🩺 Equipe médica alerta para gravidade da pneumonia de Jair Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro, de 70 anos, encontra-se internado na UTI do hospital DF Star, em Brasília, enfrentando um quadro de broncopneumonia bacteriana bilateral classificado por sua equipe médica como o mais severo já registrado em seu histórico clínico.
⚠️ Estado de saúde e riscos
Em coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira (13), os médicos responsáveis, Claudio Birolini e Leandro Echenique, foram claros quanto à gravidade da situação:
Risco de morte: O médico Claudio Birolini alertou que, embora o paciente esteja estável no momento, a pneumonia aspirativa é uma condição crítica que pode evoluir rapidamente para insuficiência respiratória.
Causa recorrente: O quadro tem como principal fator desencadeante o refluxo gastroesofágico, uma complicação que decorre do histórico de diversas cirurgias abdominais sofridas pelo ex-presidente desde 2018.
Tratamento: Bolsonaro está sendo tratado com antibioticoterapia intravenosa e suporte clínico não invasivo. A previsão é de que o tratamento dure entre 7 a 14 dias, com uma recuperação considerada lenta devido à idade e às comorbidades preexistentes.
🏥 Contexto da internação
Bolsonaro foi transferido do Complexo Penitenciário da Papuda, onde estava preso desde janeiro, para a unidade hospitalar. Esta é a terceira pneumonia enfrentada pelo ex-presidente em pouco mais de um ano, sendo a mais preocupante até o momento. A rapidez no atendimento hospitalar foi citada como o fator decisivo para evitar, até o momento, a necessidade de intubação.
A internação ocorre em um momento de tensão jurídica. Recentemente, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, negou um pedido da defesa de Bolsonaro para a conversão da prisão preventiva em domiciliar. O magistrado reiterou que a manutenção da prisão decorre de violações anteriores, como a tentativa de rompimento da tornozeleira eletrônica.
Por determinação judicial, o ex-presidente conta com segurança 24 horas no hospital e tem a autorização para receber a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como acompanhante. Não há, até o momento, uma previsão de alta ou de retorno ao presídio.

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