O CRIME JÁ FOI PRATICADO

CARLOS CHAGAS

A presidente Dilma completou ontem o repasse de 72,5 bilhões de reais para o Banco do Brasil, a Caixa Econômica e outros bancos públicos, dinheiro que havia retirado de seus cofres para equilibrar as contas do governo.  Assim, Madame  livrou-se das acusações de haver apelado para recursos ilegítimos que a lei proibia, imaginando escapar do processo de impeachment aberto contra ela no Congresso.
O diabo é que o crime já havia sido praticado, mas tem pior nessa equação contábil.  Só no Rio, para não lembrar outros Estados, a saúde pública encontra-se em frangalhos, com a população à míngua, amontoada sem tratamento em filas na porta de hospitais e postos de saúde.
Os 72,5 bilhões serviram para equilibrar as despesas dos estabelecimentos oficiais ou para  evitar o sofrimento dos fluminenses abandonados e entregues à própria sorte, sem médicos, enfermeiros, remédios e equipamento imprescindível à própria sobrevivência?  No Rio e no restante do país.
O que teria sido melhor?  O desvio ou o uso da quantia desviada para minorar as agruras da população?  A quem deve atender o poder público? Ao cidadão carente ou ao governante em vias de perder o mandato e parar na  cadeia?  Pior ainda quando se conclui que o rombo nas contas públicas não se limitou aos 72,5 bilhões, pois em 2015 alcançou 118, 6 bilhões.
Evidência maior inexiste de incompetência administrativa, em especial se puder ser aferida a quantia surripiada pela corrupção na Petrobrás e demais empresas públicas. Já tem gente presa, entre políticos, parlamentares, empreiteiros e altos funcionários, mas até agora não se conseguiu somar o quanto foi desviado.  Provavelmente muito mais do que 118.6 bilhões. Há quem calcule acima de trilhões. Será que  os ladrões poderão devolver? Conseguirá o governo aplicar o dinheiro roubado em benefício da sociedade?
Ontem, último dia do ano, tudo continuou subindo, dos transportes coletivos ao dólar, da inflação aos gêneros de primeira necessidade. Dos impostos à taxas e tarifas, os alugueis e os combustíveis. Menos os salários. Parece evidente que nada vai mudar.

A ESTABILIDADE DA SAFADEZA NO REINO DA SEM-VERGONHICE

Aileda de Mattos Oliveira (3/1/2016)
Uniram-se as vozes de políticos e jornalistas na conversa fiada sobre a estabilidade do país. Munição sem renovação no arsenal da hipocrisia. No rastro, os desavisados que ligam ‘instabilidade’ só à luta armada, e os maneirosos que olham por cima da ruína do Estado com a condescendência de quem defende a soberana manutenção do cargo.
Estes últimos nos decepcionaram por lhes faltar espírito de chefia e optarem por uma atuação apagada, frouxa, inexpressiva. É o diagnóstico que fazemos de lideranças doentes.
As repetidas ameaças de eliminação da parte atuante da população, de maneira sumária, por chefetes de beleguins dessa escória que mandou o Brasil às favas, sequer foram questionadas.
Mesmo diante desse quadro, que vem sendo, há muito, pintado por mãos canhestras, estão sendo relegados a plano secundário, compromissos assumidos com o país por aqueles que juraram defendê-lo. Limitarem-se à concordância com apátridas que já ousaram impor a sua vontade pela força das armas, é submeterem-se a eles. Os vencidos pelos Antigos Chefes limitam as ações dos Novos, que recuam intimidados. Perdem espaço e não se importam.
O país está sem freio, sem políticas públicas emergenciais e de longo prazo. Sob a lama da ganância empresarial e da irresponsabilidade governamental, pessoas perderam casas, familiares e suas referências existenciais. Isso soa aos ‘ecologistas’, abastecidos pelo erário, uma cantilena de igreja. Acostumados a atanazarem moradores que podam galhos de árvores e a interferirem nas construções de hidrelétricas benéficas a milhares de habitantes, calaram-se, omitiram-se porque são falsos os seus propósitos, perniciosa a sua atuação, vendidos a interesses estranhos.
Por idêntica razão, muda, embalando-se em sua Rede, nada Solidária, permanece Marina, a zelosa protetora de terras ricas em minérios, protegidas pelos manipulados índios, em favor de seu amigo príncipe Charles, daquele Reino, Unido nas pretensões amazônicas. Agora, o Chefe, de quem recebe as ordens, está preocupado com a Síria. Nada a declarar, portanto.
Infamante as cenas de crianças e idosos, em colchões improvisados, deitados nas calçadas em ruas do Maranhão, Piauí, Rio de Janeiro, dias seguidos, enfileirados nas portas dos hospitais para conseguirem senha. O atendimento médico fica para as calendas. Pessoas abandonadas pelo poder público, enquanto a maquiavélica se hospeda em hotéis de grife, sempre com um carro baú atrás.
Não há adjetivos que configurem, de maneira fotográfica, essa criatura desclassificada.
Esse é um governo que deveria ser punido por crime doloso. Grupos de meliantes não deixam as instituições funcionarem e a área de saúde é a da exposição da degradação de brasileiros, considerados supérfluos, abandonados como trastes, nas calçadas. Aparelhos hospitalares desativados, remédios com validade jogados fora, hospitais sem médicos, levando-nos a pensar duplamente, se é mais um caso de corrupção aguda ou se há intencionalidade criminosa no descarte de pessoas doentes? Sim, estamos num governo de esquerda, portanto, tudo é possível!
Insensíveis criaturas, primatas morais, que se lambuzam nos privilégios, tornam-se bilionários com o dinheiro público, hospedam-se em estrelados hotéis, enquanto espojadas ao léu, pessoas, precisando urgentemente de atendimento médico, são ignoradas pelos políticos larápios, e pelos funcionários dos hospitais, estressados e esquecidos pela safadeza que impera no país.
Estamos no reino da sem-vergonhice, explícita, afrontosa, odiosa, e, sem o outrora braço forte, contamos, unicamente, com a mão amiga de outros brasileiros, dispostos a pôr o Brasil nos trilhos.
(Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa )

