell Crowe
Anne Hathaway
Hugh Jackman
Eddie Redmayne
Amanda Seyfried

2013

Nebraska
Bruce Dern
Will Forte
June Squibb
Stacy Keach
Bob Odenkirk
Mary Louise Wilson
Missy Doty
Angela McEwan
Rance Howard
Devin Ratray
Melinda Simonsen
Roger Stuckwisch

2014

Into the Woods
Meryl Streep
Emily Blunt
James Corden
Anna Kendrick
Chris Pine
Johnny Depp
Lilla Crawford
Daniel Huttlestone
Mackenzie Mauzy
Tracey Ullman
Christine Baranski
Tammy Blanchard
Lucy Punch
Billy Magnussen
Frances de la Tour

2015

Spotlight
Brian d'Arcy James
Michael Keaton
Rachel McAdams
Mark Ruffalo
Liev Schreiber
John Slattery
Stanley Tucci

2016

Hidden Figures
Mahershala Ali
Kevin Costner
Kirsten Dunst
Taraji P. Henson
Aldis Hodge
Janelle Monáe
Jim Parsons
Glen Powell
Kimberly Quinn
Octavia Spencer

O ano refere-se ao de produção do filme. O prémio é normalmente entregue no ano seguinte.

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ve

National Board of Review de Melhor Atriz Coadjuvante/Secundária

1954 – 1959

1960 – 1969

1970 – 1979

1980 – 1989

1990 – 1999

2000 – 2009

2010 – presente

[Esconder]

ve

Prémio Critics Choice de Melhor Atriz coadjuvante em cinema

1995 - 1999

2000 - 2009

2010 - presente

O ano refere-se ao da produção do filme. O prémio é normalmente entregue no ano seguinte.

[Esconder]

ve

Prémio Critics Choice de Melhor Elenco em cinema

2001

Gosford Park
Eileen Atkins
Bob Balaban
Alan Bates
Charles Dance
Stephen Fry
Michael Gambon
Richard E. Grant
Tom Hollander
Derek Jacobi
Kelly Macdonald
Helen Mirren
Jeremy Northam
Clive Owen
Ryan Phillippe
Maggie Smith
Geraldine Somerville
Kristin Scott Thomas
Sophie Thompson
Emily Watson
James Wilby

2002

Chicago
Christine Baranski
Ekaterina Chtchelkanova
Taye Diggs
Denise Faye
Colm Feore
Richard Gere
Deidre Goodwin
Queen Latifah
Lucy Liu
Susan Misner
Mýa
John C. Reilly
Dominic West
Renée Zellweger
Catherine Zeta-Jones

2003

The Lord of the Rings: The Return of the King
Sean Astin
Sean Bean
Cate Blanchett
Orlando Bloom
Billy Boyd
Bernard Hill
Ian Holm
Ian McKellen
Dominic Monaghan
Viggo Mortensen
John Noble
Miranda Otto
John Rhys-Davies
Andy Serkis
Liv Tyler
Karl Urban
Hugo Weaving
David Wenham
Elijah Wood

2004

Sideways
Thomas Haden Church
Paul Giamatti
Virginia Madsen
Sandra Oh

2005

Crash
Christopher "Ludacris" Bridges
Sandra Bullock
Don Cheadle
Matt Dillon
Jennifer Esposito
William Fichtner
Brendan Fraser
Terrence Howard
Thandie Newton
Ryan Phillippe
Larenz Tate

2006

Little Miss Sunshine
Alan Arkin
Abigail Breslin
Steve Carell
Toni Collette
Paul Dano
Greg Kinnear

2007

Hairspray
Nikki Blonsky
Amanda Bynes
Paul Dooley
Zac Efron
Allison Janney
Elijah Kelley
Queen Latifah
James Marsden
Michelle Pfeiffer
Brittany Snow
Jerry Stiller
John Travolta
Christopher Walken

2008

Milk
Josh Brolin
Joseph Cross
James Franco
Victor Garber
Emile Hirsch
Diego Luna
Denis O'Hare
Sean Penn
Alison Pill

2009

Inglourious Basterds
Daniel Brühl
August Diehl
Julie Dreyfus
Michael Fassbender
Sylvester Groth
Jacky Ido
Diane Kruger
Mélanie Laurent
Denis Menochet
Mike Myers
Brad Pitt
Eli Roth
Til Schweiger
Rod Taylor
Christoph Waltz
Martin Wuttke

