Olga Kurylenko, atriz e modelo ucraniana

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Olga Kurylenko

Olga no Festival de Berlim, em 2015

Nome completo
Olga Konstantinovna Kurylenko

Nascimento
14 de novembro de1979 (37 anos)
Berdyansk, RSS da Ucrânia
União Soviética

Nacionalidade
Ucrânia ucraniana

Ocupação
Atriz e modelo

IMDb: (inglês)

Olga Konstantinovna Kurylenko (em ucraniano: Ольга Костянтинівна Куриленко - Berdyansk, 14 de novembro de 1979) é uma atriz e modelo ucraniana.

Foi descoberta aos treze anos por um caça-talentos, quando passava férias em Moscou e trabalha há mais de quinze anos como modelo. Já foi capa da Elle, da Marie Claire e da Vogue, além de ter sido o rosto da Helena Rubinstein, famosa marca de cosméticos [1].

Em 2005 fez sua estréia no cinema, na França, no filme L'Annulaire, pelo qual recebeu o certificado de excelência no Brooklyn International Film Festival de 2006.

Casada por duas vezes, Olga fez parte do elenco de Hitman, em 2007, trabalho que chamou a atenção dos produtores dos filmes de James Bond, que a escalaram para bond girl de Quantum of Solace, que estreou em novembro de 2008 [2][3].

Índice

Filmografia

Prêmios e Indicações

Prêmios

Ano
Resultado
Premiação
Categoria
Título

2006
Venceu
Brooklyn International Film Festival
Melhor Atriz
L'annulaire

2009
Indicada
Saturn Awards
Melhor Atriz coadjuvante/secundária
007 - Quantum of Solace

Indicada
Empire Awards
Melhor Atriz
007 - Quantum of Solace

Referências

  1. Ir para cima↑ MAZZA, Florença. Saiba quem é Olga Kurylenko, a mais nova Bond Girl EGO
  2. Ir para cima↑ Daily Mail
  3. Ir para cima↑ BBC News

Ligações externas

 

 

Wikipédia

Tainá Falcão, jornalista da TV Record

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Kate Beckinsale, atriz inglesa

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Kate Beckinsale

Beckinsale na Comic-Con de 2011.

Nome completo
Kathrin Romany Beckinsale

Outros nomes
Kate

Nascimento
26 de julho de 1973 (43 anos)
Londres, Inglaterra
Reino Unido

Ocupação
Atriz, modelo

Atividade
1991 - presente

Cônjuge
Michael Sheen (1995 - 2003)
Len Wiseman (2004 - 2015)

IMDb: (inglês)

Kathrin Romary "Kate" Beckinsale (Londres, 26 de julho de 1973) é uma atriz inglesa. Depois de alguns papéis menores na televisão, fez sua estréia no cinema em Muito Barulho por Nada (1993) quando ainda era uma estudante na Universidade de Oxford. Apareceu depois em dramas britânicos históricos, como Prince of Jutland (1994), "[Cleff Uno]" Cold Comfort Farm (1995),Emma (1996), e The Golden Bowl (2000), além de várias produções teatrais e de rádio. Começou a procurar trabalho no cinema nos Estados Unidos no final de 1990 e, depois de aparecer em dramas de pequena escala como The Last Days of Disco (1998) e Brokedown Palace (1999), e como tinha um ano de pausa em 2001, teve com papéis de protagonista no filme de guerra Pearl Harbor e a comédia romântica Serendipity. Construiu este sucesso com aparições no filme biográfico The Aviator (2004) e a comédia Click (2006).

Beckinsale ficou conhecida como uma estrela de ação, no filme Underworld (2003), e desde então atuou em muitos filmes do mesmo genero, incluindo Van Helsing (2004), Underworld: Evolution (2006), Whiteout (2009), assim como Contraband,Underworld: Awakening, e Total Recall (todos em 2012). Também fez aparições ocasionais em projetos dramáticos menores, como Snow Angels (2007), Winged Creatures (2008), Nothing But the Truth (para o qual ganhou uma nomeação ao Critic's Choice Award em 2008) e Estão Todos Bem (2009). Ela aparecerá em seguida no drama jurídico The Trials of Cate McCall e o thriller psicológico Eliza Graves.

Nascida e criada em Londres, os pais de Beckinsale são o ator Richard Beckinsale (1947-1979) e a atriz Judy Loe. Teve um relacionamento de oito anos com o ator galês Michael Sheen, de 1995 até 2003, de quem teve uma filha. Casou-se posteriormente com o diretor de cinema americano Len Wiseman, em 2004, e mudou-se para Brentwood, Los Angeles. Publicações como Esquire e People incluíram repetidamente Beckinsale em seus rankings anuais de mulheres mais sexy e mais bonitas do mundo. Já trabalhou ocasionalmente como modelo e garota propaganda em campanhas de televisão e publicitárias promovendo marcas como Gap denim, Diet Coke, Absolut Vodka e shampoo Lux.

Índice

Biografia

Os seus pais também eram atores, a mãe, Judy Loe apareceu em vários programas televisivos e seriados britânicos. O pai, Richard Beckinsale, foi famoso durante os anos 70, em alguns filmes britânicos como Rising Damp, Porridge e The Lovers. Morreu em 1979 devido a ataque cardíaco.

Kate consagrou-se no filme Pearl Harbor em 2001. Em 2003 destacou-se ainda mais ao interpretar a personagem Selene na série de filmes Underworld (no Brasil, Anjos da Noite) e Underworld: Evolution (Anjos da Noite - A Evolução), de 2006. Em 2009 fez um pequena participação no terceiro filme da série, Underworld: Rise of the Lycans (Anjos da Noite - A Rebelião), já que sua personagem não estaria envolvida na história de amor central do filme.

