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É SÉRIO QUE MOSTRAR O PEITO NO CARNAVAL AINDA É SINAL DE “EMPODERAMENTO” DA MULHER?

ONU diz que "notícias falsas" representam uma preocupação global
Da ONU News
David Kaye, relator especial da ONU sobre o direito à liberdade de opinião e expressãoFoto: ONU/Jean-Marc Ferré
Relatores especiais da ONU sobre liberdade de expressão divulgaram hoje (3) uma declaração conjunta afirmando que as "notícias falsas" ("fake news", em inglês), a desinformação e a propaganda representam uma preocupação global. Além das Nações Unidas, o comunicado foi assinado também pela Organização dos Estados Americanos (OEA), pela Organização para Cooperação e Segurança na Europa e pela Comissão Africana sobre Direitos Humanos e dos Povos. As informações são da ONU News.
Segundo David Kaye, relator especial da ONU sobre o direito à liberdade de opinião e expressão, as "fake news" surgiram como um assunto de preocupação global e que os esforços para combatê-las podem levar à censura. Segundo ele, há o risco também da supressão do pensamento crítico e de outras abordagens contrárias à lei de direitos humanos.
A declaração encoraja a promoção da diversidade na mídia e enfatiza o papel das redes sociais, da mídia digital, e também de jornalistas e dos meios de comunicação. O comunicado afirma que as notícias falsas são divulgadas por governos, empresas ou indivíduos e o objetivo é, entre outros, "enganar a população e interferir no direito do público em ter conhecimento do assunto".
Violência
Para os especialistas, a desinformação e a propaganda podem destruir reputações e a privacidade e incitar à violência, discriminação e hostilidade contra certos grupos da sociedade. O comunicado da ONU alerta para a possibilidade de autoridades públicas denegrirem, intimidarem ou ameaçarem os meios de comunicação, incluindo declarações colocando a mídia como sendo "a oposição" ou com falsas acusações de que esteja "mentindo", ou ainda, que tenha uma agenda secreta.
Tudo isso, segundo o documento, aumenta o risco de ameaças e violência contra jornalistas e mina a confiança pública no jornalismo. O comunicado diz ainda que os países têm a obrigação de promover um ambiente para a liberdade de expressão, protegendo e apoiando diversos meios de comunicação.
Os relatores especiais das Nações Unidas sobre liberdade de expressão condenaram as tentativas recentes feitas por alguns governos para suprimir qualquer oposição e controlar a comunicação pública. Entre as medidas adotadas estão a interferência nas operações de meios de comunicação públicos ou privados, incluindo negar credenciamento a jornalistas e encetar perseguições políticas.
O comunicado diz ainda que as ordens de bloqueios de websites na internet determinadas por governos são consideradas medidas extremas. Para os especialistas, elas só podem ser justificadas pela lei e quando forem necessárias para proteger os direitos humanos ou outro interesse público legítimo.
Agência Brasil
QUE TAL DIMINUIRMOS O NÚMERO DE FERIADOS NO BRASIL? UMA PROPOSTA QUE GERA EMPREGO E RENDA!
Por Adolfo Sachsida, publicado pelo Instituto Liberal
Imagine que você abra seu negócio, certamente você estará ajudando a gerar renda e emprego no nosso país. Como dono de um negócio me responda honestamente, o que você pensa de um feriado que cai no dia de semana? Você será obrigado a permanecer com seu estabelecimento fechado, sem gerar receita, mas seus custos com salário e aluguel permanecem. O feriado é um inimigo poderosos das pequenas e micro empresas. Afinal, elas não tem muita gordura para queimar e permanecer fechadas por alguns dias pode ser fatal.
O Brasil possui 12 feriados nacionais. Em 2017 dez deles cairão em dia de semana. Acrescente a isso outros feriados estaduais e municipais. Por exemplo, a cidade do Rio de Janeiro acrescenta mais três feriados a lista acima (em 2017 os três cairão em dias úteis). Já o estado do Rio de Janeiro acrescenta outros seis feriados (em 2017 pelo menos dois deles cairão em dias úteis). Sendo assim, um empresário localizado na cidade do Rio de Janeiro terá que arcar, em 2017, com no mínimo 15 dias úteis sem abrir seu estabelecimento.
