Corre que está acabando o FIM DE SEMANA FANTÁSTICO!

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Como o prefeito de Osasco conseguiu R$ 300 mil de empréstimo para pagar sua fiança e sair da cadeia?

A farsa absurdamente vergonhosa do estudo pró-desarmamento

Esquerda-Desarmamento

A esquerda não vê problemas em mentir, tanto menos em aproveitar QUALQUER coisa para fazer proselitismo ou mesmo o já tradicional combo: disparar lorotas no embalo de qualquer fato ou evento, independentemente da comoção causada.

Serve de exemplo o caso recente do atentado terrorista em Orlando, perpetrado por um militante islâmico radical, mas mesmo depois da revelação da verdade foi debitado pela esquerda na conta dos cristãos (chegaram a fazer protesto na frente de uma igreja, não numa mesquita) e do porte de armas (a boate onde aconteceu tudo aquilo é uma ‘gun free zone’, onde nem os seguranças podem estar armados).

Desse modo, não seria diferente com a divulgação dos resultados do “Mapa da Violência”. O Brasil tem 60 mil homicídios por ano, sendo por isso o país no qual mais se matam pessoas. E o que faz a esquerda? Diz que o patético Estatuto do Desarmamento deu certo, pois houve uma “diminuição na taxa de aumento”.

Sério. É inacreditável. São tantos e tão grosseiros os erros nisso aí que é preciso explicar por partes; e fica difícil achar que se trata apenas de ignorância, sem nem mesmo uma pequena dose de má-fé ideológica. Mas sigamos.

Em primeiro lugar, não faz sentido “comemorar” esse de dado. Simples assim. A taxa de homicídios CONTINUOU SUBINDO. Ponto. O que houve, pateticamente, foi uma subida percentual menor. E isso acontece simplesmente porque a taxa proporcional de crescimento de QUALQUER índice tende a diminuir à medida que a base aumenta.

Exemplo simples: quem tem R$ 100 reais e ganha outros R$ 100 passa a ter R$ 200, e isso significa um aumento de 100%. Mas, já que a base total aumenta, o crescimento percentual da bufunfa será menor a cada 100 acrescentados. Quando houver R$ 5000, por exemplo, o crescimento será proporcionalmente exíguo, mas ainda assim do mesmo valor que os outros acréscimos.

Quando se chega ao número de SESSENTA MIL HOMICÍDIOS POR ANO, convenhamos, é até idiota comemorar qualquer coisa, ainda mais essa bizarra “diminuição proporcional do aumento” (que coisa bizarra, só de escrever já quase dá lepra nos dedos). Claro que, com 60 mil, o aumento será “menor” do ponto de vista proporcional, mas ALTÍSSIMO ainda assim!

E vem o segundo ponto: não há qualquer evidência relacionando a já bisonha “diminuição do aumento” com o Estatuto do Desarmamento. Nada vezes nada.

Não há um único indicador que apresente tal vínculo, e nos últimos anos uma série de fatores influíram e influem nesse tipo de dado. Policiamento, prisões etc. Aliás, é bem seguro concluir que o número de mortes provocadas por armas EFETIVAMENTE REGISTRADAS E COM O PORTE REGULAR sempre foi minimo perto do extremíssimo número daquelas praticadas com armamentos irregulares.

Enfim, é a esquerda sendo o que sabe ser: mentirosa. Nem o número de homicídios diminuiu (ao contrário, aumenta todo ano, mesmo já chegando a patamares absurdos), nem há qualquer vínculo de qualquer índice com o desarmamento.

Ao contrário, óbvio! Com menos restrições ao uso de armas pelos cidadãos, para que possam ter o direito à defesa, certamente a criminalidade diminuiria. Não por milagre, mas pelo fato de que os bandidos passam a ponderar sobre a chance maior de a outra pessoa estar armada.

Tanto que o terrorista islâmico dos EUA viajou 200km até uma boate “gun free zone” para cometer seu ato, sabendo que ninguém ali estaria armado, nem os seguranças, e assim passou horas atirando naqueles que estavam desarmados.