Foi casada com o diretor estadunidense Len Wiseman, com quem se separou em 2015. Tem uma filha chamada Lily Sheen, nascida em 31 de Janeiro de 1999, do relacionamento que teve com o ator Michael Sheen.

Em 2009 Kate foi eleita pela revista Esquire com o título de "Mulher Mais Sexy Viva".[1]

Em 2012 a atriz volta no papel da vampira Selene no quarto filme da série Underworld.[2] [3] [4]

Carreira

Ano
Título
Título em português
Personagem

1993
One Against The Wind
Barbe Lindell

1993
Much Ado About Nothing
Hero

1994
Uncovered
Julia

1994
Prince of Jutland/Royal Deceit
Ethel

1995
Cold Comfort Farm
Flora Poste

Haunted
br: Ilusões Perigosas
Christina Mariell

1998
The Last Days of Disco
Charlotte Pingress

Shooting Fish
Georgie

Alice Through the Looking Glass
Alice

1999
Brokedown Palace
Darlene Davis

2001
Serendipity
br: Escrito nas Estrelas
pt: Feliz Acaso
Sara Thomas

Pearl Harbor
Enfermeira-tenente Evelyn Johnson

The Golden Bowl
pt: Infidelidades
Maggie Verver

2002
Laurel Canyon
br: Laurel Canyon - Rua das Tentações
pt: Atração Acidental
Alex Elliot

2003
Underworld
br: Anjos da Noite
Selene

Tiptoes
Carol

2004
The Aviator
br/pt: O Aviador
Ava Gardner

Van Helsing
Anna Valerious

2006
Click
Donna Newman

Underworld: Evolution
Selene

2007
Vacancy
br: Temos Vagas
Amy Fox

2008
Snow Angels
Annie Marchand

Winged Creatures
br: O Efeito da Fúria
Carla Davenport

Nothing But the Truth
br: Faces da Verdade
pt: 24 Horas Sem Mentir
Rachel Armstrong (inspired by Judith Miller)

2009
Whiteout
br: Terror na Antártida
Carrie Stetko

Everybody's Fine
br/pt: Estão Todos Bem
Amy

2012
Underworld: Awakening
br: Anjos da Noite: O Despertar
pt: Submundo: O Despertar
Selene

Contraband
br: Contrabando
Kate Farraday

Total Recall
br: O Vingador do Futuro
pt: Desafio Total
Lori

2013
The Trials of Cate McCall
Cate

2014
Stonehearst Asylum
Eliza Graves

2015
The Face of one Angel
Simone

Absolutely Anything
Catherine

The Disappoitments Room
Dana

Love and Friendship
Lady Susan Vernon

2016
The Disappointments Room
A Sala Oculta
Dana

Referências

  1. Ir para cima↑ «Kate Beckinsale é "mulher mais sexy viva", diz revista»
  2. Ir para cima↑ «Anjos da Noite 4 tem sua data de estreia adiada». Consultado em 12 de junho de 2010
  3. Ir para cima↑ «Anjos da Noite 4 é adiado». Consultado em 12 de junho de 2010
  4. Ir para cima↑ «Underworld 4». Consultado em 12 de junho de 2010

References

Kate Beckinsale

Ligações externas

Wikiquote

O Wikiquote possui citações de ou sobre: Kate Beckinsale

    Wikipédia

Ex-diretor da Odebrecht afirma a Moro que Antônio Palocci era o 'Italiano'

Fernando Sampaio Barbosa prestou depoimento nesta segunda-feira (6).
Ação penal é oriunda da 35ª fase da Lava Jato, em que Palocci é réu.


