Quinta-feira será de chuva e tempo abafado no RS

 Instabilidade domina o Estado, mas termômetros permanecem elevados

Já chove pela manhã em alguns locais, mas em maior número de pontos à tarde | Foto: Fabiano do Amaral / CP Memória


A atmosfera vai estar instável no Rio Grande do Sul nesta quinta-feira. Uma grande quantidade de nuvens cobre o Estado no decorrer do dia, embora ocorram aberturas de sol em diferentes pontos.

O ar quente e úmido favorece a chuva que atinge grande parte dos municípios gaúchos durante o dia. Já chove pela manhã em alguns locais, mas em maior número de pontos à tarde.

A MetSul alerta que as condições são propícias para chuva de intensidade forte a intensa, que sendo localizada, pode causar alagamentos. O risco de temporais com vento e granizo é muito isolado e maior no Norte e Noroeste do Estado, onde o tempo segue mais quente e abafado.

Veja as mínimas e máximas em algumas cidades do RS e de SC



MetSul Meteorologia e Correio do Povo

MUNDIALISTA - 10.02.25

 Por Vilma Gryzinski - colunista de VEJA


 


Muitos brasileiros ainda se lembram do tempo em que ficavam “no Roosevelt” – o mastodonte de mais de mil quartos em Manhattan, feio de doer, mas muito bem localizado na Rua 45. Ontem foram demitidos quatro funcionários públicos que pagavam diárias no Roosevelt e outros hotéis para imigrantes clandestinos, em mais um caso de desperdício de dinheiro público, como ficou notório com a Usaid, o órgão de ajuda externa praticamente fechado pela dupla Elon Musk e Donald Trump.


 


E não era pouco dinheiro que ia para os hotéis. O último grande pagamento foi de 59 milhões de dólares, uma quantia impressionante por qualquer padrão que se use, inclusive os americanos. E mais complicado ainda por que desabrigados pelo furacão Helene, na região sul, e pelos incêndios de Los Angeles continuam a precisar de ajuda.


 


“O dinheiro que deveria ir para vítimas de desastres está sendo gasto em hotéis de luxo para ilegais”, proclamou Musk. O homem mais rico do mundo se jogou na missão de combate a desperdícios dada por Trump, numa combinação nunca vista antes – incluindo a entrevista em que ficou ao lado de Trump no Salão Oval, com o filhinho X olhando por trás da escrivaninha presidencial.


Em nome dessa tarefa, efetivamente fechou a sede da Usaid, levando ex-funcionários a depositar flores e fazer pequenas manifestações em frente.


Pontocritico.com

FOME INSACIÁVEL

 CORREIOS

Quem se dispõe a ler e compreender o Estatuto Social da EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS, onde consta, literalmente, que a DIRETORIA GERAL DA ESTATAL foi criada com a finalidade de -DIRIGIR E FISCALIZAR OS SERVIÇOS POSTAIS NO PAÍS-, mesmo que seja um apaixonado por Lula e seus apoiadores terá infinita dificuldade para aceitar que a PAQUIDÉRMICA ESTATAL, que nas mãos petistas só produz ROMBOS E MAIS ROMBOS, foi escolhida,- pelo presidente Lula-, para PATROCINAR o “Encontro de Novos Prefeitos 2025”, evento que começou ontem, 11 e termina amanhã, 13, em Brasília, ao custo de R$ 1,3 MILHÃO.


OBJETO SOCIAL

Ora, mesmo admitindo que o deboche excedeu totalmente a cota de imaginação dos indefesos brasileiros, esta última decisão do presidente dá a entender que o Estatuto da Empresa Brasileira de CORREIOS deva ser revisado, com urgência, e lá seja destacado, com LETRAS GARRAFAIS, que o Art. 4º, que diz respeito ao OBJETO SOCIAL DA EBC, seja tornado -NULO- e, em seu lugar, seja colocado que, desde sempre, o único e verdadeiro PROPÓSITO (OBJETO SOCIAL) DA ESTATAL -PETISTA- é ser ALVO DE SAQUES E ROUBOS SEM LIMITE. 

REAL PROPÓSITO

A rigor, a bem da mais pura verdade, os estatutos de -todas- as ESTATAIS deveriam passar pela mesma e pronta reforma, ou mudança. Até porque a -FOME -PETISTA- POR ROUBOS E SAQUES é INSACIÁVEL. Aliás, não por acaso, como bem aponta a Pesquisa feita pela Transparência Internacional, o Brasil alcançou, sem surpreender, sua pior classificação histórica no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2024, ocupando a 107ª posição entre 180 países, com uma pontuação de 34 pontos. Isto mostra, analítica e inquestionavelmente, qual o REAL E GRANDE PROPÓSITO DO GOVERNO LULA.  

DOBRANDO A META

Atenção: o resultado marca uma queda de dois pontos e três posições em comparação a 2023, que já havia sido o pior desempenho desde o início da série histórica do índice em 2012. Vale lembrar que o PT voltou a -governar- o Brasil em 2023 e desde então, parafraseando a filósofa Dilma Petista Rousseff, a EXITOSA META DA CORRUPÇÃO está próxima de ser DOBRADA. Que tal?

