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Publicado por Sérgio Vitória em Sexta, 18 de março de 2016

 

Caminhada contra impeachment reúne 10 mil pessoas em Porto Alegre

 

Daniel Isaia - Correspondente da Agência Brasil

Porto Alegre - Manifestantes vão às ruas em ato contra o impeachment (Daniel Isaia/Agência Brasil)

Os manifestantes ocuparam várias quadras próprias das principais ruas do centro de Porto Alegre Daniel Isaia/Agência Brasil

Milhares de pessoas se reuniram hoje (18) no Centro Histórico de Porto Alegre em ato contra oimpeachment da presidenta Dilma Rousseff. Desde as 17h, os manifestantes ocuparam várias quadras próximas ao cruzamento entre a Avenida Borges de Medeiros e a Rua dos Andradas, popularmente conhecida por Esquina Democrática.

De acordo com estimativa da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, 10 mil pessoas participaram da manifestação.

Entre um e outro discurso de lideranças partidárias e de movimentos sociais, a multidão gritava “Não vai ter golpe, vai ter luta”. A maioria dos participantes vestia roupas vermelhas e muitos carregavam bandeiras do Brasil, de partidos políticos (PT e PCdoB) e de movimentos sociais, entre eles o MST e a CUT.

A empregada doméstica Lídia dos Santos disse temer que a instabilidade política do país permita que um governo de exceção seja instaurado, como em 1964. “Estou aqui porque quero lutar por um Brasil livre para meus filhos. Eu vivi durante a ditadura e reconheço o golpe quando vejo um em curso”, afirmou Lídia.

A caminhada pelas ruas do centro da capital gaúcha foi iniciada às 19h30 e encerrada pouco depois das 20h30.

“O povo não é bobo!”

Os manifestantes elegeram a Rede Globo como um dos principais alvos do protesto em Porto Alegre. A atuação da emissora na divulgação das notícias envolvendo o ex-presidente Lula foi encarada como “orquestração” para forçar a derrubada do governo Dilma.

Além da emissora, os participantes do protesto criticaram as atuações do juiz federal Sérgio Moro e do Ministério Público Federal na condução “política” da Operação Lava Jato.

 

 

Agência Brasil

 

Passeata pela Democracia reuniu 70 mil pessoas no centro de Salvador

 

Sayonara Moreno - Correspondente da Agência Brasil

Manifestação contra o impeachment em Salvador

Manifestação contra o impeachment em Salvador reuniu estudantes e representantes de movimentos sociais de toda a BahiaSayonara Moreno/Agência Brasil

Saiba Mais

Terminou por volta das 19h30 a Passeata pela Democracia em Salvador. O ato começou no início da tarde de hoje (18), no Campo Grande, área central da cidade, e seguiu até a Praça Castro Alves. Segundo a Polícia Militar, que acompanhou o movimento, cerca de 70 mil pessoas participaram da manifestação contária ao impeachment e ao juiz Sérgio Moro e “a favor da democracia”.

Estudantes, representantes de movimentos sociais e centrais sindicais foram acompanhados por um trio elétrico levando bandeiras do Brasil e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), organizadora do ato. Frases como “Não vai ter golpe” foram entoadas entre os manifestantes, que carregavam bandeiras, cartazes e faixas em apoio ao governo da presidenta Dilma.

A manifestação reuniu militantes, estudantes e representantes de centrais sindicais e movimentos sociais de várias cidades do interior da Bahia.

"Hoje é dia de festa para a democracia, porque a população brasileira quer defender o país e quer que continue a distribuição de renda e a inclusão social. As pessoas vieram dizer sim à democracia e não ao golpe. São homens, mulheres, trabalhadores e trabalhadoras,  jovens e crianças dizendo não ao golpe", informou o presidente da CUT na Bahia, Cedro Silva, pouco antes do início da passeata.

Durante o percurso, na Avenida Sete de Setembro, estudantes e integrantes da Frente Popular da Juventude realizaram um jogral, encerrado com a frase "Dizemos não ao golpe e seguiremos em marcha".

 

 

Agência Brasil

 

'Entrei para ajudar Dilma', diz Lula a manifestantes na Paulista - Política - Estadão

Em discurso durante ato pró-governo em São Paulo nesta sexta-feira, ex-presidente afirmou que oposição está 'atrapalhando Dilma a governar'

POLITICA.ESTADAO.COM.BR

Podia ter tantas coisas mas ele só quis isso!