Alana Fonseca, Bibiana Dionísio e Thais Kaniak
Do G1 PR

Uma das testemunhas ouvidas na manhã desta segunda-feira (6), por videoconferência com São Paulo (SP), afirmou ao juiz federal Sérgio Moro – responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância – que o apelido "Italiano" era uma referência ao ex-ministro Antônio Palocci, preso pela Lava Jato em setembro de 2016.
saiba mais
"A gente sabia que o 'Italiano' era o Palocci", disse o engenheiro civil Fernando Sampaio Barbosa, que trabalhou como diretor na Odebrecht. Ele foi arrolado como testemunha de defesa do ex-presidente da Odebrecht S.A., Marcelo Odebrecht.
Palocci é réu no processo por, segundo a denúncia, receber R$ 128 milhões em propinas e repassar ao PT, entre os anos de 2008 e 2013.
"A gente sabia quem?", perguntou Sérgio Moro. "Eu sabia. Eu tinha sido informado pelo Márcio Faria [ex-diretor da Odebrecht, já condenado na Operação Lava Jato]", relatou Fernando Sampaio Barbosa.
A pergunta do juiz federal abordava um e-mail enviado por Marcelo Odebrecht e que tinha Fernando Sampaio Barbosa como um dos destinatários.
Conforme a força-tarefa da Operação Lava Jato, o setor de Operações Estruturadas da Odebrecht pagava propina para agentes públicos. Ainda segundo as investigações, "Italiano" se referia a Antônio Palocci.
Fernando Sampaio Barbosa não soube dizer porque o ex-ministro era chamado de "Italiano" e não pelo nome. Ele ainda contou que não conhece Antônio Palocci pessoalmente e que nunca tratou assuntos com ele.
A defesa do ex-ministro refutou as acusações e afirmou que Antônio Palocci é inocente. A Odebrecht reafirmou o compromisso de colaborar com a Justiça. O Partido dos Trabalhadores (PT) reiteirou que todas as doações recebidas ocorreram dentro da legalidade e foram posteriormente declaradas à Justiça.
Audiências desta segunda-feira
Ao todo, sete pessoas foram ouvidas e uma não compareceu à audiência na manhã desta segunda-feira. Duas testemunhas foram arroladas pela defesa do empresário Marcelo Odebrecht e o restante, pela defesa do ex-assessor de Palocci, Branislav Kontic.
OPERAÇÃO OMERTÀ
Palocci é preso na 35ª fase da Lava Jato
Marcelo Odebrecht e Antônio Palocci acompanharam as oitivas. Em geral, os advogados dos investigados da Lava Jato pedem a dispensa dos clientes das audiências com as testemunhas e o juiz autoriza. Todavia, os dois optaram por estar presentes.
De acordo o Ministério Público Federal (MPF), há evidências de que o Palocci e Branislav Kontic receberam propina para atuar em favor da Odebrecht, entre 2006 e o final de 2013, interferindo em decisões tomadas pelo governo federal.
Neste processo, Antônio Palocci responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Marcelo Odebrecht está detido desde junho de 2015 pela Operação Lava Jato, além de já ter sido condenado por crimes como lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção ativa, responde a outras ações penais oriundas da Lava Jato, como a deste processo.
Também há oitivas marcadas para esta tarde. A partir das 15h30, Sérgio Moro ouve mais uma testemunha arrolada por Kontic e outra pelo ex-diretor da Petrobras Renato Duque.
'Italiano'
A 35ª fase surgiu de uma planilha que foi apreendida na 23ª fase da Lava Jato, chamada de Acarajé, na qual foram presos o publicitário João Santana e sua mulher, Monica Moura, que fizeram campanhas eleitorais para o PT – ambos já condenados pela operação.
De acordo com o MPF, a planilha mostra valores ilícitos repassados a Palocci tanto em período de campanha quando fora dele. A planilha era chamada de “Posição Programa Especial Italiano” e usava, segundo investigadores, o termo “italiano” como codinome para se referir ao ex-ministro.
A 35ª etapada da Lava Jato foi chamada de Omertà, em referência a um código de honra da máfia italiana, que fazia um voto de silêncio perante autoridades. A polícia diz que o silêncio que imperava no Grupo Odebrecht foi quebrado por Maria Lúcia Tavares, do "setor de operações estruturadas", o que permitiu o aprofundamento das investigações. A ex-funcionária da Odebrecht teria ajudado a revelar a quem se referia o codinome "italiano" – Antonio Palocci.
"Conforme planilha apreendida durante a operação, identificou-se que entre 2008 e o final de 2013, foram pagos mais de R$ 128 milhões ao PT e seus agentes, incluindo Palocci. Remanesceu, ainda, em outubro de 2013, um saldo de propina de R$ 70 milhões, valores estes que eram destinados também ao ex-ministro para que ele os gerisse no interesse do Partido dos Trabalhadores", diz o MPF.
Confira o que disseram as outras testemunhas:
-Diana Teresa di Giuseppe
Diana Teresa di Giuseppe foi arrolada pela defesa do ex-assessor de Palocci e ouvida também nesta manhã. Ela disse que conhece Branislav há 16 anos, de funções públicas. Eles trabalharam juntos na prefeitura de São Paulo, durante a gestão de Marta Suplicy, de 2001 a 2004.
"O 'Brani' é uma pessoa que eu admiro bastante, muito inteligente, muito prestativa. Sempre foi muito correto, muito ético comigo", afirmou. Diana também elogiou Branislav como chefe. "Não é só o caráter. É o profissonalismo, a ética. Ele tem um grande respeito com o profissional, o que é uma coisa rara", reforçou. A testemunha ainda falou da relação de Branislav com o Palocci. "Eu não tenho conhecimento desse nível de detalhe da relação, o Palocci não fazia parte do nosso círculo. Só sei que ele trabalhou como assessor quando o Palocci era duputado", finalizou
-Jorge Luiz Uchoa Mitidieri
Arrolado como testemunha de defesa de Marcelo Odebrecht, Jorge Luiz Uchoa Mitidieri, afirmou que não sabe quem é "italiano" e que nunca tratou com agentes públicos. Ainda de acordo com Mitidieri, ele não conhece e nunca esteve com Antonio Palocci.
Jorge Mitidieri é diretor superintendente da Odebrecht Óleo e Gás, responsável pela área de serviços integrados, e e-mails enviados e recebidos por ele foram anexados ao processo.
De acordo com Mitidieri, a área em que ele atua não tem ligação com projetos de sondas. O trabalho dele consiste em interligar os poços a navios de produção. Ele mencionou que a empresa estava concorrendo a uma licitação da Petrobras e que pediu apoio para Marcelo Odebrecht para levar as vantagens do projeto da Odebrecht Óleo e Gás até a cúpula da estatal.
"O que eu pedi na época, ao eu presidente e ao Marcelo, um apoio para que a gente conseguisse fazer chegar a um nível mais elevado  na Petrobrás, provavelmente na presidência, essas nossas condições. A gente entendia que o nosso projeto, apesar de mais caros, tinha granes vantagens a serem agregadas no processo", disse Mitidieri. A Odebrecht Óleo e Gás não venceu a licitação.
-João Roberto Vieira da Costa
João Roberto Vieira da Costa também depôs ao juiz federal, arrolado pela defesa de Branislav.
Ele contou que conhece o ex-ministro de Palocci desde 2009, a partir de um amigo em comum. Relatou também que os seus filhos estudaram filosofia juntos na USP e que é vizinho de Branislav.
"O Brani é uma pessoa tranquila, um intelectual, mais reservado", descreveu. A testemunha ainda afirmou que o padrão de vida do investigado na Lava Jato é de "clásse média média". "Nenhum nível de ostentação. Pelo contrário, uma vida normal, modesta, de batalha para conseguir sobreviver", acrescentou.
- Luiz Sérgio Ragnoli Silva
O artista plástico Luiz Sérgio Ragnoli Silva também depôs como testemunha do ex-assessor de Palocci. Ele contou que conhece Branislav desde 1976 e que não sabe de nada que desabone a conduta dele. Ele afirmou ainda que Branislav sempre foi uma pessoa justa e correta.
- Glauco Arbix
Glauco Arbix, professor de sociologia da Universidade de São Paulo, prestou depoimento na condição de testemunha de Branislav. Ele disse que conhece o réu há mais de 40 anos e que ele tem uma família com consistência. Segundo a testemunha, Branislav tinha boas condições financeiras até o período em que a empresa da família apresentou dificuldades. Arbix disse que Branislav decalrou ainda que Branislav e a família dele são pessoas íntegras e honestas.
- Ricardo Abramovay
Ricardo Abramovay, professor da Universidade de São Paulo, afirmou que conhece Branislav desde o início dos anos 80. Disse que não tem conhecimento de nenhum fato que desabone Branislav do ponto de vista moral, intelectual ou de qualquer traço de comportamento. Disse também que o réu sempre teve interesse na área de pesquisa e que tem família bem constituída.
Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda do governo Lula, é escoltado por policiais federais enquanto deixa o Instituto de Ciência Forense em Curitiba (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters)Antonio Palocci foi preso pela Operação Lava Jato em setembro de 2016 (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters)

