Lula demite Nísia e confirma Padilha como novo ministro da Saúde

 Movimento deve ser o primeiro de uma reforma ministerial programada pelo governo



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destravou a reforma ministerial e fez mais uma troca no seu governo. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, deixa o cargo nesta terça-feira, 25. O ministro da Secretaria das Relações Institucionais (SRI), Alexandre Padilha, assumirá o posto. Em janeiro, Lula já tinha substituído o titular da Secretaria de Comunicação Social (Secom) - tirou Paulo Pimenta e colocou Sidônio Palmeira no lugar.

Com o deslocamento de Padilha da SRI, que ficava no Palácio do Planalto, Lula abre espaço para uma nova troca justamente na área que trata da relação com o Congresso Nacional. Padilha foi alvo de ataques de parte de deputados e chegou a ter embates com o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL).

Na manhã desta terça, Nísia assinou os últimos atos como ministra numa solenidade no Planalto com a presença de Lula. Ela assinou portarias referentes à produção de vacinas em cerimônia marcada por constrangimento. Nísia fez um longo discurso, em tom de despedida, e cumprimentou vários integrantes de sua equipe.

No fim da solenidade, realizada no Salão Leste do Palácio do Planalto, um repórter perguntou: "Presidente, o senhor vai fazer mudanças no Ministério?". Lula se surpreendeu com o questionamento, houve silêncio no Salão Leste, mas ele não respondeu.

Lula se reuniu com Nísia nesta tarde e depois se encontrou com Padilha. O novo ministro tem 53 anos, foi eleito deputado federal pelo PT em São Paulo e é médico. Ele já foi ministro da Saúde na gestão de Dilma Rousseff.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Nikolas Ferreira comenta sobre Alexandre de Moraes

 Agora que as consequências de suas ações estão chegando, Moraes vai tentar se dissimular, alegando que o problema foi as vítimas denunciarem, e não os crimes terem sido cometidos; vai mentir que nações estrangeiras estão quebrando nossa soberania, mesmo que tenha sido ele próprio a se colocar acima das leis brasileiras.


O executivo e o legislativo americanos, ao verem esse novo Brasil criado por Lula e Moraes, estão agindo para proteger seu país diante dos prejuízos impostos a eles por Moraes. Isso não é culpa dos Estados Unidos, que é vítima; nem, por definição, pode ser culpa dos brasileiros vítimas de Moraes, que apenas estão denunciando os abusos.


Quem prejudicou o Brasil foi Moraes, por achar que ele é o país inteiro. Usar o nome do Brasil e de suas instituições para fazer o que bem entende tem um preço. Na prática, Moraes está revoltado com a notícia dele não ser o próprio Deus. Sempre que essa realidade é exposta, logo se escondem por trás de algo muito maior que eles, “Mas eu sou a Suprema Corte! Eu sou o Brasil!”. Não são, nunca foram. 


O Brasil é muito maior do que cada um de nós. E não falo apenas por aqueles apoiadores do Nikolas ou do Presidente Bolsonaro. Há muitos e muitos opositores às nossas ideias que estão constrangidos com os atos de Moraes, e que não os denunciam apenas por medo de serem expurgados de seus meios sociais. Estamos lutando por eles também. Eles são Brasil também.


O Brasil é muito maior do que qualquer um de nós. E ninguém tem o direito de se colocar acima dele fingindo que é para preservá-lo.


Moraes tem o hoje, mas nós temos o amanhã.


Fonte: https://x.com/nikolas_dm/status/1894889298974892070

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Informações do Produto

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Novo ministro da Saúde, Padilha afirma que "fortalecer o SUS" será sua grande causa

 Alexandre Padilha tomará posse na Saúde em seis de março



O próximo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a principal ordem que recebeu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no momento em que foi convidado para o novo cargo foi fortalecer o SUS. O ministro também se disse honrado pela nova tarefa recebida de Lula. Padilha se manifestou em seu perfil no X, antigo Twitter.

