Trechos inaudíveis

Alan Marques/Folhapress

A gravação da conversa entre o presidente Michel Temer e o dono da JBS deixa dúvidas sobre referências a Eduardo Cunha. Sem a transcrição oficial do diálogo não é possível cravar que Temer dá aval aos pagamentos para a compra do silêncio do ex-deputado, como informou reportagem do jornal O Globo na última quarta (17). Leia mais

‘Temer vem pensando em processar o empresário Joesley Batista’, diz Sadi





Presidente avalia com seu advogado a possibilidade de adotar medidas jurídicas para se defender.

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JBS diz ter depositado US$ 150 milhões em contas destinadas a Dilma e Lula

O dono do grupo JBS, Joesley Batista, disse, em depoimentos de delação premiada, que fez depósitos em contas no exterior no valor de US$ 70 milhões para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de US$ 80 milhões para a ex-presidenta Dilma Rousseff. O valor total dos depósitos teria atingido US$ 150 milhões em 2014. As informações estão no vídeo do depoimento divulgado hoje (19) pelo Supremo Tribunal Federal (STF), depois que o ministro Edson Fachin retirou o sigilo das delações dos empresários da JBS.

Joesley Batista disse que as operações eram tratadas com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo o empresário, o esquema começou em 2009 e o dinheiro foi usado em campanhas eleitorais.

“Quando terminou o governo Lula, ele [Guido Mantega] falou: 'não, agora tem que abrir outra conta, essa conta aqui é da conta do Lula, agora tem que abrir uma para a Dilma'. Aí fiz uma pergunta: 'eles sabem disso? O Lula sabe disso, a Dilma sabe disso?' 'Eles sabem sim, falo tudo pra eles [respondeu Mantega]'", disse Joesley no depoimento. Segundo o empresário, em 2014 todo o dinheiro foi retirado das contas.

Saiba Mais

A ex-presidenta Dilma Rousseff classificou de “improcedentes e inverídicas” as afirmações de Joesley. De acordo com nota divulgada por sua assessoria de imprensa, Dilma não pediu financiamentos extraoficiais e, “mais uma vez, rejeita delações sem provas ou indícios”.

“Dilma Rousseff jamais tratou ou solicitou de qualquer empresário ou de terceiros doações, pagamentos e ou financiamentos ilegais para as campanhas eleitorais, tanto em 2010 quanto em 2014, fosse para si ou quaisquer outros candidatos”, diz o comunicado, acrescentando que a petista não autorizou a abertura de empresas em paraísos fiscais em seu nome ou de terceiros. “A verdade virá à tona”, encerra o texto.

Em nota, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se manifestou sobre as acusações. Segundo Lula, os trechos da delação premiada tratam de “supostos diálogos com terceiros” e não foram comprovados, não havendo assim “qualquer contato” com ele. Assinado pelos advogados de Lula, que novamente fazem críticas à Operação Lava Jato, o comunicado afirma que as colaborações premiadas “somente são aceitas” pelo Ministério Público se fizerem “referência – ainda que frivolamente – ao nome do ex-presidente”.

“A verdade é que a vida de Lula e de seus familiares foi  – ilegalmente – devassada pela Operação Lava Jato. Todos os sigilos - bancário, fiscal e contábil - foram levantados, e nenhum valor ilícito foi encontrado, evidenciando que Lula é inocente. Sua inocência também foi confirmada pelo depoimento de mais de uma centena de testemunhas já ouvidas – com o compromisso de dizer a verdade – que jamais confirmaram qualquer acusação contra o ex-presidente”, afirmaram, na nota.

 

 

Agência Brasil

Prazo para inscrição no Enem termina nesta sexta (19)

 

Provas serão em novembro.

O golpe que a vagabundagem vermelha petista quer dar no Brasil, por Lúcio Machado Borges*

É impressionante o festival de besteiras que eu ouvi nesta quinta-feira (18), na rádio Guaíba. Primeiro, foi as besteiras habituais dos “jornalistas” esquerdopatas Nando Gross e Juremir Machado da Silva. Os dois falavam que a população que foi às ruas, pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff foram manipulados. Juremir teve a petulância e a ousadia de dizer que todos os partidos são iguais. Acho interessante este tipo de declaração já que antes de chegar ao poder, o PT dizia que era um partido diferente dos demais e eu me lembro que o José Dirceu chegou a dizer que “o PT não rouba e não deixa roubar”.

