FRASE DO DIA - 01.08.2025

 O advento da grande mídia democratizou a ignorância.

- Olavo de Carvalho

Mais um ataque do governo Lula à comunidade judaica

 


Mais um ataque do governo Lula à comunidade judaica. É um claro retrocesso ético, civil e diplomático retirar o Brasil da Internacional Holocausto Remembrance Alliance (IHRA), aliança de países comprometidos em evitar que os horrores do holocausto se repitam.
A bancada do NOVO já solicitou informações ao Itamaraty sobre essa decisão equivocada, que inclui ainda o apoio do governo brasileiro à ação movida contra Israel por genocídio na Corte Internacional de Justiça. Também apresentamos Moção de Repúdio na Comissão de Relações Exteriores, que deve ser votá-la já na volta do recesso, além de exigir que o governo reveja imediatamente essa decisão.
Lula deve explicações à população e à comunidade judaica por mais essa agressão, que compromete a credibilidade do Brasil no cenário internacional.

Post de Marcel van Hattem

Fonte: https://www.facebook.com/100044294686379/posts/1318823492937461/?rdid=D1Nuh7Gc7WUXtk2n#

Trump detona prefeito de Londres

 

Vergonha

 

Recado para Alexandre de Moraes

 

Trump assina decreto que eleva tarifas a dezenas de países; Brasil tem maiores taxas

 Brasil aparece na lista com 10%, mas receberá adicional de 40% como sanções politicamente motivadas

Presidente dos EUA tem sido questionado por tarifas excessivas | Foto: Jim Watson / AFP / CP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na noite desta quinta-feira um decreto que impõe tarifas mais altas a dezenas de países com os quais Washington afirma ter um déficit comercial. As novas tarifas aduaneiras, deste decreto em específico, oscilam entre 10% e 41%, sendo a mais alta para a Síria, enquanto União Europeia (UE), Japão e Coreia do Sul estarão sujeitos a 15%. Efetivamente, o Brasil terá as maiores taxas, com 40% adicionados aos 10% da lista; por conta de decreto anterior que anunciava a sanção por motivações políticas; entre elas o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Curiosamente, no caso da União Europeia, as taxas já apresentam os valores definidos em acordo. Quanto aos adicionais brasileiros, o novo decreto não faz qualquer menção. A decisão anterior, contudo, explicava que 40% seriam adicionados ao estabelecido nessa nova lista.

Além disso, Washington aumentou em 5%, para 15%, os encargos para Costa Rica, Bolívia e Equador, e manteve intactos os previstos em abril para Venezuela (15%) e Nicarágua (18%). As novas taxas começarão a ser cobradas em 7 de agosto, sete dias após a data anunciada originalmente. O adiamento tem como objetivo dar tempo às aduanas para se prepararem, explicou uma fonte do alto escalão.

Em documento no qual Washington detalha as novas tarifas, o Brasil aparece com 10%, mas apenas até 6 de agosto. O governo norte-americano anunciou na quarta-feira que, sobre essa taxa mínima universal aos produtos brasileiros importados, vai acrescentar 40 pontos percentuais, o que equivale a 50%, devido, principalmente, ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de tentativa de golpe de Estado.

Como Trump havia ameaçado, ele aumentou de 25% para 35% as tarifas sobre os produtos canadenses que entram nos Estados Unidos fora do T-MEC. "O Canadá não cooperou para conter o fluxo contínuo de fentanil e outras drogas ilícitas, e tomou medidas de represália contra os Estados Unidos”, criticou a Casa Branca em um documento. “Os cartéis mexicanos operam cada vez mais laboratórios de síntese de fentanil e nitazeno no Canadá”, acrescentou o governo americano, sobre dois opioides sintéticos que preocupam os Estados Unidos.


AFP e Correio do Povo

Tarifaço dos Estados Unidos pressiona cadeia produtiva da carne no Rio Grande do Sul

 Pecuaristas gaúchos podem enfrentar superoferta da proteína para consumidores

O diretor-executivo do Sicadergs, Zilmar Moussalle, explica que o Rio Grande do Sul consome mais a proteína bovina do que produz | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil / CP


Sem alternativa imediata para substituir o mercado norte-americano, frigoríficos do centro do Brasil devem recorrer ao consumo interno para minimizar os prejuízos com a taxação de 50% imposta pelo presidente Donald Trump às exportações brasileiras a partir de 6 de agosto. Embora o Rio Grande do Sul concentre seus embarques para a Europa, esse novo fluxo representará proteína mais barata no Estado e pressão de preços para o setor gaúcho.

O diretor-executivo do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (Sicadergs), Zilmar Moussalle, ressaltou que o Estado consome mais a proteína do que produz e, por isso, importa de outras regiões produtoras do Brasil.