Se olharmos outras cidades e estados a lista não mudará muito, pois geralmente o dia de aniversário da cidade costuma ser feriado municipal. E sempre existe alguma data estadual a ser acrescentada a lista de feriados. Não é exagero dizer que, na maior parte das cidades brasileiras, os empresários terão que suportar duas semanas de portas fechadas decorrentes de feriados.
Claro que não inclui nessa lista os dias facultativos, se os incluísse a coisa ficaria muito pior. Mas será justo incluir dias facultativos? Sim, pois várias empresas estão localizadas perto de colégios e repartições públicas. Um self service que funcione dentro de um órgão público (ou nas suas proximidades) sofrerá também com as paralisações decorrentes de feriados facultativos.
Os feriados são ótimos para estudantes e funcionários públicos, mas são péssimos para microempresários e empreendedores. Uma política mais sensata em relação a feriados seria muito bem vinda em nosso país. Verdade que feriados dinamizam o turismo, mas pergunto: acaso um dia de turismo equivale a um dia de produção? Me parece que não.
Evidente que outros países ricos podem ser generosos em seus feriados. Por exemplo, nos Estados Unidos são 10 feriados nacionais. Mas num país pobre como o nosso me parece fundamental aumentar a oferta de trabalho. Limitar o número de feriados em 5 ao ano, por exemplo, aumentaria em 10 dias de trabalho nossa produção. Vamos primeiro nos tornar um país desenvolvido, vamos primeiro combater a miséria e o desemprego, creio que essas são prioridades mais importantes para nosso atual estágio de desenvolvimento.
Apenas para finalizar meu argumento: em 2017 serão aproximadamente 250 dias úteis. Aumentar esse número em 10 dias implica num aumento de 4% nos dias trabalhados. Esse não me parece ser um aumento desprezível dada nossa situação atual.
Moro extingue punibilidade da ex-primeira-dama Marisa Letícia
Ex-primeira-dama Marisa LetíciaArquivo/Agência Brasil
O juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, declarou extinta a punibilidade da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva, que morreu há um mês, aos 66 anos. Ela respondia com o marido, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a dois processos no âmbito da Operação Lava Jato. A defesa da ex-primeira-dama havia requerido à Justiça Federal no Paraná que ela fosse absolvida sumariamente em função da sua morte.
No despacho, Moro afirmou que o Ministério Público Federal (MPF) concordou com a declaração de extinção de punibilidade de Marisa Letícia. Ele diz ainda que a decisão não traz qualquer consideração quanto à culpa ou inocência da ex-primeira-dama.
"De todo modo, cumpre reconhecer que a presunção de inocência só é superada no caso de condenação criminal. Não havendo condenação criminal, é evidente que o acusado, qualquer que seja o motivo, deve ser tido como inocente", ressaltou o juiz.
A ex-primeira-dama teve a morte cerebral A morte ocorreu às 18h57 e foi confirmada pelo Hospital Sírio-Libanês, onde Marisa estava internada desde o dia 24 de janeiro após sofrer um acidente vascular cerebral hemorrágico.
Depoimento de Lula
No mesmo despacho, Moro marcou as datas para os interrogatórios dos acusados em uma das duas ações penais a que Lula responde. O ex-presidente vai depor no dia 3 de maio em Curitiba, na sede da Justiça Federal no Paraná.
Os outros acusados no processo, José Adelmário Pinheiro Filho, Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Fábio Yonamine, Paulo Roberto Valente Gordilho e Roberto Moreira Ferreira, também tiveram os depoimentos agendados. Todos eles serão ouvidos antes de Lula, nos dias 20, 26 e 28 de abril.
