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A presença de animais silvestres em ambientes domésticos pode causar susto, dúvidas e até riscos tanto para as pessoas quanto para os próprios animais. Entre eles, o gambá é um visitante comum em quintais e casas urbanas. Para lidar com essa situação, é essencial agir com rapidez, mas também com respeito à natureza.
Se um gambá aparecer em sua casa, mantenha a calma. Esse mamífero marsupial geralmente busca abrigo ou alimento. Não tente tocá-lo ou maltratá-lo — além de perigoso, isso configura crime ambiental, conforme a Lei 9.605/98 e a Instrução Normativa 141 do Ibama.
Acione órgãos responsáveis Contate a Secretaria de Gestão Ambiental ou o Centro de Zoonoses da sua cidade para o resgate seguro.
Iluminação noturna Como têm hábitos noturnos, manter o ambiente iluminado ajuda a afastá-los. Sensores de movimento são aliados eficazes.
Use cheiros repelentes Amônia, naftalina e alho são aromas que incomodam os gambás e funcionam como repelentes naturais.
Evite deixar comida exposta Não alimente o animal e mantenha alimentos e rações bem guardados.
Proteja sua lixeira Mantenha tampas bem fechadas, use correntes ou pesos e evite que os recipientes virem.
Aproveite pelos de pets Espalhar pelos de cães ou gatos escovados pode simular a presença de predadores e afastar o gambá.
Feche acessos à casa Vede rachaduras, buracos e possíveis entradas em telhados, garagens e forros.
Pode árvores próximas Como são bons escaladores, podar árvores evita que cheguem ao telhado.
Mantenha o ambiente limpo Evite acúmulo de lixo e mantenha terrenos e arredores livres de poluentes.
Apesar da má fama, o gambá é inofensivo e só ataca em defesa própria. Ele desempenha funções importantes na natureza:
Espalha sementes.
Controla pragas, alimentando-se de escorpiões, lagartos e até serpentes.
O gambá pode transmitir doenças como leptospirose pela urina, verminoses pelas fezes e raiva por mordidas. Por isso, é essencial higienizar os locais por onde passou com água, sabão e álcool.
Jamais capture ou tente soltar o animal por conta própria. Isso pode gerar estresse e ataques. Em caso de gambá ferido ou em perigo, acione os órgãos competentes para o resgate.
📌 Em resumo: os gambás não são inimigos. Eles são parte da cadeia ecológica e devem ser tratados com respeito. Seguindo medidas simples de prevenção, é possível afastá-los de casa sem causar danos ao animal ou ao meio ambiente.
O Brasil participou, apesar que de forma modesta, da I GM ("A Grande Guerra") que não trouxe expressivos ensinamentos para as milenares Arte e Ciência da Guerra. Conspícuos historiadores ressaltam, entretanto, o estoicismo e a bravura (a "incredible bravery") dos combatentes que suportaram as trágicas vicissitudes de um conflito global que se supunha ser o último deles. O assunto já foi muito bem analisado por renomados exegetas como o professor Ivan Rodrigues de Faria, in "Revista do Exército Brasileiro, volume 133, 3° trimestre de 1996"' e pelo coronel Luiz Ernani Caminha Giorgis, no seu excelente livro de memorabília, "O Brasil na I Guerra Mundial- o Centenário da Grande Guerra" (Klassika - Cultura Histórica, 2014).
Após 21 anos do término da I GM, eclodiu uma outra, de dimensões totais e globais, bem mais ampla e cruenta. E o Brasil teve de se envolver na nova guerra, em face de torpedeamentos de navios mercantes nacionais, por submarinos alemães.
A noção de ameaça composta surge quando diferentes fatores de risco se acumulam e se interligam, criando um cenário mais complexo e perigoso do que cada ameaça isolada. Trata-se de uma combinação de elementos políticos, militares, econômicos ou sociais que, juntos, exigem uma resposta preventiva para evitar que se transformem em crises de grandes proporções.
Multidimensionalidade: não é apenas um risco único, mas a soma de vários (terrorismo, instabilidade política, crises econômicas, desinformação, ataques cibernéticos).
Efeito cascata: uma ameaça pode potencializar outra, criando um ambiente de instabilidade.
Necessidade de antecipação: a resposta preventiva busca agir antes que o problema se materialize, reduzindo impactos.
Guerra Fria: a combinação de corrida armamentista, disputas ideológicas e crises regionais (como Cuba em 1962) representava uma ameaça composta. A resposta preventiva foi a criação de doutrinas de dissuasão e alianças estratégicas, como a própria Otan.
