Mãe de Eliza Samudio recorre contra a soltura do goleiro Bruno

Lasanha de batatas com recheio de presunto e queijo. Veja a receita completa


Lasanha de batatas com recheio de presunto e... por rsnoticias

 

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O Islã educando às suas crianças com amor e ternura ! Em Breve no Brasil

Reunião de Pauta: "A armadilha petista"

Publicado em 3 de mar de 2017

É SÉRIO QUE MOSTRAR O PEITO NO CARNAVAL AINDA É SINAL DE “EMPODERAMENTO” DA MULHER?

Vejo na capa do GLOBO de hoje a imagem de uma mulher com os seios de fora, apesar de ter muita purpurina à guisa de blusa, com uma mensagem embaixo enaltecendo as “ruas libertárias” e o “empoderamento” da mulher:
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Fiquei eu cá a pensar: gente, mostrar os peitos no Carnaval ainda é tido como ato de rebeldia feminista? E isso ainda significa lutar pelo “empoderamento” da mulher? Sério? Em que século estamos?
Sou do tempo em que mulher “empoderada” era uma Margaret Thatcher no poder, na década de 1980 (e lá se vão 35 anos!). Sou do tempo em que “espírito libertário” era combater o excesso de intervenção estatal, não sair pelado por aí. Sou do tempo em que mulher “empoderada” era quando a moça tinha o direito de comprar uma arma para se defender, equilibrando sua força natural inferior àquela dos homens.
Devo estar mesmo ultrapassado. Hoje descubro que feminismo é esfregar peitos na cara de padres velhinhos, mas nada dizer quando uma mulher é agredida por um homem na marcha das mulheres, pois o homem era de esquerda e a mulher, defensora de Trump. Vejo que feminismo, hoje, é manter o silêncio quando uma campeã de xadrez iraniana é expulsa do time nacional só por se recusar a colocar um véu tampando a cabeça. Tomo conhecimento de que feminismo, atualmente, significa não sair em defesa de Joice Hasselmann quando ela é duramente ofendida por outro jornalista com discurso misógino, só porque Joice é de direita e não banca a vítima.
Nossa, vamos lutar pelo “empoderamento” feminino! Como? Colocando os peitos de fora! Qual o próximo passo? Queimar sutiãs? Ai, que preguiça!
E, como sou mesmo de outro tempo, resgatei um comercial antigo da Garoto em que o verdadeiro empoderamento da mulher é celebrado: seu poder de sedução que faz os homens, desde garotos, ficarem de queixo caído, uns babões e bobões dispostos a tudo por elas. É a reverência ao feminino! A Guerra de Tróia não teve como fator de largada a disputa pela belíssima Helena?Acho melhor quando homens vão para a guerra por mulheres do que quando colocam saias para “protestar” contra os estupros que elas sofrem. Eis aí a propaganda, que já teve 50 mil visualizações no meu canal:
Alguém imagina uma propaganda dessas hoje? Basta isso para entender como a geração mimimi avançou, como o feminismo é uma praga, e como a “revolução das vítimas” é poderosa. Alguns comentários de leitores meus mostram como a nostalgia bate forte, pois deixamos tempos melhores para trás nesse sentido:
A censura do “Politicamente correto” está tirando a criatividade das propagandas. Hoje em dia elas têm que se enquadrar na agenda ideológica deles. Hoje em dia isso seria incitação ao estupro, objetificação da mulher, mimimimi das feminazis… (Penn Taro)
Em breve a marca do chocolate será Garotx. Pra não oprimir ninguém né.. (Raul Costa)
Como diria Pondé, as mulheres sentirão falta de homens que as tenham por objeto. (Rômulo Cavalcante)
E imaginar quanto tempo faz! Quanta hipocrisia hoje, a putaria anda bem maior e temos que ser todos hipocritas, sob o olhar nada imparcial do ministério público!! (João de Queiroz)
Hoje em dia querem proibir até diferenciar meninos de meninas e tratar como gênero neutro. (Vinícius Oliveira)
Menino adolescente sendo menino adolescente. So isso. E a mulher como a realização de um sonho de guri. Valorisadissima! (Paulo Toledo)
Saudade do tempo em que o mundo não era politicamente correto. Que saudade imensa. (Daniel Spalato)
Esse comercial mostra a essência do que é ser um garoto e como um homem se encanta com uma mulher. É lamentável que isso seja tachado de preconceituoso e machista. Hoje em dia os homens sentem-se culpados de serem homens e desejarem uma mulher bonita. Isso pode ofendê-las. (Marcelo Pio da Costa)
Ah, mas isso era na época em que meninos eram meninos e meninas eram meninas e, justamente por isso, cresciam saudáveis, resolvidos e decentes, sem taras ou perversões. Exceções? Havia, é claro mas, não passavam disso, exceções. A coisa ficou estranha, quando algum “esperto”, resolveu que a exceção, devia ser a regra! (Renata Daniel)
Uma homenagem à beleza da mulher e à masculinidade. Mas hoje isso é ofensivo às ressentidas e aos degenerados sexuais e mentais (salvo se fosse uma “criança trans”, a nova modalidade de pedofilia). (Cristiano Sepher)
Essa propaganda da Garoto não mostra a mulher como um objeto, mas como algo lindo, bom, desejado, sensual e a ser descoberto. Bem diferente das propagandas de baixo nível de hoje, como a das cervejas. O mundo hoje está tão aviltado, que é capaz de falarem mal da propaganda da Garoto e nem ligarem para os de cervejas…esse é o novo mundo? Deus me livre! (Luciano da Silva)
Uma homenagem à beleza feminina, um ode às mulheres. Até no comercial há o que sempre existiu: somos tolos perto delas; e o limite sempre esteve em posse das nossas musas. Belo comercial. (Wilson Júnior)
E muitos outros leitores, com dezenas de comentários, mostram que entendem perfeitamente o que perdemos, o que deixamos para trás. Hoje, as feministas ou querem mulheres com pernas cabeludas, ou vulgaridade sem nenhuma sensualidade. Os homens precisam ser afeminados, caso contrário são “machistas opressores”. A masculinidade está em baixa nos homens, em alta nas mulheres. E a vulgaridade é celebrada (basta ver “Amor & Sexo”, com Fernanda Lima).
Não sou daqueles saudosistas que idealizam o passado e rejeitam tudo do presente. Mas convenhamos: não dá para negar que, nesse aspecto, as coisas pioraram bastante. A “marcha das minorias oprimidas” fez um mal danado ao mundo. A “revolução das vítimas” é um saco. O politicamente correto já deu. A “ideologia de gênero” é coisa de doente mental. O feminismo é uma praga, e o movimento gay é intolerante e hedonista, além de vulgar.
Ainda há tempo de reagir? Tomara que sim! Caso contrário, nem quero ver aonde essa “evolução” vai parar…
Rodrigo Constantino