Publicado por Link Irado em Quarta, 16 de março de 2016

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Apoio ao governo e aos direitos sociais leva quase 3 mil às ruas em Manaus

 

Bianca Paiva – Correspondente da Agência Brasil

Manifestação em Manaus reuniu cerca de 2.800 pessoas

Manifestação  em  Manaus  reuniu  cerca  de  2.800 pessoas, conforme cálculo da PM  Bianca Paiva/Agência Brasil

A manifestação contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff levou cerca de 2.800 pessoas à Avenida Sete de Setembro, no centro de Manaus, conforme cálculo da Polícia Militar (PM) do Amazonas. Os participantes do ato defendem ainda a democracia e os direitos sociais.

A concentração começou por volta das 16h, no Largo São Sebastião, em frente ao Teatro Amazonas. Inicialmente estimado em cerca de 500 participantes, o protesto foi crescendo ao logo do dia, com a realização de uma passeata pelas ruas da cidade.

Vestidos de vermelho e branco, usando apitos e carregando bandeiras do Brasil, de movimentos sociais, sindicais e do PT, os manifestantes gritam, a todo momento, “não vai ter golpe”.

O representante comercial Toni Pinheiro disse que aderiu ao protesto para defender a democracia brasileira e criticar a postura parcial de alguns veículos de comunicação do país. “Eu estou em defesa dos direitos, da liberdade e da democracia, que está sendo ameaçada a todo custo. Temos visto um trabalho maciço da mídia contra o governo, distorcendo fatos e inflamando as pessoas. Um governo que vem trabalhando, cometendo alguns erros, o que é normal, mas trabalhando, e que foi eleito democraticamente”, afirmou Pinheiro.
Prestar apoio à presidenta Dilma Rousseff foi o que levou a presidenta da Associação Afrodescendente e Indígena do Amazonas, professora Elisoneide Rodrigues, à manifestação desta sexta-feira.
“Estou aqui para apoiar a presidenta Dilma, uma mulher que sempre lutou pelas causas dos movimentos sociais. E nós, mulheres negras, a partir dos governos de Lula e da presidenta Dilma, tivemos mais oportunidade de fazer nossas propostas, porque a população negra é uma parcela excluída da sociedade e, no governo deles, teve essa abertura”, disse a professora.

Indígenas de diversas etnias saíram às ruas de Manaus em apoio a Dilma

Indígenas de várias etnias saíram às ruas para apoiar a presidenta Dilma RousseffBianca Paiva/Agência Brasil

Indígenas destacam avanços

A indígena Marta Ariá, da etnia Sateré-Mawé, saiu do município amazonense de Barreirinha para participar do ato em Manaus e defender a permanência de Dilma Rousseff na Presidência da República. “É uma história que nunca aconteceu no Brasil, porque a nossa presidenta é mulher. A mulher está conseguindo ganhar um espaço de poder. Por isso, estou aqui para defender a presidenta e tudo o que ela vem fazendo em prol das mulheres, porque nunca nós tivemos espaço. Depois que ela assumiu, nós avançamos muito, tanto politicamente quanto na questão de direitos”, declarou a artesã indígena.

Na capital amazonense, o protesto também é contra a postura do juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, e a favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É o caso do professor Antônio Delfino, que disse não quer "justiça de exceção" no país. "A justiça tem que ser para todos. O que nós estamos vendo nos últimos dias é a priorização da justiça em detrimento de determinado grupo. Por isso, estamos aqui para gritar 'fica, Dilma', 'não ao golpe' e 'respeite a democracia'”, afirmou Delfino.

O protesto em Manaus é organizado pela Frente Brasil Popular. Cerca de 200 policiais militares foram acionados para garantir a segurança durante a mobilização. Durante a passeata, houve um início de conflito entre um grupo favorável e outro contrário ao governo, mas a PM foi acionada e o problema, resolvido.

Quando o ex-presidente Lula começou a falar durante a manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, em Manaus, os participantes interromperam a caminhada para acompanhar o discurso em um telão instalado no local.

De manhã, membros do Poder Judiciário e do Ministério Público fizeram um ato em defesa do juiz Sérgio Moro em frente ao prédio da Justiça Federal em Manaus.