2010

The Fighter
Amy Adams
Christian Bale
Melissa Leo
Jack McGee
Mark Wahlberg

2011

The Help
Jessica Chastain
Viola Davis
Bryce Dallas Howard
Allison Janney
Chris Lowell
Ahna O'Reilly
Sissy Spacek
Octavia Spencer
Mary Steenburgen
Emma Stone
Cicely Tyson
Mike Vogel

2012

Silver Linings Playbook
Bradley Cooper
Robert De Niro
Anupam Kher
Jennifer Lawrence
Chris Tucker
Jacki Weaver

2013

American Hustle
Amy Adams
Christian Bale
Louis C.K.
Bradley Cooper
Jack Huston
Jennifer Lawrence
Alessandro Nivola
Michael Peña
Jeremy Renner
Elisabeth Röhm
Shea Whigham

2014

Birdman
Naomi Watts
Michael Keaton
Emma Stone
Andrea Riseborough
Amy Ryan
Edward Norton
Zach Galifianakis

2015

Spotlight
Michael Keaton
Billy Crudup
Brian d'Arcy
Rachel McAdams
John Slattery
Mark Ruffalo
Stanley Tucci
Liev Schreiber

2016

Moonlight
Trevante Rhodes
Ashton Sanders
Alex Hibbert
André Holland
Janelle Monáe
Naomie Harris
Patrick Decile
Mahershala Ali
Jharrel Jerome
Jaden Piner

O ano refere-se ao da produção do filme. O prémio é normalmente entregue no ano seguinte.

[Esconder]

ve

Los Angeles Film Critics Association Award de Melhor Atriz Coadjuvante/Secundária

1977 - 1989

1990 - 1999

2000 - 2009

2010 - presente

[Esconder]

ve

Washington D.C. Area Film Critics Association de Melhor Atriz Coadjuvante/Secundária em Cinema

Kathy Bates (2002) · Anna Deavere Smith (2003) · Cate Blanchett (2004) · Amy Adams (2005) · Jennifer Hudson (2006) · Amy Ryan (2007) · Rosemarie DeWitt (2008) · Mo'Nique (2009) · Melissa Leo (2010) ·Octavia Spencer (2011)  · Anne Hathaway (2012) · Lupita Nyong'o (2013) · Patricia Arquette (2014) · Alicia Vikander (2015) · Viola Davis (2016) ·

O ano refere-se ao de produção do filme. O prémio é normalmente entregue no ano seguinte.

[Esconder]

ve

New York Film Critics Circle Award de Melhor Atriz Coadjuvante/Secundária

1969-1980

1981-2000

2001-presente

[Esconder]

ve

Phoenix Film Critics Society Award de Melhor Atriz Coadjuvante/Secundária

2000-2009

2010-presente

[Esconder]

ve

Florida Film Critics Circle Award de Melhor Atriz Coadjuvante

1996-1999

2000-2009

2010-presente

O ano refere-se ao de produção do filme. O prémio é normalmente entregue no ano seguinte.

[Esconder]

ve

Boston Society of Film Critics Award de Melhor Atriz Coadjuvante

1980 – 1989

1990 – 1999

2000 – 2009

2010 – presente

O ano refere-se ao de produção. O prémio é normalmente entregue no ano seguinte.

[Esconder]

ve

Online Film Critics Society de Melhor Atriz Coadjuvante

1990s

2000s

2010s


Wikipédia



A Ditadura da Venezuela chega ao extremo com prisões de lideranças, fraude eleitoral, violência e até alimentos já não tem para o povo



A Ditadura da Venezuela chega ao extremo com prisões de lideranças, fraude eleitoral, violência e até alimentos já não tem para o povo. Em tom duro, Magno Malta criticou os últimos atos violentos do ditador Nicólas Maduro e solidarizou-se com a população sofrida e acuada. “No Brasil tem até quem tem fascínio por ditadores, aqueles que lutavam pela ditadura do proletariado e defendem Maduro. Não tenho bandido de estimação e nem alegria com atos violentos de ditadores. Fica o meu registro com quem luta contra a democracia”. Confira na íntegra o posicionamento do senador Magno Malta, hoje, terça-feira, em plenário.

Gilmar Mendes critica Rodrigo Janot por pedir de novo a prisão do senador Aécio Neves

Ministro do STF criticou o procurador-geral da República ao ser questionado sobre o novo pedido de prisão do Ministério Público contra o senador Aécio Neves, do PSDB.

