Vídeo - Um terço dos cursos de Medicina não atinge proficiência no Enamed 2025

 



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Guia prático: como afastar gambás de forma segura e sem agressão

 


A presença de animais silvestres em ambientes domésticos pode causar susto, dúvidas e até riscos tanto para as pessoas quanto para os próprios animais. Entre eles, o gambá é um visitante comum em quintais e casas urbanas. Para lidar com essa situação, é essencial agir com rapidez, mas também com respeito à natureza.

O que fazer ao encontrar um gambá?

Se um gambá aparecer em sua casa, mantenha a calma. Esse mamífero marsupial geralmente busca abrigo ou alimento. Não tente tocá-lo ou maltratá-lo — além de perigoso, isso configura crime ambiental, conforme a Lei 9.605/98 e a Instrução Normativa 141 do Ibama.

9 estratégias para afastar gambás sem feri-los

  1. Acione órgãos responsáveis Contate a Secretaria de Gestão Ambiental ou o Centro de Zoonoses da sua cidade para o resgate seguro.

  2. Iluminação noturna Como têm hábitos noturnos, manter o ambiente iluminado ajuda a afastá-los. Sensores de movimento são aliados eficazes.

  3. Use cheiros repelentes Amônia, naftalina e alho são aromas que incomodam os gambás e funcionam como repelentes naturais.

  4. Evite deixar comida exposta Não alimente o animal e mantenha alimentos e rações bem guardados.

  5. Proteja sua lixeira Mantenha tampas bem fechadas, use correntes ou pesos e evite que os recipientes virem.

  6. Aproveite pelos de pets Espalhar pelos de cães ou gatos escovados pode simular a presença de predadores e afastar o gambá.

  7. Feche acessos à casa Vede rachaduras, buracos e possíveis entradas em telhados, garagens e forros.

  8. Pode árvores próximas Como são bons escaladores, podar árvores evita que cheguem ao telhado.

  9. Mantenha o ambiente limpo Evite acúmulo de lixo e mantenha terrenos e arredores livres de poluentes.

O papel ecológico do gambá

Apesar da má fama, o gambá é inofensivo e só ataca em defesa própria. Ele desempenha funções importantes na natureza:

  • Espalha sementes.

  • Controla pragas, alimentando-se de escorpiões, lagartos e até serpentes.

Riscos à saúde

O gambá pode transmitir doenças como leptospirose pela urina, verminoses pelas fezes e raiva por mordidas. Por isso, é essencial higienizar os locais por onde passou com água, sabão e álcool.

Como agir sem agredir o meio ambiente

Jamais capture ou tente soltar o animal por conta própria. Isso pode gerar estresse e ataques. Em caso de gambá ferido ou em perigo, acione os órgãos competentes para o resgate.

📌 Em resumo: os gambás não são inimigos. Eles são parte da cadeia ecológica e devem ser tratados com respeito. Seguindo medidas simples de prevenção, é possível afastá-los de casa sem causar danos ao animal ou ao meio ambiente.

A GLORIOSA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA- (IV)

  O Brasil participou, apesar que de forma modesta, da I GM ("A Grande Guerra") que não trouxe expressivos ensinamentos para as milenares Arte e Ciência da Guerra. Conspícuos historiadores ressaltam, entretanto, o estoicismo e a bravura (a "incredible bravery") dos combatentes que suportaram as trágicas vicissitudes de um conflito global que se supunha ser o último deles. O assunto já foi muito bem analisado por renomados exegetas como o professor Ivan Rodrigues de Faria, in "Revista do Exército Brasileiro, volume 133, 3° trimestre de 1996"' e pelo coronel Luiz Ernani Caminha Giorgis, no seu excelente livro de memorabília, "O Brasil na I Guerra Mundial- o Centenário da Grande Guerra" (Klassika - Cultura Histórica, 2014). 