G1
































Polícia conclui que atentado contra vereador Rodrigo Maroni não aconteceu

Maroni diz que foi perseguido antes de ter seu carro atingido por tiros em maio de 2016. História é "completamente inverossímil", segundo delegado

Por: Paulo Germano

 

Polícia conclui que atentado contra vereador Rodrigo Maroni não aconteceu Tadeu Vilani/Agencia RBS

Maroni com o filhote que levava no carro, em foto no dia seguinte à suposta tentativa de homicídioFoto: Tadeu Vilani / Agencia RBS

A tentativa de homicídio contra o vereador Rodrigo Maroni (PR), que teria sido perseguido por uma moto antes de ter seu carro alvejado por tiros, em maio do ano passado, não aconteceu. É o que concluiu a investigação conduzida pelo delegado Eibert Moreira Neto, da 4ª Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa. Maroni contesta o resultado do inquérito (leia, mais abaixo, o que diz o vereador).

— A história é completamente inverossímil. Há vários pontos que atentam contra a veracidade do fato — afirma o delegado Eibert.

A polícia teve a acesso a câmeras de estabelecimentos comerciais na Estrada São Caetano, no bairro Lami, zona Sul da Capital, exatamente no local onde Maroni estaria sendo perseguido. A Doblò que o vereador dirigia aparece nas imagens. Mas a moto, não.

— É um local ermo, uma zona rural, e passam poucos carros por lá. As testemunhas que moram ali foram unânimes em dizer que não ouviram nem viram moto alguma. Viram só a Doblò e uma caminhonete.

Celular molhado e roupas limpas

A caminhonete era do chefe de gabinete de Rodrigo Maroni, um policial militar da reserva. Em seu depoimento, o vereador disse que telefonou para o chefe de gabinete após sofrer o atentado, mas o delegado Eibert vê nova contradição nesta informação:

— Primeiro, a vítima disse ter tentado telefonar para o 190 várias vezes. Não teria conseguido porque, ao fugir da suposta perseguição, teria se jogado em um mato com lodo, à beira da estrada, molhando seu celular. Mas, de forma inexplicável, ele conseguiu ligar para o chefe de gabinete, que foi até o local.

No inquérito, PMs que atenderam à ocorrência dizem que, ao chegarem à Estrada São Caetano, Maroni estava com as roupas limpas. Mas o vereador, segundo os policiais, logo atirou-se em um valão e passou a se debater para demonstrar como teria ocorrido sua fuga. Assim, ficou sujo. Conforme o delegado Eibert, chama a atenção que Maroni, em sua fuga pelo mato — um local com espinhos e arame farpado — não tenha se lesionado em nenhuma parte do corpo.

Vereador não será indiciado

Para completar, em seu depoimento, o vereador disse que estava a caminho da casa de uma pessoa para entregar-lhe um filhote de cachorro, que seria adotado. O pequeno cão, de fato, estava com Maroni, mas a pessoa não confirmou a versão à polícia.

— Ela disse que não tinha acerto algum para receber o cachorro — conta o delegado.

O suposto atentado ocorreu cinco dias após um homem matar um yorkshire com um chute, no bairro Santana, porque o cachorro teria urinado em frente ao seu prédio. Na época, Maroni liderou protestos contra o homem — cujo filho tinha uma moto — e passou a relatar à imprensa ameaças que estaria sofrendo.

O delegado Eibert disse que, embora tenha certeza de que não houve tentativa de homicídio, não vai indiciar o vereador por falsa comunicação de crime. Isso porque os disparos contra a Doblò realmente ocorreram, mas não foi possível identificar o autor dos tiros.