Pontocritico.com

FRASE DO DIA - 12.02.2025

  O poder só traz desgraça nas mãos de seres incompetentes.

- Hunter x Hunter

A pedido de Trump, Jordânia aceita receber 2 mil crianças doentes de Gaza

 Durante visita à Casa Branca, monarca acrescentou que o Egito apresentará um plano sobre como os países da região poderiam "trabalhar" com Trump

"Acredito que uma das coisas que podemos fazer imediatamente é levar 2 mil crianças, crianças com câncer que estão em estado muito grave", anunciou Abdullah | Foto: WIN MCNAMEE / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP / CP


O rei Abdullah II da Jordânia se mostrou nesta terça-feira, 11, disposto a acolher 2 mil crianças gravemente doentes de Gaza durante uma reunião em Washington com Donald Trump, que deseja que o reino hachemita e o Egito recebam a maioria dos habitantes do território palestino.

Durante uma visita à Casa Branca, o monarca acrescentou que o Egito apresentará um plano sobre como os países da região poderiam "trabalhar" com Trump, apesar de as nações árabes e os palestinos terem rejeitado categoricamente a proposta do magnata.

"Acredito que uma das coisas que podemos fazer imediatamente é levar 2 mil crianças, crianças com câncer que estão em estado muito grave, isso é possível", anunciou Abdullah.

Trump classificou a iniciativa como um "gesto bonito" e disse que não estava ciente dela antes da chegada do monarca jordaniano e de seu filho, o príncipe Hussein, à Casa Branca.

O presidente republicano pareceu recuar em sua sugestão de reter a ajuda à Jordânia e ao Egito caso se recusassem a receber mais de dois milhões de palestinos de Gaza.

"Acho que faremos algo", comentou. "Não preciso ameaçar com isso, acho que estamos acima disso", acrescentou o magnata.

Trump surpreendeu o mundo ao anunciar na semana passada uma proposta para que os Estados Unidos assumam "o controle" de Gaza a fim de reconstruir o território devastado pela guerra.

Segundo ele, trata-se de realocar os palestinos em outros lugares, sem um plano para seu retorno, e transformar o território em "uma Riviera do Oriente Médio".

Os jornalistas perguntaram a Abdullah se ele apoia o plano, mas ele se limitou a responder que o Egito está elaborando uma resposta e que os países árabes a debaterão em Riade.

"A questão é: como fazemos isso funcionar de uma maneira que seja boa para todos?", questionou.

"Fazer pose de durão"

Enquanto isso, o cessar-fogo em Gaza parece cada vez mais frágil, depois que Trump advertiu na segunda-feira que as portas do "inferno" serão abertas caso o Hamas não liberte todos os reféns até o meio-dia de sábado.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, alertou nesta terça-feira que Israel retomaria "combates intensos" em Gaza se o Hamas não cumprir o prazo.

Trump disse duvidar que o grupo islamista palestino atenda à exigência.

"Pessoalmente, não acredito que vão cumprir o prazo", afirmou. "Acho que querem fazer pose de durões, mas veremos se realmente são durões", comentou.

No entanto, minimizou o impacto desse cenário na possibilidade de estabelecer uma paz duradoura entre Israel e o Hamas.

"Não vai demorar muito quando você conhece os valentões", acrescentou.

O rei jordaniano e o príncipe herdeiro se reuniram anteriormente com o assessor de segurança nacional de Trump, Mike Waltz.

Abdullah é um aliado-chave dos Estados Unidos, mas, na semana passada, rejeitou "qualquer tentativa" de Washington de assumir o controle dos territórios palestinos e deslocar seus habitantes.

O presidente egípcio, Abdel Fatah al Sisi, que deve viajar a Washington nesta semana, defendeu nesta terça-feira a reconstrução de Gaza "sem deslocar os palestinos".

Os analistas apontam um problema existencial, especialmente para a Jordânia.

Metade da população do reino hachemita, que soma 11 milhões de pessoas, é de origem palestina e, desde a criação de Israel em 1948, muitos palestinos buscaram refúgio no país.

Em 1970, no episódio conhecido como "Setembro Negro", eclodiram confrontos entre o exército jordaniano e grupos palestinos liderados pela Organização para a Libertação da Palestina (OLP), que acabaram sendo expulsos.

No entanto, a Jordânia também está muito ciente da pressão econômica que Trump pode exercer.

O país recebe anualmente cerca de 750 milhões de dólares (R$ 4,33 bilhões) em assistência econômica de Washington e outros 350 milhões de dólares (R$ 2 bilhões) em ajuda militar.

AFP e Correio do Povo

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China se opõe ao “deslocamento forçado” dos moradores de Gaza

 Governo entende que a região pertence aos palestinos



A China expressou nesta quarta-feira sua oposição ao "deslocamento forçado" da população de Gaza, em resposta à ideia do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de esvaziar a Faixa de seus habitantes para realocá-los em outros países.