O SILÊNCIO DE DILMA


por Percival Puggina. Artigo publicado em 31.12.2015

 Já fizemos desastrosas experiências com líderes carismáticos. Fomos do empresário bem acabado e milionário Collor ao operário mal acabado e pobretão Lula. Hoje não se sabe qual o mais abastado. Exceto pelos dois beneficiários, foi tudo em vão porque líderes carismáticos são causa de instabilidade e insegurança política. Embora tantos preguem diferente, a política pode passar muito bem sem pessoas assim. Ela precisa é de líderes capazes de conduzir competentemente o barco nacional. Nós temos Dilma Rousseff.
 Entre honrosas exceções, a maioria dos políticos brasileiros cuidam do próprio barquinho. Essa condução, quando envolve interesse nacional, decide seu rumo sentindo para onde aponta o vento da opinião pública. Não são líderes, mas seres erráticos liderados por orientações mutáveis como as brisas, os ventos e os redemoinhos. Observem o PMDB e depois me digam se estou errado. Quantos deputados têm tutano para subir à tribuna e enfrentar a ira das galerias?
 Agora, a presidente Dilma. O governo petista, desde 2003, deu continuidade àquilo que o PT sempre foi - uma escola da mentira. Mentiam sobre si mesmos, sobre a História, sobre os outros destruindo injustamente muitas reputações, mentiam sobre suas reais intenções, sobre a conduta de suas referências internacionais. Mentiram tanto que convenceram a maioria da sociedade que as demagógicas bandeiras e propostas com que atacavam todos os governos ao longo de seu caminho, trariam a prosperidade e a paz social. No entanto, às vésperas da eleição de 2002, rasgaram toda a parolagem num picador de papel e redigiram a famosa "Carta ao povo brasileiro". Nela, desmentiram-se publicamente. Quatro anos mais tarde passaram a desmentir a própria carta e, gradualmente, foram quebrando o país. Para esconder a quebradeira mentiram como nunca em 2014.
Melancólico final de ano vivido pelo Brasil! Somos objeto de escárnio e do descrédito internacional. Somos vistos como um país onde governantes roubam e deixam roubar. Ou você já viu algum alto dirigente do partido, ou gestor no governo, tomar a iniciativa de denunciar pixulecos e falcatruas ocorridos sob seus olhos? Nosso governo enfrenta indizível rejeição popular e não renuncia. Apenas silencia.
O silêncio de Dilma no Natal, por exemplo, deve ter sido muito apreciado por sua fiel devota, a CNBB. Sobre a reunião e confraternização das famílias e o espírito natalino, nenhuma palavra sequer da pessoa que deveria liderar o país. Nem mesmo genéricos votos de uma Noite Feliz. De Jesus, nem se fale. Agora, ao encerrar-se 2015, a presidente limitará sua fala à Nação, assim foi dito, a um artigo na Folha de São Paulo. Todo esse silêncio resulta de simples adição, cujas parcelas são: falta do que dizer, sentimento de rejeição, orgulho ferido, incompetência para o desempenho de suas funções. Se falar antes dos foguetes, leva panelaço. Se falar durante os foguetes, ninguém a ouvirá. Então, total silêncio desde o topo do poste.
Vamos enfrentar as dificuldades de 2016 com as instituições engasgadas, sob o comando de quem produziu o caos, tendo na presidência uma pessoa que confunde grosseria com autoridade, mau humor com seriedade, impeachment com golpe, mentira com verdade e verdade com mentira. É a receita certa para o fracasso.
Por tudo isso, o silêncio de Dilma é muito preferível à sua fala. Sua ausência desejada e sua presença incômoda.
________________________________
* Percival Puggina (71), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil, integrante do grupo Pensar+.
Um blog conservador e católico. Os artigos de Percival Puggina falam em defesa da democracia e dos verdadeiros valores.

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