Polícia vai investigar se houve crime de violação da sepultura de Garrincha

Magé (RJ) - Inscrição no jazigo da família de Mané Garrincha homenageia o ídolo do Botafogo e da Seleção Brasileira de Futebol (Cristina Indio do Brasil sobre imagem da cinegrafista Edina Girardi da TV Brasil/Ag

Inscrição no jazigo da família de Mané Garrincha homenageia o ídolo do Botafogo e da Seleção Brasileira de Futebol Cristina Indio do Brasil sobre imagem da cinegrafista Edina Girardi da TV Brasil

O delegado Antônio Silvino Teixeira, titular da 66ª Delegacia Policial (Piabetá), no município de Magé, na região metropolitana do Rio de Janeiro, instaurou inquérito policial para apurar se houve crime de violação de sepultura e se os restos mortais do ex-jogador de futebol do Botafogo e da Seleção Brasileira Manuel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha, sumiram do Cemitério de Raiz da Serra, no mesmo município.

Segundo a Polícia Civil, a decisão do delegado foi motivada pela divulgação de notícias de possível desaparecimento da ossada de Garrincha que, no auge da carreira, ficou conhecido como o anjo das pernas tortas. Teixeira informou que a pena para esse tipo de crime, previsto no Artigo 210 do Código Penal, é de reclusão de um a três anos.

Ontem (31), o prefeito de Magé, Rafael Tubarão, informou que estava entrando em contato com parentes do craque para providenciar a exumação e exames de DNA dos restos mortais que estão em dois túmulos do cemitério.

O corpo do ex-jogador foi enterrado em janeiro de 1983 no jazigo da família, que fica na parte baixa do cemitério, mas há uma dúvida quanto a uma possível transferência da ossada para um outro túmulo na parte alta em 1985, quando foi construído um memorial para homenagear Garrincha.

A dúvida surgiu após o prefeito decidir fazer uma reforma no cemitério e no túmulo de Garrincha. Rafael Tubarão contou, que neste momento, a prefeitura constatou que não tinha a documentação comprovando a exumação e a transferência dos restos mortais. Na opinião do prefeito, a confusão é resultado de uma desorganização no cemitério.

Luiz Marques e Rosângela Cunha dos Santos, neto e filha de Garrincha, acreditam que os restos mortais permanecem no jazigo da família. Os dois não têm certeza se houve a transferência, porque nunca receberam documentos, nem foram avisados de que teria sido realizada.

Rosângela afirmou que seu primo João teria comentado a mudança de local, o que não foi confirmado, segundo ela, por um coveiro do local.  A filha e o neto de Garrincha apoiam a decisão da prefeitura de fazer a exumaçao e os exames de DNA na ossada para esclarecer a dúvida.


Agência Brasil

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Leonardo Soares/UOL

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Congresso Nacional do PT: Lula diz que é preciso recuperar autoestima do partido

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Na abertura do 6º Congresso Nacional do PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse aos petistas, no final da noite ontem (1º), que é preciso recuperar a autoestima do partido e preparar o caminho para a "esquerda voltar a governar o país". "2018 está longe para quem não tem esperança. Para nós está bem aí. Se a esquerda fizer um programa, um discurso, vamos voltar a governar este país", disse Lula.

Ao lado de deputados e senadores que defendem a aprovação de proposta de emenda à Constituição para eleição direta em caso de vacância do presidente e do vice-presidente da República, Lula falou apenas das eleições de 2018. Para ele, o partido precisa voltar a despertar a esperança da sociedade.

"Nesse congresso vocês irão se engalfinhar em disputas de teste e críticas. Ao discursarem amanhã [hoje], não falem para vocês mesmos, mas falem para os milhões de brasileiros que não estão aqui. Menos brigas internas e mais brigas externas. Aqui são só adversários momentâneos, lá fora são inimigos que querem nos destruir", discursou Lula.

Aberto hoje, o 6º Congresso Nacional do PT reúne cerca de 600 delegados de todos os estados e do Distrito Federal que vão escolher, no sábado (3), a nova diretoria do PT para os próximos dois anos.