Lula vira réu pela terceira vez na Lava Jato


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Lula vira réu pela terceira vez na Lava Jato, por causa da denúncia que envolve o sítio em Atibaia, no interior de São Paulo. Em instantes, mais informações.

O EXÉRCITO MARIONETE DO PRESIDENTE


A recente ordem presidencial para que o Exército intervenha no Rio de Janeiro para “garantia da lei e da ordem” (GLO),até 31.12.2017, tem seu fundamento a partir do artigo 142 da Carta Maior. Esse mandamento, que trata da GARANTIA DA LEI e da ORDEM , também assegura igual direito de convocação das Forças Armadas aos Poderes Legislativo e Judiciário , embora esse tipo de convocação jamais tenha partido de qualquer desses Poderes Constitucionais.

Talvez isso se explique por um errôneo entendimento que se empresta ao artigo 142 da Constituição de 1988, que foi completamente desvirtuado com a edição da Lei Complementar Nº 97/1999,que deveria regulamentar o referido artigo constitucional, mas acabou ferindo-o mortalmente. Ocorre que o parágrafo 1º do art.142 da CF determina que uma Lei Complementar (LC) estabeleceria “as normas gerais a serem adotadas na organização, no preparo e no emprego das Forças Armadas”. Essa Lei Complementar , regulamentadora do art. 142 da CF , acabou sendo objeto da Lei Complementar Nº 97/1999. Mas essa LC está cheia de vícios constitucionais. Começa pelo seu artigo 15 : ” O emprego das Forças Armadas na DEFESA DA PÁTRIA ,NA GARANTIA DOS PODERES CONSTITUCIONAIS, da LEI e da ORDEM, é da responsabilidade do Presidente da República, que determinará ao Ministro da Defesa a ativação dos órgãos operacionais...” Ora, a Constituição (art.142) garante também aos Poderes Legislativo e Judiciário o direito da convocar as FA para garantia da LEI e da ORDEM. Mas esse direito foi SUPRIMIDO pela LC 97/1999,cujo artigo 15 outorga esse direito somente ao Presidente da República, que “determinará ao Ministro da Defesa a ativação dos órgãos operacionais”. Flagrante inconstitucionalidade, portanto, ”cassando” dos Poderes Legislativo e Judiciário o poder de convocar igualmente as FA.

Enquanto isso o Chefe do Poder Executivo usa e abusa do seu direito de convocação das Forças Armadas, para garantia da lei e da ordem, em qualquer situação que julgue necessário, ou politicamente “oportuna” ,mesmo que seja para apartar desentendimentos e brigas de cachaceiros em botequins de segunda categoria. Portanto a frequência com que essa “convocação” tem sido feita chega ao ponto vulgarizá-la. Isso porque em tese esse não seria papel próprio das Forças Armadas, treinadas para fins de defesa da segurança nacional e atividades afins , não da segurança pública ,que nunca se confundem, e para a qual existem forças de prevenção e repressão próprias.

Essa manifesta falta de treinamento das Forças Armadas no enfrentamento do banditismo, especialmente nas grandes cidades , como agora no Rio de Janeiro, torna a “Inteligência” militar absolutamente impotente e “amadora” frente à “inteligência” (esperteza ,malandragem, familiaridade com o próprio território do crime, etc. ) dos criminosos que desafiam acintosamente as autoridades.

No máximo essas intervenções militares irão colaborar com a segurança pública num determinado período ,ocasionando um certo recuo dos criminosos , ao preferirem não entrar em confronto direto com os militares do Exército, aguardando o término da intervenção com prazo certo. Talvez o único efeito psicológico inibidor pela presença militar nos redutos dos criminosos seja igual ao fenômeno que ocorre quando certos animais mudam a aparência física com artifícios variados para representarem ser mais poderosos, maiores ou mais fortes que o potenciais “inimigos”. Essa tática funciona na natureza e também nas relações humanas. Com certeza os caminhões lotados de soldados circulando pelas ruas do Rio de Janeiro irão causar uma certo recuo dos marginais. Mas é passageiro. Logo eles voltarão.