    Após 21 anos do término da I GM, eclodiu uma outra, de dimensões totais e globais, bem mais ampla e cruenta. E o Brasil teve de se envolver na nova guerra, em face de torpedeamentos de navios mercantes nacionais, por submarinos alemães.
    No entreguerras, a partir de 1919, atuou junto ao Exército Brasileiro, até 1939, uma Missão Militar Francesa (relembremos que a França foi uma das nações vitoriosas da I GM), a qual nos trouxe inúmeros benefícios, particularmente quanto a novos métodos de ensino castrense. Tal Missão, no entanto, não teve ingerência na Escola Militar do Realengo nem na Escola de Formação de Sargentos. Em Realengo, foi instituída a "Missão Indígena", ou como o nome indica, "natural da terra", autóctone, nacionalista, a fim de se diferenciar da mencionada Missão Francesa (os oficiais prestavam concurso para terem a honra de integrar os quadros da dita Missão). 
    Outra vez, como já explicado, os torpedeamentos de navios mercantes, que quase inviabilizaram a cabotagem nacional, foi o "primus inter pares" para o Brasil declarar guerra, inicialmente contra a Alemanha e a Itália. Campanhas difamatórias contra o país e os brasileiros foram desencadeadas, máxime nos estados do Sul, onde havia focos (quistos) de nazifascismo nas populações de origem alemã e italiana. O nosso governo foi sábio ao criar, mesmo antes da guerra, unidades do Exército nas cidades sulinas de colonização alemã e italiana, com vistas à integração nacional (até hoje essas organizações militares lá se encontram). Na Itália, os alemães e fascistas tentaram, por meio da propaganda, influenciar psicologicamente a nossa tropa. Consta que diziam de nós: "Ou são bravos ou são loucos; como não podem ser bravos só podem ser loucos" (o que não deixa de ser um superlativo elogio para os nossos soldados!). Aliás, numa breve recorrência histórica, anote-se que na Guerra do Paraguai, também a propaganda adversa foi muito empregada. Os paraguaios distribuíam o jornal "Cabichui" (que em guarani quer dizer 'vespa negra'), com acerbas críticas ao Imperador Dom Pedro II, aos comandantes militares e aos soldados brasileiros, sempre explorando o viés racial (éramos tachados de "macaquitos") pela existência de negros em nosso Exército (ver publicação, fartamente ilustrada, com 94 exemplares, do "Cabichui - Periódico de la Guerra de la Triple Alianza", Edición Museo del Barro, Assunción, 1984). A propósito, na Itália, circulava o nosso jornalzinho, o "Zé Carioca", na inspiração do "Joe Carioca" de Walt Disney...
    Em 1944, duas preocupações fundamentais avultaram de importância: 1) a defesa do território pátrio, em especial do estratégico 'saliente nordestino' (denominado de "Trampolim da Vitória") por causa das tropas alemãs no Norte da África; e também de nossas ilhas oceânicas, por meio de bases aeronavais. Natal era a segunda maior base aérea do mundo, somente inferior à de Nova Iorque e 2) a organização da 1ª DIE (Divisão de Infantaria Expedicionária), à base de 3 Regimentos de Infantaria, após a declaração do 'estado de beligerância' ou 'de guerra' contra a Alemanha e a Itália. O recrutamento em todos os estados da Federação foi extremamente difícil, como nos deixou narrado em importante livro, o ministro da Guerra, general Eurico Gaspar Dutra (por ilustração, afirme-se que tal recrutamento foi muito mais civilizado do que o ocorrido, por imperiosa necessidade, quando da Guerra do Paraguai - muitas vezes "a pau e corda").
    As FFAA brasileiras dispunham de um efetivo de 60.000 homens e não teriam, desafortunadamente, capacidade de constituir um Corpo de Exército (3 Divisões com cerca de 70.000 homens), como de início estabelecido. A formação da  1ª DIE foi, à época, contundentemente criticada. É que ao invés de se aproveitar, por exemplo, uma Divisão já existente no Rio de Janeiro, convocaram-se tropas de MG, SP , MT e do próprio RJ, o que assaz dificultou uma melhor preparação que foi realizada na Vila Militar do Distrito Federal (RJ), onde se deu a concentração geral. As outras duas Divisões seriam formadas, posteriormente, no Nordeste e no Sul. Entretanto, essa decisão aparentemente errada, propiciou que a FEB fosse representada por gente de todos os rincões do Brasil (patrícios de diversas classes sociais, religiões, profissões e níveis culturais, com as suas virtudes, defeitos, sotaques e idiossincrasias). Tal conduta foi primacial para uma maior união, melhor dizendo, coesão dos brasileiros pelo que se pode afirmar que os nossos expedicionários foram o "verdadeiro índice do povo brasileiro"...
    A tropa brasileira, a única da América do Sul a participar da guerra, ao chegar à Itália foi incorporada ao IV Corpo de Exército, do V Exército dos EUA, este ao comando do famoso general Mark Clark. O V Exército encontrava-se desfalcado, eis que 2 Corpos de Exército franceses foram transferidos para o seu país, após o desembarque aliado na Normandia ("Dia D", 6 de junho de 1944). Em decorrência dessa crítica situação, o "Destacamento FEB", à base do 6° RI, foi logo empregado no vale do rio Serchio (o armamento e equipamento foram entregues à véspera da entrada em combate). Era a Vanguarda da 1ª DIE que daria início a uma memorável arrancada rumo à 'Vitória Final' no Teatro de Operações do Mediterrâneo. Impende lembrar que a expressão "Força Expedicionária Brasileira (FEB)" só seria adotada em julho de 1945, após o retorno dos expedicionários.
    O febiano marechal Humberto de Alencar Castello Branco, em seus percucientes estudos acerca da FEB, apontou 4 fases da gloriosa participação de nossa Força Expedicionária na guerra.        (continua). 
    Coronel Manoel Soriano Neto - Historiador Militar               

