Ministério Público volta a pedir cassação da chapa Dilma-Temer ao TSE

Delação premiada de João Santana e Mônica Moura está inclusa no processo

MP pediu cassação da chapa Dilma-Temer ao TSE | Foto: Ricardo Giusti / CP Memória

MP pediu cassação da chapa Dilma-Temer ao TSE | Foto: Ricardo Giusti / CP Memória

 

O Ministério Público Eleitoral (MPE) enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) novo parecer a favor da cassação da chapa Dilma-Temer, vencedora das eleições presidenciais de 2014. A nova manifestação foi entregue na sexta-feira e se refere ao processo em que o PSDB pediu a cassação do resultado das eleições.

O novo parecer repete o posicionamento feito pelo vice-procurador eleitoral, Nicolau Dino, enviado ao TSE em março, antes da interrupção do julgamento. De acordo com o procurador, além da cassação da chapa, o tribunal também deve considerar a ex-presidente Dilma Rousseff inelegível por oito anos.

A novidade na manifestação é a inclusão dos depoimentos de delação premiada dos publicitários João Santana e Mônica Moura, responsáveis pelas campanhas eleitorais do PT. Nos depoimentos, o casal citou suposto recebimento de propina na campanha por Dilma.

Na sexta-feira, o relator da ação no TSE, Herman Benjamin, encaminhou aos demais ministros da Corte o complemento do relatório final do processo. A próxima etapa será a retomada do julgamento, que foi suspenso no mês passado para novo prazo de alegações para as defesas. Caberá ao presidente do tribunal, ministro Gilmar Mendes, marcar a data do julgamento, que deve ocorrer a partir da última semana de junho.

Processo

Após o resultado das eleições de 2014, o PSDB entrou com a ação e o TSE começou a julgar suspeitas de irregularidades nos repasses a gráficas que prestaram serviços para a campanha eleitoral. Recentemente, Herman Benjamin decidiu incluir no processo os depoimentos dos delatores ligados à empreiteira Odebrecht, investigados na Operação Lava Jato. Os delatores relataram que fizeram repasses ilegais para a campanha presidencial.

Em dezembro de 2014, as contas da campanha da então presidente Dilma Rousseff e de seu vice, Michel Temer, foram aprovadas com ressalvas e por unanimidade no TSE. No entanto, o processo foi reaberto porque o PSDB questionou a aprovação, por entender que há irregularidades nas prestações de contas apresentadas por Dilma, que teria recebido recursos do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato. Segundo entendimento do TSE, a prestação contábil da presidenta e do vice-presidente é julgada em conjunto.

A campanha de Dilma Rousseff nega qualquer irregularidade e sustenta que todo o processo de contratação das empresas e de distribuição dos produtos foi documentado e monitorado. A defesa do presidente Michel Temer sustenta que a campanha eleitoral do PMDB não tem relação com os pagamentos suspeitos. De acordo com os advogados, não se tem conhecimento de qualquer irregularidade no pagamento dos serviços.

 

Agência Brasil e Correio do Povo

Temer deve anunciar parcelamento da dívida do INSS dos municípios

Últimos ajustes da proposta foram discutidos em reunião no Palácio do Planalto

Últimos ajustes da proposta foram discutidos em reunião no Palácio do Planalto | Foto: Beto Barata / Presidência da República / Divulgação / CP

Últimos ajustes da proposta foram discutidos em reunião no Palácio do Planalto | Foto: Beto Barata / Presidência da República / Divulgação / CP

 

Na reta final das negociações para a aprovação da reforma da previdência na Câmara, o presidente Michel Temer pretende anunciar nesta terça-feira, Medida Provisória com a previsão de parcelamento da dívida dos municípios com o INSS.

Os últimos ajustes da proposta foram discutidos em reunião realizada na manhã desta segunda-feira no Palácio do Planalto. O evento contou com a presença de Temer, do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, Secretaria Geral da Presidência, Moreira Franco e lideranças da base aliada.

Segundo relatos, a previsão é de que a dívida dos municípios sejam parceladas em até 200 vezes. O valor dos juros ainda deverá ser calibrado por Meirelles em novas reuniões previstas para ocorrerem ao longo do dia.