ONU diz que "notícias falsas" representam uma preocupação global

Da ONU News

David Kaye, relator especial da ONU sobre o direito à liberdade de opinião e expressão

David Kaye, relator especial da ONU sobre o direito à liberdade de opinião e expressãoFoto: ONU/Jean-Marc Ferré

Relatores especiais da ONU sobre liberdade de expressão divulgaram hoje (3) uma declaração conjunta afirmando que as "notícias falsas" ("fake news", em inglês), a desinformação e a propaganda representam uma  preocupação global. Além das Nações Unidas, o comunicado foi assinado também pela Organização dos Estados Americanos (OEA), pela Organização para Cooperação e Segurança na Europa e pela Comissão Africana sobre Direitos Humanos e dos Povos. As informações são da ONU News.

Segundo David Kaye, relator especial da ONU sobre o direito à liberdade de opinião e expressão, as "fake news" surgiram como um assunto de preocupação global e que os esforços para combatê-las podem levar à censura. Segundo ele, há o risco também da supressão do pensamento crítico e de outras abordagens contrárias à lei de direitos humanos.

A declaração encoraja a promoção da diversidade na mídia e enfatiza o papel das redes sociais, da mídia digital, e também de jornalistas e dos meios de comunicação. O comunicado afirma que as notícias falsas são divulgadas por governos, empresas ou indivíduos e o objetivo é, entre outros, "enganar a população e interferir no direito do público em ter conhecimento do assunto".

Violência

Para os especialistas, a desinformação e a propaganda podem destruir reputações e a privacidade e incitar à violência, discriminação e hostilidade contra certos grupos da sociedade. O comunicado da ONU alerta para a possibilidade de autoridades públicas denegrirem, intimidarem ou ameaçarem os meios de comunicação, incluindo declarações colocando a mídia como sendo "a oposição" ou com falsas acusações de que esteja "mentindo", ou ainda, que tenha uma agenda secreta.

Tudo isso, segundo o documento, aumenta o risco de ameaças e violência contra jornalistas e mina a confiança pública no jornalismo. O comunicado diz ainda que os países têm a obrigação de promover um ambiente para a liberdade de expressão, protegendo e apoiando diversos meios de comunicação.

Os relatores especiais das Nações Unidas sobre liberdade de expressão condenaram as tentativas recentes feitas por alguns governos para suprimir qualquer oposição e controlar a comunicação pública. Entre as medidas adotadas estão a interferência nas operações de meios de comunicação públicos ou privados, incluindo negar credenciamento a jornalistas e encetar perseguições políticas.

O comunicado diz ainda que as ordens de bloqueios de websites na internet determinadas por governos são consideradas medidas extremas. Para os especialistas, elas só podem ser justificadas pela lei e quando forem necessárias para proteger os direitos humanos ou outro interesse público legítimo.

