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Publicado em 17 de mai de 2017
Ministro humilha senador petista:'Isso prova a incompetência do PT."
Por Da redação
Cenas que provam a entrega de propina aos indicados de Temer e Aécio (O Globo/Reprodução)
O colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, divulgou nesta quinta-feira imagens feitas pela Polícia Federal das entregas de dinheiro do diretor de relações institucionais da JBS, Ricardo Saud, a emissários do presidente Michel Temer e do senador Aécio Neves (PSDB-MG).
Segundo o jornal, na delação da JBS, os executivos da empresa, incluindo seus donos, Joesley e Wesley Batista, afirmam que o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), ex-assessor de Temer, recebeu 500.000 reais em dinheiro vivo em São Paulo. O montante, de acordo com a publicação, é a primeira parcela da propina de 480 milhões de reais a Temer que teria sido acertada com Rocha Loures, valor a ser pago em parcelas semanais de 500.000 reais.
O presidente também teria sido gravado por Joesley dando aval à compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba, e do lobista Lúcio Bolonha Funaro, preso em Brasília. Diante desta afirmação, Temer teria dito: “Tem que manter isso, viu?”.
Aécio teria pedido, e recebido, 2 milhões de reais em dinheiro vivo da empresa, supostamente para custear os honorários do criminalista Alberto Toron em sua defesa na Operação Lava Jato.
As imagens reveladas pelo jornal mostram o encontro e os deslocamentos do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), ex-assessor de Temer, ao lado de Saud, em São Paulo, no dia 28 de abril.
Rocha Loures e o executivo se encontram no café Il Barista, no shopping Vila Olímpia, e dali seguem ao restaurante Pecorino, no mesmo shopping. O jornal afirma que o deslocamento é uma “estratégia de despiste” do peemedebista.
Depois de meia hora no local, os dois vão ao estacionamento do shopping, onde Ricardo Saud mantinha 500.000 reais alocados dentro de uma mala em seu carro. As imagens mostram o dinheiro dividido em notas de 50 reais dentro da mala. O emissário de Temer, no entanto, não pega a mala e os dois seguem à pizzaria Camelo, nos Jardins, bairro nobre da capital paulista.
Segundo o jornal, este deslocamento também foi feito por sugestão de Rocha Loures, que entra na pizzaria sem a mala e depois sai do local carregando o objeto.
Esquerda em cima: O deputado Rodrigo Rocha Loures e Ricardo Saud se encontram em um café em São Paulo. Os dois seguem para o restaurante Pecorino. Meia hora depois, se encontram no estacionamento do Shopping Vila Olímpia. Saud tinha uma mala com 500 mil reais em espécie em seu carro. O deputado não pega a mala no estacionamento, segue para a pizzaria Camelo e entra no restaurante sem nenhuma mala. (O Globo/Reprodução)
Loures entra na pizzaria sem nada às mãos e deixa o local carregando uma mala (O Globo/Reprodução)
De acordo com O Globo, a Polícia Federal também filmou três entregas de dinheiro a Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio Neves que teria sido encarregado de receber 2 milhões de reais pedidos pelo tucano ao empresário Joesley Batista, dono da JBS e delator premiado. “Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho”, teria dito Aécio a Joesley.
O jornal publicou imagens de duas das entregas a Fred, ambas na sede da JBS em São Paulo.
Na primeira delas, em 12 de abril, o primo de Aécio Neves chega à sede da empresa na capital paulista, registra-se na portaria e aguarda ser recebido por Ricardo Saud acomodado em um sofá preto. Na sequência das imagens, o executivo da JBS aparece e convida Medeiros a entrar em uma sala, onde estava uma mala com 500.000 reais, divididos entre notas de 50 reais. Os dois conversam.
Em seguida, Fred aparece contando o dinheiro. Ele retira um maço, coloca-o em sua bolsa e deixa o restante do valor na mala. Na sequência, os dois aparecem deixando a sede da JBS.
