A recente rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, repercutida pelo Senador Sergio Moro, traz à tona um alerta urgente: o STF precisa voltar a ser um guardião da Constituição, e não um ator político.
A declaração de Moro reforça o que grande parte da sociedade já percebe. Nos últimos anos, temos assistido a uma escalada preocupante do ativismo judicial, em que a corte muitas vezes atropela as prerrogativas do Congresso Nacional para impor pautas ideologizadas. Quando o tribunal passa a legislar e a invadir competências dos outros poderes, o Estado Democrático de Direito entra em risco.
O Judiciário não pode atuar como um puxadinho do Executivo, tampouco como um legislador sem voto. A cadeira de ministro da mais alta corte do país não deve servir como prêmio de lealdade política ao presidente da República, mas sim exigir rigor técnico, independência real e compromisso com a Constituição.
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