O que diz Rodrigo Maroni

Procurado pela coluna, o vereador Maroni disse o seguinte:

"Se não tivesse ocorrido um crime, isso estaria comprovado, eu seria indiciado por falsa comunicação de crime. Mas, se não conseguiram chegar ao autor dos disparos, isso é uma coisa que a polícia tem que fazer. Sofri um abalo pessoal muito grande, e ninguém contesta que o meu carro foi alvejado. Isso está comprovado.

Passei meses com segurança particular, até pessoas da polícia fizeram minha segurança. Tive que andar com colete à prova de balas, recebi inúmeras ameaças por muito tempo. Minha família teve que se mudar para o interior. Passei a tomar remédios para dormir, com medo de parar em sinaleira e de ficar sozinho em casa sozinho.

Identificar o que aconteceu é o trabalho da polícia. Se não houvesse um crime, não haveria os tiros. Se não houvesse um crime, não haveria o conjunto de ameaças que enfrentei. O que houve é que a polícia não conseguiu chegar ao autor. Se não conseguiram, não têm como dizer nada além disso. Vou continuar, na Justiça e na polícia, buscando formas de chegar ao autor desse fato. Foi o pior momento da minha vida."

 

Zero Hora

“Hostiles and Calamities”: Eugene como metáfora da relação entre brasileiros e o Estado

eugene-negan

O 11º episódio da 7º temporada de The Walking Dead trouxe à baila um dos traços mais marcantes de nossa espécie: sua notável capacidade de adaptar-se a todo e qualquer ambiente na busca pela sobrevivência – ainda que passando por cima de certos preceitos morais. Em maior ou menor grau, todas as pessoas são capazes de moldar-se às circunstâncias a fim de usufruírem de uma melhor condição – ou apenas seguir respirando.

No seriado em questão, nenhum personagem representa melhor esta predisposição humana de engajar-se ao ambiente que o cerca conforme a necessidade do que Eugene, o rapaz medroso que só não vira comida de zumbi devido a seu altíssimo QI, que lhe possibilita convencer os demais da importância (às vezes questionável) de sua existência. E o que isso tem a ver com a cultura assistencialista dominante no Brasil, a qual contagia desde pessoas humildes até empresários? Vejamos, pois, mas adianto que há spoilers a partir do próximo parágrafo.

Em um mundo colapsado, surge um grupo de mafiosos autodenominados Os Salvadores, os quais confiscam tudo o que precisam (e o que bem entendem) dos indivíduos produtores, sob pena de imposição da força – a qual, diga-se, torna-se monopólio desta facção, visto que a primeira providência que adotam ao deparar-se com novos potenciais “protegidos” involuntariamente é, justamente, retirar-lhes todas as armas. Neste cenário, Eugene é sequestrado por esta turma a partir do momento em que Negan, seu líder supremo, descobre que ele é capaz de forjar balas de forma artesanal (uma habilidade altamente requisitada naquela conjuntura). Em seus primeiros momentos no covil dos vilões, Eugene está amedrontado como nunca, certo de que seus dias chegaram ao fim.

Qual não é sua surpresa, todavia, ao dar-se conta de que a vida do lado de lá poderia não ser tão ruim. Sentir-se protegido e prestigiado, poder jogar videogame e comer picles sem precisar trabalhar muito e correr riscos, retribuindo apenas com fidelidade canina e submetendo sua inteligência aos interesses do “movimento”: nada mal para quem estava racionando recursos extremamente escassos e embrenhando-se em aventuras errantes para obter itens básicos de subsistência há até bem pouco tempo.

Não pensem vocês, todavia, que Eugene é uma má pessoa. É fácil depreender da história que trata-se de alguém de bom coração. Seu maior crime, no entanto, é ser covarde – e não são raros os momentos nos quais seus confrades o rememoram disso. “You’re a coward” é a frase mais repetida em sua presença. E é justamente este sentimento de impotência que o induz a dobrar-se aos caprichos dos Salvadores, pois ele percebe que esta sensação vai-se embora assim que Negan o acolhe como novo braço direito. Não tarda muito, inclusive, para que Eugene comece a abusar do poder no qual foi investido.

O medo, portanto, torna-se um forte catalisador de novos recrutas, na medida em que estes sentem-se atraídos pela possibilidade de migrar da condição de oprimidos para opressores. Não por acaso, a tática de “quebrar o espírito” daqueles imbuídos de alma rebelde é recorrentemente utilizada por Negan, e poucos são os que conseguem seguir nadando contra sua mortífera maré.

E a questão que se impõe então é: seria mesmo justo considerar Eugene um traidor, um patife sem escrúpulos? Quantos de nós seríamos capazes de agir feito Rick, Michonne, Daryl ou Rosita e seguir demonstrando sua insatisfação com a situação? Quantos de nós apenas baixaríamos a cabeça e sairíamos a busca de riquezas (gerando valor com nosso trabalho) para entregar quase tudo para o coletor de impostos com um taco de baseball em mãos? Quantos de nós, por fim, concluiríamos que melhor mesmo é parar de carregar o piano e começar a estabelecer laços com o feitor?A resposta é mais evidente do que parece, pois nosso cotidiano em nosso país deixa muito claro que a vida imita a arte.

Primeiramente, o elemento caótico: o governo, sob o pretexto de viabilizar o bem-estar social, extorque os agentes econômicos, agiganta-se muito além do necessário, gasta muito mais do que arrecada, endivida-se além da conta, interfere na economia manipulando índices e o preço do capital de forma a transmitir informações erradas às cadeias produtivas, gerando, ao fim e ao cabo, inflação, juros e desemprego altos, em meio à violência de padrões sírios e a degradação de valores da sociedade. Quem vive no Brasil real (bem diferente da vida no Leblon e demais redutos da Esquerda Caviar) não precisa de zumbis querendo comer seu cérebro para sentir-se em meio ao juízo final.