Direita em cima: Fred (primo de Aécio) na sede da JBS em São Paulo, entrando no prédio pelas catracas, aguardando na recepção para ser atendido pelo diretor da JBS, Ricardo Saud (O Globo/Reprodução)
Esquerda em cima: Ricardo Saud e Fred conversam antes da entrega da propina. A mala continha 500 mil reais em espécie. (O Globo/Reprodução)
Fred conta o dinheiro, separa um maço, coloca em sua bolsa a tira-colo e em seguida os dois saem da sede da JBS (O Globo/Reprodução)
A segunda entrega, uma semana depois, em 19 de abril, também aconteceu na sede da empresa de Joesley Batista. Naquele dia, como indicam as fotos publicadas por O Globo, o primo de Aécio Neves chegou à JBS portando uma mochila e é recebido por Ricardo Saud em um almoço em uma sala. O executivo coloca uma mala com 500.000 reais sobre a mesa, desta vez divididos em notas de 100 reais.
Saud, então, transfere o dinheiro à mochila de Frederico Pacheco de Medeiros. Na sequência, os dois aparecem juntos no estacionamento da empresa. Foi ali mesmo, como mostram as imagens, que o emissário de Aécio Neves entregou o dinheiro a Mendherson Souza Lima, assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), aliado do tucano, que seguiu com a propina de carro até Belo Horizonte, em três viagens, acompanhadas pela Polícia Federal.
Os 500.000 reais teriam sido entregues na empresa Tapera Participações Empreendimentos Imobiliários, de Gustavo Perrella, filho de Zezé Perrella.
Fred chega novamente à sede da JBS, em São Paulo. Ele e Ricardo Saud, diretor na empresa, almoçam juntos (O Globo/Reprodução)
Saud coloca a mala com 500 mil reais em cima da mesa. O executivo transfere o dinheiro da mala para a mochila de Fred e os dois seguem para o estacionamento, onde o primo de Aécio entrega o dinheiro a um assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG) (O Globo/Reprodução)
Veja
Michel Temer deve fazer ainda hoje um pronunciamento renunciando o cargo de presidente da República.
Segundo presidente da CNDL, a piora reflete preocupações com o cenário político e o desemprego crescente.
A confiança dos consumidores na economia apresentou uma piora em abril, tanto na avaliação do momento atual quando nas expectativas para o futuro, de acordo com pesquisa divulgada nesta quarta-feira (17) pelo SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). A queda foi de 4,1% em abril.
“Na passagem de março para abril, o consumidor percebeu um noticiário político bastante negativo, o que reforçou o receio de novas instabilidades. No cenário econômico, o desemprego, seguiu crescendo, contribuindo para o resultado de abril”, disse em nota o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.
Segundo a pesquisa, percepção do cenário atual da economia pelos consumidores teve piora de 3,7% em abril. Para 82% das pessoas entrevistadas, a situação do país está ruim ou muito ruim, entuqnato outros 16% acham que está regular.
Entre os que acham que a situação da economia está ruim, o principal motivo citado (53%) é a corrupção e a maneira como são usados os recursos públicos. Os que apontam o desemprego como principal razão são 20%, e os que citam a alta de preços são 15%.
Apenas 12% dos brasileiros dizem estar em boa situação
A pesquisa também mede a percepção dos consumidores sobre a própria situação financeria. Em abril, quatro em cada dez deles, ou 41%, classificaram-na como ruim ou muito ruim. Os que a consideram regular somaram 46%. Apenas 12% responderam que estão em uma situação boa ou muito boa.
Entre os que fazem avaliação negativa, os principais motivos apontados são orçamento apertado e dificuldades para pagar as contas, citado por 32% dos entrevistados, e o desemprego, apontado por 27%. A redução da renda foi citada por 16% e atraso no pagamento de dívidas, por 11%.
Expectativas para os próximos meses
A pesquisa mostra que a maioria dos consumidores está pessimista em relação ao futuro da economia como um todo, mas, quando considerada a própria situação financeira, a maior parte está otimista.
Os que se dizem pessimistas em relação à economia como um todo são 39%, enquanto os neutros somam 36%. Apenas 17% se dizem otimistas.
Entre os que estão pessimistas, o principal motivo apontado é a corrupção e impunidade dos políticos, citado por 31% dos entrevistados. Incompetência dos governantes foi citado por 25%, e a crença de que o desemprego segue aumentando, por 12%. Os que discordam das medidas econômicas que estão sendo adotadas são 10%.
Já entre os otimistas, a maioria, com 48%, não sabe explicar por que confia que a economia vai melhorar. Outros 14% dizem acreditar que o pior já passou, e 11% dizem que concordam com as medidas econômicas que estão sendo adotadas.