 

Agência Brasil

 

 

No Recife, manifestantes lotam ruas do centro contra impeachment de Dilma

 

Sumaia Villela – Correspondente da Agência Brasil

A manifestação contrária ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) e a favor da democracia no Recife ocupou as ruas do centro da cidade na tarde e noite de hoje (18). Convocado pela Frente Brasil Popular, que reúne dezenas de partidos e movimentos sociais, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), o ato começou às 15h na Praça do Derby, zona central da capital pernambucana.

Às 17h os manifestantes saíram em caminhada até a Praça da Independência. No percurso, lotaram a Avenida Conde da Boa Vista, uma das maiores da região. Em meio à manifestação, se destacava a presença de grupos de maracatus, de caboclinhos (manifestação cultural popular de Pernambuco), bonecos gigantes de Olinda até o dragão de pano do bloco de carnaval Eu Acho é Pouco. A maior parte das pessoas vestia vermelho, mas muitos optaram pelo verde e amarelo, entre bandeiras do Brasil e de Pernambuco.

Cartazes e faixas pediam a continuidade de Dilma Rousseff na Presidência da República, demonstravam apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criticavam o juiz Sérgio Moro e a Operação Lava Jato. A taxação de grandes fortunas e a reforma política também apareceram entre as reivindicações.

Além de militantes de movimentos sociais de várias áreas, indígenas, homossexuais e estudantes, pessoas que não fazem parte de organizações mas que julgam a tentativa de impeachment como uma tentativa golpe de Estado também se juntaram à manifestação.

“Vim participar em razão dos ataques às garantias individuais e coletivas do cidadão brasileiro, o desrespeito à Constituição que tem se verificado nos últimos meses, mas sobretudo em defesa da democracia nesse país. É preciso que a gente passe a respeitar, e de forma duradoura, as regras e o jogo democrático, saiba sobretudo perder e respeitar resultado das urnas. Nesse país se quer ganhar as coisas pela força, como já aconteceu”, disse o professor universitário José Batista, 60 anos.

O estudante de administração Ivanildo Carneiro, 22 anos, segurava um cartaz em que acusava Moro de combate seletivo à corrupção. Na opinião do universitário, o alvo principal do juiz é o PT, apesar de outros partidos e políticos serem citados em delações premiadas da Lava Jato. “Eu sou contra a corrupção e sou contra a forma que o Moro está fazendo as investigações. Acho que ele está indo só para o lado do PT, tem que investigar todos da mesma forma, igualmente”, critica.

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Pró-governo e críticos

Alguns manifestantes defendiam diretamente o governo de Dilma e também do ex-presidente Lula, sob argumento de avanços sociais, como Lindalva Ernestina, 57 anos, vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Altinho, município do interior de Pernambuco. “Estamos aqui em prol de Dilma e de Lula. A fome no Brasil só acabou com Lula no poder, e agora com Dilma”, defendeu.

A assistente social Wanessa Pontse, 28 anos, de Olinda, disse que o país melhorou nos anos de governo do PT. “Não é uma questão do que o governo não está fazendo, mas do que está impedido de fazer. Quando a gente analisa o histórico, a gente vê que houve avanços, mas o cenário econômico também está desfavorável. A crise de 2008 a gente está sentindo agora. Não podemos descolar o cenário nacional do internacional”, analisou.

Entre os presentes também havia críticos ao PT e ao governo atual, mas que consideram que o impeachment não é o caminho, caso da universitária Telma Pinheiro, 21 anos, que não participa de nenhum movimento organizado. “Vim manifestar minha opinião, meu direito, a favor da democracia e temendo um golpe de Estado. Não sou petista, não concordo totalmente com a política do PT mas acho importante manifestar minha opinião”.

Militantes do PSOL, partido com muitas críticas ao governo Dilma Rousseff, também participaram do ato de hoje no Recife. O historiador Gilberto Borges, 41, disse que, apesar de não concordar com o programa político do PT, resolveu ir ao ato por entender que a democracia está ameaçada. “O PSOL acredita que as medidas econômicas e as alianças políticas do PT estão prejudicando os trabalhadores, mas a gente está aqui em defesa da democracia, do direito de se manifestar. O Judiciário brasileiro foi contaminado partidariamente, está sem legitimidade para julgar ninguém”, avaliou.