Enfim, o provável é que tenham soltado a tese amalucada já para a “narrativa”, sabendo que receberão UMA ENXURRADA DE CRÍTICAS À ATUAL POLÍTICA DE CONTROLE DE ARMAS, diante do aumento dos homicídios. No fim, é só isso.

E nosso papel é flagrar essas lorotas. Os tempos agora são outros. Ainda bem.

Implicante

O prefeito gari - ISTOÉ Independente

Photo published for O prefeito gari - ISTOÉ Independente

A esquerda sempre teve, nos debates políticos, o monopólio das virtudes. Só um esquerdista se preocupa com os mais pobres, com as minorias, com a justiça social. Trata-se, claro, de uma grande falácia, de uma estratégia para impedir o verdadeiro debate, acerca dos meios para os fins nobres e desejados. Rotula-se o adversário com base em suas supostas intenções malignas para não ter de rebater seus argumentos e fatos. Diante disso, muitos liberais, dos quais faço parte, reclamavam do “departamento de marketing” da direita. Somos incapazes de conquistar corações, pois só focamos nas mentes, achamos que a razão será sempre suficiente e, por isso, desprezamos as emoções. Ledo engano, que tem servido há décadas de trunfo político para socialistas.

Mas algo está finalmente mudando. Vide a vitória de Trump, que não se intimidou com a pressão da esquerda, apoiada pela mídia que, derrotada tanto quanto Hillary Clinton, apelou para a conversa mole de “pós-verdade”, como se nos tempos de Obama – logo dele! – a política fosse o campo da sinceridade. Eis o que assusta a esquerda: a perda do monopólio da mentira. Não quero dizer, com isso, que liberais devem celebrar as mentiras ou o populismo. É tudo lamentável, motivo pelo qual queremos reduzir o estado e a política em nossas vidas. Mas, em que pesem os riscos de exagero populista, vejo como saudável o fato de que “o lado de cá” parece ter aprendido a jogar melhor o jogo.

É o que mostra, por exemplo, a campanha publicitária do governo Temer no final de 2016. Houve exageros ali, sem dúvida, mas também muita coisa legítima a ser celebrada. Depois de longos anos de pura roubalheira e incompetência, de gastança descontrolada, o fato é que reformas importantes entraram em pauta ou já foram aprovadas. Mérito do “presidento”. O outro caso foi João Dória, prefeito eleito no primeiro turno, que se vestiu de gari no primeiro dia de mandato, um ato simbólico para demonstrar que vai se preocupar com os mais pobres também, com todos. A atitude incomodou a esquerda, que nunca reclamou de Obama distribuindo sopas para os pobres ou do “coxinha” Haddad pegando ônibus. É marketing também, mas pelo visto só a esquerda pode.

Dória será avaliado por sua gestão, como Haddad foi. O que importa não é a roupa de gari, mas sim o que efetivamente for feito por seu governo. E, convenhamos, a simbologia é válida: o novo prefeito terá de limpar muita sujeira deixada pelo petista, assim como Temer precisa consertar parte do rastro de destruição deixado por Dilma.

Que ambos façam o que deve ser feito sem cair no populismo, mas também sem deixar de se preocupar com a imagem popular. A narrativa importa, e ela não pode ser monopólio esquerdista.

João Dória vestiu-se de gari. E sua atitude incomodou a esquerda. Mas ela nunca reclamou de Obama  distribuindo sopas para os pobres ou do “coxinha” Haddad pegando ônibus

IstoÉ Independente

Mário Soares, ex-presidente de Portugal, morre aos 92 anos

Político estava internado desde 13 de dezembro


Mario Soares: 40 anos no cenário político
Foto: PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFPMario Soares: 40 anos no cenário político - PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP

 

POR BERNARDO TABAK, COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

 