Sobre as ações que responde na Justiça, que podem inviabilizar uma eventual candidatura à Presidência em 2018, Lula disse que se defenderá de todas as acusações e que os procuradores da Lava Jato terão que provar que ele não é inocente. Lula ainda ironizou as delações dos executivos da Odebrecht e da JBS. "Um empresário canalha diz que eu tenho conta no exterior, mas a conta está no nome dele e é ele que movimenta o dinheiro".

Participaram da cerimônia de abertura, a ex-presidente Dilma Rousseff, os governadores Wellington Dias (Piauí), e Fernando Pimentel (Minas Gerais), além do ex-ministro e prefeito de Araraquara, Edinho Silva. Em seu discurso, Dilma defendeu as eleições direitas e uma "profunda" reforma política. "É fundamental as diretas já e propor reformas políticas profundas. Sem elas o Brasil é ingovernável", discursou Dilma.


Agência Brasil

Alta do PIB marca renascimento da economia brasileira, diz Temer; para IBGE, é cedo para afirmar


Trump anuncia saída dos EUA do Acordo de Paris

O compromisso assinado por 195 países em 2015 visa limitar o aumento da temperatura mundial


Após 4 votos por restrição de foro, STF adia decisão

O ministro Alexandre de Moraes pediu vistas do processo que pode restringir o foro privilegiado


Polícia apreende 60 fuzis no aeroporto do Galeão

Fuzis AK 47, G3 e AR 10 vieram de Miami em contêineres com carga de aquecedores para piscinas

Fusão de empresas dos EUA pode trazer risco à concorrência no Brasil, diz Anatel

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou um acórdão sobre o processo de compra dos estúdios Time Warner pela empresa de telecomunicações AT&T, que controla a Sky. Na análise, a agência diz que o negócio pode oferecer riscos à concorrência no Brasil.

O parecer será encaminhada ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que decidirá sobre o futuro da operação no Brasil. Se o negócio for aprovado pelo Cade, a Anatel vai abrir um processo específico para apurar se o arranjo societário contraria a Lei do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC). A legislação proíbe que uma mesma empresa faça a produção e a distribuição do conteúdo.

televisão

Fusão pode reduzir concorrência na TV por assinatua, segundo a AnatelValter Campanao/Arquivo/Agência Brasil

O relator da matéria na Anatel, conselheiro Aníbal Diniz, diz que, caso a operação se concretize, pode oferecer um risco de exclusão de concorrentes em mercados locais e regionais, ou de bloqueio de entrada de competidores potenciais nesses mercados. Isso porque, segundo ele, o controle vertical entre licenciamento e distribuição de conteúdo pode limitar a capacidade de pequenas prestadoras de TV por assinatura concorrerem.

No entanto, segundo a Anatel, esse risco poderia ser mitigado com a adoção de “remédios” como o estabelecimento de medidas de transparência no licenciamento de canais da Time Warner no Brasil que assegurem a comercialização em bases não discriminatórias e a estipulação de restrições de preços entre regiões com e sem concorrência no mercado de TV por assinatura.

“Apesar de ser esperadas eficiências produtivas relevantes da operação em análise nos mercados de origem dos dois conglomerados envolvidos, em termos de sinergias operacionais, de redução dos custos de transação e de diminuição de incertezas dos canais de veiculação de conteúdo, ainda são incertos os efeitos sobre o bem-estar dos consumidores no Brasil”, diz o acórdão da Anatel.

Ancine

Recentemente, a Agência Nacional do Cinema (Ancine) decidiu notificar a Time Warner e a AT&T pela operação. Segundo a agência, a aprovação no Brasil do ato de concentração entre as duas empresas e a consequente integração vertical entre dois dos principais grupos econômicos nos elos de programação e de empacotamento tem grande potencial de resultar em efeitos anticompetitivos no segmento de TV por assinatura brasileiro.


Agência Brasil

4 a 0 pela restrição do foro

Cármen Lúcia, presidente do STF, também acompanha Luís Roberto Barroso para que o foro privilegiado se aplique somente a crimes cometidos durante o cargo e em razão do cargo... [ leia mais ]

Foro privilegiado: Alexandre de Moraes pede vista

O ministro Alexandre de Moraes, depois de mais de uma hora de fala, pediu vista...