 

Agência Brasil

QUE TAL DIMINUIRMOS O NÚMERO DE FERIADOS NO BRASIL? UMA PROPOSTA QUE GERA EMPREGO E RENDA!

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Por Adolfo Sachsida, publicado pelo Instituto Liberal

Imagine que você abra seu negócio, certamente você estará ajudando a gerar renda e emprego no nosso país. Como dono de um negócio me responda honestamente, o que você pensa de um feriado que cai no dia de semana? Você será obrigado a permanecer com seu estabelecimento fechado, sem gerar receita, mas seus custos com salário e aluguel permanecem. O feriado é um inimigo poderosos das pequenas e micro empresas. Afinal, elas não tem muita gordura para queimar e permanecer fechadas por alguns dias pode ser fatal.

O Brasil possui 12 feriados nacionais. Em 2017 dez deles cairão em dia de semana. Acrescente a isso outros feriados estaduais e municipais. Por exemplo, a cidade do Rio de Janeiro acrescenta mais três feriados a lista acima (em 2017 os três cairão em dias úteis). Já o estado do Rio de Janeiro acrescenta outros seis feriados (em 2017 pelo menos dois deles cairão em dias úteis). Sendo assim, um empresário localizado na cidade do Rio de Janeiro terá que arcar, em 2017, com no mínimo 15 dias úteis sem abrir seu estabelecimento.

Se olharmos outras cidades e estados a lista não mudará muito, pois geralmente o dia de aniversário da cidade costuma ser feriado municipal. E sempre existe alguma data estadual a ser acrescentada a lista de feriados. Não é exagero dizer que, na maior parte das cidades brasileiras, os empresários terão que suportar duas semanas de portas fechadas decorrentes de feriados.

Claro que não inclui nessa lista os dias facultativos, se os incluísse a coisa ficaria muito pior. Mas será justo incluir dias facultativos? Sim, pois várias empresas estão localizadas perto de colégios e repartições públicas. Um self service que funcione dentro de um órgão público (ou nas suas proximidades) sofrerá também com as paralisações decorrentes de feriados facultativos.

Os feriados são ótimos para estudantes e funcionários públicos, mas são péssimos para microempresários e empreendedores. Uma política mais sensata em relação a feriados seria muito bem vinda em nosso país. Verdade que feriados dinamizam o turismo, mas pergunto: acaso um dia de turismo equivale a um dia de produção? Me parece que não.

Evidente que outros países ricos podem ser generosos em seus feriados. Por exemplo, nos Estados Unidos são 10 feriados nacionais. Mas num país pobre como o nosso me parece fundamental aumentar a oferta de trabalho. Limitar o número de feriados em 5 ao ano, por exemplo, aumentaria em 10 dias de trabalho nossa produção. Vamos primeiro nos tornar um país desenvolvido, vamos primeiro combater a miséria e o desemprego, creio que essas são prioridades mais importantes para nosso atual estágio de desenvolvimento.

Apenas para finalizar meu argumento: em 2017 serão aproximadamente 250 dias úteis. Aumentar esse número em 10 dias implica num aumento de 4% nos dias trabalhados. Esse não me parece ser um aumento desprezível dada nossa situação atual.

Moro extingue punibilidade da ex-primeira-dama Marisa Letícia

Ex-primeira-dama Marisa Letícia

Ex-primeira-dama Marisa LetíciaArquivo/Agência Brasil

O juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, declarou extinta a punibilidade da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva, que morreu há um mês, aos 66 anos. Ela respondia com o marido, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a dois processos no âmbito da Operação Lava Jato. A defesa da ex-primeira-dama havia requerido à Justiça Federal no Paraná que ela fosse absolvida sumariamente em função da sua morte.

No despacho, Moro afirmou que o Ministério Público Federal (MPF) concordou com a declaração de extinção de punibilidade de Marisa Letícia. Ele diz ainda que a decisão não traz qualquer consideração quanto à culpa ou inocência da ex-primeira-dama.

"De todo modo, cumpre reconhecer que a presunção de inocência só é superada no caso de condenação criminal. Não havendo condenação criminal, é evidente que o acusado, qualquer que seja o motivo, deve ser tido como inocente", ressaltou o juiz.

A ex-primeira-dama teve a morte cerebral  A morte ocorreu às 18h57 e foi confirmada pelo Hospital Sírio-Libanês, onde Marisa estava internada desde o dia 24 de janeiro após sofrer um acidente vascular cerebral hemorrágico.

Depoimento de Lula

No mesmo despacho, Moro marcou as datas para os interrogatórios dos acusados em uma das duas ações penais a que Lula responde. O ex-presidente vai depor no dia 3 de maio em Curitiba, na sede da Justiça Federal no Paraná.