Interessante é observar que as regalias do Presidente da República frente ao Poder Militar não são nada “republicanas”. O seu poder é DITATORIAL. Basta ler com atenção a LC 97/1999 e isso ficará bem nítido. Nos termos do art. 2º dessa LC,” O Presidente da República, na condição de Comandante Supremo das FA, é assessorado: “(I) no que concerne ao emprego dos meios militares ,pelo CONSELHO MILITAR DE DEFESA” ; Parágrafo 1º: “ O Conselho Militar de Defesa é composto pelos Comandantes da Marinha, do Exército, e da Aeronáutica ,e pelo Chefe do Estado Conjunto das FA “ ; Parágrafo 2º: “Na situação do inciso I, o Ministro da Defesa integrará o Conselho Militar de Defesa na condição de seu Presidente”.

Posso garantir-lhes que em nenhum país do mundo onde prevaleça o Estado de Direito o Presidente da República tem tantos poderes sobre os militares. E essa LC não foi escrita durante os Governos Militares, e sim no Governo FHC. Se é verdade que o Presidente da República deve compartilhar o comando das Forças Armadas com os Comandantes das Três Forças, com o Chefe do Estado Conjunto das Forças Armadas, e com o seu Ministro da Defesa, menos verdade não é que todos esses são autoridades de sua exclusiva “confiança”, demissíveis “ad nutum”, jamais assumindo tais cargos sem a sua “bênção”. Quem deles iria contrariar a vontade presidencial? Os militares em si mesmos estariam sendo considerados um poder “bundão”?

Ora, se a tropa e a caserna tomassem consciência que o Poder Militar é muito maior do que esse papel de fantoche que lhes reservaram, as coisas poderiam mudar. E para o bem do Brasil e do seu povo.

Se por um lado o que fazem com o artigo 142 da Constituição é um MAL, por outro ele também poderia ser a salvação do Brasil. Tratamos até agora da primeira parte do artigo 142 da CF, que versa sobre intervenção militar para garantia da ORDEM e da LEI. Viu-se que tudo o que se faz nesse sentido está errado. Mas a corrupção de entendimento vai bem mais longe ,causando um mal ainda maior.

Preceitua o art.142 da CF: “As Forças Armadas...são instituições nacionais permanentes e regulares....sob autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à DEFESA DA PÁTRIA ,à GARANTIA DOS PODERES CONSTUTUCIONAIS e, por iniciativa de qualquer destes, da LEI e da ORDEM”.

Fica muito claro, portanto, inclusive pela colocação da vírgula entre “PODERES CONSTITUCIONAIS” e “por iniciativa”, que a convocação das FA para garantia da lei e da ordem é da exclusiva competência de qualquer um dos Três Poderes Constitucionais, apesar de ter sido usado só pelo Presidente da República. Mas esse privilégio não se manifesta quando se trata das hipóteses de DEFESA DA PÁTRIA e GARANTIA DOS PODERES CONSTITUCIONAIS. A melhor interpretação que se pode dar a esse dispositivo é que a competência para tal nessas hipóteses é exclusiva das FORÇAS ARMADAS , sem qualquer interferência, seja dos Comandantes das Três Forças, seja do Chefe do Estado Conjunto das FA, do Ministro da Defesa ou do próprio Presidente da República, ainda mais que um dos possíveis alvos da intervenção, além de outros, se fosse o caso, poderia ser o próprio. Vê-se, por conseguinte, que as competências mudam ,conforme a hipótese constitucional de INTERVENÇÃO.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado e Sociólogo

Arnaldo Jabour desmonta PT & PC do B

"Folhas de pagamento vão se encontrar nos próximos meses", admite secretário da Fazenda do RS

Em entrevista ao Gaúcha Atualidade, Giovani Feltes diz que salários dos servidores não conseguirão ser quitados dentro do mês de vencimento

Por: Zero Hora e Rádio Gaúcha


Secretário da Fazenda do RS, Giovani FeltesFoto: Tadeu Vilani / Agencia RBS

O secretário da Fazenda do Rio Grande do Sul, Giovani Feltes, afirmou em entrevista ao Gaúcha Atualidade, na manhã desta terça-feira (1º), que as folhas de pagamento dos servidores públicos estaduais devem ¿definitivamente¿ se encontrar nos próximos meses.

Ao explicar a crise fiscal na qual se encontra o RS, o secretário estadual da Fazenda afirmou que o Piratini praticamente esgotou todas as fontes de renda extraordinárias que vinha usando para quitar a folha dos servidores e que conta com a adesão ao regime de recuperação fiscal, do qual também faz parte o Rio de Janeiro, para amenizar o rombo financeiro.