Padilha comandou a Secretaria de Relações Institucionais, responsável pela articulação política, desde o começo do governo. Lula acertou a ida do ministro para a Saúde no lugar de Nísia Trindade nesta terça-feira, 25. Padilha tomará posse na Saúde em seis de março.

"Fui convidado pelo presidente Lula para ser ministro da Saúde e aceitei com muita honra essa nova missão", declarou Padilha. "Fortalecer o SUS continuará sendo a nossa grande causa, com atenção especial para a redução do tempo de espera de quem busca cuidado na rede de saúde. Esse é o comando que recebi do presidente Lula e ao qual vou me dedicar integralmente", disse o ministro.

Ele também falou sobre sua antecessora, Nísia Trindade. "Nísia deixa um legado de reconstrução do SUS, após anos de gestões negacionistas, que nos custaram centenas de milhares de vidas", escreveu o ministro.

Padilha também fez uma série de agradecimentos a pessoas com as quais lidou durante seu período na Secretaria de Relações Institucionais. Entre eles, o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que tentou tirá-lo do cargo nos primeiros anos do governo Lula.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Neurite vestibular: entenda a causa de internação de Dilma Rousseff

 Inflamação do nervo do labirinto causa muita vertigem



Uma doença que não oferece risco à vida, mas causa extremo desconforto. Assim é a neurite vestibular, ou a inflamação do nervo do labirinto, doença que levou a ex-presidenta do Brasil e atual presidenta do banco do Brics, Dilma Rousseff, a ser internada em um hospital de Xangai, na China, onde ela mora.

O labirinto é uma pequena estrutura que fica dentro dos nosso ouvidos, mas tem uma grande importância, como explica a otoneurologista do Instituto Paranaense de Otorrinolaringologia, Lisandra Megumi:

"Hoje a gente fala que o labirinto é um sexto sentido, porque ele é um sensor de movimento, ele percebe a aceleração da cabeça. Associado à visão e ao tato, ele faz parte de um sistema maior, que é o equilíbrio".

A médica conta que as pessoas têm um labirinto direito e um esquerdo e cada um tem dois nervos. "Qualquer um desses dois nervos pode ficar inflamado e perder sua função".

De acordo com o otoneurologista Márcio Salmito, geralmente o paciente com neurite vestibular precisa de cuidados emergenciais porque fica temporariamente incapacitado pelos sintomas.

"Ele tem, de uma hora para outra, uma crise de vertigem, aquela sensação de que está tudo girando, como se estivesse no liquidificador, de forma bem intensa. E isso vem junto com muito mal-estar. A maioria das pessoas que tem neurite vestibular fala que foi a pior coisa que já sentiu na vida", relata o médico, que é presidente da Academia Brasileira de Otoneurologia da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia.

Causas e tratamento

Márcio Salmito explica que o diagnóstico geralmente é feito com base nos sintomas, já que somente em alguns casos é possível verificar a inflamação em exames de ressonância magnética. A vertigem também é acompanhada de aceleração dos batimentos cardíacos, palidez, suor frio e vômitos frequentes, que podem causar desidratação.

A inflamação geralmente ocorre por infecção viral, inclusive influenza e covid-19. Por isso, o tratamento tradicional é feito com o controle dos sintomas e a administração de anti-inflamatórios a base de corticóides.

Apesar de não oferecer risco à vida, a doença pode deixar sequelas, de acordo com otoneurologia Márcio Salmito: "Tem três possibilidades: o labirinto pode voltar ao normal, como se nada tivesse acontecido; a segunda possibilidade, que é a mais comum, é o labirinto não voltar mais ao normal, e no entanto, a pessoa conseguir, pelo mecanismo de compensação vestibular, ficar totalmente sem sintomas; e a terceira possibilidade é a pessoa não conseguir compensar e desenvolver um quadro de tontura crônica"

Por causa da idade - 77 anos - Dilma tem mais chances de ficar com a função do labirinto prejudicada. Isso porque, de acordo com Salmito, o mecanismo de compensação - que faz com que a estrutura do ouvido saudável assuma a função do ouvido atingido - piora com o passar dos anos.