Neste contexto, como reage nosso povo? Ora, como bem sabemos: as pessoas de mais baixa renda sonham com bolsas-família, cotas em universidades, subsídios para comprar uma casa de 50 m² e demais benesses estatais que mais parecem esmola; cidadãos de classe média almejam um cargo na administração pública; e empreendedores tornam-se avessos ao “livre” mercado nacional, preferindo pleitear, junto ao Estado, uma renúncia fiscal, um contrato de prestação de serviços, um protecionismo contra produtos estrangeiros¹, um empréstimo camarada do BNDES. Enfim, ninguém quer seguir remando a base de chibatadas, e todos querem subir para o convés – e de preferência trabalhar no gabinete do capitão.

E tudo isso é fruto do medo. Medo de ficar sem emprego. De não conseguir pôr comida na mesa da família. De ver sua empresa falir. Isto é, a partir do momento em que os tentáculos do Estado espalham-se por todo canto, voltar-se contra este soberano leviatã torna-se tarefa das mais árduas. Como servir de almoço para ele também não chega a ser uma opção atraente, melhor mesmo talvez seja virar seu amigo, pois não? Eis aí o roteiro que faz do brasileiro médio alguém tão chegado a buscar no aparato estatal a solução para seus problemas: se não pode vencê-lo, una-se a ele.

E, a partir deste momento, os perpetradores deste agigantamento governamental, o qual foi o estopim do processo de corrosão do tecido social, logram conquistar a justificação para continuar crescendo cada vez mais, retroalimentando este processo em que Eugenes (ou seja, pessoas dotadas de alto potencial e habilidades) migram para o setor público, deixando para trás a iniciativa privada, onde contribuíam com seu trabalho para conceber bens demandados pelos consumidores (só eu conheci duas pessoas que assim procederam apenas este ano); em que investidores deixam de criar vagas no mercado de trabalho passando a viver de renda, em face das dificuldades para empreender, ou piscam para algum político em busca de burlar a concorrência (normalmente a custa de dinheiro de tributos); em que pessoas humildes passam a ver com status de Messias qualquer populista que lhes acene com umas migalhas do esbulho por ele praticado contra elas próprias.

Uma vez cooptados pelo dark side, estes Eugenes tendem a levar adiante o legado de Negan, e o que se inicia unicamente por medo acaba por perpetuar e aprofundar um projeto de dominação e usurpação daqueles que ainda resistem à arbitrariedade do sistema e seguem, a duras penas, tentando sobreviver no setor privado, o qual se torna cada vez mais hostil e, por conseguinte, terreno fértil para que surjam novos Eugenes, em um ciclo infindável.

Andar pelas ruas de Cuba e indagar a transeuntes se estão felizes com o regime castrista fornece um bom exemplo de como é a vida dos moradores de Alexandria, do Reino e de Hilltop – comunidades que, no seriado, são sugadas e exploradas pelos Salvadores: ninguém tem coragem de responder não. O medo impera e permeia todas as relações sociais. Aliás, não poderia haver nome mais propício para este coletivo de supostos benfeitores da população, mas que só entregam em retorno mais caos e desordem.

Fás desta série, eventualmente, poderão aqui contestar que há chances de que Eugene esteja apenas querendo implodir o sistema por dentro, e para isso teria se deixado levar pelo inimigo e com ele estaria momentânea e convenientemente cooperando. Não é uma teoria irrealizável, mas seria pouco condizente com a vida real, onde pessoas como Marcelo Odebrecht alegam² que faturaram bilhões de reais porque se sentiram persuadidos pelo governo a participarem de esquemas ímprobos, e assim o fizeram por décadas a fio, sem mover uma palha para alterar o status quo. Pobre coitado: foi privado da chance de competir pelas preferência dos consumidores no livre comércio. Deveria ser indenizado, quem sabe.

Reverter este processo não será nada fácil. Ainda que hoje todos os zumbis desaparecessem na ficção, o cenário permaneceria inalterado, pois o estrago já foi feito. Da mesma forma, retirar países como a Venezuela do apocalipse chavista não será mais simples do que retirar os chilenos soterrados na mina. O Brasil não anda muito longe de tal fadário, e nosso povo também precisará galgar paredes espinhosas para vencer as barreiras psíquicas  que o exortam a pedir mais governo em sua vida.

O medo transfigura-se em subserviência em um estalar de dedos. Corromper todas as bases do sistema de trocas voluntárias, transformando o mundo em um lugar pouco propício para que indivíduos possam livremente prosperar, é uma maneira deveras eficaz de semear tal sentimento. Ainda podemos contar, felizmente, tanto nesta produção televisiva quanto ao nosso redor, com pessoas que tentam, cada qual com seus métodos e sendo submetidas a retaliações diversas, incutir princípios e ideias encorajadoras naqueles que já experimentam o sofrimento a que foi submetido Eugene quando a civilização veio abaixo. Vale a pena atrever-se contra os Negans da política. Como bem ensinou Hershel Greene logo nos primórdios da saga:

Se você sair, você arriscará a sua vida. Se você bebe água, você arrisca sua vida. E hoje em dia, só de respirar, você já arrisca sua vida. A única coisa que você pode escolher é pelo que você irá arriscar-se.