Leia também:
Estado pagará mais R$ 450 a servidores nesta terça-feira
Confira, passo a passo, a história do endividamento do RS

As negociações para isso ganharam novo capítulo no fim da tarde da segunda (31), quando o Palácio Piratini anunciou que o Estado atrasará o pagamento da parcela da dívida com a União para pagar R$ 450 aos funcionários nesta terça. Até então, haviam sido transferidos apenas R$ 650 para a conta dos servidores.

Em 2015, quando o RS passou a atrasar o pagamento da dívida, o governo federal passou a bloquear as contas do Estado sempre entre os dias 10 e 11, até concluir o sequestro dos valores das parcelas devidas.

Na tentativa de evitar sanções, em especial o bloqueio das contas e a retenção dos repasses federais, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) ingressou com medida cautelar no Supremo Tribunal Federal (STF). A intenção, segundo o procurador-geral do Estado, Euzébio Ruschel, é obter a suspensão da cobrança até o RS aderir ao regime de recuperação fiscal. Um dos benefícios é a carência no pagamento da dívida por três anos.

Além disso, a equipe de Sartori espera que, mesmo se o bloqueio voltar a ocorrer, no dia 7 já entram os recursos do ICMS no Tesouro Estadual, o que viabilizaria o pagamento da parcela e daria alguns dias de fôlego. Nesta terça-feira, Sartori está em Brasília com seus secretários mais próximos para ir ao Congresso e conversar com a bancada gaúcha e pedir apoio. A ideia é que os parlamentares intercedam junto ao presidente Michel Temer a favor do Estado — pesa a favor todos serem do PMDB.

Confira alguns trechos da entrevista de Giovani Feltes ao Gaúcha Atualidade:

O que motivou vocês a deixarem de pagar a dívida com a União?
Foi uma determinação do governador Sartori após visualizar o montante que conseguimos creditar (para os servidores) até ontem (segunda-feira), no último dia útil. Sensibilizado por isso, o governador tomou duas decisões: determinou à PGE que adentrasse com medida cautelar no sentido de buscar uma liminar que possibilitasse deixar de pagar a prestação da dívida com a União, que todo mês aumenta em R$ 15 milhões, até a metade do ano próximo, quando chegará, em julho, a prestação cheia, de R$ 350 milhões por mês. Ele também determinou à Secretaria da Fazenda que providenciássemos o uso dos recursos do não pagamento da parcela da dívida para pagar os servidores. A parcela da dívida neste mês de junho é pouco menos de R$ 150 milhões. Com esse valor, conseguimos depositar R$ 450 aos servidores. Ao todo, eles receberam R$ 1,1 mil. É uma situação dramática que vivemos. Todo mês, o Estado tem que pagar a parcela da dívida com a União, mas neste mês não conseguiu.

O monitoramento das finanças é feito hora a hora para pagar os servidores?
Sim, fazemos um controle diário do fluxo. A gestão da Secretaria da Fazenda se dá diariamente ao observar a evolução de receitas e despesas.

Qual é a estratégia do governo do Estado? Vocês estão deixando de pagar a dívida com a União em meio à negociação para aderir ao regime de recuperação fiscal. Isso não atrapalha a negociação com o Ministério da Fazenda? Algo foi combinado com o governo federal?
Não deve atrapalhar. Fica caracterizada a vontade do governador de minimizar a complicada situação das despesas mais emergenciais. Acreditamos que não deve ter repercussão (negativa com o Planalto) porque o RS vem cumprindo fidedignamente os prazos da dívida com a União para o pagamento de órgãos financeiros internacionais, do BNDES e de instituições multilaterais de crédito com as quais o RS tem dívidas. Pagamos isso religiosamente em dia, até porque sabemos que isso impacta no rating do Estado e do Brasil (avaliação de órgãos internacionais que confere credibilidade do devedor e impacta nos juros cobrados). A secretaria do Tesouro Nacional vai entender a situação emergencial em que vivemos. Temos ainda a expectativa de que, com a medida cautelar da PGE, tenhamos um resultado favorável. Se isso acontecer, é um passo a mais para que consigamos aderir mais rapidamente ao regime de recuperação fiscal e pagar as contas em dia. Agora, a União tem o direito de bloquear as nossas contas. Já vivemos isso em 2015, não vivemos em 2016, mas, por determinação do governador Sartori, deixamos de pagar a dívida para pagar todos os servidores. Eles (governo federal) devem bloquear (as contas do RS) pelo dia 8, 9, 10 ou 11, até satisfazer o pagamento de dívida. Ganhamos esse tempo para pagar.