Mas, quando o paciente demora ou não consegue se recuperar, é possível intervir com exercícios de reabilitação vestibular ou medicamentos. Além disso, a otoneurologista Lisandra Megumi lembra que a vertigem pode ter consequências secundárias, especialmente em idosos: "a habilidade de se movimentar pode cair um pouco, o que aumenta o risco de acidentes, quedas e fraturas"

Outras doenças

A médica do Instituto Paranaense de Otorrinolaringologia destaca ainda que a neurite vestibular causa sintomas tão intensos que dificilmente a pessoa deixará de procurar atendimento médico, mas todas as tonturas e vertigens devem ser investigadas:

"Muitos pacientes acabam tomando remédio para o labirinto, sem saber exatamente qual é a doença que está por trás. Pode ser um AVC, que a gente tem que investigar a parte vascular, ou uma crise de migrânea vestibular, que é uma tontura associada com a enxaqueca."

"Algumas doenças são mais arrastadas, aí o paciente consegue entender que aquele movimento não é confortável, e passa a evitar o movimento que dá tontura. Então, no dia a dia, ele vai convivendo com a tontura, porque ele cria mecanismos para não ter aquele desconforto. Mas em alguns casos, quando a gente examina, consegue flagrar que existe uma tontura muito importante e que precisa de um tratamento específico.", aconselha a especialista.

Agência Brasil e Correio do Povo

Edelvânia, condenada por morte do menino Bernardo, tem prisão domiciliar revogada

 Ordem judicial determina retorno de apenada ao regime semiaberto



Edelvânia Wirganovicz, condenada por participação na morte de Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos, teve a prisão domiciliar revogada. Divulgada nesta terça-feira, a ordem foi do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin. O estipulado é que a apenada deverá retornar a uma unidade do regime semiaberto.

O determinado atende uma reclamação da Procuradoria de Recursos do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS). Na interpretação do órgão acusatório, Edelvânia não poderia receber benefício de regime domiciliar porque tem ainda pendente o cumprimento de 50% da pena.

Agora, a ordem monocrática do ministro do STF invalida a decisão do juízo da 2ª Vara de Execuções Criminais da comarca de Porto Alegre que, em 2023, autorizou que Edelvânia utilizasse uma tornozeleira eletrônica. Na época, a justificada da concessão foi a falta de vagas no sistema penitenciário.

Em nota, o advogado Jean Severo lamentou a decisão. Ele representa a defesa de Edelvânia.

"Lamentamos profundamente a revogação da prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica que Edelvânia estava submetida. Em um presídio semiaberto, Edelvânia corre enorme risco de de vida pela natureza do crime que foi condenada, se algo de ruim acontecer a ela o culpado será o Ministério Público do RS, que não se contentou somente com a condenação de Edelvânia e quer impor um sofrimento ainda maior a esta mulher”, disse o advogado.

Edelvânia foi condenada a 22 anos e 10 meses de reclusão por delitos de homicídio qualificado e ocultação de cadáver retorne ao regime semiaberto. Ela era amiga da madrasta de Bernardo, Graciele Ugulini, também considerada culpada de assassinato. O menino morreu por overdose de sedativos.

Em 2019, Edelvânia, o irmão dela, a madrasta e pai de Bernardo foram condenados por homicídios. Entretanto, a condenação de Leandro Boldrini, o pai, foi anulada por decisão do Tribunal de Justiça (TJ) em 2021. Ele voltou a ser condenado, em 2023, mas obteve progressão de regime.

Atualmente, Leandro mora em Santa Maria e cumpre pena no semiaberto. Em março de 2024, ele ingressou na residência médica do Hospital Universitário de Santa Maria (Husm). Após ter o registro de médico cassado, em fevereiro deste ano, Boldrini saiu do programa.