Presença de políticos

Políticos também participaram do ato, entre eles o vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, deputado Sílvio Costa (PTdoB-PE), que defendeu o governo e criticou o processo de impeachment em discurso feito em cima de um dos trios elétricos.

Costa disse que está seguro que a oposição sairá derrotada. “Não vai ter impeachment. Vamos matar essa brincadeira com 30 dias. O problema é o seguinte: esse impeachment não tem base jurídica, foi fruto do ódio de Eduardo Cunha [presidente da Câmara]”, disse em entrevista após o discurso.

Ontem (17), a Câmara criou a comissão especial que vai analisar o processo contra Dilma.

 

Agência Brasil

 

 

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Manchette : Sérgio Moro coloca Dilma em seu devido lugar e lembra que ela não tem autoridade...

Sérgio Moro coloca Dilma em seu devido lugar e lembra que ela não tem autoridade para julgar suas ações Sem perder a elegância, Sérgio Moro rebate ataque…

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Gilmar Mendes suspende a posse de Lula; processo volta ao juiz Sérgio Moro

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu hoje (18) suspender a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cargo de ministro-chefe da Casa Civil. O ministro atendeu a um pedido liminar do PPS e do PSDB, em uma das 13 ações que chegaram ao Supremo ontem (17) questionando a posse de Lula.

A primeira decisão que barrou a posse foi proferida ontem pelo juiz federal Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, logo após a cerimônia realizada no Palácio do Planalto.

Após a decisão, o ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo,recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que reverteu a decisão proferida pelo juiz. Em seguida, outras decisões no Rio de Janeiro e em São Paulo suspenderam a autorizaram para a posse.

Na mesma decisão, Mendes decidiu que os processos que envolvem Lula na Operação Lava Jato devem ficar sob a relatoria do juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba. Ontem (17), Moro decidiu enviar os processos ao Supremo em função da posse do ex-presidente no cargo de ministro da Casa Civil, fato que faz com que Lula tivesse direito ao foro por prerrogativa de função.

Lula é investigado na Lava Jato por suposto favorecimento da empreiteira OAS na compra de uma cota de um apartamento no Guarujá e por benfeitorias em um sítio frenquentado pelo ex-presidente.

Em seu despacho, Gilmar Mendes disse que a nomeação de Lula para o cargo de ministro teve objetivo de retirar a competência de Moro para investigá-lo.

"É muito claro o tumulto causado ao progresso das investigações, pela mudança de foro. E autoevidente que o deslocamento da competência é forma de obstrução ao progresso das medidas judiciais. Só por esses dados objetivos, seria possível concluir que a posse em cargo público, nas narradas circunstâncias, poderia configurar fraude à Constituição", argumentou o ministro.

Conversas entre Dilma e Lula

Sobre a divulgação de conversas telefônicas de Lula com a presidenta Dilma Rousseff, com o presidente do PT, Rui Falcão, e com o ministro da Chefia de Gabinete, Jaques Wagner, Mendes disse que o conteúdo dos grampos revela que o objetivo da nomeação de Lula seria uma forma de concreta de obstar desdobramentos das investigações, como a prisão preventiva e processo criminal.

"A presidente claramente orienta Luiz Inácio Lula da Silva quanto à utilização do documento: 'só usa em caso de necessidade'. A tese de que a Presidência ficaria com o documento e só usaria se o empossando não fosse à cerimônia não se coaduna com o dito na conversa.” 

Gilmar Mendes também questionou a versão dada por Dilma sobre o envio de uma cópia do termo de posse a Lula, um dia antes da cerimônia, caso o ex-presidente não pudesse comparecer à cerimônia.

“Ocorre que a legislação de regência veda essa hipótese. Se Luiz Inácio Lula da Silva não estivesse presente na cerimônia de posse, duas consequências poderiam ocorrer: ou ele não tomaria posse – podendo fazê-lo a qualquer momento, no intervalo de trinta dias contados da publicação da nomeação – ou tomaria posse por procuração – caso enviasse mandatário com poderes específicos.”

Confira trecho da conversa entre a presidenta Dilma Rousseff e Lula, divulgada na quarta-feira (16), após autorização do juiz Sérgio Moro.