Dias Toffoli: "Não há nada parado"

Dias Toffoli é mais um a repelir a associação entre foro privilegiado e lentidão dos julgamentos...

Gilmar ataca pesquisa da FGV sobre foro

Gilmar Mendes ataca pesquisa da FGV sobre foro privilegiado:

"Temos que melhorar muito nossos números...


Gilmar: "Não existe essa coisa da eficiência da primeira instância"

Gilmar Mendes, defendendo a manutenção do foro privilegiado, interrompeu mais um colega -- ontem já havia interrompido -- para dizer o que pensa sobre o assunto:

Um 'passa moleque' na sociedade brasileira

Marcelo Gurjão Silveira Aith, advogado especialista em direito público e eleitoral, escreveu para o Estadão sobre a PEC do foro privilegiado aprovada ontem, em segundo turno, no plenário do Senado.

Por favor, leiam...


TEMER TEM MAIORIA NO TSE

O Antagonista soube que Michel Temer já conseguiu arrebanhar 4 votos no TSE...[ leia mais ]

As provas dos 173 milhões de reais do operador de Temer

A JBS repassou 173 milhões de reais para Lucio Funaro.

Joesley Batista explicou os pagamentos:

“O Lucio Funaro é o operador financeiro do Eduardo do esquema PMDB da Câmara. O esquema PMDB da Câmara é composto pelo presidente Michel (Temer), Eduardo, enfim, e alguns outros membros”...[ leia mais ]

Tucano defende que PSDB deixe Temer já

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Aloysio: "PSDB sustentará o governo"

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Deputado tucano: "Abandonar simplesmente (o governo) não é o caminho"

Izalci Lucas, do PSDB do Distrito Federal, disse ao O Antagonista que está do lado da bancada do partido na Câmara que não concorda com um eventual desembarque do governo de Michel Temer...

JBS deve R$ 2,4 bilhões à Previdência

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Os demais devedores milionários (ou bilionários)

Além da lista dos  maiores devedores da Previdência , O Antagonista obteve a relação dos campeões de débitos com o FGTS...



PT não quer cassar Aécio

O Radar publica que o PT "não moverá uma palha para cassar Aécio Neves"... [ leia mais ]

"Dia histórico", define Meirelles

Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, empolgou-se com a divulgação do PIB do primeiro trimestre e falou em "dia histórico"... [ leia mais ]

Pomar sobre conta de Mantega: "Um detalhe perto do que está por vir"

No mesmo Estadão do editorialista anti-Lava Jato, Vera Rosa e Ricardo Galhardo publicam uma reportagem sobre a aflição do petista Valter Pomar com a admissão de Guido Mantega de que tinha conta no exterior não declarada... [ leia mais ]

Novo presidente do BNDES promete divulgar relatório dos investimentos em 45 dias


Saiba Mais

O novo presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, prometeu publicar em 45 dias um levantamento completo dos investimentos da instituição que se concentraram em um grupo de empresas, incluindo os empréstimos à empresa JBS. Ponderou, no entanto, que é necessário separar as condutas e preservar as empresas e os seus empregados. Ele foi empossado nesta quinta-feira (1º), na sede do banco, no centro do Rio.

Rio de Janeiro - Paulo Rabello de Castro toma posse na presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) (Fernando Frazão/Agênci Brasil)

Paulo Rabello de Castro toma posse na presidência do BNDESFernando Frazão/Agência Brasil