Os outros acusados no processo, José Adelmário Pinheiro Filho, Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Fábio Yonamine, Paulo Roberto Valente Gordilho e Roberto Moreira Ferreira, também tiveram os depoimentos agendados. Todos eles serão ouvidos antes de Lula, nos dias 20, 26 e 28 de abril.

 

Agência Brasil

O EXCELENTE DISCURSO DE TRUMP NO CONGRESSO NA ÍNTEGRA E LEGENDADO

Para quem não viu, eis aí o excelente discurso de estadista que fez Donald Trump em sua primeira fala ao Congresso, quando demonstrou a capacidade de ser o líder de que a América precisa, tocando nas questões certas, com a firmeza necessária, mas com um tom humano e agregador. Finalmente legendado pela Embaixada da Resistência, que tem feito um ótimo trabalho. Dedique uma hora de seu dia para conhecer Trump, já que se depender da grande mídia isso será missão impossível:

 

 

Rodrigo Constantino

“EU ERA O OTÁRIO DO GOVERNO, O BOBO DA CORTE”, DIZ MARCELO ODEBRECHT EM DELAÇÃO QUE COLOCA LULA E DILMA NO CENTRO DO CRIME

Fonte: Estadão

Fonte: Estadão

Em depoimento à Justiça Eleitoral, Marcelo Odebrecht disse que se sentia o “bobo da corte” do governo federal, segundo relatos colhidos pelo Estado.

Ao falar sobre a situação da empreiteira baiana que leva seu sobrenome, o ex-presidente do conglomerado demonstrou descontentamento por ser obrigado a entrar em projetos que não desejava e bancar repasses às campanhas eleitorais sem receber as contrapartidas que julgava necessárias.

Marcelo Odebrecht foi preso em junho de 2015, no âmbito da Lava Jato, e pelo seu acordo de colaboração premiada deve permanecer na carceragem da Polícia Federal em Curitiba até o final deste ano.

Marcelo detalhou que tinha contato frequente com o alto escalão do governo – como o ex-ministro da Fazenda do governo Dilma Rousseff, com quem negociava repasses eleitorais.  “Eu não era o dono do governo, eu era o otário do governo. Eu era o bobo da corte do governo”, disse Marcelo Odebrecht, conforme foi relatado ao Estado. Ele também se mostrou incomodado por divergências com seu pai, patriarca e presidente do Conselho de Administração do Grupo Odebrecht, Emilio Odebrecht, quanto a projeto em que a empresa apoiava o governo.

O que penso disso? Não acho que Marcelo e sua empresa eram santos, que foram simplesmente achacados, que não tinham alternativa. Sempre há uma alternativa: não participar do esquema. Não dá para o empresário bancar a vítima agora. Até porque pelo grau de envolvimento da Odebrecht no esquema internacional de corrupção do PT, fica claro que eles foram corruptores ativos também, que ajudaram a desenhar a coisa toda.

Dito isso, não duvido que ele se sentisse às vezes o “otário”, não o dono do governo. É simples entender o motivo: quem realmente tem as cartas do jogo na mão é o governo, a cúpula que comanda, que toma as principais decisões, que pode, numa canetada só, direcionar bilhões para um lado ou para o outro. É justamente pelo excessivo tamanho e poder do estado que vemos tanta corrupção.

Não fosse a Odebrecht, seria outra. E foi. A OAS, a Andrade e tantas outras empreiteiras ou empresas que participaram de esquemas, que se lambuzaram com a corrupção no governo. Isso ocorre porque o governo tem esse poder todo, e claro, por conta da impunidade, que é o que está sendo combatido pela Operação Lava Jato.

Mas é fundamental os brasileiros entenderam qual a raiz do problema: o excessivo tamanho estatal. Por isso é necessário privatizar as estatais. Por isso é fundamental reduzir o escopo do governo. Por isso é preciso mais transparência. E por isso é preciso menos protecionismo, abrindo os mercados para a concorrência externa.

O liberalismo oferece o remédio: menos estado, mais firmeza no combate ao crime. Liberar o mercado, endurecer com criminosos: eis a solução. A fala de Marcelo Odebrecht apenas demonstra que sempre haverá um enorme risco quando uma quadrilha disfarçada de partido chegar ao poder com um discurso populista, e encontrar ao seu dispor tanto poder e tantos recursos.

Odebrecht complica a vida de Lula e Dilma, da cúpula do PT. E é bom que seja assim! Tinha muita gente preferindo focar nos canalhas empresários, em vez de olhar para a fonte maior da corrupção: os governantes safados com esse poder todo em mãos. Não olhe para onde caiu; olhe para onde escorregou, como diz um provérbio. O Brasil escorregou no dia em que acreditou num estado hipertrofiado em nome dos “interesses nacionais”…

Rodrigo Constantino