Doutrina preventiva é acionada diante de ameaça composta

 


A noção de ameaça composta surge quando diferentes fatores de risco se acumulam e se interligam, criando um cenário mais complexo e perigoso do que cada ameaça isolada. Trata-se de uma combinação de elementos políticos, militares, econômicos ou sociais que, juntos, exigem uma resposta preventiva para evitar que se transformem em crises de grandes proporções.

O conceito de ameaça composta

  • Multidimensionalidade: não é apenas um risco único, mas a soma de vários (terrorismo, instabilidade política, crises econômicas, desinformação, ataques cibernéticos).

  • Efeito cascata: uma ameaça pode potencializar outra, criando um ambiente de instabilidade.

  • Necessidade de antecipação: a resposta preventiva busca agir antes que o problema se materialize, reduzindo impactos.

Exemplos históricos

  • Guerra Fria: a combinação de corrida armamentista, disputas ideológicas e crises regionais (como Cuba em 1962) representava uma ameaça composta. A resposta preventiva foi a criação de doutrinas de dissuasão e alianças estratégicas, como a própria Otan.

  • 11 de setembro de 2001: os ataques terroristas nos EUA mostraram como redes transnacionais, falhas de inteligência e vulnerabilidades internas se somaram em uma ameaça composta. A resposta preventiva foi a criação do Patriot Act e a intensificação da vigilância global contra o terrorismo.

  • Crise financeira de 2008: não foi apenas um problema bancário, mas uma combinação de especulação imobiliária, falhas regulatórias e interdependência global. A resposta preventiva posterior incluiu reformas regulatórias e maior cooperação internacional.

Exemplos atuais

  • Pandemia de Covid-19: representou uma ameaça composta ao unir riscos sanitários, colapso econômico e instabilidade política. A resposta preventiva envolveu medidas de isolamento, aceleração de vacinas e coordenação internacional.

  • Cibersegurança e desinformação: hoje, ataques digitais combinados com campanhas de fake news criam ameaças híbridas que podem desestabilizar democracias. A resposta preventiva inclui monitoramento digital, legislação contra desinformação e cooperação entre estados.

  • Mudanças climáticas: secas, enchentes e eventos extremos não são apenas fenômenos naturais, mas se tornam ameaças compostas quando somados a crises energéticas, migrações forçadas e disputas geopolíticas.

A lógica da resposta preventiva

A ativação de uma doutrina preventiva significa reconhecer que esperar a crise acontecer é mais caro e arriscado do que agir antes. Essa lógica se aplica tanto ao campo militar quanto ao institucional e social.

  • Militar: antecipar ataques ou movimentos estratégicos.

  • Político: evitar rupturas institucionais e crises de governabilidade.

  • Econômico: criar mecanismos de proteção contra choques globais.

  • Social: fortalecer a resiliência da população diante de crises sanitárias ou ambientais.