Relembre o caso

Bernardo Boldrini tinha 11 anos quando desapareceu, em Três Passos, em março de 2014. Ele teve o corpo encontrado dez dias depois, enterrado em uma cova vertical, às margens do rio Mico, em Frederico Westphalen.

Na ocasião, o pai e a madrasta da criança, Graciele Ugulini, foram presos, suspeitos, respectivamente, de serem o mentor intelectual e a executora do crime. Também foi detida Edelvania Wirganovicz, amiga de Graciele, investigada por auxiliar no crime.

A polícia ainda prendeu Evandro Wirganovicz, suspeito de ser a pessoa que preparou a cova onde o menino teve o corpo enterrado. Ele é irmão de Edelvania.

Em março de 2023, Leandro Boldrini foi condenado a 31 anos e oito meses de prisão pelos crimes de homicídio quadruplamente qualificado e falsidade ideológica. Ele foi absolvido da acusação de ocultação de cadáver.

Preso desde 2014, ele atingiu o requisito de tempo previsto para passar do regime fechado para o semiaberto. Ele cumpriu dois quintos da condenação, por isso, alcançou o direito à progressão de pena.

Edelvânia Wirganovicz cumpre pena em regime semiaberto. O irmão dela cumpriu nove anos e meio de prisão, teve a pena extinta e está solto.

Graciele Ugulini é a única que continua presa em regime fechado. Ela está no Presídio Estadual Feminino Madre Pelletier, em Porto Alegre. Em 2026, ela poderá ter direito a progredir para o regime semiaberto e, em 2035, à liberdade condicional.

Correio do Povo

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Informações do Produto

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Entrega da moradia 500 marca avanço do programa Compra Assistida em Porto Alegre

 Ato simbólico ocorreu na Caixa Econômica Federal e celebrou a assinatura de contratos para famílias atingidas pela enchente



O Governo Federal realizou nesta terça-feira (25) a entrega simbólica das chaves do imóvel número 500 do programa Compra Assistida em Porto Alegre. O evento ocorreu no auditório da Caixa Econômica Federal, na avenida Independência, e contou com a presença do secretário da Reconstrução do Governo Federal, Maneco Hassen, além de autoridades municipais e beneficiários.

A iniciativa faz parte das ações que buscam garantir moradia às famílias que perderam suas casas na enchente de maio. Pelo programa, quem tem renda de até R$ 4,7 mil e comprova a perda do imóvel pode receber uma nova residência de até R$ 200 mil, adquirida pelo governo.

A comerciante Patrícia Maria Menna Barreto, 39 anos, recebeu as chaves de sua nova casa em nome da comunidade Tio Zeca, que luta há anos por reassentamento. “Essa é uma conquista depois de mais de 15 anos de espera. Representa uma palavra dada quando fechamos a ponte. É um projeto piloto, que não existia antes, e que hoje se concretiza”, afirmou.

Em sua fala, Hassen afirmou que o objetivo é garantir moradia a todos que têm direito. “Nosso esforço agora é para que as coisas andem mais rápido. O número 500 é tão importante porque mostra que o programa ganhou ritmo”, afirmou.

Ainda segundo o secretário, o programa “ganhou ritmo” nas últimas semanas e, atualmente, são assinados cerca de 30 contratos por dia. “Porto Alegre encaminhou ao governo cerca de 6 mil famílias. Não significa que todas elas vão ser aprovadas, mas, provavelmente sim”, afirmou.

Atualmente, o Estado tem 777 imóveis já contratados e entregues, sendo 500 somente na Capital. A meta é contemplar todas as 5.828 famílias encaminhadas pela prefeitura ao governo federal. Dessas, 2.752 já foram habilitadas no programa e podem escolher um imóvel para compra. Segundo Hassen, a análise do restante do cadastro segue em andamento, e mais famílias serão incluídas na lista nos próximos dias.