“É a ‘lei’ da oferta e da demanda”, destacou, ao avaliar a crescente probabilidade de uma superoferta para os consumidores e a desvalorização dos preços para a cadeia produtiva do Estado.

Moussalle alertou, contudo, que a queda para os consumidores será gradual. Mas os produtores de todo o país já estão sendo impactados com o recuo na arroba dos preços do boi gordo com o efeito econômico do comprometimento das exportações de carne para os Estados Unidos. Ele adiantou que as consequências da sobretaxa de Trump deverão impactar os negócios nos leilões de Primavera da pecuária no Rio Grande do Sul.

Os norte-americanos são os maiores compradores da carne verde-amarela, uma das maiores commodities da cesta de alimentos nacional, conforme o diretor-executivo do Sicadergs, em torno de 45 mil toneladas por mês. Moussalle citou entre os principais “vendedores” os estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Roraima e Rondônia.

Já as exportações gaúchas de carne bovina para os Estados Unidos registraram alta de 177% no primeiro semestre de 2025, em comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com o Departamento de Economia e Estatística (DEE), da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão, o faturamento nos seis primeiros meses de 2024 atingiu 18,6 milhões de dólares. Até junho de 2025, os negócios resultaram em uma renda de 51,6 milhões de dólares.

O presidente da Organização Avícola do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs), José Eduardo Santos, explica que o setor não exporta para os Estados Unidos. Os norte-americanos são, inclusive, o principal concorrente do Brasil.

“Mas aí vem um efeito indireto, por um período transitório”, analisou, destacando que a cadeia produtiva de carne bovina está reduzindo produção, tem seus planos de contingência e que o país tem um leque de outros destinos para exportação.

O dirigente afirmou que está apreensivo, mas que segue com a perspectiva de negociação entre as nações pois a carne de frango é uma das mais consumidas do Brasil e deverá ser também a mais consumida do mundo em alguns anos. “O melhor caminho é a negociação, a diplomacia, não deixar que fatores políticos interfiram”, finalizou.

Correio do Povo

Rio Grande do Sul terá 85% dos produtos taxados com tarifaço, estima Fiergs

 Apenas 15% da pauta exportadora foi isenta. Setores mais afetados se manifestam sobre o decreto

Com as novas medidas atualizadas, os setores que antes já estavam em cenário de preocupação para a economia do Rio Grande do Sul permanecem, que são os produtos de metal e armas, couro e calçados | Foto: Jorgito Santos / WS Tecon Rio Grande / CP


sobretaxa de 50% das exportações brasileiras aos Estados Unidos, programada para entrar em vigor em 1º de agosto mas que foi postergada para o dia 6 pela Casa Branca, ainda deixa quase 700 itens sem a cobrança extra, como suco de laranja, combustíveis, veículos, aeronaves civis e determinados tipos de metais e madeira. Porém, o Rio Grande do Sul continua sendo um dos estados mais impactados, analisam representantes do setor produtivo.

Luciano D'Andrea, gerente de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), afirma que apenas 15% da pauta exportadora foi isenta, e os outros 85% foram mantidos. “Após essa avaliação efetiva, a gente considera que o RS continua com impacto bastante grande em relação à média nacional. Ou seja, no nosso caso, 85% dos nossos produtos continuam taxados. É um número bem expressivo comparado com os 55% da indústria nacional que foram taxados”, diz.

Para D'Andrea, os 15% não amenizam tanto os impactos no estado com os dados atualizados. O Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho, que a federação estimava ter redução de R$ 2 bilhões, agora pode ficar em torno de R$ 1,5 bilhão para o próximo ano com a imposição das tarifas.

Com as novas medidas atualizadas, os setores que antes já estavam em cenário de preocupação para a economia do Rio Grande do Sul permanecem, que são os produtos de metal e armas, couro e calçados. “Nós temos a empresa Taurus com uma grande concentração de exportação para os Estados Unidos. É uma operação muito importante, que está vendo como contornar. Emprega muita gente e deixa um faturamento muito grande na região metropolitana”, diz D’Andrea. Os aviões e a laranja, que estão nos valores isentos, ainda que sejam maiores exportações em âmbito nacional, não fazem parte da pauta exportadora gaúcha.

Entre os produtos excluídos, e que, nas suas palavras, é importante e traz alívio, está a celulose, que tem quase 8% da exportação para os Estados Unidos. É uma produção importante, que dá em torno de R$ 150 milhões em exportação em 1 ano desse produto. As empresas vão poder continuar praticando aa exportações a partir do estado sem precisar fazer nenhum desvio por outras no mundo”, diz.