Caso o anúncio se confirme, ele deverá ocorrer em evento promovido pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) que acontecerá nesta terça-feira em Brasília.

O gesto de Temer vem num momento em que o governo tenta avançar nas negociações para aprovar a reforma da previdência no plenário da Câmara. Lideranças da base aliada ainda se queixam da forte pressão sofrida nos redutos eleitorais contra a proposta e têm colocado esse como um dos entraves para se votar a matéria. "Prefeito feliz é deputado feliz", resumiu um interlocutor de Temer.

Dívida

Reportagem publicada pelo Estado no início deste ano revelou que 4,95 mil municípios (89% do total) sustentam uma dívida bilionária INSS.

De acordo com a Receita Federal, o passivo soma R$ 99,6 bilhões em contribuições previdenciárias devidas e a inadimplência tem levado ao bloqueio de parcelas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

A falta de pagamento também é um dos motivos por trás do "nome sujo" de prefeituras no Cadastro Único de Convênios (Cauc), do governo federal, o que inviabiliza o repasse de transferências voluntárias, como emendas parlamentares.

 

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

CPI recebe dados contraditórios sobre situação financeira da Previdência

Secretários do governo garantiram déficit, mas especialista previdenciário mostrou soma com superávit

Secretários do governo garantiram déficit, mas especialista previdenciário mostrou soma com superávit | Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado / CP

Secretários do governo garantiram déficit, mas especialista previdenciário mostrou soma com superávit | Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado / CP

 

A terceira audiência pública da CPI da Previdência, nesta segunda-feira, teve apresentação de argumentos contraditórios sobre a situação do sistema de aposentadoria do Brasil. Foram ouvidos o secretário do Orçamento Federal, George Soares e a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi. Os dois garantiram que tanto a Previdência quanto a Seguridade Social são deficitárias. Já o advogado previdenciário Guilherme Portanova afirmou que todo cálculo que apresenta déficit é inconstitucional. A diferença nos números apresentados nesta e nas audiências anteriores chamou a atenção dos senadores, que pediram novas reuniões para confrontar os dados.

A secretária do Tesouro procurou apresentar aos senadores dados que comprovam que o déficit da Previdência Social não está relacionado à retirada de recursos do setor por parte do governo por meio da Desvinculação das Receitas da União (DRU), que é aprovada anualmente pelo Congresso. Vários críticos da reforma têm argumentado que, com a liberdade proporcionada pela DRU, o governo retira dinheiro da Previdência. Todavia, segundo Vescovi, o Tesouro Nacional têm feito aportes muito maiores do que o que retira com a DRU.

“A DRU, que é a desvinculação, não retira recursos da seguridade social. Dado que é um déficit que o Tesouro aporta, ela vai e volta. Por exemplo, em 2009, a DRU desvinculou R$ 39 bilhões e o orçamento fiscal, que não é o da seguridade, trouxe de volta R$ 79 bilhões. E assim sucessivamente. Vamos a 2014: o orçamento da seguridade social está aí com um déficit de R$136 bilhões. A DRU desvinculou R$60 bilhões, mas o Tesouro aportou R$136 milhões. Ou seja, foi muito mais do que a DRU”, explicou.

A advogada-geral da União também aproveitou a oportunidade para rebater outro argumento contrário à reforma, de que as maiores dívidas de empresas com a Previdência Social seriam suficientes, se fossem pagas, para evitar a necessidade da reforma. O procurador da Fazenda Nacional reconheceu que o estoque da dívida ativa previdenciária atingiu o montante de R$ 432,9 bilhões em janeiro de 2017 e continua crescendo a um ritmo de aproximadamente 15% ao ano. Segundo ele, “apenas os cem maiores devedores possuem débitos que ultrapassam conjuntamente

R$ 50 bilhões”.