Entre as autoridades presentes no ato, estava, também, o secretário de Habitação de Porto Alegre, André Machado, assim como os superintendentes da Caixa Econômica Federal Renato Escalabrine e Tiago Nenê.

Conforme o diretor do Departamento Municipal de Habitação (Demhab), André Machado, o sucesso do programa se deve ao esforço conjunto entre os poderes. “Ainda não estamos na metade do caminho, mas estamos empenhados em ajudar a recuperar a dignidade das famílias que perderam suas moradias”, afirmou.

Para a Prefeitura, os laudos técnicos emitidos têm agilizado as contratações. Os imóveis escolhidos pelos beneficiários são analisados pela Caixa Econômica Federal, que viabiliza a compra e repassa as chaves. O processo inclui vistorias, registros e o pagamento aos vendedores, o que pode levar algumas semanas até a entrega oficial da residência.



Correio do Povo

FGF divulga áudios do VAR de Grêmio x Juventude: “É uma jogada limite”

 Tricolor reclamou de pênalti não marcado em Monsalve; gol de Edenilson foi anulado por falta de Camilo



A Federação Gaúcha de Futebol (FGF) divulgou, no final da tarde desta terça-feira, os áudios do VAR nos lances polêmicos da partida de ida da semifinal do Gauchão entre Grêmio e Juventude, no último sábado, na Arena. No primeiro tempo, o Tricolor reclamou de um pênalti em Monsalve, cometido por Abner, que não foi marcado pelo árbitro Jonathan Pinheiro. No VAR, Douglas da Silva manteve a decisão de campo.

“O jogador do Grêmio antecipa, mas o jogador defensor primeiro faz o contato com a bola e há esse contato com o jogador do Grêmio por ele ter tentado antecipar a bola. Mas quem chuta a bola é o jogador do Juventude. Segue com a decisão do campo. É uma jogada limite”, disse Douglas.

Na etapa final, Edenilson chegou a marcar o terceiro gol do Grêmio, mas foi anulado por falta de Camilo no início da jogada. Em um primeiro momento, Pinheiro deixa o lance seguir, alegando que o contato foi “só na bola”. No entanto, é aconselhado pelo VAR a revisar o lance. “Sugiro revisão para possível falta na troca de posse (de bola)”, afirma Douglas da Silva.

Há um momento de desencontro entre a arbitragem de campo e de vídeo, o que talvez tenha justificado a demora para a decisão. “Está falhando, não estou ouvindo vocês”, reclama Pinheiro. Posteriormente, ao analisar o lance, avalia que há um puxão na camiseta por cima. Então define: “Vou retornar para campo com tiro livre indireto. Ele puxou a camiseta em cima.”



Correio do Povo

Juventude perde para o Maringá e está eliminado da Copa do Brasil

 Equipe gaúcha não conseguiu superar adversário da Série C



O Juventude aumentou a pressão sobre si na semifinal do Gauchão, nesta terça-feira, após perder para o Maringá. O resultado de 1 a 0, no Paraná, elimina o time da Serra na primeira fase da Copa do Brasil. Agora, a o foco é decisão contra o Grêmio no Jaconi, com a necessidade de reverter a derrota do jogo de ida.

A equipe gaúcha não conseguiu impor se futebol como visitante, mesmo diante de um adversário que há pouco subiu para a Série C do Brasileiro. A iniciativa foi do Maringá desde o começo e o gol da vitória veio aos 17 minutos. Cauã Tavares anotou de cabeça.

O Juventude tentou descontar aos 36, Erick acertou na trave após bom passe de Mandaca. Erick voltou a perder nos acréscimos, ao tirar do goleiro, mas ver a defesa salvar.

Na segunda etapa, o Verdão tentou o abafa durante muito tempo, com o adversário bem recuado. Jean Carlos tentou duas vezes de cabeça, mas ficou na marcação. Ewerton também aparou pelo alto no fim, mas o goleiro defendeu.

Correio do Povo