“As empresas brasileiras, mesmo as maiores empresas, que eu saiba, continuam fortes e continuam, se possível, financeiramente estáveis, e nós temos que preservar essas centenas de milhares de empregos. Esses empresários que vão tomar champanhe em Nova York, esses, sim, temos que, se possível, tirar o champanhe da mão deles”, indicou antes de tomar posse. A cerimônia teve a presença dos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira.
Paulo Rabello acrescentou que, juntamente à recuperação das empresas, deve ser feito, se possível, o afastamento dos controladores “que, com recursos públicos, fizeram a lambança que fizeram”. Durante a cerimônia de posse, o presidente fez comentários bem-humorados e homenageou a mãe, que, segundo ele, é um exemplo do impacto da longevidade crescente no país para o déficit da Previdência. "Ela personifica esse déficit e é um alerta muito grande para todos nós. É a minha mãe, a professora Geralda Rabello de Castro, de quase 99 anos de idade", disse, entregando em seguida uma orquídea para ela.
Novos financiamentos
Sobre o ritmo de liberação de financiamentos do BNDES, disse que depende da demanda de empresários por novos projetos de financiamento, o que, segundo ele, tem sido baixa. “A grande queda dos desembolsos do BNDES ocorre no dia seguinte ao segundo turno das eleições de 2014 e praticamente se estabiliza lá para junho ou julho do ano passado, quando entra Maria Sílvia. Portanto, a alegação de queda brusca de desembolsos do BNDES está na conta da administração passada”, afirmou.
Acrescentou que a demanda vai aumentar com a reversão das expectativas que surgirá com a divulgação de melhores perspectivas e de resultados positivos da economia, além de aprovação de reformas no Congresso Nacional. “Depende de uma superação psicológica e psicanalítica nossa envolvendo, para começar, as difíceis camadas políticas da nação, que muito têm atrapalhado a nação e, finalmente, indo para uma perda de sonho que tem ocorrido nas camadas empresariais da nação. Na hora que superarmos estes fatores, que vamos depender de Freud, muito mais do que de algum economista, nós vamos ter a demanda de volta, a procura dos investimentos”, apontou.
O presidente do BNDES destacou ainda que o crescimento de 1% no Produto Interno Bruto (PIB), no primeiro trimestre de 2017, em comparação aos últimos três meses de 2016, e o que está ocorrendo na economia neste segundo trimestre de 2017, demonstram que o país já está diante de um início de recuperação de demanda.
Poucas mudanças
Rabello de Castro disse que se reuniu esta semana com a ex-presidente do banco, Maria Sílvia Bastos Marques, e pelo que ouviu das atividades da instituição, serão pequenas as alterações que fará. “Muito pouca coisa eu vou conseguir fazer diferente. Maria Sílvia fez um trabalho espetacular e se nós, de certa forma, ajustarmos a qualificação do trabalho dela, pelo pouco tempo que teve, diria que o trabalho é para lá de excelente”, disse.
O novo dirigente do BNDES reafirmou que vai manter a diretoria formada pela ex-presidente. “Apenas vamos trazer, quem sabe, o reforço de um ou dois gandulas para nos ajudar em tarefas colaterais, especialmente, em Brasília, porque já que o Congresso nos brindou com duas CPIs [uma CPI no Senado e uma CPMI, que funciona nas duas Casas do Congresso], e vou aproveitar para dar a conhecer o BNDES dentro do Congresso Nacional. Coisa que fiz com relação ao IBGE”, contou.


Agência Brasil

MARIA JULIA COUTINHO VAI ESTREAR COMO APRESENTADORA DE TELEJORNAL

Jornalista entrará para rodízio de apresentadores do 'Hoje' a partir de 10 de junho

POR BEATRIZ BOURROUL

Maria Julia Coutinho (Foto: Divulgação/TV Globo)


Maria Julia Coutinho vai participar do rodízio de apresentadores na bancada do Jornal Hoje da TV Globo. A assessoria de imprensa confirmou a informação para QUEM na tarde desta quinta-feira (1).

A estreia da jornalista no comando da atração vespertina será no dia 10 de março. Depois de anos como repórter, Maju, como é carinhosamente conhecida, ficou conhecida pelo público ao se tornar responsável pelo quadro de metereologia do Jornal Hoje, SPTV 2ª edição e Jornal Nacional.


Quem Acontece

Pão de Ló de Chocolate com Recheio de brigadeiro branco

A imagem pode conter: sobremesa e comida



Ingredientes
4 unidade de ovos em temperatura ambiente (separar clara e gema)
1 xícara de água quente
4 colheres de sopa de chocolate em pó de verdade ok(ou mais depende da cor que você quer que fique ok)
1 e 1/2 xícara de açúcar
1 colher de chá de fermento químico
2 xícaras de farinha de trigo

Modo de preparo
Bata as gemas com a água na batedeira até formar uma espuma. Acrescente o açúcar aos poucos e bata até obter uma espuma fofa (um minuto em uma planetária e cinco minutos na convencional) .