Móveis e madeira, embora isentos, ainda precisam ser analisados mais profundamente a maneira como serão afetados, explica. “Estamos hoje mesmo entrando em contato com os setores para entrar um pouco mais a fundo nos NCMs desses setores”, diz. Os produtos estão em partes de uma investigação dos EUA que envolve a sessão 232. “Até que se esgote a conclusão dessa investigação, a gente não tem claro como ficam. Por enquanto, estão isentos, mas pode ser taxado quando a sessão encerrar, como encerrou para aço e alumínio quando foram taxados em março e agora em julho”, diz.

A postergação da entrada em vigor para o dia 6 de agosto dá uma semana de alívio para os exportadores, lembra. “Certamente, as empresas sabendo desse prazo vão estar retomando as negociações com os importadores que provavelmente ficaram aguardando. Aqueles que conseguem mandar por avião até o dia seis, poderão enviar. Os demais também estão com embarcações a caminho e, nesta semana, pode ser determinante para que os produtos cheguem sem a tarifa”, explica.

Na FIERGS, está sendo criado um comitê de crise para analisar junto ao presidente, Cláudio Bier, e setores que continuam sendo mais afetados, para elencar medidas que possam mitigar o efeito a partir de agora.

Considerando que a decisão irá afetar a questão trabalhista e tributária, a federação está viabilizando pedidos e reuniões junto ao governo estadual e federal, como a solicitação de prorrogação de prazo de contratos e mecanismos de comércio exterior nas obrigações das empresas exportadores, com o objetivo de amenizar o impacto econômico e financeiro para que empresas possam continuar exportando. “Também temos esperança que o governo americano abra uma rodada de negociações e retire outros setores que estão nessa primeira rodada da lei”, diz.

O número de perda de empregos segue sendo uma preocupação para os setores produtivos. Anteriormente, era estimada uma perda de 22 a 25 mil empregos. Com algumas exclusões na lista de itens, o número pode cair para 20 mil empregos na dependência do próximo ano.

odos os nossos setores ligados às exportações para os Estados Unidos empregam 145 mil pessoas. D’Andrea afirma que, tirando a celulose, que ficou excluída, a estimativa é de redução para 140 mil empregos vinculados aos setores não isentos. “Mas isso tudo a gente está analisando, porque pode ter efeitos também não só de empresas que exportam, mas de empresas que vendiam para essas que exportam. Tem todo um efeito indireto muito importante nas cadeias produtivas, como couro, calçados e outros segmentos”, diz.

A ordem executiva afirma que o governo americano poderá duplicar ou aplicar novas tarifas a partir da retaliação caso o governo brasileiro aplique qualquer medida de retaliação. O cenário de instabilidade diplomática aumenta a insegurança e imprevisibilidade do que pode acontecer daqui para frente.

“O Brasil, lógico, foi afetado em uma proporção maior. Mas aconteceu com a Índia também. Ou seja, ele está com uma política do governo norte-americano e o presidente Trump com uma política, também para outros países na mesma linha. Às vezes o tom e os fatos são outros para outros países, mas sempre usando o comércio como uma mecanismo de protecionismo”, analisa.

Setores produtivos se manifestam sobre tarifaço

A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) manifestou-se afirmando que a lista de isenções é limitada para alimentos e altas tarifas podem gerar distorções na atual dinâmica das cadeias de valor. Em nota, a associação acrescentou que a retração hipotética de 10% no volume de exportações para os EUA poderia resultar em até US$ 570 milhões a menos no faturamento anual da indústria brasileira de alimentos.

"A ABIA considera que a lista de isenções da tarifa adicional imposta pelos Estados Unidos é uma medida limitada, que poderá causar forte impacto nas exportações de produtos que desempenham papel vital na segurança alimentar e na estabilidade dos preços no próprio país importador. A imposição de altas tarifas a categorias-chave, como carnes, cafés e óleos vegetais, reflete uma assimetria que prejudica a previsibilidade do comércio bilateral e gera distorções nas cadeias de valor", diz trecho da nota.

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) fala em “danos irreversíveis” às exportações de calçados e estima que, com a medida, as exportações para os Estados Unidos serão inviabilizadas, com a justificativa de que tem empresas cuja produção é integralmente enviada ao mercado externo, sendo a maior parte para os Estados Unidos.

O presidente-executivo da entidade, Haroldo Ferreira, afirmou que as empresas terão produtos muito mais caros do que os importados da China, por exemplo, que pagam uma sobretaxa de 30%. “Estamos falando, neste primeiro momento, de uma perda estimada em cerca de 8 mil empregos diretos”, disse.

Entre as medidas paliativas, está trabalhar junto aos governos Federal e estaduais para mitigar os efeitos da medida na indústria. Entre as medidas solicitadas, estão linhas para cobrir o Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC) em dólar com juros do mercado externo, a ampliação do Reintegra para exportadores, a liberação imediata de créditos acumulados do ICMS (Estados) e a reedição do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm).