Com relação às expectativas para a própria vida financeira, a grande maioria, com 57%, está otimista. Outros 24% não estão nem pessimistas nem otimistas.
Entre os otimistas, o principal motivo citado, com 28%, é a crença em arrumar novo emprego ou receber uma promoção. Outros 27% não sabem explicar a razão do otimismo. Os que que apostam em uma melhora da economia são 14%, e outros 13% dizem que estão cuidando bem das finanças pessoais.
Já entre os pessimistas, os principais motivos apontados são descrença na melhora da economia (32%), a persistência da alta de preços (23%), situação financeira atual estar muito ruim (10%) e medo do desemprego (9%).
Fonte: G1 - 17/05/2017 e SOS Consumidor
por TALITA FERNANDES e GUSTAVO URIBE
Pedro Ladeira
Um grupo de senadores do PMDB próximos a Renan Calheiros (AL), líder do partido no Senado, sugeriu ao presidente Michel Temer o lançamento de um "pacote de bondades" como contrapartida ao apoio às reformas trabalhista e previdenciária.
A sugestão foi levada a Temer na semana passada, em um jantar no Palácio do Jaburu. O movimento é conduzido pelo senador Eduardo Braga (PMDB-AM), que atua como principal interlocutor entre Renan e o governo.
Entre as medidas sugeridas está a isenção do Imposto de Renda para ganhos de até cinco vezes o salário mínimo e aumento da oferta de microcrédito por bancos públicos.
Temer, segundo pessoas próximas, está disposto a dialogar sobre o assunto com Renan e a até mesmo adotar pontos da "Agenda Brasil", desde que eles não gerem gastos que ameacem a política de ajuste fiscal. A ideia do Planalto é submeter as reivindicações à equipe econômica para avaliar o impacto fiscal.
A oferta de microcrédito é um tema que já está em análise pela gestão Temer e é avaliada como possível de ser adotada. Já o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda apresenta maior resistência. O discurso no Planalto é que não há espaço para despesas ou perdas de receita como a sugerida pelos peemedebistas.
A correção da tabela está em análise desde fevereiro pela Fazenda, a pedido da Casa Civil. Hoje, escapa do IR quem ganha até R$ 1.903,98. A equipe política tem defendido que a faixa de isenção chegue a ao menos R$ 3.000. A proposta do grupo de Renan elevaria a faixa para R$ 4.685.
IMPOSTO SINDICAL
Numa tentativa de garantir a aprovação da reforma trabalhista até o início do próximo mês, Temer recebeu nesta terça-feira (16) a bancada do PSDB no Senado.
Os tucanos defenderam mudanças pontuais na reforma trabalhista, mas a manutenção da contribuição sindical optativa, conforme texto aprovado na Câmara.
A ideia é que as alterações sejam feitas por meio de uma medida provisória preparada pelo presidente com salvaguardas aos trabalhadores. "A nossa intenção é não fazer modificações no texto que veio da Câmara, para que não tenha a necessidade de seu retorno, mas apresentarmos, na justificativa, sugestões pontuais de modificações", disse o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves.
O relator da proposta nas comissões de Assuntos Econômicos e Assuntos Sociais do Senado, Ricardo Ferraço (PSDB-ES), citou entre as alterações a melhor regulamentação da jornada intermitente, o fim da proibição de gestantes e lactantes trabalharem em locais insalubres e o fim do intervalo de 15 minutos para as mulheres antes de começarem hora extra.
Ele também antecipou que manterá nos seus relatórios a contribuição sindical optativa e disse que Temer demonstrou ser favorável a essa posição.
A expectativa é que a proposta vá a plenário no início de junho.
Fonte: Folha Online - 17/05/2017 e SOS Consumidor
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Ninguém acertou as dezenas do concurso 1.931 da Mega-Sena nesta quarta-feira. O prêmio agora está acumulado em R$ 30 milhões. Foram sorteados os números 02 - 08 - 09 - 15 - 22 - 34. O próximo sorteio está marcado para sábado e as apostas podem ser feitas até as 19h. Leia mais
O debate sobre hipotéticas saídas para a crise esbarra em uma pergunta: quem seria o substituto de Temer? Pela Constituição, uma eventual deposição do peemedebista acomodaria provisoriamente no poder o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), protagonista de inquérito na Lava Jato. Também envolvido na operação, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) teria de convocar eleições indiretas para escolher, em 30 dias, um substituto. Leia mais
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