Junte a farinha peneirada e o chocolate em pó e bata por mais um minuto ou dois. Não bata muito para a massa não ficar pesada. Acrescente o fermento e misture.

Bata a clara em neve.Incorpore-a com uma espátula à massa.
Unte uma forma de 15 cm por 30 cm e despeje a massa na forma.
Asse de 20 a 25 minutos em forno pré-aquecido a 180 graus ou até
o palito sair limpo ao espetar o meio do bolo.

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Recheio de brigadeiro branco
ingredientes:
2 caixas de leite condensado
1 colher de sobremesa de margarina
1 colher de sopa de leite em pó
1 c x de creme de leite
1 barra de chocolate branco 200 g
Modo de fazer:
levar todos os ingredientes ao fogo ate engrossar
tirar do fogo acrescentar o chocolate em barra depois o creme de leite
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Dica:Para um bolo maior dobre a receita do bolo e do recheio ok
COBRIR COM SUA COBERTURA PREFERIDA OK
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PARA UM BOLO DE 5 QUILOS USAR ESTA RECEITA <3
Pão-de-ló de chocolate:
Ingredientes:
5 ovos (separar claras das gemas);
2 copos de açúcar (destes copos de 200 ml);
1 copo (200 ml) de água;
2 copos (200 ml) de farinha de trigo peneirada;
1 copo de (200 ml) de cacau em pó ou chocolate Dois Frades peneirado;
1 1/2 colher de sopa de fermento em pó peneirada.

Modo de preparo:

À parte numa tigela ou bowl, colocar os ovos batidos, acrescentar aos poucos a farinha peneirada, a água, o fermento e mexer bem até aerar, por último acrescentar o chocolate ou cacau em pó peneirado e bater muito bem.
Bata bem batido, de preferência à mão, mas se quiserem pode ser na batedeira.
Despeje a massa numa forma untada com margarina e farinha de trigo e leve ao forno a 240º por aproximadamente de 30 a 40 minutos.
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DICA:::tamanho da forma >>> 35 X 25 para um bolo de 5 kilos
para que o bolo pese o equivalente a 5 kilos
eu sugiro que faça o recheio usando
5 latas de leite condensado,
para o caso ser de doces cozidos,
como brigadeiro, beijinho,
bicho-de-pé.

Créditos da Imagem de Pâmella Calazans Google


Fonte: https://www.facebook.com/Fornoef/photos/a.248815552234138.1073741826.248814918900868/301860743596285/?type=3

Trump diz que EUA podem retornar a Acordo de Paris “em base mais justa"

Fumaça tóxica em Guarujá

Os Estados Unidos respondem por 18% do carbono lançado na atmosferaFernanda Cruz/Agência Brasil

A saída dos Estados Unidos (EUA) do Acordo de Paris – compromisso global que define metas conjuntas para amenizar os efeitos das mudanças climáticas – pode não ser definitiva, de acordo com o presidente Donald Trump. Em discurso nesta quinta-feira (1º), ao anunciar a retirada dos Estados Unidos do tratado sobre o clima, Trump ponderou que a retirada do país implica a revisão dos termos do acordo e a busca de um formato que seja, na sua visão, "mais justo" para os americanos.

No anúncio de hoje, Trump disse "estar cumprindo seu dever solene para proteger a América e seus cidadãos. Vamos reinserir o país no Acordo de Paris ou participar de uma nova transação com novos termos que sejam justos para os Estados Unidos", afirmou.

O anúncio de Trump não trouxe detalhes sobre como será a retirada do país do acordo, mas, na prática, os Estados Unidos já haviam começado a inviabilizar o cumprimento das metas com que o país havia se comprometido em 2015 – quando em janeiro, o presidente assinou várias ordens executivas que contrariam o acordado. Principalmente no setor energético.