11 de setembro de 2001: os ataques terroristas nos EUA mostraram como redes transnacionais, falhas de inteligência e vulnerabilidades internas se somaram em uma ameaça composta. A resposta preventiva foi a criação do Patriot Act e a intensificação da vigilância global contra o terrorismo.
Crise financeira de 2008: não foi apenas um problema bancário, mas uma combinação de especulação imobiliária, falhas regulatórias e interdependência global. A resposta preventiva posterior incluiu reformas regulatórias e maior cooperação internacional.
Pandemia de Covid-19: representou uma ameaça composta ao unir riscos sanitários, colapso econômico e instabilidade política. A resposta preventiva envolveu medidas de isolamento, aceleração de vacinas e coordenação internacional.
Cibersegurança e desinformação: hoje, ataques digitais combinados com campanhas de fake news criam ameaças híbridas que podem desestabilizar democracias. A resposta preventiva inclui monitoramento digital, legislação contra desinformação e cooperação entre estados.
Mudanças climáticas: secas, enchentes e eventos extremos não são apenas fenômenos naturais, mas se tornam ameaças compostas quando somados a crises energéticas, migrações forçadas e disputas geopolíticas.
A ativação de uma doutrina preventiva significa reconhecer que esperar a crise acontecer é mais caro e arriscado do que agir antes. Essa lógica se aplica tanto ao campo militar quanto ao institucional e social.
Militar: antecipar ataques ou movimentos estratégicos.
Político: evitar rupturas institucionais e crises de governabilidade.
Econômico: criar mecanismos de proteção contra choques globais.
Social: fortalecer a resiliência da população diante de crises sanitárias ou ambientais.
📌 Em síntese: a ideia de ameaça composta nos lembra que os grandes desafios contemporâneos raramente são isolados. Eles surgem da interação de múltiplos fatores e exigem respostas preventivas coordenadas, capazes de neutralizar riscos antes que se tornem crises irreversíveis.
Por Alexandre Garcia
O tempo passou e no Supremo foi jogada uma pá de cal na esperança dos brasileiros, caiando fichas-sujas. E sepulcros caiados ambulantes continuaram agindo. A consequência é dolorosa para as instituições do estado brasileiro. O Master desaba sobre o Supremo e o Tribunal de Contas.
Anteontem fez nove anos que o relator da Lava Jato, ministro Teori Zavascki foi morto em queda de avião em Paraty. Na sua vaga, o presidente Michel Temer indicou Alexandre de Moraes. E foi sorteado relator da Lava Jato o ministro Edson Fachin, que entrara na vaga de Joaquim Barbosa. Com Barbosa, a Lava Jato era um marco do fim da impunidade no Brasil. O tempo passou e no Supremo foi jogada uma pá de cal na esperança dos brasileiros, caiando fichas-sujas. E sepulcros caiados ambulantes continuaram agindo. A consequência é dolorosa para as instituições do estado brasileiro. O Master desaba sobre o Supremo e o Tribunal de Contas. A caliça se espalha pelo Judiciário e, do TCU, empoeira o Legislativo. A mídia relata crise nas instituições. Crise causada por integrantes dessas mesmas instituições, agentes públicos que não quiseram preservá-las, que não obedeceram aos princípios da impessoalidade e da moralidade prescritos pela Constituição para o serviço público. Os interesses pessoais, as vaidades, as emoções, a ganância, prevaleceram.
Para o Supremo, a Constituição exige “notável saber jurídico e reputação ilibada”. Notável saber jurídico não é um saber jurídico acima da média. É um saber muito acima daqueles que estão acima da média. Avalia isso a sabatina do Senado? Quem foi reprovado duas vezes em exame para juiz e era nome desconhecido no meio jurídico, na academia, supostamente não passaria no vestibular do Senado, mas passou e agora contribui fortemente para o desabamento do Supremo, num efeito dominó do desabar do Master. E que reputação ilibada poderia a sabatina verificar? Como evitar alguém que não se declararia impedido de votar em causas em que estivesse envolvido, como com o PT no Mensalão e Lava Jato e agora nesse Master e o resort – e sabe-se lá que pessoas e fatos foram postos sob lacre e sigilo?
Como a sabatina do Senado conseguiria prever que candidatos a ministros do Supremo não tivessem formação ética e aceitariam ações vindas de escritórios de advocacia de seus parentes, distantes ou próximos? Alguns tão próximos quanto a proximidade conjugal, “uma só carne”. Inaugurou-se a ética relativa. O contrato de R$ 3,6 milhões/mês seria, em tempos de ética, impossível. Abre-se o vácuo ético e a origem do poder, o povo, percebe que há um sério risco para as instituições, porque os que as ocupam perderam a noção de moralidade. No TCU, que não é Judiciário mas auxiliar do Legislativo, um ex-deputado, sem formação em contas, agiu como advogado do Master, ameaçando o Banco Central; um desastre que coloriu o TCU de ridículo.