Correio do Povo

Agosto começa com sol e aumento de nebulosidade em parte do RS; veja o que esperar do novo mês

 Segundo a MetSul, o dia começa frio, mas a tarde será quente com marcas máximas perto dos 30ºC em algumas localidades

Segundo a MetSul, o sol aparece em todo o território gaúcho, mas com aumento de nebulosidade no Oeste e Sul | Foto: Fabiano Panizzi / CCR Via Sul / CP


O mês de julho, marcado por avanço de frentes frias e também chuva, além de danos causados pela atuação de um ciclone extratropical, se despediu do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira, 31, com amanhecer frio, sol, céu claro e temperaturas agradáveis durante a tarde.

Nesta sexta-feira, 1º de agosto, o sol aparece em todo o território gaúcho, mas com aumento de nebulosidade no Oeste e Sul do Estado. A MetsSul Meteorologia enfatiza que não se repete o céu claro e azul de ontem, que marcou a quinta-feira na Capital e em várias cidades do interior.

Os meteorologistas ainda indicam que deve, inclusive, chover hoje em pontos do Oeste, como na área de Uruguaiana a Livramento, e no extremo Sul, entre o Chuí e Santa Vitória do Palmar.

Conforme o prognóstico, o dia começa um pouco frio na maioria das localidades, mas aquece rapidamente de manhã e a tarde será quente com máximas perto de 30ºC em alguns municípios dos vales e do Noroeste.

Em Porto Alegre, a temperatura fica entre 11ºC e 27ºC, enquanto em Caxias do Sul fica de 10ºC a 25ºC. Nos Campos de Cima da Serra, a sexta-feira começa gelada, em Ausentes as marcas oscilam entre 1ºC e 21ºC e em Vacaria de 5ºC a 22ºC. Já Santa Rosa e Santa Cruz podem ter máximas de 29ºC, mas as mínimas serão de 10ºC e 11ºC, respectivamente.


O que esperar de agosto

De acordo com a MetSul, o oitavo mês do ano é o terceiro e último do trimestre do inverno climático, a despeito da estação fria terminar pelo critério astronômico apenas na segunda metade de setembro. Gradualmente, alguns traços da primavera começam a aparecer.

O mês, assim, é o que costuma ter temperatura média mais alta no trimestre climatológico de inverno, sendo menos frio nas normais históricas que junho e julho.

Alguns chamam agosto de o mês do desgosto. Outros de o mês do cachorro louco. Fato é que também no clima agosto não é um mês ordinário. Costuma ser marcado por toda a sorte de extremos no tempo, seja na temperatura como em precipitação no Sul do Brasil.

A MetSul lembra que mês no passado já teve grandes enchentes, como as que castigaram a Metade Norte do Rio Grande do Sul em 1965. E grandes nevadas, como a enorme de 1965 no Sul do Brasil, a de 1984 que trouxe neve até em Porto Alegre, e a mais recente de 2013, a maior neste século até agora no Sul do Brasil.

No Brasil Central, historicamente, agosto é o pico da estação seca e é marcado como um mês de baixa umidade do ar com escassa precipitação e tardes não raro excessivamente quentes com queimadas. A tendência é que o quadro de neutralidade no Pacífico, sem El Niño e La Niña, prossiga neste mês. Agosto tende a ser um mês chuvoso no Rio Grande do Sul.

Neste ano, a previsão para o território gaúcho indica sinais mistos com algumas regiões terminando o mês com chuva acima da média e outras abaixo. O Noroeste, em particular, pode ter acumulados mais altos que a média. Há chance de episódios pontuais de chuva volumosa.

A MetSul ainda destaca que agosto tem grande variabilidade térmica com dias frios a e outros de temperatura alta é até calor. Segundo os meteorologistas, desenha-se um mês sem grandes desvios das médias e agosto deve acabar aqui no estado com temperatura perto ou acima da média na maioria das cidades gaúchas, sem repetir o gelo de junho e julho.

Agosto marca ainda um aumento dos temporais pela maior variação de massas de ar frio e quente. Há incremento maior de granizo, mas cresce também o risco de vendavais. Agosto também tem histórico de ciclones com episódios de vento forte, sobretudo nos litorais da Argentina e Uruguai, mas com impacto no Rio Grande do Sul.

Correio do Povo

Mega-Sena/Concurso 2895 (31/07/25)

 



Fonte: https://www.google.com/search?q=mega+sena&rlz=1C1CHNY_pt-BRBR1021BR1022&oq=mega&aqs=chrome.0.69i59j46i131i199i433i465i512j69i59j0i3j69i60l4.1609j0j4&sourceid=chrome&ie=UTF-8