Uma das medidas, por exemplo, praticamente extinguia o Plano Energia Limpa, deixado como legado pelo então presidente Barack Obama. Trump também diminuiu a estrutura da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês), que viabilizava projetos para produção de energia limpa, e retirou limites impostos a usinas termoelétricas e as restrições à produção e uso de energia fóssil, como a derivada do carvão.

Trump disse que o Acordo de Paris “não é justo para os Estados Unidos” e que a retirada do país não necessariamente significa uma posição que não possa ser revista no futuro. Segundo o presidente, o tratado é "ruim para os americanos. No discurso, ele disse que o acordo foi mal negociado pela administração Obama e assinado por desespero, o que representa um custo para o povo americano em detrimento de sua economia.

Impacto negativo

Saiba Mais

A retirada dos Estados Unidos pode impactar negativamente nos progressos feitos em torno do Acordo de Paris, firmado em 2015, após mais de dez anos de negociações para tentar mitigar o efeito da atividade econômica no clima terrestre. O tratado foi assinado por 195 países e ratificado por 147, responsáveis por 80% das emissões.

Segundo maior emissor de gases depois da China, os EUA respondem por 18% do carbono lançado na atmosfera, ou 6,5 milhões de toneladas por ano. A saída americana tornaria ainda mais difíceis as metas do acordo, de reduzir o carbono na atmosfera de 69 bilhões de toneladas para 56 bilhões, e negociar metas futuras para manter, até 2100, o aquecimento global em nível inferior a 2ºC.

A posição contrária de Donald Trump sobre o acordo já era conhecida desde a época da campanha. Ele costuma dizer que o aquecimento global é uma farsa e que os argumentos usados para manter o tratado são "falácia". Mesmo assim, após sua posse, alguns diplomatas americanos chegaram a dizer que ele estaria mudando de posicionamento, o que não aconteceu.

Na semana passada, Trump entrou em desacordo com os líderes do G7, o grupo dos países mais ricos do mundo, quando foi o único dos chefes de governo do bloco a não entrar em consenso sobre a manutenção do acordo de Paris. Até mesmo a China, maior poluidor mundial, afirmou este ano que o acordo do clima é vital para o futuro da humanidade.

Reações

O governo brasileiro se disse decepcionado com o anúncio dos EUA de sair do Acordo de Paris. Por meio dos ministérios das Relações Exteriores e do Meio Ambiente, o Brasil manifestou preocupação com o “impacto negativo” que a decisão pode causar e se comprometeu novamente com o “esforço global de combate” às mudanças climáticas.

“O governo brasileiro recebeu com profunda preocupação e decepção o anúncio no dia de hoje, 1° de junho, de que o governo norte-americano pretende retirar-se do Acordo de Paris sob a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e 'renegociar' sua reentrada. Preocupa-nos o impacto negativo de tal decisão no diálogo e cooperação multilaterais para o enfrentamento de desafios globais”, afirmou uma nota conjunta assinada pelos dois ministérios.

O Greenpeace – maior organização não governamental de defesa do meio ambiente – também se pronunciou contra a saída dos Estados Unidos do acordo sobre o Clima e colocou em sua página na internet uma petição em defesa do acordo climático. Com o título Resista!, a ONG convida a população a assinar uma petição contra a decisão de Trump e diz que está claro que o objetivo dele "é minar o progresso sobre as alterações climáticas".

O Greenpeace destaca que o Acordo de Paris não é "somente um pedaço de papel, mas sim um modelo estruturado para construir um futuro de energia limpa". Além disso, a ONG condena o fato de Trump ter "atacado o Plano Energia Limpa" de Obama e autorizado projetos de empresas petrolíferas para perfurações no Ártico,  - que Obama havia proibido anteriormente.

Sintomaticamente, no mesmo dia em que Trump informou o abandono do Acordo de Paris, ambientalistas e cientistas internacionais lamentaram que um dos maiores icebergs do mundo esteja a ponto de desprender-se na Antártica. A massa de gelo tem 350 metros de espessura e pesquisadores associam o seu desprendimento rápido ao processo de degelo dos polos, uma das consequências do processo de aquecimento global.


Agência Brasil



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