Israel busca 'governo alternativo' para Hamas em Gaza, mas missão é considerada suicida

 Ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant diz estar propondo um futuro além do Hamas na região



Israel analisa a criação de um corpo governamental alternativo em Gaza, informou neste domingo, o ministro da Defesa, Yoav Gallant, propondo um futuro além do Hamas, sem dar, porém, nenhuma indicação de quem seriam os governantes. Gallant, um dos três membros do Gabinete de Guerra de Israel que recentemente pediram ao governo que elaborasse um plano pós-guerra detalhado para Gaza, disse, durante uma reunião, estar "procurando uma alternativa de governo para o Hamas.”

O projeto inclui o isolamento de áreas, a remoção de agentes do Hamas desses locais e a entrada de forças que permitirão a formação de uma alternativa de governo. Os comentários se deram em um momento de incerteza na guerra, que já dura quase oito meses. Isso atingiria o objetivo de Israel de destituir o Hamas do poder. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, está sob crescente pressão de muitos israelenses para aceitar um novo cessar-fogo proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, enquanto aliados de extrema direita ameaçam derrubar seu governo se ele concordar.

"Não ouvi falar de nenhum participante local que seja corajoso o suficiente para se apresentar como uma alternativa ao Hamas”, disse Michael Milshtein, analista israelense de assuntos palestinos da Universidade de Tel Aviv e ex-oficial da inteligência militar. Milshtein observou que a proposta de Gallant representaria uma “missão suicida” para qualquer líder local. O Hamas ameaçou qualquer um que cooperasse com o governo israelense.

"Embora o Hamas tenha sofrido graves danos nos últimos oito meses, seu impacto sobre o público continua muito forte”, disse ele.

Correio do Povo

Calça Jeans Sawary Lisa Cintura Alta Feminina

 


Informações do Produto

Calça Jeans Sawary Lisa Cintura Alta Feminina

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Material

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Gênero

Feminino

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Fraport Brasil inicia trabalho de limpeza e avaliação da infraestrutura

 


Em reunião na manhã de hoje (3/6) no aeroporto de Porto Alegre, que contou com a presença de Paulo Pimenta, Ministro da Secretaria Extraordinária da Presidência da República para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Tiago Pereira, Diretor Presidente da Anac, Tomé Franca, Secretário Nacional da Aviação Civil, Frederico Antunes, deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar da Aviação, Pedro Capeluppi, secretário da reconstrução gaúcha e de executivos da Fraport Brasil, foram apresentados os detalhes sobre a situação do aeroporto e os próximos passos para a reconstrução.

 

Com a diminuição da água acumulada no sítio aeroportuário, foi iniciado hoje o processo de limpeza da pista de pousos e decolagens. A limpeza consiste em uma ampla varredura em toda a extensão das pistas, taxiways e pátios de aeronaves para a retirada de entulhos e detritos. Em paralelo, foram iniciados os testes e sondagens para avaliação da resistência do solo, desde a compactação até a pavimentação, para que tecnicamente seja possível afirmar os impactos causados pelo acúmulo de água durante as últimas semanas. Esse período de testes tem previsão de durar aproximadamente 45 dias, dependendo das condições climáticas. Estima-se que no início de julho seja possível detalhar as necessidades de intervenções na pista.

 

Em relação aos equipamentos afetados com a enchente, ainda não é possível detalhar o valor total dos danos e quais equipamentos precisarão ser substituídos ou reparados. Desde que as águas começaram a baixar, a Fraport Brasil está em contato permanente com as seguradoras para avaliação do cenário, recebendo vistorias recorrentes e realizando o inventário de todos os itens que foram impactados.

 

Ainda, na reunião com as autoridades, a concessionária reforçou o compromisso para a retomada do aeroporto, bem como manifestou sua atuação desde o início da crise climática, zelando pelo aeroporto e sua infraestrutura, bem como facilitando o acesso de equipamentos, bombas e efetivos, para acelerar a retirada de água do aeroporto e de seu entorno. 

 

Desde o início da crise, a Fraport Brasil está em diálogo aberto com o governo federal e as autoridades relacionadas para que a recuperação ocorra da forma mais célere possível. Andreea Pal, CEO da Fraport Brasil, avalia a reunião e vistoria de hoje como positiva para os próximos passos: “estamos atuando junto ao Governo Federal para acelerarmos a retomada do aeroporto. Estamos fazendo a nossa parte com diversas atividades já iniciadas. Se os impactos forem menores do que os previstos inicialmente, vamos torcer para que o aeroporto esteja disponível para o final do ano”.