ÚLTIMAS DE MUNDO

LISBOA — Talvez a principal maneira de se conhecer não só o legado de uma pessoa, mas também sua personalidade e caráter, seja apreender o que se disse dela, no que foi mais marcante e quais as palavras mais usadas para defini-la. No caso do português Mário Soares, impressiona a quantidade de vezes em que o citam como um dos principais defensores da democracia em Portugal. Um líder humanista que não hesitou na hora de se tornar um dos maiores combatentes, sem armas, contra a ditadura salazarista. Vigor que permaneceu durante toda a trajetória política, que o levou a ser eleito três vezes como primeiro-ministro e duas como presidente. Vitalidade com a qual, mesmo em idade avançada, quase meio século após triunfar sobre o regime militar, combateu as políticas de austeridade que ameaçavam ruir com o projeto europeu pelo qual lutou. Soares morreu neste sábado, aos 92 anos, no hospital da Cruz Vermelha de Lisboa, onde estava internado desde o dia 13 de dezembro.

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O funeral está previsto para durar três dias. Nos dois primeiros, o corpo será exposto no Mosteiro dos Jerónimos, o Panteão Nacional, para onde será levado após sair de sua casa, com uma parada na Câmara Municipal de Lisboa. Como Soares era laico, não será velado em nenhuma capela, nem haverá missa de corpo presente.

No terceiro dia, será realizada uma cerimônia no próprio mosteiro com a presença da família, do presidente da República, do primeiro-ministro e do presidente da Assembleia. De lá, o cortejo segue para o Cemitério dos Prazeres, passando pelo Palácio de Belém, pela Fundação Mário Soares, pela Assembleia da República e pelo Largo do Rato, onde se encontra a sede do Partido Socialista.

Muitos dos que conviveram com Soares ressaltam a coragem e visão do líder português, um dos maiores defensores das políticas de bem-estar social, carinhosamente chamado pelos compatriotas de “Bochecha”. Como em 2014, na ocasião em que ele completou 90 anos e o jornal português “Público” apresentou 15 depoimentos sobre o primeiro premier eleito democraticamente no país após a Revolução dos Cravos, em 1974, e o primeiro presidente civil da então jovem democracia lusitana. Soares foi consenso tanto entre os simpatizantes, quando entre opositores.

— Um democrata indomável. A democracia é sua grande bandeira — afirmou Artur Santos Silva, amigo e presidente da Fundação Calouste Gulbenkian. — Em relação às convicções do que deve ser a democracia, ninguém consegue domá-lo, condicioná-lo.

A VIDA DE MÁRIO SOARES, EM IMAGENS
  • Depois de ser premier por duas vezes e presidente, Soares faz campanha em 2006, em LisboaFoto: Jose Manuel Ribeiro / Reuters
  • Mário Soares fala para a multidão na estação de trem de Lisboa, em 1974, após o seu retorno do exílioFoto: AP
  • Em 1992, o presidente de Portugal, Mário Soares, recebe camisa do Vasco da Gama durante visita ao estádio de São JanuárioFoto: Fernando Maia / Agência O Globo
  • Líder socialista português, Mário Soares faz pronunciamento após a Revolução dos Cravos. Ele se tornaria ministro nas primeiras formações de governo democráticoFoto: AP
  • Então ministro do Exterior, Sores entrega panfletos do Partido Socialista em 1975Foto: AP
  • No Brasil para a posse do presidente Tancredo Neves, o então premier português Mário Soares vai a Ipanema com a mulher, Maria JesusFoto: Manoel Soares / Agência O Globo
  • Em 1989, Mário Soares com o então governador do Rio de Janeiro, Moreira Franco, e o chanceler de Moçambique Joaquim Alberto ChissanoFoto: Divulgação Palácio da Guanabara
  • Mário Soares, Jorge Roberto Silveira e Leonel Brizola em 2000Foto: Ronaldo Brandão / Divulgação / JB NI
  • Em 1998, o presidente Fernando Henrique Cardoso conversa com o ex-chefe de Estado português Mário Soares no PortoFoto: Francisco Neves / AP
  • Mario Soares: 40 anos no cenário político Foto: PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP

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Soares completou 92 anos recentemente, em 7 de dezembro. Nascido em Lisboa, em 1924, casou-se jovem, aos 25 anos, em 1949, com Maria Barroso, mulher da vida toda. Formou-se primeiro em Ciências Histórico-Filosóficas, em 1951, e, depois, em Direito, em 1957 — exerceu as duas profissões, professor e advogado. Ainda estudante universitário, fez resistência ativa contra a ditadura portuguesa. Foi defensor de presos políticos e tornou-se um deles, sendo detido por 12 vezes, num total somado de quase três anos na cadeia. Sem julgamento, foi deportado para a Ilha de São Tomé, em 1968. E, em 1970, conseguiu permissão para se exilar na França.