Agência Brasil
O EXCELENTE DISCURSO DE TRUMP NO CONGRESSO NA ÍNTEGRA E LEGENDADO
Para quem não viu, eis aí o excelente discurso de estadista que fez Donald Trump em sua primeira fala ao Congresso, quando demonstrou a capacidade de ser o líder de que a América precisa, tocando nas questões certas, com a firmeza necessária, mas com um tom humano e agregador. Finalmente legendado pela Embaixada da Resistência, que tem feito um ótimo trabalho. Dedique uma hora de seu dia para conhecer Trump, já que se depender da grande mídia isso será missão impossível:
Rodrigo Constantino
“EU ERA O OTÁRIO DO GOVERNO, O BOBO DA CORTE”, DIZ MARCELO ODEBRECHT EM DELAÇÃO QUE COLOCA LULA E DILMA NO CENTRO DO CRIME
Fonte: Estadão
Em depoimento à Justiça Eleitoral, Marcelo Odebrecht disse que se sentia o “bobo da corte” do governo federal, segundo relatos colhidos pelo Estado.
Ao falar sobre a situação da empreiteira baiana que leva seu sobrenome, o ex-presidente do conglomerado demonstrou descontentamento por ser obrigado a entrar em projetos que não desejava e bancar repasses às campanhas eleitorais sem receber as contrapartidas que julgava necessárias.
Marcelo Odebrecht foi preso em junho de 2015, no âmbito da Lava Jato, e pelo seu acordo de colaboração premiada deve permanecer na carceragem da Polícia Federal em Curitiba até o final deste ano.
Marcelo detalhou que tinha contato frequente com o alto escalão do governo – como o ex-ministro da Fazenda do governo Dilma Rousseff, com quem negociava repasses eleitorais. “Eu não era o dono do governo, eu era o otário do governo. Eu era o bobo da corte do governo”, disse Marcelo Odebrecht, conforme foi relatado ao Estado. Ele também se mostrou incomodado por divergências com seu pai, patriarca e presidente do Conselho de Administração do Grupo Odebrecht, Emilio Odebrecht, quanto a projeto em que a empresa apoiava o governo.
O que penso disso? Não acho que Marcelo e sua empresa eram santos, que foram simplesmente achacados, que não tinham alternativa. Sempre há uma alternativa: não participar do esquema. Não dá para o empresário bancar a vítima agora. Até porque pelo grau de envolvimento da Odebrecht no esquema internacional de corrupção do PT, fica claro que eles foram corruptores ativos também, que ajudaram a desenhar a coisa toda.
Dito isso, não duvido que ele se sentisse às vezes o “otário”, não o dono do governo. É simples entender o motivo: quem realmente tem as cartas do jogo na mão é o governo, a cúpula que comanda, que toma as principais decisões, que pode, numa canetada só, direcionar bilhões para um lado ou para o outro. É justamente pelo excessivo tamanho e poder do estado que vemos tanta corrupção.
Não fosse a Odebrecht, seria outra. E foi. A OAS, a Andrade e tantas outras empreiteiras ou empresas que participaram de esquemas, que se lambuzaram com a corrupção no governo. Isso ocorre porque o governo tem esse poder todo, e claro, por conta da impunidade, que é o que está sendo combatido pela Operação Lava Jato.
Mas é fundamental os brasileiros entenderam qual a raiz do problema: o excessivo tamanho estatal. Por isso é necessário privatizar as estatais. Por isso é fundamental reduzir o escopo do governo. Por isso é preciso mais transparência. E por isso é preciso menos protecionismo, abrindo os mercados para a concorrência externa.
O liberalismo oferece o remédio: menos estado, mais firmeza no combate ao crime. Liberar o mercado, endurecer com criminosos: eis a solução. A fala de Marcelo Odebrecht apenas demonstra que sempre haverá um enorme risco quando uma quadrilha disfarçada de partido chegar ao poder com um discurso populista, e encontrar ao seu dispor tanto poder e tantos recursos.
Odebrecht complica a vida de Lula e Dilma, da cúpula do PT. E é bom que seja assim! Tinha muita gente preferindo focar nos canalhas empresários, em vez de olhar para a fonte maior da corrupção: os governantes safados com esse poder todo em mãos. Não olhe para onde caiu; olhe para onde escorregou, como diz um provérbio. O Brasil escorregou no dia em que acreditou num estado hipertrofiado em nome dos “interesses nacionais”…
Rodrigo Constantino