Outra grande besteira que eu ouvi hoje, mas ao mesmo tempo não chega a me surpreender, já que quem disse isso foi o deputado federal Henrique Fontana (PT/RS), falou que o país precisa de eleições diretas neste momento. Dá para perceber que os esquerdopatas estão querendo dar mais um golpe na população brasileira, já que seria necessário uma lei prevendo isso.

Pela lei atual, se houver o impeachment de Michel Temer, a eleição é indireta, dentro do Congresso Nacional.

A patuleia marxista tem a esperança de uma eleição direta porque eles querem dar um jeito de eleger Lula para presidente, para que o molusco punguista de nove dedos tenha foro privilegiado e para acabar com a Lava Jato. Assim, eles livrariam a cara de toda a vagabundagem vermelha que está enrolada na Lava Jato. O fato de Temer e Aécio Neves serem corruptos, isso por si só, não absolve Lula e Dilma Rousseff.

Para encerrar, quero lembrar que Henrique Fontana era o deputado federal petista, que enchia a boca para chamar Dilma Rousseff de “presidenta”. É uma verdadeira piada este Henrique Fontana.

*Editor do site RS Notícias

Delator da JBS disse que pagou propina a políticos com doação oficial

Joesley Batista

Delação premiada do empresário Joesley BatistaImagem de reprodução

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O empresário Joesley Batista confirmou em sua delação premiada que a JBS usou doações oficiais para pagar propina a políticos que deram contrapartidas para beneficiar a empresa. Em depoimento à Procuradoria-Geral da República (PGR), o empresário explicou como funcionava o esquema de compra de políticos e confirmou que foram repassados recentemente cerca de R$ 500 milhões para agentes públicos.

Joesley estimou que a empresa fez doação oficial de cerca de R$ 400 milhões em troca de contrapartidas e mais R$ 100 milhões por meio de moeda em espécie e notas fiscais falsas. Aos procuradores, Batista confirmou atos de corrupção que foram cometidos pela empresa, senadores, deputados, ex-presidentes da República. Joesley afirmou que a maioria das doações oficiais feitas pela JBS era propina disfarçada por contrapartidas recebidas.

"Tem pagamento via oficial, caixa 1, via campanha, tem via caixa 2, tem dinheiro em espécie. Essa era a forma de pagar. Acontece o seguinte: combina-se o ilícito, o fato lá de corrupção com o político, com o dirigente do Poder Público, e daí para frente se procede o pagamento."

"Os pagamentos são feitos das mais diversas maneiras, nota fiscal fria, seja dinheiro, caixa 2, até mesmo doação política oficial", disse o empresário. O sigilo das delações foi retirado na manhã de hoje (19) pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator das investigações envolvendo as delações da JBS.

 

 

Agência Brasil

“O país sempre vai sobreviver”, diz Cármen Lúcia sobre crise política

Brasília - Presidente do STF, ministra Cármen Lúcia durante sessão plenária de abertura do Ano Judiciário de 2017 e homenagem ao ministro Teori Zavascki (José Cruz/Agência Brasil)

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia

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José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, afirmou hoje (19) que o “país sempre vai sobreviver, porque o país é o povo”, ao comentar o atual momento político. A declaração foi feita pela ministra após uma visita informal ao comitê de imprensa do tribunal.

“O país sempre vai sobreviver, porque o país é o povo. E o povo, o ser humano, tem o instinto de vida muito mais forte que o de instinto de morte. As gerações, eu acredito muito que vão vir coisas e pessoas boas, depois que a gente já tiver ido embora, e que vão lembrar isso como uma passagem”, disse a presidente do Supremo.

Na avaliação de Cármen Lúcia, as instituições brasileiras estão funcionando. “Preocupados com o Brasil, nós estamos o tempo todo. O papel do Poder Judiciário, no que a democracia ajudar, nós estamos fazendo, temos que continuar. As instituições estão funcionando, o Brasil está dando uma demonstração, acho que de maturidade democrática. Os percalços fazem parte das intempéries.”

 

 

Agência Brasil

Fachin diz que gravações de delator da JBS não são ilegais

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin considerou legais as gravações feitas pelo empresário Joesley Batista e enviadas à Procuradoria-Geral da República (PGR). O entendimento está na decisão de ontem (18), na qual o ministro autorizou a abertura de investigação sobre o presidente Michel Temer, o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

Os três foram gravados em conversas com o empresário e citados nos depoimentos de delação premiada da empresa JBS.

Ao aceitar o pedido de abertura de investigação, Fachin disse que a jurisprudência do STF valida gravações feitas por um investigado para captar conversas com terceiros. Na decisão, o ministro não fez juízo sobre as acusações.