DILMA: Alô.
LULA : Alô.
DILMA: Lula, deixa eu te falar uma coisa.
LULA: Fala querida. "Ahn"
DILMA: Seguinte, eu tô mandando o "BESSIAS" junto com o PAPEL pra gente ter ele, e só usa em caso de necessidade, que é o TERMO DE POSSE, tá?!
LULA: "Uhum". Tá bom, tá bom.
DILMA: Só isso, você espera aí que ele tá indo aí.
LULA: Tá bom, eu tô aqui, eu fico aguardando.
DILMA: Tá?!
LULA: Tá bom.
DILMA: Tchau.
LULA: Tchau, querida

 

Agência Brasil

 

Dois homens que como os bons pensam que honestidade e honra deve ser de graça, mas no Brasil o preço é muito alto.
Por isso o meu apoio a esses HERÓIS que não fogem a luta.

Foto de Mussum Forévis.

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Publicado por Sérgio Vitória em Sexta, 18 de março de 2016

O deputado federal esculachou a quadrilha petralha...

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Ato contra impeachment vira show pela democracia no Rio de Janeiro

 

Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Manifestantes fazem ato contra o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff e em apoio ao ex-presidente Lula na Praça XV, centro da cidade (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Manifestantes fazem ato contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff e em apoio ao ex-presidente Lula na Praça 15, centro da cidadeFernando Frazão/Agência Brasil

Milhares de pessoas lotaram hoje (18) à a Praça 15, no centro do Rio de Janeiro, no início da noite de hoje (18), onde vários artistas se revezaram no palco do evento Canto da Democracia - Ato Festival por mais direitos. A Polícia Militar do Rio de Janeiro não divulgou estimativa de público, mas a praça ficou completamente cheia, com público equiparado a blocos de carnaval que ocorrem no local, como o Boitatá.

Segundo os organizadores, o Centro de Operações da prefeitura estimou em 70 mil o número de pessoas presentes ao ato. A multidão gritava frases como "Não vai ter golpe", "O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo", "Lula, ministro da esperança" e "Olê olê olê olá, Lula, Lula".

Entre os artistas, se apresentaram Geraldo Azevedo, Otto e Teresa Cristina, que emocionou o público cantando, com o público, O bêbado e a equilibrista, de João Bosco e Aldir Blanc, e OCanto das três raças, de Clara Nunes. Também discursaram sindicalistas, políticos, lideranças de movimentos sociais, jovens, estudantes e os atores Letícia Sabatela e Osmar Prado.

Rio de Janeiro - Movimentos sociais fazem ato na Praça XV, centro da capital fluminense, contra processo de impeachment (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Representantes de movimentos sociais também participaram do ato no RioTomaz Silva/Agência Brasil

O clima foi de tranquilidade e festa. Muitas pessoas vestiram vermelho e algumas carregavam bandeiras do Brasil, inclusive uma costurada sobre outra vermelha. Nos adesivos e faixas, dizeres com Abaixo o golpe,impeachment não”, “Fora Cunha, fica Dilma”, “Lula vale a luta” e “Meu voto tem poder”.

Diretora da União Brasileira de Mulheres no Rio de Janeiro, Dilcéia Quintela afirmou que a vida do povo brasileiro melhorou muito nos últimos 12 anos, mas que, desde 2014, a presidenta Dilma Roussef não tem conseguido governar “porque quem perdeu as eleições em 2014 não deixa ela governar".

“Estamos aqui em defesa da democracia e contra o golpe que querem dar no país. O golpe seria o impeachment da presidenta da República sem nenhuma prova contra ela. O que tem de prova contra a Dilma? Até agora não apresentaram nada. Então, porque que abriram ontem a comissão de impeachment. O presidente da Câmara é quem deveria ser impedido.”

O presidente da CUT Rio, Marcelo Rodrigues, explicou que o ato a favor da democracia foi "para dizer que não vai ter golpe”. "Hoje em dia quando se fala em golpe não é mais de baioneta e tanque na rua. É um golpe midiático-judiciário, com grandes veículos comprando delação e comprando vazamento seletivo dado por um juiz que acha que manda mais do que a Justiça. Esse é o golpe em curso. Os últimos acontecimentos só reforçam a impressão de que há um golpe em curso e precisamos resistir. E golpe se resiste com o povo na rua.”

O produtor cultural Pablo Capilé, idealizador do coletivo Fora do Eixo, disse que diversos setores da sociedade se uniram contra o que chamou de "golpe midiático”. “Tem uma oposição bandida que está tentando subverter o estado de direito e impor que uma quadrilha tome de assalto a República. Isso não pode acontecer. Estamos nos somando, CUT, MST, Levante Popular da Juventude, UNE, UJS, Fora do Eixo, artistas, intelectuais, ativistas, sindicalistas, trabalhadores, camponeses, sem-seto. Estamos juntos”.