📌 Em síntese: a ideia de ameaça composta nos lembra que os grandes desafios contemporâneos raramente são isolados. Eles surgem da interação de múltiplos fatores e exigem respostas preventivas coordenadas, capazes de neutralizar riscos antes que se tornem crises irreversíveis.

Vídeo - Farsul recebe representantes do BNDES e Mapa para discutir futuro do agronegócio gaúcho

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/01/farsul-recebe-representantes-do-bndes-e.html

Vídeo - Agricultura regenerativa se consolida como aliada contra a seca no RS

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/01/agricultura-regenerativa-se-consolida.html

Vídeo - 36ª Abertura da Colheita do Arroz terá novo formato e foco em negócios

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/01/36-abertura-da-colheita-do-arroz-tera.html

Vídeo - Abertura da Colheita da Oliva no RS ganha novo formato e foco em negócios

 



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Demolição

 Por Alexandre Garcia

O tempo passou e no Supremo foi jogada uma pá de cal na esperança dos brasileiros, caiando fichas-sujas. E sepulcros caiados ambulantes continuaram agindo. A consequência é dolorosa para as instituições do estado brasileiro. O Master desaba sobre o Supremo e o Tribunal de Contas.

Anteontem fez nove anos que o relator da Lava Jato, ministro Teori Zavascki foi morto em queda de avião em Paraty. Na sua vaga, o presidente Michel Temer indicou Alexandre de Moraes. E foi sorteado relator da Lava Jato o ministro Edson Fachin, que entrara na vaga de Joaquim Barbosa. Com Barbosa, a Lava Jato era um marco do fim da impunidade no Brasil. O tempo passou e no Supremo foi jogada uma pá de cal na esperança dos brasileiros, caiando fichas-sujas. E sepulcros caiados ambulantes continuaram agindo. A consequência é dolorosa para as instituições do estado brasileiro. O Master desaba sobre o Supremo e o Tribunal de Contas. A caliça se espalha pelo Judiciário e, do TCU, empoeira o Legislativo. A mídia relata crise nas instituições. Crise causada por integrantes dessas mesmas instituições, agentes públicos que não quiseram preservá-las, que não obedeceram aos princípios da impessoalidade e da moralidade prescritos pela Constituição para o serviço público. Os interesses pessoais, as vaidades, as emoções, a ganância, prevaleceram.


Para o Supremo, a Constituição exige “notável saber jurídico e reputação ilibada”. Notável saber jurídico não é um saber jurídico acima da média. É um saber muito acima daqueles que estão acima da média. Avalia isso a sabatina do Senado? Quem foi reprovado duas vezes em exame para juiz e era nome desconhecido no meio jurídico, na academia, supostamente não passaria no vestibular do Senado, mas passou e agora contribui fortemente para o desabamento do Supremo, num efeito dominó do desabar do Master. E que reputação ilibada poderia a sabatina verificar? Como evitar alguém que não se declararia impedido de votar em causas em que estivesse envolvido, como com o PT no Mensalão e Lava Jato e agora nesse Master e o resort – e sabe-se lá que pessoas e fatos foram postos sob lacre e sigilo?


Como a sabatina do Senado conseguiria prever que candidatos a ministros do Supremo não tivessem formação ética e aceitariam ações vindas de escritórios de advocacia de seus parentes, distantes ou próximos? Alguns tão próximos quanto a proximidade conjugal, “uma só carne”. Inaugurou-se a ética relativa. O contrato de R$ 3,6 milhões/mês seria, em tempos de ética, impossível. Abre-se o vácuo ético e a origem do poder, o povo, percebe que há um sério risco para as instituições, porque os que as ocupam perderam a noção de moralidade. No TCU, que não é Judiciário mas auxiliar do Legislativo, um ex-deputado, sem formação em contas, agiu como advogado do Master, ameaçando o Banco Central; um desastre que coloriu o TCU de ridículo.