Seria intencional essa demolição das instituições? Enfraquecê-las para dominá-las e implantar um regime de arbítrio – já tanto praticado no Supremo? A despeito dos alertas do ministro Luiz Fux, de que o ativismo político exerce “ação deletéria”, Barroso aproveitou a presidência para transformar o Supremo em tribunal político, muito típico dos tempos soviéticos e nazistas. Aí, desandaram-se as muralhas do Direito e entrou o cavalo de Troia da política. Presidentes do Senado, podendo pôr em pauta requerimentos que tolheriam o mal pela raiz, encolheram-se, algemados em seus compromissos individuais. Tampouco esses parlamentares obedecem aos princípios constitucionais da impessoalidade e moralidade. A “cleptocracia”, diagnosticada por Gilmar Mendes, em 2015, voltou com reforços e ampliado poder de demolição.
Correio do Povo
O Grêmio superou o Guarany de Bagé por 2 a 0, na noite desta quarta-feira (21), no Estádio Estrela d’Alva, pela 4ª rodada do Campeonato Gaúcho. Os gols foram marcados por Carlos Vinícius e Edenilson. Agora, o Tricolor volta suas atenções para o Gre-Nal 449, que acontece no domingo, às 20h, no Beira-Rio.
Com o resultado, o time de Luís Castro chegou a nove pontos, garantindo vaga antecipada nas quartas de final do estadual. Momentaneamente, o Grêmio assumiu a liderança do Grupo B.
O confronto, inicialmente marcado para as 21h30min, atrasou cerca de 40 minutos devido a uma queda de energia no estádio. Segundo a CEEE Equatorial, o problema ocorreu em uma subestação pertencente ao clube de Bagé.
O Grêmio, escalado com uma equipe alternativa, encontrou dificuldades ofensivas diante da forte marcação do Guarany. As principais jogadas surgiram pelo lado esquerdo, com o colombiano José Enamorado, que criou boas oportunidades, incluindo um cruzamento para André Henrique, que acertou o travessão.
O Guarany apostava em lançamentos para o centroavante Welder, mas pouco ameaçou. O estreante Weverton, no gol gremista, defendeu com segurança o primeiro chute perigoso, de Tony Júnior, aos 22 minutos.
Logo no início do segundo tempo, o zagueiro Michel Bennech foi expulso após falta dura em Caio Paulista, confirmada pelo VAR. Com um jogador a mais, o Grêmio ganhou espaço e Luís Castro promoveu mudanças ofensivas, colocando Carlos Vinícius, Gabriel Mec, Aravena e Jefinho.
As substituições surtiram efeito:
Aos 28 minutos, Gabriel Mec cruzou da direita e Carlos Vinícius cabeceou para abrir o placar. Foi o quarto gol do camisa 95 em quatro rodadas.
Aos 36, em jogada que envolveu Caio Paulista e Carlos Vinícius, a bola sobrou para Edenilson, que girou e finalizou com categoria para fechar o placar em 2 a 0.
Guarany de Bagé 0 Jonathan; Raphinha (Allan Christian), Michel Bennech, Bruno Cardoso e Talles; David Cunha (Vitor Oliveira), Murilo e Marcos Antônio; Tony Junior (Marquinhos), Adailson (Alberte) e Welder. Técnico: William Campos.
Grêmio 2 Weverton; João Pedro (Marcos Rocha), Luís Eduardo, Viery e Caio Paulista; Dodi (Jefinho), Edenilson e Willian; Roger (Gabriel Mec), Enamorado (Aravena) e André Henrique (Carlos Vinícius). Técnico: Luís Castro.
Gols: Carlos Vinícius e Edenilson (Grêmio) Cartão vermelho: Michel Bennech (Guarany) Árbitro: Rodrigo Brand da Silva (RS) Assistentes: Luiz Paulo Duarte Rodrigues (RS) e Douglas Israel Paulo Vidarte (RS) VAR: Erico Andrade de Carvalho (RS) Data e hora: 21 de janeiro, quarta-feira, às 21h30min Local: Estádio Estrela d’Alva, Bagé
📌 Em resumo: com vitória sobre o Guarany de Bagé, o Grêmio garantiu classificação antecipada e chega embalado para o clássico contra o Inter no próximo domingo.