No entanto, Fabrício Soller disse que, mesmo com o máximo empenho da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional para a recuperação de créditos, não é fácil para o órgão realizar a recuperação dessas dívidas. “A par da própria insolvência empresarial, existem limitações legais e comportamentos extremamente sofisticados de empresas que dificultam essa atividade. Sucessões empresariais, interposições fraudulentas, lides trabalhistas simuladas e o uso de regimes fiscais privilegiados e países com tributação favorecida são apenas alguns exemplos”, afirmou.

Contraponto

O advogado especialista em direito previdenciário, Guilherme Portanova, foi o responsável por apresentar argumentos contraditórios aos do governo no debate. Na opinião dele, os técnicos do governo tem praticado “erro de metodologia hermenêutica constitucional”, ao misturar os tipos de benefícios e apresentar números diferentes a depender do órgão público que realizar o cálculo sobre a previdência.

“Todo cálculo que apresenta déficit é inconstitucional. É aí que entra a metodologia hermenêutica constitucional. O artigo 195 estabelece cinco receitas. Contribuição do empregado e do empregador, o governo para nessas duas. Eles olvidam a receita de concursos de prognósticos, aquela fézinha que cada vez que a gente vai jogar na loteria a gente paga, o CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) e o PIS/Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). Se a gente incluir todas essas cinco, nós chegamos a um superávit, de 2005 a 2015, de R$658 bilhões. E aí eu não estou computando a DRU, nem desoneração, nem receitas mágicas. Eu estou computando as receitas que a minha Constituição Federal, a minha Carta Magna assim me determina”, alegou.

A secretária do Tesouro, no entanto, rebateu ao final da audiência e disse que “não são números contraditórios, não são números que mudam ao longo do tempo, não são números inventados”. Segundo ela, os dados foram calculados por funcionários públicos com carreiras de Estado, que já atenderam a vários governos.

 

Correio do Povo

 

Precisamos imitar um francês do século 17

Por Mario Sabino

Emmanuel Macron tomou posse como presidente da França, no domingo passado, com a intenção de levar adiante reformas que diminuam o desemprego e aumentem a competitividade do país. Mas o tema deste artigo é um francês do século 17: Jean-Baptiste Colbert, ele também um reformista.

Superintendente das finanças de Luís XIV, ele substituiu o marquês Nicolas Fouquet, detido e julgado por corrupção e condenado ao banimento. Pouco antes de ser detido, Fouquet havia recebido Luís XIV na sua magnífica propriedade em Vaux-le-Vicomte. O rei ficou espantado com a riqueza do meliante, confirmando as suspeitas levantadas por Colbert, que cobiçava o cargo de Fouquet.

No comando do dinheiro do reino, Colbert promoveu uma reforma geral na administração. É curioso que pareça novidade liberal gerir o estado como uma empresa comercial, mas foi o que o mercantilista Colbert levou a cabo há quase quatro séculos. Todos os impostos e despesas passaram a ser meticulosamente registrados. As repartições (os “bureaux”) foram organizadas para dar conta dos controles rígidos exigidos por Colbert. Aliás, a palavra “burocracia”, inventada no século seguinte por Vincent de Gournay, originou-se da estrutura criada pelo superintendente de Finanças de Luís XIV.

Emmanuel Macron é acusado pela esquerda de ser representante dos banqueiros — o que ele efetivamente é. Colbert era acusado pelas nobreza de ser representante dos grandes comerciantes — o que ele efetivamente era. Como disse o historiador Jacques Barzun, “com Luís XIV, a burguesia estava no poder; as leituras e os memorandos iniciais do rei fizeram dele, em parte, um rei burguês”. Por meio da centralização administrativa feita por Colbert, esvaziou-se o poder tirânico exercido pelos nobres locais.

Com tolerância zero para a corrupção ou mesmo a simples malandragem (a “moral burguesa” tem lá suas vantagens), o superintendente das Finanças propiciou que a França se tornasse a principal exportadora de artigos para a Europa. Peças de tecido com um centímetro a menos do que o registrado nos "bureaux" de exportação eram retidas pelos inspetores e destruídas. Resultado: a confiança dos importadores aumentou as encomendas de todos os produtos.