Crédito: Divulgação Fraport Brasil

Assessoria de imprensa

www.portoalegre-airport.com.br

Tela de computador com texto preto sobre fundo branco

Descrição gerada automaticamente com confiança média

Entenda o que muda se a taxação de compras até US$ 50 for aprovada

 Cobrança deve ser votada no Senado nesta semana


A cobrança de Imposto de Importação para compras de até US$ 50 (equivalente a cerca de R$ 260) deve ser votada pelo Senado nesta semana, de acordo com o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O tributo impacta, principalmente, compras de itens de vestuário feminino por meio de varejistas internacionais.

Projeto de lei

A cobrança de imposto nas compras internacionais até US$ 50 faz parte do Projeto de Lei (PL) 914/24, que chegou ao Senado na última quarta-feira (29), um dia depois de ter sido aprovado pela Câmara dos Deputados.

Originalmente, o PL trata do Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), destinado ao desenvolvimento de tecnologias para produção de veículos que emitam menos gases de efeito estufa. A taxação das compras internacionais foi incluída no PL por decisão do deputado Átila Lira (PP-PI), relator da matéria.

Assim que chegou ao Senado, o líder do Governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), requereu que a tramitação seja em regime de urgência, o que apressa a votação. O presidente da Casa informou que consultará as lideranças partidárias para que se defina se o projeto tramitará com ou sem urgência.

O que mudaria

A medida aprovada pelos deputados determina que compras internacionais de até US$ 50 passarão a ter a cobrança do Imposto de Importação (II), com alíquota de 20%.

Compras dentro desse limite são muito comuns em sites de varejistas estrangeiros, notadamente do Sudeste Asiático, como Shopee, AliExpress e Shein.

Essas plataformas são chamadas de market place, ou seja, uma grande vitrine de produtos de terceiros, e os preços costumam ser bem mais baratos que os de fabricantes brasileiros.

A cobrança tratada pelo PL é um tributo federal. Fora isso, as compras dentro desse limite de US$ 50 recebem alíquota de 17% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), um encargo estadual.

Dessa forma, o consumidor que comprar um produto de R$ 100 (já incluídos frete e seguro) teria que pagar a alíquota do Imposto de Importação mais o ICMS, o que levaria o preço final para R$ 140,40.

Pelo PL, cobranças acima de US$ 50 e até US$ 3 mil terão alíquota de 60% com desconto de US$ 20 (cerca de R$ 100) do tributo a pagar.

Projeto de lei

A cobrança de imposto nas compras internacionais até US$ 50 faz parte do Projeto de Lei (PL) 914/24, que chegou ao Senado na última quarta-feira (29), um dia depois de ter sido aprovado pela Câmara dos Deputados.

Originalmente, o PL trata do Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), destinado ao desenvolvimento de tecnologias para produção de veículos que emitam menos gases de efeito estufa. A taxação das compras internacionais foi incluída no PL por decisão do deputado Átila Lira (PP-PI), relator da matéria.

Assim que chegou ao Senado, o líder do Governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), requereu que a tramitação seja em regime de urgência, o que apressa a votação. O presidente da Casa informou que consultará as lideranças partidárias para que se defina se o projeto tramitará com ou sem urgência.

O que mudaria

A medida aprovada pelos deputados determina que compras internacionais de até US$ 50 passarão a ter a cobrança do Imposto de Importação (II), com alíquota de 20%.

Compras dentro desse limite são muito comuns em sites de varejistas estrangeiros, notadamente do Sudeste Asiático, como Shopee, AliExpress e Shein.

Essas plataformas são chamadas de market place, ou seja, uma grande vitrine de produtos de terceiros, e os preços costumam ser bem mais baratos que os de fabricantes brasileiros.

A cobrança tratada pelo PL é um tributo federal. Fora isso, as compras dentro desse limite de US$ 50 recebem alíquota de 17% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), um encargo estadual.

Dessa forma, o consumidor que comprar um produto de R$ 100 (já incluídos frete e seguro) teria que pagar a alíquota do Imposto de Importação mais o ICMS, o que levaria o preço final para R$ 140,40.