Diante desta realidade, haverá um momento em que uma folha de pagamento emende em outra?
Sem a menor dúvida. Ao longo do tempo, o Rio Grande do Sul vem buscando financiamentos e se endividando. Teve a emissão de letras do Tesouro do Estado, a privatização de bens públicos, aí outro governante descobriu os depósitos judiciais, depois abrimos o capital do Banrisul, depois elevou-se até 85% o saque dos depósitos judiciais e chegamos ao limite. Tudo isso assegurou o pagamento dos salários, mas agora não conseguimos mais, temos que pagar os juros disso. Aumentamos as receitas extraordinárias, aumentos mais ainda o saque dos depósitos judiciais até 95%, mas agora chegamos ao limite, não tem como elevar até 105%. Vendemos a folha para o Banrisul, tivemos duas operações da GM, ingressando mais de R$ 600 milhões, fizemos o acordo com a Ford, mas agora não tem mais Ford, e ainda elevamos a carga tributária de forma bastante significativa. Tudo isso são receitas extraordinárias que nos trouxeram até aqui pagando os salários com uma estabilidade aparente. Mas acabaram as receitas extraordinárias. Temos uma ou outra que não são tão significativas. Definitivamente, as folhas vão se encontrar nos próximos meses, a não ser que tenhamos uma solução mágica.

Mas o que é uma solução mágica? Pelo que o senhor diz, nem no início do ano que vem há a possibilidade de colocar as contas em dia. A solução é o acordo com a União?
Só isso não basta, isso nos exime nos próximos 3 anos e vai beneficiar os próximos governadores. Existe a situação de aderirmos ao regime de recuperação que não é o melhor dos mundos, mas me apresente outra solução... Deixar de pagar a conta com a União, mais o ingresso de um volumoso recurso, mais o crescimento da economia que se prejulga¿ O combinatório disso vai ajudar com a adesão ao regime de recuperação.

Como o governo pretende pagar os mais de mil servidores da área de segurança?
O Estado não pode parar, especialmente na sua função mais precípua, que é exercer a segurança. Não dá para apanhar por não ter dinheiro para pagar servidores e por não nomear funcionários em áreas tão nevrálgicas, até porque a segurança pública é uma função absolutamente do Estado.

Todos queremos mais brigadianos nas ruas, mas o governo anunciou o concurso sem dizer de onde vem a fonte para pagar todos.
Anunciar o concurso significa publicar o edital, dar prazo para que ele fique publicado, dar o prazo para as inscrições, depois tem a prova, a correção, aqueles que vão se classificar... Tem longo período a ser percorrido. Nesse lapso temporal, se Deus quiser, estamos torcendo e fazendo tudo possível para que a gente tenha condições de chamar ainda mais policiais em todas as áreas.

Nos resta torcer, porque o que mais queremos é mais brigadianos.
Vocês não devem estar duvidando que nós queremos as mesmas coisas. Por óbvio que queremos todas essas coisas.

O governo não conseguiu apoio para votar na Assembleia projetos essenciais para a União. Como colocar as contas em dia se na parte política não há andamento?
Há atores que estão se desdobrando para que logremos êxito em ver aprovadas matérias polêmicas, mas absolutamente necessárias, com repercussões para o Estado no futuro. mas quem pode responder melhor isso é governador, a Casa Civil, o líder do governo na Assembleia. Mas algumas medidas são necessárias para aderir ao regime de recuperação, e ainda é preciso aprovar o regime (de recuperação) na Assembleia. O relógio está com os deputados de todos os partidos. A situação foi longe demais no RS, e agora temos que resgatar esse baita cheque especial sem termos temos dinheiro para tanto. Entendemos a repercussão, é natural que as pessoas se insurjam. Mas, convenhamos, ninguém deixa de pagar salário tendo dinheiro em caixa. Não temos dinheiro em caixa. A gente espera que a sociedade, representada pela Assembleia, se assenhore disso e tome uma posição na votação de matérias importantes não para o governo Sartori, mas para o Estado.


Zero Hora