Depois de instalar uma administração eficiente e, consequentemente, colocar as finanças em ordem, Colbert procurou mitigar os efeitos da pobreza entre artesãos ou camponeses. Lê-se em Jacques Barzun: ele “usou seus funcionários para coletar dados estatísticos que lhe permitissem planejar uma ação corretiva. Renovou estradas, drenou pântanos, construiu canais e tomou medidas para aliviar a carga fiscal, como pedágios e outros tributos”. Como se não bastasse, deve-se a Colbert boa parte do patrimônio artístico francês.

Luís XIV, no entanto, colocaria tudo a perder, por causa da sua ambição expansionista — transmitida como vírus a seus sucessores. A França entraria continuamente em guerras durante um século e meio, arruinando a sua economia e abrindo caminho para os demagogos revolucionários. A centralização administrativa eficaz transformou-se em máquina pesada. Uma pena, porque, como nota Jacques Barzun, a França de Luís XIV poderia ter dado uma lição mundial de economia política graças a Colbert.

O termo “colbertismo” ainda é usado na França, tanto para o bem como para o mal. Espero que o capitalista Macron inspire-se no mercantilista Colbert — e que o Brasil imite a receita. Somos um país de imitadores, mas está na hora de pararmos de imitar apenas as coisas ruins.

AO VIVO | TV Antagonista - Edição das 17h

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João Doria já está montando sua chapa.

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Prefeitura de Porto Alegre envia proposta para endurecer ações contra vandalismo

Projeto de lei prevê multa de quase R$ 400 mil a quem causar danos ao patrimônio público

Projeto será encaminhado à Câmara nesta terça-feira | Foto: Brayan Martins / PMPA / CP

Projeto será encaminhado à Câmara nesta terça-feira | Foto: Brayan Martins / PMPA / CP

 

Para coibir estas e outras ações de vandalismo, a Prefeitura de Porto Alegre encaminha para Câmara Municipal nesta terça-feira, dia em que começa a Semana Cidade Limpa, o projeto de lei antivandalismo. De acordo com a proposta, a Guarda Municipal passa a ter novas atribuições e seus agentes poderão atuar na fiscalização das infrações à legislação municipal, em especial ao Código de Posturas.

Segundo a avaliação do comando da GM, o perfil dos pichadores é, em sua maioria, de jovens entre 20 e 30 anos, a maior parte de classe média. Nas 480 abordagens realizadas até abril, 317 vândalos evitaram revelar a escolaridade. Mas 77 confirmaram ter recebido ensino fundamental, 74, ensino médio e 12 chegaram à universidade. Conforme o projeto, o valor das multas pagas por pichadores serão destinados ao Departamento Municipal de Limpeza Urbana. A multa pode chegar a R$ 11,7 mil, mas prevê que seja o dobro em caso de reincidência.

No trânsito, a situação também é grave. A EPTC gastou cerca de R$ 430 mil, em 2016, para reparar danos causados pelo vandalismo no trânsito. Esse valor inclui placas, sinaleiras, paradas de ônibus, fios, lâmpadas, elevadores, entre outros, que precisaram ser consertados ou substituídos. “Não vamos mais tolerar vandalismo. Chega de pessoas que apenas destroem o que é público e não recebem nenhum tipo de punição. A lei será aplicada a todos e com rigor. Cada um é responsável pelos seus atos e será responsabilizado por isso”, defendeu o prefeito Nelson Marchezan Júnior.

Pela redação do projeto, o exercício regular do poder de polícia administrativa do município, preventivo, educativo, fiscalizador e repressivo, concernente às ações desenvolvidas nas áreas de atividades sanitária, ambiental, comércio e prestadores de serviços, obras e posturas, é simultaneamente atribuído aos agentes da GM e de fiscalização. E, ressalvadas as competências privativas estipuladas em lei, os agentes de fiscalização e os guardas municipais atuarão em toda e qualquer esfera administrativa, independente de sua lotação original, área ou matéria específica.

Proibições e multas

- Despejar águas servidas, lixo, resíduos domésticos, comerciais ou industriais nos locais públicos ou terrenos baldios. Pena: multa de R$ 1.955,00 a R$ 19.550.