Lutando o bom combate, em 1973, num congresso realizado em BadMünstereifel, na Alemanha, a Ação Socialista Portuguesa, que Soares fundou em 1964, transformou-se em Partido Socialista (PS), do qual foi eleito secretário-geral e sucessivamente reeleito no cargo ao longo de quase 13 anos.

— A palavra que define Mário Soares é coragem. Como no tempo da ditadura, que o levou à prisão e a ser deportado. Ou quando se apercebeu que o PS não podia ser o companheiro de rota do PCP (Partido Comunista Português) e teve coragem de liderar uma retomada do sentido democrático da revolução — enfatizou, ao “Público”, o jornalista Francisco Pinto Balsemão, um dos fundadores do Partido Social Democrata português, de oposição ao PS.

‘Liberdade, Europa e democracia’

Três dias após a Revolução dos Cravos, Mário Soares retornou do exílio na França, em 28 de abril de 74, chegando a Lisboa no chamado “comboio da liberdade” (comboio é como os trens são chamados em Portugal). Participou dos quatro primeiros governos provisórios e levou o PS à vitória na Assembleia Constituinte, em 1975.

— O Partido Socialista está junto do povo para assegurar o prosseguimento de uma política de esquerda, uma política progressista que conduza à construção de uma verdadeira sociedade socialista, e não de um capitalismo de Estado servido por um exército de burocratas e polícias, que denotam um imenso apetite de poder e de dinheiro — discursou, em julho de 75, num comício em Lisboa.

Soares oi nomeado premier do primeiro e segundo governos constitucionais (1976-77 e 78). Entre 1983 e 85, foi eleito novamente primeiro-ministro. Em 1986, tornou-se o primeiro presidente civil da redemocratização. Foi reeleito em 1991, no primeiro turno. Tornou-se um dos maiores defensores da integração europeia, elegendo-se eurodeputado para o mandato 1999-2004. Opôs-se às medidas de austeridade impostas pelo então governo de centro-direita português para equilibrar a economia do país, que recebeu recursos internacionais entre 2011 e 2014.

— É preciso acabar com essas aventuras do neoliberalismo, com essas roubalheiras. Quem efetivamente manda hoje são os mercados, não os Estados — criticou Soares em entrevista ao GLOBO, em 2011.

Após a morte da mulher, em julho de 2015, foi se retirando da vida pública. Visivelmente debilitado, foi homenageado em julho passado pelo atual governo socialista. Sua última aparição pública ocorreu em setembro, durante uma homenagem à sua falecida Maria Barroso.

— Soares se agarrou a três ou quatro ideias, fortíssimas, que são a liberdade, a Europa, a democracia. O melhor tripé de um grande projeto político — concluiu, no depoimento ao diário “Público”, a jornalista Maria João Avillez.

 

O Globo

WhatsApp da esposa do Eduardo Cunha

Transportadores calculam novo reajuste para o frete no Rio Grande do Sul

Novo aumento do frete pela frente. O Sindicato das Transportadoras de Cargas do Rio Grande do Sul está calculando o percentual e deve ter a definição na segunda-feira.

A informação é do presidente do Setcergs, Afrânio Kieling. E o motivo é o novo reajuste no preço do diesel, já que o combustível é o principal custo das transportadoras. Mesmo com a margem de negociação apertada com a crise, as transportadoras tendem a repassar o aumento.

O percentual que o Setcergs divulga é uma sugestão de aumento para o setor. Cada transportadora negocia valores com os clientes.