Que tal arriscar-se a combater o medo generalizado de viver com menos governo então? Há um longo caminho pela frente a ser trilhado neste rumo, mas pelo menos contamos com um trunfo nesta batalha de convencimento de pessoas: podemos falar a verdade. E é por uma boa causa, pois, como já afirmado outrora por este escriba, o Estado precisa de Indiferentes, Fracos e Covardes para Alastrar-se Irrefreadamente. E os roteiristas deste seriado parecem endossar este entendimento…

¹ https://bordinburke.wordpress.com/2017/02/22/temer-nos-protege-de-cafe-bom-e-barato/

² http://rodrigoconstantino.com/artigos/eu-era-o-otario-do-governo-o-bobo-da-corte-diz-marcelo-odebrecht-em-delacao-que-coloca-lula-e-dilma-no-centro-do-crime/

 

Por um Brasil sem Populismo!

Ex-chefe da Dersa recebeu R$ 100 milhões, afirma operador

  • Rivaldo Gomes/Folhapress

    Empresas de fachada teriam sido usadas para lavar recursos de empreiteiras

    Empresas de fachada teriam sido usadas para lavar recursos de empreiteiras

O operador financeiro Adir Assad propôs um acordo de delação premiada à Lava Jato no qual afirma ter repassado cerca de R$ 100 milhões para Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), entre 2007 e 2010, na gestão José Serra (PSDB). Preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba desde agosto do ano passado, Assad é apontado como o maior emissor de notas frias para lavagem de dinheiro de empreiteiras suspeitas de envolvimento no escândalo de corrupção na Petrobras.

Na negociação, Assad assumiu ter usado suas empresas de fachada para lavar recursos de empreiteiras com obras viárias em São Paulo, entre elas a Nova Marginal Tietê, o Rodoanel e o Complexo Jacu-Pêssego.

Assad disse também como funcionava seu esquema de fornecimento de dinheiro em espécie para caixa 2 de construtoras. Segundo ele, as empreiteiras subcontratavam suas empresas, o valor das notas frias era transformado em dinheiro e as companhias indicavam os beneficiários dos recursos. Entre 2007 e 2012, o "noteiro" movimentou cerca de R$ 1,3 bilhão em contratos fictícios assinados com grandes construtoras.

O operador prometeu revelar detalhes sobre o esquema de Souza na Dersa, como, por exemplo, as características de um suposto imóvel onde o dinheiro em espécie era armazenado. O "Estado" apurou que o empresário chegou a afirmar ter conhecimento sobre nomes de políticos contemplados com os repasses oriundos de empreiteiras. Ele, porém, não tratará dessas autoridades em seu acordo porque disse não ter provas para corroborar sua versão, uma vez que apenas lavava o dinheiro e entregava os montantes aos operadores indicados.

Ainda sobre Souza, Assad disse que o conheceu há mais de 15 anos, quando os dois eram triatletas. Afirmou que o ex-diretor da Dersa centralizava todos os repasses das empreiteiras responsáveis por obras na estatal do governo de São Paulo. Segundo Assad, o ex-diretor da Dersa o apresentou a representantes das maiores construtoras do País.

O "Estado" apurou que Assad também propôs aos procuradores elaborar um mapeamento sobre o funcionamento do sistema financeiro paralelo das construtoras responsáveis por abastecer as contas de suas empresas. Outro tema abordado pelo operador foi sobre como firmas sem prestar serviços e sem ter funcionários conseguiram movimentar uma quantia bilionária nos bancos brasileiros.

Sigilo

Os indícios da relação das empresas de Assad com obras em São Paulo já apareciam nas quebras de sigilo promovidas pela Lava Jato. Os documentos sobre essas contas mostram um pagamento de R$ 37 milhões do Consórcio Nova Tietê, liderado pela Delta Engenharia e vencedor da licitação de um dos lotes da Nova Marginal, para uma de suas empresas.

Das empresas que executaram lotes no Rodoanel, o Consórcio Rodoanel Sul 5 Engenharia, formado por OAS, Carioca Engenharia e Mendes Júnior, depositou R$ 4,6 milhões na conta da Legend Engenheiros, de Assad. O SVM, do qual a Andrade Gutierrez faz parte, pagou R$ 7,4 milhões para a Legend, entre 2009 e 2010. O consórcio atuou no Complexo Jacu-Pêssego.

Em quase três anos de Lava Jato, os investigadores esmiuçaram as transações financeiras entre empresas de fachada de Assad, como a Legend, Rock Star Marketing, Power to Ten e SM Terraplenagem, e as maiores construtoras do País. A força-tarefa descobriu que as notas fiscais de prestação de serviços de terraplenagem e aluguel de máquinas serviram para produzir dinheiro em espécie que, supostamente, deveria ser distribuído para agentes públicos e políticos. As empresas subcontratadas, no entanto, não possuíam nem máquinas nem funcionários para operá-las.

Prisão

Assad teve prisão preventiva decretada quatro vezes desde 2015. Chegou a ser solto duas vezes, mas foi novamente levado à prisão por ordem do juiz Sérgio Moro. Ele foi condenado na Lava Jato a 9 anos e 10 meses de prisão por lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Delações premiadas, como a de executivos e ex-executivos da Odebrecht, e a negociação do empresário Fernando Cavendish, da Delta, citam o nome do operador. A tentativa de acordo é vista como a chance de Assad obter algum benefício no cumprimento da pena.

Como a força-tarefa já detém uma série de informações sobre suas operações, Assad está atrás na corrida das negociações e enfrenta a resistência do Ministério Público Federal (MPF).