- Transportar argamassa, areia, aterro, lixo, entulho, serragem, cascas de cereais, ossos e outros detritos em veículos inadequados ou que prejudiquem a limpeza do logradouro público. Pena: multa de R$ 1.955,00 a R$ 11.730,00.

- Embaraçar ou impedir, por qualquer meio, o livre trânsito de pedestres ou veículos nos locais públicos. Pena: multa de R$ 1.955,00 a R$ 19.550.

- Depositar lixo em recipientes que não sejam do tipo aprovado pelo município. Pena: multa de R$ 391,00 a R$ 977,50.

- Colocar em postes, árvores ou com utilização de colunas, cabos, fios ou outro meio, indicações publicitárias de qualquer tipo, sem licença do município. Pena: multa de R$ 508,30 a R$ 1.016,60/dia.

- Causar dano à bem do patrimônio público municipal. Pena: multa de R$ 9.910,00 a R$ 391.000,00.

- Urinar ou defecar na rua. Pena: multa de R$ 195,50 a R$ 19.500,00.

- Os proprietários de terrenos são obrigados a murá-los ou cercá-los dentro dos prazos e normas fixados na legislação específica, além de mantê-los em perfeito estado de limpeza, capinados e drenados. A infração deste artigo acarretará a pena de multa de R$ 1.9500,00 a R$ 11.730,00.

 

Correio do Povo

 

MP pediu cassação da chapa Dilma-Temer ao TSE - Crédito: Ricardo Giusti / CP Memória

MP volta a pedir cassação da chapa Dilma-Temer ao TSE

Delação premiada de João Santana e Mônica Moura está inclusa no processo

Últimos ajustes da proposta foram discutidos em reunião no Palácio do Planalto - Crédito: Beto Barata / Presidência da República / Divulgação / CP

Política

Temer deve anunciar parcelamento da dívida do INSS dos municípios

    Secretários do governo garantiram déficit, mas especialista previdenciário mostrou soma com superávit - Crédito: Waldemir Barreto / Agência Senado / CP

    CPI recebe dados contraditórios sobre situação da Previdência

      Presidente nega "reunião de mafiosos" para acertar propina ao PMDB

        Pressão política aumenta e congressista democrata pede impeachment - Crédito: HO / Russian Foreign Ministry / AFP / CP Internacional

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          Polícia

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          Asilo Padre Cacique precisa de doações para o inverno - Crédito: André Ávila / CP Memória Porto Alegre

          Direção do Asilo Padre Cacique aguarda por doações de alimentos e agasalhos

           

          Local, que será oficialmente inaugurado nesta quarta-feira, deverá emitir de 300 a 400 documentos por dia - Crédito: Guilherme Testa Porto Alegre

          PF estima emitir até 400 passaportes por dia no posto do Praia de Belas

           

          Volante do Grêmio destaca trabalho com preparação e instruções de Renato - Crédito: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação CP

          Grêmio

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            Marcelo Oliveira ficará quatro semanas fora dos gramados - Crédito: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação / CP Grêmio

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                              Polêmica, última temporada da série foi ao ar em 2014 - Crédito: CBS / Divulgação / CP

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                                Paul Rodgers compartilhou fotos do momento em seu Facebook - Crédito: Facebook / Reprodução / CP

                                Música

                                Brian Johnson canta com Robert Plant e Paul Rodgers em show na Inglaterra

                                  Artistas subirão ao palco do Araújo Vianna na mesma noite - Crédito: Washington Possato / Divulgação / CP

                                  "Samba Samba, Minha Gente" reunirá Diogo Nogueira e Martinho da Vila em Porto Alegre

                                    Tradicional mostra distribui troféus e prêmio em dinheiro para os vencedores - Crédito: Cleiton Thiele / Pressphoto / Divulgação / CP

                                    Cinema

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                                      70º Festival de Cannes ocorre entre os dias 17 e 28 de maio - Crédito: Valery Hache / AFP / CP

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                                      Corte na produção da Celulose Riograndense pode atingir 200 mil toneladas em 2017

                                      Giane Guerra
                                      giane.guerra@rdgaucha.com.br

                                      Foto: Daniel Andriotti /Divulgação

                                      A Celulose Riograndense confirmou o forte corte na produção noticiado pela Rádio Gaúcha na sexta-feira. A redução deve ficar entre 150 mil e 200 mil toneladas em 2017 na fábrica de Guaíba.