Pelo PL, cobranças acima de US$ 50 e até US$ 3 mil terão alíquota de 60% com desconto de US$ 20 (cerca de R$ 100) do tributo a pagar.


Agência Brasil e Correio do Povo

Governo estuda alternativa legal para apoio a empresas gaúchas

 É preciso acelerar debate sobre manutenção de empregos, diz ministro

Limpeza após enchente no Bairro Humaitá 

O ministro extraordinário da Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, afirmou, neste domingo (2), que o governo federal busca “construir uma alternativa” legal para socorrer financeiramente as empresas gaúchas afetadas pelas chuvas do último mês, de maneira a evitar demissões.

“Temos que construir uma alternativa para a manutenção da saúde financeira das empresas e, principalmente, da manutenção dos postos de trabalho”, disse Pimenta, em entrevista ao CanalGov, durante visita à cidade de Muçum, no Vale do Taquari, uma das regiões severamente atingidas pelos efeitos adversos das recentes chuvas no estado.

“Esta semana, vamos acelerar o debate sobre a manutenção dos postos de trabalho”, comentou Pimenta, acrescentando que já vem debatendo o assunto com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

“Já fizemos várias reuniões e fechamos alguns acordos com empresas e setores, no sentido de encontrarmos mecanismos que garantam a manutenção dos empregos e, ao mesmo tempo, buscar apoio que a legislação permite que as empresas recebam, do governo federal, para não romperem o vínculo [empregatício com seus funcionários]”, acrescentou Pimenta antes de elencar uma série de iniciativas já anunciadas pelo governo federal, como as linhas de financiamento operadas por bancos públicos com juros abaixo da inflação.

“Completamos [na semana passada] 30 dias [do início das chuvas]. Muitas empresas não conseguiram trabalhar, não abriram durante todo o mês de maio. Há empresas ainda sem água, sem luz, sem nenhuma capacidade de operar, e que têm que pagar a folha [salarial]; que têm suas despesas mensais. Temos que construir uma alternativa para a manutenção da saúde financeira dessas empresas e, principalmente, para a manutenção dos postos de trabalho”, finalizou o ministro.

Para o prefeito de Muçum, Mateus Trojan, o apoio federal e estadual às empresas é fundamental para evitar o colapso econômico e social no estado. “Precisamos de um olhar especial para conseguirs superar este novo evento [climático], motivando as pessoas a permanecerem aqui [na cidade, na região e no estado]. Caso contrário, infelizmente, teremos uma evasão em massa e um empobrecimento da cidade”, afirmou Trojan, destacando que o fato do estado enfrentar a terceira grande catástrofe ambiental em menos de um ano “limita a capacidade estrutural pública, empresarial e das próprias famílias de endividamento”. “Por isso, as linhas de crédito já divulgadas serão fundamentais para o reerguimento, a recuperação das empresas.”

Nesta segunda-feira (3), Pimenta deve inspecionar o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, na companhia de técnicos do Ministério de Portos e Aeroportos e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Atingido pelas chuvas, o terminal está fechando desde o dia 3 de maio, com parte das instalações ainda sob a água.
Ainda segundo o ministro, um dos temas prioritários desta semana será a ampliação emergencial do número de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS), já que vários hospitais públicos estão comprometidos.

Agência Brasil e Correio do Povo

Fusão entre Azul e Gol deve acontecer se for positiva para o mercado, diz presidente da Iata

 A operação deve ocorrer caso se prove positiva para o mercado

Azul planeja comprar a Gol 

Segundo Peter Cerdá, vice-presidente regional da Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata) para as Américas, uma eventual fusão entre Azul e Gol ainda está em negociação e é preciso aguardar os próximos desdobramentos. No entanto, a operação deve ocorrer caso se prove positiva para o mercado.

Na avaliação do executivo, a combinação de empresas aéreas não é novidade no setor e tem se mostrado uma tendência global. "A consolidação faz parte da nossa evolução como indústria e tem acontecido de forma relevante nos Estados Unidos e na Europa.