Outro lado

O criminalista Miguel Pereira Neto, que defende Adir Assad, disse que "não é de conhecimento da defesa técnica a existência da colaboração premiada" e negou que tenha sido firmado qualquer acordo de colaboração. O senador José Serra (PSDB-SP) disse que não comentaria o caso. Paulo Vieira Souza, ex-diretor da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), não havia respondido aos questionamentos enviados pelo Estado até a conclusão desta edição.

Por meio de nota, a Dersa afirmou que, "em todos os empreendimentos mencionados pela reportagem, firmou contratos de obras apenas com os consórcios executores que venceram as respectivas licitações" e não com as empresas de Assad. Ainda segundo a estatal, em 2011, foi criado um departamento de Auditoria Interna e implantado um Código de Conduta Ética, "aprimorando a análise e a fiscalização dos contratos dos empreendimentos de modo permanente e organizado".

Por meio de sua assessoria, a Andrade Gutierrez, em nome do consórcio SVM, disse que não iria se manifestar sobre o tema. Questionada em nome do Consórcio Rodoanel Sul 5 Engenharia, a OAS não respondeu aos contatos da reportagem. A defesa da Delta Engenharia não foi encontrada para comentar os pagamentos para as empresas de Assad.

 

Estadão Conteúdo e UOL Notícias

Um vácuo à direita, por Rodrigo Constantino

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Após décadas de hegemonia esquerdista em nossa política, surge finalmente um momento propício para o avanço da direita. Boa parte da população já percebeu que o modelo socialdemocrata fracassou, que o peso do governo inchado se tornou insuportável, que o paternalismo foi incapaz de proteger o cidadão comum, que a existência de tantas estatais gerou apenas corrupção, e que as teorias esquerdistas que transformam marginais em “vítimas da sociedade” produziram apenas mais violência. Justiça seja feita, a ala mais moderada da esquerda, o PSDB, tem alguns bons resultados. Mas foram justamente obtidos quando o partido, a contragosto, precisou tomar medidas mais liberais, como nas privatizações e nas reformas que impuseram limites aos gastos públicos. Já o lado radical dessa esquerda, representado pelo PT, foi um fiasco completo, flertando com um modelo socialista nos moldes venezuelanos.

E o resultado está aí, como herança maldita para o governo de transição de Temer. O Brasil vive um caos econômico e social, como consequência direta das ideias ultrapassadas da esquerda. E, com as redes sociais, já que boa parte da mídia é cúmplice dessa mentalidade equivocada, os brasileiros puderam compreender melhor o que causou essa situação alarmante, e clamam por mudanças.

O pêndulo extrapolou demais para a esquerda. O povo quer mudanças bem mais à direita. Quem vai ser sua voz em 2018?

Eis aí a chance de a direita, com uma mensagem bem mais liberal na economia e mais dura com a bandidagem, galgar importantes degraus na escalada política. Quem endossar com firmeza essa bandeira vai capturar boa parte do eleitorado, frustrado com o esquerdismo há décadas no comando da nação.

Tirar poder dos burocratas, sindicatos e políticos e devolvê-lo para o trabalhador, reduzindo drasticamente o escopo do governo; resgatar valores morais e a decência, contra essa campanha nefasta dos “progressistas” que subvertem todas as tradições louváveis; enfrentar com punho firme os criminosos que escolhem esse caminho perverso: eis o que milhões desejam. Claro que a extrema-esquerda ainda tem força e se reorganiza para tentar impedir tais mudanças necessárias e desejáveis. O próprio Lula fala em ser candidato, temos Ciro Gomes, Marina Silva, o PSOL, enfim, diversas viúvas do socialismo fazendo de tudo para manter o Brasil preso no passado. Temos, ainda, os tucanos da esquerda mais moderada tentando se equilibrar entre passado e futuro, entre o velho e o novo Brasil.

Mas a demanda mesmo é por alguém sem medo de atacar esse modelo obsoleto e abraçar com empolgação o novo, o liberalismo econômico, o conservadorismo nos costumes. O pêndulo extrapolou demais para a esquerda com essa “marcha das minorias oprimidas”. Já cansou. E foi um fracasso. O povo quer mudanças bem mais à direita. Quem vai ser sua voz em 2018?

 

IstoÉ

OS “ANTIFASCISTAS” CONTRA TRUMP SÃO OS NOVOS FASCISTAS, COMO ALERTAVA CHURCHILL

Por Leandro Ruschel

Os EUA vivem onda de violência produzida pela esquerda

O movimento americano que se intitula “Antifa” ou “Antifascista”, queima cartaz onde pode ser lido “liberdade de expressão” na foto abaixo, além de agredir dezenas de pessoas na Universidade de Berkeley, na Califórnia.

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Entre as vítimas, um idoso que cometeu o crime de vestir um boné com o lema da campanha de Trump.

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Em outro ataque do gênero, o professor Charles Murray foi agredido na Universidade de Middlebury, Vermont, tendo que ser encaminhado a um hospital para tratar uma lesão no pescoço.

Ou seja, aqueles que se denominam antifascistas na verdade são os novos fascistas, cumprindo a profecia de Winston Churchill.

Novamente observamos a inversão da realidade produzida pela grande imprensa fake news. Em todos os jornais do mundo, a ameaça aos EUA seria a intolerância e truculência dos eleitores de Trump. Até agora, quase nenhum caso de apoiadores de Trump agredindo alguém foi registrado. Por outro lado, já são centenas de ataques de esquerdopatas contra conservadores.

 

Rodrigo Constantino