Seria intencional essa demolição das instituições? Enfraquecê-las para dominá-las e implantar um regime de arbítrio – já tanto praticado no Supremo? A despeito dos alertas do ministro Luiz Fux, de que o ativismo político exerce “ação deletéria”, Barroso aproveitou a presidência para transformar o Supremo em tribunal político, muito típico dos tempos soviéticos e nazistas. Aí, desandaram-se as muralhas do Direito e entrou o cavalo de Troia da política. Presidentes do Senado, podendo pôr em pauta requerimentos que tolheriam o mal pela raiz, encolheram-se, algemados em seus compromissos individuais. Tampouco esses parlamentares obedecem aos princípios constitucionais da impessoalidade e moralidade. A “cleptocracia”, diagnosticada por Gilmar Mendes, em 2015, voltou com reforços e ampliado poder de demolição.

Correio do Povo

Com equipe alternativa, Grêmio vence o Guarany de Bagé e foca no Gre-Nal

 


O Grêmio superou o Guarany de Bagé por 2 a 0, na noite desta quarta-feira (21), no Estádio Estrela d’Alva, pela 4ª rodada do Campeonato Gaúcho. Os gols foram marcados por Carlos Vinícius e Edenilson. Agora, o Tricolor volta suas atenções para o Gre-Nal 449, que acontece no domingo, às 20h, no Beira-Rio.

Classificação e liderança

Com o resultado, o time de Luís Castro chegou a nove pontos, garantindo vaga antecipada nas quartas de final do estadual. Momentaneamente, o Grêmio assumiu a liderança do Grupo B.

Problemas antes da partida

O confronto, inicialmente marcado para as 21h30min, atrasou cerca de 40 minutos devido a uma queda de energia no estádio. Segundo a CEEE Equatorial, o problema ocorreu em uma subestação pertencente ao clube de Bagé.

O jogo

O Grêmio, escalado com uma equipe alternativa, encontrou dificuldades ofensivas diante da forte marcação do Guarany. As principais jogadas surgiram pelo lado esquerdo, com o colombiano José Enamorado, que criou boas oportunidades, incluindo um cruzamento para André Henrique, que acertou o travessão.

O Guarany apostava em lançamentos para o centroavante Welder, mas pouco ameaçou. O estreante Weverton, no gol gremista, defendeu com segurança o primeiro chute perigoso, de Tony Júnior, aos 22 minutos.

Expulsão muda o cenário

Logo no início do segundo tempo, o zagueiro Michel Bennech foi expulso após falta dura em Caio Paulista, confirmada pelo VAR. Com um jogador a mais, o Grêmio ganhou espaço e Luís Castro promoveu mudanças ofensivas, colocando Carlos Vinícius, Gabriel Mec, Aravena e Jefinho.

As substituições surtiram efeito:

  • Aos 28 minutos, Gabriel Mec cruzou da direita e Carlos Vinícius cabeceou para abrir o placar. Foi o quarto gol do camisa 95 em quatro rodadas.

  • Aos 36, em jogada que envolveu Caio Paulista e Carlos Vinícius, a bola sobrou para Edenilson, que girou e finalizou com categoria para fechar o placar em 2 a 0.

Ficha técnica

Guarany de Bagé 0 Jonathan; Raphinha (Allan Christian), Michel Bennech, Bruno Cardoso e Talles; David Cunha (Vitor Oliveira), Murilo e Marcos Antônio; Tony Junior (Marquinhos), Adailson (Alberte) e Welder. Técnico: William Campos.

Grêmio 2 Weverton; João Pedro (Marcos Rocha), Luís Eduardo, Viery e Caio Paulista; Dodi (Jefinho), Edenilson e Willian; Roger (Gabriel Mec), Enamorado (Aravena) e André Henrique (Carlos Vinícius). Técnico: Luís Castro.

Gols: Carlos Vinícius e Edenilson (Grêmio) Cartão vermelho: Michel Bennech (Guarany) Árbitro: Rodrigo Brand da Silva (RS) Assistentes: Luiz Paulo Duarte Rodrigues (RS) e Douglas Israel Paulo Vidarte (RS) VAR: Erico Andrade de Carvalho (RS) Data e hora: 21 de janeiro, quarta-feira, às 21h30min Local: Estádio Estrela d’Alva, Bagé

📌 Em resumo: com vitória sobre o Guarany de Bagé, o Grêmio garantiu classificação antecipada e chega embalado para o clássico contra o Inter no próximo domingo.