Por que não pode ocorrer também no Brasil?", questiona Cerdá. Ele pondera que a fusão entre Azul e Gol dependeria do aval regulatório, incluindo a participação do Estado. No entanto, defende que esse tipo de operação deve ocorrer de "forma orgânica e natural, sem imposições". "Apesar de estar envolvido no assunto, o foco do governo brasileiro precisa estar em tornar a aviação mais competitiva e não em uma possível concentração de mercado", diz o executivo.

Entre os pontos que exigem atenção do poder público para impulsionar o setor aéreo no Brasil, Cerdá cita a necessidade de reduzir impostos e o índice de judicialização. "O que está faltando para a indústria brasileira é reduzir custos e a burocracia", afirma.

Cerdá conversou com jornalistas das Américas neste domingo, 2, durante o encontro anual da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), promovido em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Nota: A repórter viajou a convite da Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata).

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Após drenar áreas alagadas, São Leopoldo empresta bombas anfíbias para Canoas e Porto Alegre

 Bombas móveis possuem capacidade de vazão aproximada de 20 mil litros por segundo

Operação para drenar água das áreas alagadas foi montada pela Prefeitura de São Leopoldo em parceria com empresas da região 

Depois de concluir a drenagem de áreas alagadas em São Leopoldo, o prefeito Aru Vanazzi encaminhou o empréstimo de duas bombas móveis anfíbias para ajudar no escoamento das águas represadas em Canoas e em Porto Alegre. O prefeito de Canoas, Jairo Jorge, esteve no Vale do Sinos para acompanhar a complexa operação montada em parceria com empresas da região.

Estes empreendimentos foram responsáveis por4 colocar em funcionamento seis bombas móveis, com vazão aproximada de 20 mil litros por segundo, no total, e drenar as regiões alagadas. Duas delas serão emprestadas para as cidades da região metropolitana. “Uma irá para Canoas e outra para Porto Alegre. As prefeituras estão se ajudando muito, em todas as áreas. A próxima fase é a da limpeza e também vamos nos ajudar. É uma tragédia difícil de atravessar, mas a solidariedade entre nós ajuda a diminuir o sofrimento das pessoas”, enfatizou Vanazzi.

Por sua vez, o prefeito Jairo Jorge enalteceu a iniciativa de São Leopoldo e disse que, no município que administra, o equipamento será direcionado à drenagem da água nos bairros Rio Branco e Fátima. “Esta ajuda é muito importante para nós. Já conseguimos vencer o escoamento em uma parte importante da cidade, mas ainda enfrentamos dificuldade e esta bomba vai nos ajudar, porque é de excelente qualidade. Reconheço e agradeço o gesto de solidariedade voltado ao povo de Canoas e de Porto Alegre”, destacou.

Segundo o superintendente Técnico de Serviços do Semae, Ronan de Jesus, é importante destacar que as duas bombas operaram durante o período crítico de instabilidade das Casas de Bombas, porém, o sistema já está com a capacidade de funcionamento restaurado e garante a proteção da região. Já o diretor-geral da autarquia, Maurício Miorim, salientou a comprovada eficácia dos equipamentos e a importância de compartilhá-los com outros municípios que também precisam. “Estamos felizes em ceder estas bombas, porque elas foram muito úteis para a nossa cidade e certamente ajudarão no escoamento da água em Canoas e Porto Alegre”.

O assessor Especial do Gabinete para reconstrução da cidade, Nelson Spolaor, o coordenador técnico da Defesa Civil de São Leopoldo, Fabiano Camargo, e integrantes da Defesa Civil Nacional, entre eles Leno Queiroz, acompanharam os prefeitos Ary Vanazzi e Jairo Jorge nesta manhã. Leno Queiroz, que estava representando a Defesa Civil Nacional, destacou a parceria e reafirmou a presença do Governo Federal na busca de solução para as cidades atingidas.