“Desse modo, não há ilegalidade na consideração das quatro gravações em áudio efetuadas pelo possível colaborador Joesley Mendonça Batista, as quais foram ratificadas e elucidadas em depoimento prestado perante o Ministério Público (em vídeo e por escrito), quando o referido interessado se fez, inclusive, acompanhado pelo defensor”, argumentou o ministro.

Gravações

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Joesley Batista gravou quatro áudios e procurou a PGR para assinar um acordo de delação premiada, que foi homologado por Fachin. De acordo com o processo, o empresário gravou uma conversa com o presidente Temer no dia 7 de março, por volta das 22h30, no Palácio do Jaburu. Em seguida, no dia 24 de março, gravou um diálogo com o senador Aécio e duas conversas com o deputado Loures. 

Na conversa, Temer e Batista debateram o cenário político e os avanços na economia, além de falar sobre a situação do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – preso na Operação Lava Jato.  O áudio tem cerca de 40 minutos e foi divulgado ontem (18) pelo STF.

Pronunciamento

Em pronunciamento na tarde desta quinta-feira, Temer afirmou que não renunciará ao cargo, exigiu uma investigação rápida na denúncia em que é citado, para que seja esclarecida. "Não renunciarei. Repito: não renunciarei", afirmou.

No discurso, Temer disse que a conversa foi gravada de forma clandestina. "Quero deixar muito claro, dizendo que o meu governo viveu, nesta semana, seu melhor e seu pior momento. Os indicadores de queda da inflação, os números de retorno ao crescimento da economia e os dados de geração de empregos, criaram esperança de dias melhores. O otimismo retornava e as reformas avançavam, no Congresso Nacional. Ontem, contudo, a revelação de conversa gravada clandestinamente trouxe volta o fantasma de crise política de proporção ainda não dimensionada".

Em nota divulgada à imprensa, mais tarde, o Palácio do Planalto informou que "a expectativa do governo é que o STF investigue e arquive o inquérito”.

 

Agência Brasil

 

CVM abre novos processos para investigar a JBS

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda responsável pela regulação e fiscalização do mercado de capitais, abriu hoje (19) novos processos contra a JBS. As investigações se somam a outras seis que apuram irregularidades na empresa no órgão. Três delas foram abertas em apenas uma semana, nos dias 12, 17 e 18 deste mês.

Os processos instaurados hoje investigam indícios de eventual prática do crime de insider trading, detectados em operações realizadas no mercado de dólar futuro e em negócios com ações de emissão da JBS realizados no mercado à vista, bem como analisa a atuação da companhia no mercado de dólar futuro, informou a CVM. Insider trading é a negociação de valores mobiliários baseada no conhecimento de informações relevantes que ainda não são de conhecimento público, com o objetivo de auferir lucro ou vantagem no mercado.

Há informações de que o grupo J&F – que controla a JBS – operou no mercado financeiro para lucrar com os efeitos da delação premiada de seus controladores, que veio à tona ontem (18) e levou à forte queda na Bolsa de Valores e alta de 7,9% do dólar.

Em outros dois processos, também movidos nesta sexta-feira, é investigada a atuação do Banco Original, controlado pela J&F Participações, no mercado de derivativos; e analisadas negociações do acionista controlador da JBS, a FB Participações S.A., com ações de emissão da companhia.

Saiba Mais

A JBS é alvo da Operação Lava Jato e de outras operações deflagradas pela Polícia Federal para investigar possíveis desvios, pagamentos de propina e fraudes na liberação de recursos públicos.

Monitoramento

A Assessoria de Análise Econômica e Gestão de Riscos da CVM tem monitorado os principais indicadores de mercado e possíveis impactos sobre as atividades das companhias fiscalizadas, incluindo exposição da indústria de fundos a ativos afetados pelas últimas movimentações de mercado.

JBS

Em nota divulgada no começo da tarde, a JBS informou que gerencia de maneira minuciosa e diária sua exposição cambial e de commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado exterior).

“Tendo em vista a natureza de suas operações, a JBS tem como politica e prática a utilização de instrumentos de proteção financeira visando, exclusivamente, minimizar os seus riscos cambiais e de commodities provenientes de sua dívida, recebíveis em dólar e de suas operações.”

Na nota, a empresa acrescenta que as movimentações no mercado de câmbio feitas nos últimos dias estão “alinhadas à sua política de gestão de riscos e proteção financeira”.

 

Agência Brasil