                                      A empresa é da chilena CMPC. Conforme nota, o motivo é mesmo a parada não programada ocorrida entre os dias 10 de fevereiro e 20 de março deste ano.

                                      "Hoje, a Linha 2 está produzindo 1,3 milhão de toneladas anuais, o que corresponde à sua capacidade plena instalada. Entretanto, devido ainda a esta parada inesperada, a empresa terá de executar uma manutenção anual que se estima seja realizada no princípio do segundo semestre. Esta parada é a que se realiza todos os anos e na qual será feita também uma inspeção na falha ocorrida em fevereiro. Dessa forma, com mais esta parada, a empresa estima uma perda total em volume, para este exercício, entre 150 e 200 mil toneladas de celulose de fibra curta de mercado." - diz o comunicado enviado para a Rádio Gaúcha.

                                      A empresa não fala em cifras. Porém, pessoas que atuam no mercado aqui no Rio Grande do Sul falam em prejuízo de R$ 1 bilhão, considerando esta segunda parada. 

                                      Em fevereiro, um forte barulho na fábrica assustou moradores de Guaíba. Foi provocado por um procedimento feito após uma mangueira de uma das caldeiras furar. Foi feita uma parada emergencial, informou a Celulose Riograndense na época.

                                      Pesquisa do IBGE divulgada nesta semana apontou queda na produção industrial do setor no Rio Grande do Sul. Segundo o levantamento, a fabricação de celulose e papel caiu 25,2% em março na comparação com o mesmo período do ano passado. Foi a principal pressão negativa sobre o desempenho total da indústria gaúcha. A pressão veio do corte na produção de celulose (pastas químicas de madeira), segundo o IBGE. O resultado chegou a pressionar o resultado do primeiro trimestre inteiro da indústria gaúcha.

                                      Leia aqui outras notícias da colunista de Economia Giane Guerra.

                                      Em dezembro, o presidente da Celulose Riograndense, Walter Lídio Nunes, disse que a empresa atingiria capacidade plena de produção em 2017: Celulose Riograndense atinge produção plena na fábrica de Guaíba. É 1,8 milhão de toneladas. A fábrica foi ampliada com um investimento de US$ 2,5 bilhões, considerado o maior investimento privado já feito no Rio Grande do Sul.

                                      Gaúcha

                                      Jornal da Cultura | 15/05/2017

                                       

                                      Transmitido ao vivo há 9 horas

                                      Prévia do PIB prevê crescimento superior a 1% no primeiro trimestre e vem acompanhada de números favoráveis no comércio e serviços.. Além disso, presidente Michel Temer cede às exigências da bancada ruralista para garantir apoio à Previdência. Na bancada, Emerson Kapaz e Ricardo Sennes.
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                                      'REFORMA TRABALHISTA: MODERNIDADE OU RETROCESSO?', por Beatriz Renck*

                                      O projeto de lei da reforma trabalhista, já aprovado pela Câmara de Deputados e que avança para o Senado, tem o potencial de mudar drasticamente as relações de trabalho no Brasil. Se confirmado, certamente será um divisor de águas na nossa história. Por isso, é importante que a sociedade conheça as mudanças propostas e tenha noção das suas possíveis consequências.

                                      A formulação original, que já era objeto de inúmeras críticas, estava principalmente focada na defesa da terceirização irrestrita e na prevalência da negociação coletiva sobre a lei. 

                                      Sem querer fugir do debate a respeito da sempre necessária atualização da legislação, inclusive a trabalhista, os argumentos que se opõem à terceirização irrestrita têm fundamento na experiência diária na jurisdição trabalhista, que demonstra a precarização das condições de trabalho e o pagamento de salários inferiores àqueles praticados quando o trabalho é prestado de forma direta. A necessária valorização da negociação coletiva, por sua vez, não pode representar a perda de garantias mínimas asseguradas na Constituição, especialmente aquelas relativas à manutenção do trabalho decente e digno para todos.