A Petrobras anunciou na última semana aumento de 6,1% no preço do diesel na refinaria. Estimou repasse de R$ 0,12 por litro para o consumidor final do combustível. É a segunda elevação consecutiva determinada pela estatal.

 

Blog Acerto de Contas

Por que muitos jovens entram no mundo do crime?

Muito importante esse relato.

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Olá ..., hoje um adolescente infrator me deixou sem ação e reação diante dele! Estava eu na delegacia fazendo mais uma cobertura de noticias policiais quando me deparei com um adolescente de 14 anos sentando esperando para ser autuado por porte ilegal de arma de fogo. Olhei para ele e pensei, mais um moleque que não fica preso, então nem vou perder meu tempo, mas enquanto aguardava uma outra ocorrência que estava a caminho da delegacia me aproximei dele e como as vezes faço comecei a dar conselhos para ele,
- sai dessa vida rapaz, você vai morrer, a vida das drogas e do crime não compensa."
Foi quando ele que até então estava calado olhou bem pra mim e disse:
- Seu Álisson, esse papo do senhor eu já cansei de ouvir, estava armado porque vendo droga, e ganho muito fazendo isso, mas eu antes de ser vendedor eu trabalhava numa oficina e sabe o que fizeram ? , denunciaram o dono da oficina porque eu estava trabalhando lá, ele me pagava legal, eu tinha minhas coisas, meu tênis, tinha tudo... Mas ele teve que me mandar embora para não ir preso, mas acho que ele esta até hoje respondendo na justiça por ter dado emprego a um menor . Depois eu fui trabalhar na feira da Avenida Antonio Sanches, trabalhei 07 meses e sabe o que aconteceu lá ? A mesma coisa que na oficina, tive que sair. Não sei quem é meu pai e minha mãe é uma coitada e eu tentei seu Alisson trabalhar honestamente, e ate trabalhava e estudava direito, mas não deixaram e achei no tráfico o sustento meu e da minha casa, então seu Alisson, guarda seus conselhos para esses safados que vocês votam e que acham que menor não pode trabalhar, mas pode roubar, matar e traficar, entrei nessa vida porque sem trabalhar quero um tênis mas não posso, quero comer um sanduíche no Bobs mas tambem não posso, quero ir no cinema tambem não posso, então já que não posso trabalhar como gente, vou traficar, pelo menos assim tenho dinheiro .
Tive que ouvir isto de um garoto de 14 anos estragado pelo sistema. Logo chamaram ele e não podemos continuar conversando.
Fiquei mudo e sai calado, sei que ha vítimas do sistema, mas foi um garoto de 14 anos que me calou mostrando-me o quanto nós, com nossas escolhas politicas erradas , estamos acabando com a juventude. Por causa dessas quadrilhas que colocamos e ainda mantemos no poder é que jovens estão matando, roubando e traficando... Ele disse: "Não posso trabalhar, mas posso roubar, traficar e matar!" Esse é o futuro que estamos construindo nesse país! Senhores eleitores, leiam isso e se envergonhem do Brasil que você esta deixando para essa juventude!
Alison Maia - Repórter Policial *vale a pena ler*

 

Fonte: https://www.facebook.com/Operacionais/photos/a.386349361404249.84524.386339128071939/1227248577314319/?type=3

Tradi e o hambúrguer número 1 de São Paulo

 

Publicado em 6 de jan de 2017

Donos da chapa da Tradi, Lierson e Lierson Jr. contam como decidiram parar de escrever sobre hambúrguer num blog para partir para a ação. Pai e filho se uniram ao restaurateur Marcelo Fernandes e inauguraram a lanchonete com sucesso: a casa levou o título de melhor de sua categoria em São Paulo pela edição especial Veja Comer & Beber. Acompanhe a entrevista da dupla com os editores Arnaldo Lorençato e Helena Galante.

 

Três bons filmes para aquecer 2017

 

 

Raw - Mandou Executar: Como éramos no Começo do YouTube #Superbizzarro

 

 

Jornal da Cultura | 06/01/2017