Fonte: https://www.rsnoticias.top/2025/12/bangkok-tradicao-e-modernidade.html
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O círculo próximo ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, vive um clima de tensão e preocupação. Apesar disso, o líder acredita manter o controle da situação e se mostra confiante em superar a mais grave ameaça enfrentada em seus 12 anos de governo.
Segundo fontes, Maduro tem adotado estratégias para se proteger de possíveis ataques de precisão ou operações de forças especiais. Entre as medidas estão a troca frequente de celulares e a mudança constante de local de descanso, práticas que se intensificaram desde setembro.
De acordo com relatos, o aumento das medidas de segurança ocorreu após os Estados Unidos iniciarem a concentração de navios de guerra na região e atacarem embarcações que, segundo o governo de Donald Trump, estariam envolvidas no tráfico de drogas a partir da Venezuela.
Essas movimentações ampliaram o temor de ações diretas contra Maduro, levando o presidente a reforçar sua rotina de proteção e a depender ainda mais de sua rede de aliados e serviços de inteligência.
📌 As informações revelam um cenário de instabilidade e mostram como o governo venezuelano busca se blindar diante da pressão internacional e das acusações de envolvimento em atividades ilícitas.
Fonte: MSN Notícias
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Por Alex Pipkin, PhD em Administração
O Brasil vive um daqueles momentos em que a realidade deixa de pedir licença e simplesmente arromba a porta. A crise fiscal já não é um alerta técnico, é uma sentença. Mesmo assim, um governo petista incapaz de tomar decisões elementares, aquelas que qualquer família aplica na mesa da cozinha, insiste em brincar de empresário estatal, como se disciplina fiscal fosse capricho de economista liberal. Não é. É a regra número um de qualquer nação que pretenda prosperar. E o país segue agindo como se pudéssemos revogá-la por decreto.
O déficit público, crônico e teimoso, avança para patamares que já ultrapassam 100% do PIB. Imaginem 2026, ano eleitoral. A partir desse ponto, não estamos mais discutindo “preocupação”; estamos negociando tempo com a insolvência. Ainda assim, como num teatro vermelho de quinta categoria, ressurge o velho nacionalismo tropical. A surrada mística do “patrimônio do povo”, uma herança folclórica do “Petróleo é Nosso”, agora reciclada para defender estatais incapazes de cumprir funções básicas.
Essa confusão proposital entre patriotismo e nacionalismo é parte do problema. Patriotismo verdadeiro é responsabilidade fiscal, eficiência, instituições fortes e respeito ao dinheiro suado do contribuinte. Nacionalismo, ao contrário, trata-se de ideologia, uma muleta emocional dos que precisam justificar cabides de emprego, rombos bilionários e serviços decadentes.
O caso dos Correios é o retrato mais cristalino dessa ilusão estatal. Num mundo movido por tecnologia, integração logística, rastreabilidade e competição global, ainda fingir que uma estatal engessada, cara e politizada consegue entregar eficiência é negar o século XXI. Hoje, é tão evidente quanto dizer que o sol nasce no leste. Empresas privadas operam melhor, inovam mais e entregam serviços mais baratos e mais ágeis. E os governos “progressistas” persistem na brincadeira séria de bancar empresários. Escárnio.
Digo isso com a experiência de quem dedicou mais de 20 anos ao estudo da Administração, da Economia e da gestão empresarial. Toda organização verdadeiramente sólida e lucrativa entende que recursos são escassos, que foco é indispensável, que governança não é ornamento, e que a concorrência é a única força capaz de empurrar qualquer negócio para a inovação e para a excelência. Estatais, por definição, operam na contramão desses princípios.
As evidências são vastas: estatais brasileiras sistematicamente apresentam menor rentabilidade, maior risco e desempenho inferior ao de empresas privadas. Não é narrativa. É realidade. E quando o país está soterrado por um rombo estrutural que compromete sua própria estabilidade, seguir repetindo que “privatizar entrega o patrimônio nacional” não é erro, é sabotagem.
Não há saída fiscal, econômica ou institucional que dispense a reabertura imediata do debate das privatizações. Isso não é ideologia; ideologia é esse nacionalismo barato, sustentado por slogans sentimentais para proteger estruturas que sobrevivem de ineficiência e sugam o dinheiro do cidadão brasileiro.
Manter estatais deficitárias em nome de uma fantasia de soberania não é defesa do interesse público; é atraso histórico.
O verdadeiro patrimônio nacional não são máquinas estatais capturadas por partidos, corporações e interesses privados. O verdadeiro patrimônio é a liberdade — inclusive a liberdade de impedir que o Estado continue fingindo que é empresário.
Claro, um “empresário ornamental”, sem estudo, sem os fundamentos básicos do empreendedorismo e incapaz de administrar a própria conta bancária, que continua bancando gestor do que não sabe, às custas de quem produz.
Pontocritico.com
OBJETO PRINCIPAL
Embora não conste nas ATAS DE CONSTITUIÇÃO de empresas ESTATAIS, o FATO é que bem antes dos -GESTORES se preocuparem com o OBJETO PRINCIPAL - satisfação do interesse coletivo (???) e/ou o atendimento a um imperativo da segurança nacional (???), como diz a lei que autoriza a criação das EMPRESAS PÚBLICAS-, o que mais se vê são esforços fartamente direcionados com o propósito torná-las DEFICITÁRIAS e INEFICIENTES, por conta de ROUBALHEIRA SEM FIM conjugada com PÉSSIMA ADMINISTRAÇÃO.
ROUBAR E DEIXAR ROUBAR
Pois, se o PRINCIPAL OBJETO, ainda que oculto nas ATAS DE CONSTITUIÇÃO DE TODA E QUALQUER ESTATAL, já era, claramente, o de -ROUBAR E DEIXAR ROUBAR- a partir de agora, por decisão unânime dos ministros do STF ficou totalmente LIVRE. Mais do que isso: ganhou também um enorme INCENTIVO.
GARANTIA
Para quem não sabe, nesta 2ª feira, 01/12, o STF decidiu -por unanimidade- que -EMPRESAS ESTATAIS NÃO PODEM ENTRAR EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL OU DECLARAR FALÊNCIA-. Isto quer dizer, alto e bom som, por exemplo, que os CORREIOS e a ELETRONUCLEAR - ESTATAIS QUE NÃO TÊM MÍNIMAS CONDIÇÕES FINANCEIRAS DE CONTINUAR OPERANDO-, ganharam a GARANTIA DEFINITIVA de que serão sempre SOCORRIDAS PELO TESOURO NACIONAL, que por sua vez se abastece de IMPOSTOS cobrados da SOCIEDADE. Pode?
SEM PRIVATIZAÇÃO
O que mais espanta nisso tudo é que nem mesmo a clara inviabilidade operacional de várias ESTATAIS, vítimas de CONSTANTES ROUBOS e/ou PÉSSIMA ADMINISTRAÇÃO, a possibilidade de serem PRIVATIZADAS é simplesmente NULA. Esta é a LÓGICA PERVERSA DAS ADMINISTRAÇÕES E DA IDEOLOGIA PETISTA-COMUNISTA.
E MAIS ESSA...
Como se não bastasse a enxurrada de decisões absurdas do STF, hoje pela manhã o sinistro Gilmar Mendes decidiu que só a PGR pode pedir impeachment dos ministros do STF. Que tal???
Pontocritico.com