                                      O projeto em questão vai muito mais além. Altera normas de processo do trabalho e dificulta o acesso à justiça. Cria obstáculos à responsabilização das empresas que não cumprem com as regras trabalhistas. Avança na relativização dos direitos, permitindo inclusive a negociação direta entre patrão e empregado. Tarifa o dano moral do trabalhador, atingindo aqueles que adoecem ou se acidentam no trabalho, instituindo diferentes categorias de cidadãos. Permite o trabalho em jornadas mais extensas, potencializando a ocorrência de acidentes e doenças do trabalho.

                                      Para além da dúvida se essas alterações serão mesmo capazes de gerar mais empregos, ou de produzir segurança jurídica, especialmente em razão da possível contrariedade com normas constitucionais, cabe o questionamento do futuro da nação que queremos construir.

                                      Será que a modernidade que queremos exige a supressão de garantias a um trabalho digno e decente para todos os brasileiros, ou isso é apenas retrocesso?

                                       

                                      *Desembargadora-Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região

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                                      Correio do Povo

                                      Líder das Mães da Praça de Maio é investigada por desvios de dinheiro

                                      Fraude teria ocorrido entre 2005 e 2011 em projeto para construir casas, escolas e hospitais em locais pobres

                                      Fraude teria ocorrido entre 2005 e 2011 em projeto para construir casas, escolas e hospitais em locais pobres | Foto: Eitan Abramovich / AFP / CP

                                      Fraude teria ocorrido entre 2005 e 2011 em projeto para construir casas, escolas e hospitais em locais pobres | Foto: Eitan Abramovich / AFP / CP

                                       

                                      A líder da organização humanitária Mães da Praça de Maio, Hebe de Bonafini, é alvo de uma ação na Justiça argentina por desvio de fundos públicos destinados à construção de casas populares entre 2005 e 2011. O juiz Marcelo Martínez de Giorgi decidiu pela abertura do processo contra Bonafini, 88 anos, e seu ex-assessor Sergio Schocklender, 58, por fraude contra a administração pública durante os governos de Néstor e Cristina Kirchner.

                                      O magistrado afirma ter constatado o desvio de 206 milhões de pesos (US$ 13 milhões) de verbas públicas, segundo o Centro de Informação Judicial (CIJ). O caso envolve a construção de casas populares dentro do projeto Sonhos Compartilhados das Mães da Praça de Maio, que previa dezenas de hospitais, escolas e casas em bairros de baixa renda em todo o país. O programa está paralisado desde 2011 devido a denúncias de desvios.

                                      No mesmo caso já são processados o ex-secretário de Obras Públicas José López - detido em junho de 2016 quando escondia 9 milhões de dólares em um mosteiro - e o ex-subsecretário de Obras Públicas Abel Fatala, assim como Pablo Shocklender, irmão de Sergio. "Se considerou provado que os irmãos Schocklender, em sua qualidade de representantes da Fundação Mães da Praça de Maio (FMPM), tiveram participação ativa na gestão e execução das construções e desviaram o valor de $ 206.438.454,04, que canalizaram por distintas pessoas e empresas por meio de cheques e transferências bancárias".

                                       

                                      AFP e Correio do Povo

                                      Melnick Even Day 2017–Dia 27 de maio

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                                      Cobertura finamente decorada, com 3 dormitórios

                                       

                                      A imagem pode conter: nuvem, céu e atividades ao ar livreA imagem pode conter: sala de estar e área internaA imagem pode conter: sala de estar, tabela e área internaA imagem pode conter: área internaA imagem pode conter: quarto e área internaA imagem pode conter: área interna

                                      Cobertura finamente decorada, com 3 dormitórios, uma suite com Hidromassagem. Living para 2 ambientes todo em porcelanato, lavabo, copa/cozinha, lavanderia e dependência de empregada.
                                      Na parte superior churrasqueira e dois terraços. Área Privativa do imovel 258m²
                                      Aceita imóvel na negociação.

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