Rio de Janeiro - Movimentos sociais fazem ato na Praça XV, centro da capital fluminense, contra processo de impeachment (Tomaz Silva/Agência Brasil)

De acordo com o Centro de Operações da prefeitura do Rio, 70 mil pessoas participaram do atTomaz Silva/Agência Brasil

A atriz Letícia Sabatela, que durante a semana apareceu ao lado de outros artistas em dois vídeos divulgados pelas redes sociais, um em que fala contra a corrupção e favor da democracia e outro em que chama para o ato de hoje, também defendeu o estado democrático de direito.

"É a hora de a gente se unir, mais do que nunca, mesmo com toda as questões contrárias ao governo. A gente tem de exigir uma reforma política e não a manutenção desse estado de corrupção. Temos de lutar por essa democracia adquirida a duras penas, de modo que ela não se esvaia de nossas mãos. Que a gente não perca isso pela imposição, pela força e truculência. Estamos vendo o povo brasileiro sendo tratado como massa de manobra."

O músico Gabriel Muzak disse ter receio de que as “gangues reacionárias” tomem o poder na marra. “Na marra eles não vão tomar. Tem muita gente, como eu, que não está aqui por questões partidárias ou para defender um lado de uma polarização, mas porque acha importante para o fortalecimento da democracia, para que as leis que regem a gente não sejam atropeladas por interesses maiores do que isso que não está sendo mostrado”. Ele fez críticas ao governo, principalmente à pouca atenção dada à sustentabilidade e a relação com o agronegócio.

Integrante do Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo, Silvia Anjos afirmou que a disputa política que o Brasil vive atualmente está diretamente relacionada à exploração do pré-sal.

"Toda essa oposição fala em corrupção, mas os interesses reais são econômicos. É o pré-sal, o petróleo. Estamos vivendo uma primavera árabe, sem guerra e sem sangue, mas pela luta da mídia, que está comprada e interessada em entregar nosso patrimônio. A mudança [no marco regulatório do pré-sal] foi proposta pelo senador José Serra (PSDB-SP). A Dilma tem chance de vetar, mas a oposição quer entregar".

Muitas pessoas ocuparam também a escadaria e a frente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), ao lado da Praça 15. Por volta das 20h a praça começou a se esvaziar.

 

Agência Brasil

 

 

Brasília: no Museu da República, canhão de laser projeta "Não vai ter golpe"

 

Ivan Richard - Repórter da Agência Brasil

Brasília - Manifestantes fazem ato contra processo de impeachment e defesa do governo, na Esplanada dos Ministérios (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Manifestantes projetam a frase "Não vai ter golpe" no Museu da RepúblicaFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Os manifestantes que participam de ato contra o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff e em solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocuparam todas as faixas do Eixo Monumental, na Esplanada dos Ministérios, no centro de Brasília. Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, mais de 4 mil pessoas participam do ato.

Com gritos de ordem e críticas ao juiz Sérgio Moro, aos partidos de oposição e ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), os manifestantes marcham em direção ao Congresso Nacional. Muitos já estão no gramado em frente à sede do Legislativo. Antes, por cerca de duas horas, eles ficaram concentrados em frente ao Museu da República, onde foi projetada a frase "Não vai ter golpe!!!". A máquina de laser usada para a projeção estava em um carro de som. À medida que o carro andava, a frase ia sendo projetada em outros prédios da Esplanada.

Os manifestantes, em sua maioria vestidos com camisas vermelhas, exibem cartazes em favor do governo, bandeiras do Brasil, do PT e do MST, aos gritos de "não vai ter golpe", em referência ao processo de impedimento da presidente Dilma.

Cerca de 3 mil policiais acompanham a manifestação. Uma barreira foi montada em frente ao Congresso Nacional.

O ato é organizado pela Frente Brasil Popular, organização que reúne partidos políticos e mais de 60 entidades, como a Central Única dos trabalhadores (CUT), e pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Segundo os organizadores, depois do ato em frente ao Congresso, os manifestantes irão para frente do Palácio do Planalto, sede do governo federal.

 

Agência Brasil

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