"Gaza pertence aos palestinos e é parte integrante do território palestino", disse Guo Jiakun, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.

"Nós nos opomos ao deslocamento forçado dos habitantes de Gaza", devastada por mais de 15 meses de guerra entre o movimento islamista Hamas, que governa o território, e Israel, acrescentou o porta-voz.

O presidente americano surpreendeu o mundo na semana passada quando, ao receber na Casa Branca o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, propôs que Washington assuma o controle de Gaza e que seus habitantes sejam realocados em países da região, como Egito e Jordânia.

Trump insistiu novamente na ideia na terça-feira, ao receber o rei da Jordânia em Washington, ao afirmar que deseja colocar a Faixa "sob autoridade americana".

Jordânia e Egito se opõem ao deslocamento da população de Gaza. O secretário-geral da Liga Árabe, Ahmed Abul Gheit, afirmou nesta quarta-feira que a ideia é "inaceitável".

AFP e Correio do Povo

CNI: Possíveis impactos das tarifas de Trump causam enorme preocupação

 Os Estados Unidos são o principal destino de exportação do setor, especialmente nos produtos com maior intensidade tecnológica



A Confederação Nacional da Indústria (CNI) manifestou "enorme preocupação" em seu posicionamento oficial sobre as tarifas contra aço e alumínio anunciadas ontem pelo governo de Donald Trump. Após observar que as exportações industriais são essenciais ao crescimento econômico e ao fortalecimento da competitividade do Brasil, a entidade disse também que a barreira a esses produtos nos Estados Unidos causa apreensão ao setor.

"A medida atinge diretamente a indústria brasileira e os possíveis impactos dela decorrentes causam enorme preocupação ao país", comenta a CNI no texto em que lamenta a decisão de Trump de taxar o aço e o alumínio com alíquotas de 25%. A medida atinge o Brasil, um dos maiores fornecedores de produtos siderúrgicos ao mercado americano.

Opondo-se à retaliação, reposta que aumentaria o custo das importações no Brasil de insumos fornecidos pelos EUA, a CNI diz que vai trabalhar, junto com o governo brasileiro, a favor de diálogo e alternativas para reverter a primeira ação de Trump que atinge produtos da indústria de transformação brasileira. Os Estados Unidos são o principal destino de exportação do setor, especialmente nos produtos com maior intensidade tecnológica. "Essa medida é prejudicial tanto para a indústria brasileira quanto para a norte-americana. Lamentamos a decisão e vamos atuar em busca do diálogo para mostrar que há caminhos para que seja revertida", declarou o presidente da CNI, Ricardo Alban.

A exemplo da posição da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a CNI frisou que o Brasil não representa uma ameaça comercial aos Estados Unidos, citando a balança comercial superavitária do lado americano desde 2008. Além disso, a entidade lembra que as exportações brasileiras, em especial no caso do aço, são complementares, e não concorrentes, à cadeia produtiva americana.

Assim, emenda, uma consequência direta da medida será o aumento de custos para a indústria dos EUA, já que a substituição das importações por produção local será inviável no curto prazo.

A CNI também repete em seu posicionamento a preocupação manifestada pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal) em relação aos efeitos indiretos das barreiras que estão sendo levantadas por Trump. Isso porque produtos de outras origens que perderem acesso ao mercado americano poderão ser desovados a preços considerados desleais em novos destinos - entre eles, o Brasil.

"O caminho do diálogo, portanto, é preferencial a medidas de retaliação que podem prejudicar outros setores produtivos cuja importação de produtos norte-americanos seja importante para a produção brasileira", conclui Alban.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Haverá distribuição do bônus de Itaipu para todos os consumidores de até 350 kWh, diz Aneel

 Parte dos recursos está com destinação projetada para cobrir o déficit da conta de comercialização da Usina



O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, esclareceu nesta terça-feira, 11, que a distribuição do bônus de Itaipu este ano continuará ocorrendo para todos os consumidores de até 350 kWh, apesar de parte dos recursos estar com destinação projetada para cobrir o déficit da conta de comercialização da Usina.

'Esse bônus está mais elevado porque está tendo o pagamento de parte desses recursos que foram deferidos durante a Conta-Covid empréstimo quitado antecipadamente. Então, ano passado nós tivemos um bônus de R$ 1,4 bilhão, esse ano nós temos valores dessa ordem também', disse Sandoval em conversa com jornalistas.

Até o fim do ano passado, a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar) estimava um saldo negativo na Conta de Comercialização de Itaipu na ordem de aproximadamente R$ 333 milhões. O governo federal vai permitir, via decreto, a destinação de parte recursos em bônus de Itaipu para cobrir o déficit.

Uma proposta de publicação de decreto sobre o equacionamento da conta de comercialização de Itaipu foi encaminhada à Casa Civil pelo Ministério de Minas e Energia (MME). 'Encontramos a melhor solução possível, se pensarmos em termos de Brasil. Déficit da conta de comercialização não é mais um problema', declarou Sandoval.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo