Casa Branca diz que há como confirmar que Covid-19 teve origem em laboratório de Wuhan na China

 

MOMENTOS ELETRIZANTES DA INTERMINÁVEL SÉRIE "O BRASIL NÃO É PARA AMADORES"

 

A manipulação das eleições de 2022 pelo TSE

 


Vamos investigar. CPI JÁ!

Vídeo de Rodolfo Nogueira

Fonte: https://www.instagram.com/reel/DF3HuNnpdfE/?igsh=ZWc5cHR0MTFpamZn

SHOW DA MANHÃ - “IMPÉRIO DO STF” COMEÇOU A RUIR? - 10/02/2025

 

Jornal do Boris - 10/2/2025 - Notícias do dia com Boris Casoy

 

Usaid e TSE fizeram eventos para combater desinformação um ano antes das eleições de 2022

 

Em pelo menos dois eventos realizados em abril e em dezembro de 2021, no auge do planejamento das eleições presidenciais de 2022, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) participou de ações realizadas em parceria com a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid)


Em pelo menos dois eventos realizados em abril e em dezembro de 2021, no auge do planejamento das eleições presidenciais de 2022, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) participou de ações realizadas em parceria com a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) com o objetivo de combater e enfrentar o que consideravam "desinformação" e as "notícias falsas" no período eleitoral.
O TSE e a Usaid criaram em 2021 um "Guia de Combate à Desinformação", manual de práticas destinado a "ser replicado em outros países", segundo o próprio site do tribunal. O trabalho se baseava em práticas de suposto combate à desinformação criadas pelo TSE em 2020. O Brasil vem se destacando no cenário internacional pelo papel do Judiciário na censura nas redes sociais de conteúdos que considera "antidemocráticos".
O segundo evento foi um encontro virtual internacional chamado de "Eleições e a transformação digital", que teve a participação do ministro Luiz Roberto Barroso. Institucionalmente, tanto o manual quanto o encontro foram realizados por meio do Consórcio para Eleições e Fortalecimento do Processo Político (CEPPS), um acordo cooperativo supervisionado pela Usaid, que também inclui outras organizações que trabalham com o tema de eleições.
Barroso disse na época que as iniciativas visavam combater as notícias falsas "com esclarecimento, consciência crítica e informação de qualidade" e não com o controle de conteúdo nas redes sociais.
A Usaid está no centro de uma polêmica internacional e corre o risco de ser reestruturada ou mesmo fechada pelo governo do presidente americano Donald Trump. A agência teria financiado projetos de orientação progressista em diversos países e há suspeitas de que suas ações possam ter enfraquecido líderes da direita pelo mundo. Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmam que isso teria ocorrido no Brasil, prejudicando a campanha da disputa à reeleição em 2022.

Post de Gazeta do Povo

Fonte: https://web.facebook.com/100064552459780/posts/1021698943325178/?rdid=sDquccLnrWY5INFw#

Dados perturbadores da Idade Média

 

Entre 1600 e 1700, visitando o Palácio de Versalhes, em Paris, pode-se notar que, apesar da sua magnificência, o palácio não tinha casas de banho.


Entre 1600 e 1700, visitando o Palácio de Versalhes, em Paris, pode-se notar que, apesar da sua magnificência, o palácio não tinha casas de banho.
Na Idade Média não existiam escovas de dentes, desodorizantes, perfumes e muito menos papel higiénico. Excrementos humanos foram atirados diretamente das janelas do edifício.
Durante as férias, as cozinhas de Versalhes preparavam banquetes para 1.500 pessoas sem o mínimo padrão de higiene.
Nas representações modernas, vemos frequentemente personagens da época a abanar-se com leques, mas a razão não era o calor: um forte odor espalhava-se por baixo das saias das mulheres, uma vez que não existia uma verdadeira higiene íntima. Os chuveiros eram raros devido ao frio e à quase total ausência de água canalizada.
Só os nobres podiam contar com servos para acenar, tanto para dispersar maus odores do corpo e do hálito como para manter os insetos afastados.
Hoje em dia, os visitantes de Versalhes admiram os magníficos jardins, mas durante a monarquia também eram utilizados como casas de banho durante as famosas festas da corte, pois não havia casas de banho disponíveis.
Na Idade Média, a maioria dos casamentos realizava-se em junho, o início do verão. A razão? O primeiro banho do ano foi feito em maio, pelo que em junho o cheiro ainda era suportável. No entanto, para disfarçar qualquer mau cheiro, as noivas levavam ramos de flores junto ao corpo, daí a tradição do bouquet de noiva.
Os banhos eram tomados numa grande banheira cheia de água quente. O chefe de família tinha o privilégio de mergulhar em primeiro lugar, seguido pelos outros membros da família por ordem de idade. Os recém-nascidos eram os últimos, e a água era tão suja que se podia tornar letal para eles.
Os telhados das casas não tinham, muitas vezes, forro interior, com vigas de madeira que serviam de abrigo a animais como cães, gatos, ratos e baratas. Quando chovia e o telhado tinha infiltrações, estes animais saltavam no chão.
Quem podia pagar usava pratos de lata, mas alguns alimentos, como o tomate, oxidavam o material, causando envenenamento fatal. Durante anos, os tomates foram considerados venenosos.
Para beber cerveja ou whisky, eram utilizados copos de lata, e a combinação de bebidas alcoólicas e óxido de estanho podia provocar estados de inconsciência semelhantes à narcolepsia. Qualquer pessoa que passasse por ali poderia pensar que o indivíduo estava morto, e o corpo foi levado e preparado para o funeral.
O falecido foi colocado na mesa da cozinha, onde familiares e amigos vigiavam, comiam e bebiam, esperando para ver se acordava. Foi aqui que nasceu a tradição do velório.
Em Inglaterra, devido à falta de espaço nos cemitérios, as sepulturas foram reutilizadas. Os restos mortais foram removidos e colocados em ossários. Ao abrir caixões antigos, eram frequentemente encontrados riscos na parte interior da tampa, um sinal de que o falecido tinha sido enterrado vivo.
Daí surgiu a ideia de atar uma corda ao pulso do falecido, passando-a por um orifício na tampa até um sino colocado no exterior do túmulo. Uma pessoa ficava de guarda durante alguns dias e, se o “morto” acordasse, mexia o braço e tocava a campainha.
“Salvo pelo gongo”, expressão que ainda hoje usamos, deriva desta mesma prática.

Post de Maria Luiza Benitez

Fonte: https://web.facebook.com/100000125780456/posts/9988938097786950/?rdid=EN8JLIhdXtFob9uS#

Gasto público

 



Fonte: https://www.threads.net/@leandroruschel/post/DF0LAh2xTnC?xmt=AQGzivXAno0ao65CQoFOsAgENlS4alzvfEhKVzQ36hsyTA

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Para que serve este governo?

 

Pagamos alto pra essa gente, mas o resultado é isso... Melhor dar férias pra eles...

Pagamos alto pra essa gente, mas o resultado é isso... Melhor dar férias pra eles...

Post de É Bom Ser Do Bem

Fonte: https://web.facebook.com/100068109857550/posts/936942721919381/?rdid=mHSCFnzZNcW7aYZk#