Correio do Povo

Calças Cargo Masculina Jeans Larga Bolso Lateral - Volgue

 


Informações do Produto

Calças Cargo Masculina Jeans Larga Bolso Lateral

Calça Cargo Skate Unissex (Produto novo)(Peça um número menor do que você usa caso NÃO queira a calça LARGA)É ideal para a prática do esporte e também é um ótimo look para utilizar no dia a dia.Com tecido leve e soltinho trás muito conforto na hora de utilizar.A Calça Cargo é Larga nas pernas.Tecido: Sarja (100% algodão) ou JeansCor: Preto, Bege, Verde Musgo, Chumbo e Jeans (foto pode ter variação de cor devido a iluminação) Possui 5 bolsos funcionais (dois dos lados, dois na frente e um atrás)Todas são Com Elástico e Fechamento por Cordão Barra soltinhaTamanhos:P 36-38M 40-42G 42-44GG 46Dimensões:P 36-38cintura: 51cmcomprimento: 106cmquadril: 54cmM 40cintura: 54cmcomprimento: 109cmquadril: 57cmG 44cintura: 56cmcomprimento: 112cmquadril: 60cmGG 46cintura: 60cmcomprimento: 117cmquadril: 63cm

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Cor Jeans

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Material Jeans

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Vacinação no Rio Grande do Sul atende à demanda, diz ministério

 Doses de imunizantes contra gripe, covid e tétano reforçam estratégia



O Ministério da Saúde negou que haja desabastecimento em relação às vacinas recomendadas para a uso da população do Rio Grande do Sul atingida pelas enchentes. De acordo com a pasta, todas as solicitações feitas pelo estado estão sendo atendidas pelo Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI), respeitando a capacidade de recebimento e armazenamento estadual.

“Houve reforço da imunização", disse o secretário de Atenção Primária em Saúde e coordenador do Centro de Operações de Emergência em Saúde, Felipe Proenço, em entrevista à Agência Brasil. Estão disponíveis cerca de 300 mil imunizantes, que foram pensados para manter o Programa Nacional de Imunização dentro das orientações que já são feitas cotidianamente, mas voltadas para o momento que o estado vive atualmente o Rio Grande do Sul, com a oferta de doses para gripe, covid e tétano, informou o secretário.

Segundo Proenço, que tem feito visitas frequentes ao Rio Grande do Sul, os pedidos de imunizantes já vinham sendo atendidos, mas, diante das emergências, houve reforço no envio de vacinas ao estado, principalmente às destinadas à prevenção da gripe, da covid e do tétano.

Proenço explicou que é preciso entender o contexto: entre as pessoas que estão nos abrigos e aglomeradas, sazonalmente, já era esperado aumento de doenças respiratórias. "Mas, nessas condições de abrigados e de pessoas desalojadas, a tendência é de aumento das doenças respiratórias. Quanto ao tétano, na medida em que a água vai baixando e as pessoas vão voltando para casa, para consertar o que é possível e tirar o que tiveram de perda, elas tendem a se machucar. Nesse caso, a prevenção do tétano é fundamental”, disse o secretário. De acordo com ele, diante do cenário bastante dinâmico do estado, o Ministério da Saúde faz avaliações diárias para verificar se há novas necessidades.

“Dentro do que foi demandado e do que temos das equipes volantes da Força Nacional do SUS [Sistema Único de Saúde] que têm acompanhado as ações nos abrigos, estamos em contato constante com a Secretaria de Estado de Saúde e secretarias municipais de Saúde. Então, no que foi demandado, entendemos que é suficiente”, acrescentou.

Até o dia 24 de maio, foram encaminhados ao Rio Grande do Sul 955,4 mil imunizantes: 190,4 mil para covid-19, 200 mil para difteria e tétano (dT - dupla bacteriana adulto), 50 mil pentavalentes, 65 mil de DTP (difteria, tétano e pertussis), 10 mil vacinas adsorvidas para difteria, tétano e pertussis (acelular) (dTpa - tríplice bacteriana acelular tipo adulto), 22 mil para hepatite A, 5 mil contra raiva canina, 18 mil vacinas contra raiva em células vero e 400 mil para influenza, informou o Ministério da Saúde em resposta à reportagem.

Prioridades

Segundo a chefe da Seção de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde do Rio Grande do Sul, Eliese Denardi Cesar, o estado tem priorizado as vacinas que estão na nota técnica conjunta com o Ministério da Saúde, que são contra covid, influenza, tétano, hepatite A e raiva. “Nesse contexto das inundações, das enchentes, essas foram elencadas como prioridade”, confirmou Eliese à reportagem.

Para o pesquisador Cristóvão Barcelos, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Icict/Fiocruz), Cristóvão Barcelos, mesmo que o ideal seja as pessoas se imunizarem antes de tragédias como as enchentes do Rio Grande do Sul, em alguns casos, ainda há tempo de vacinar para prevenir doenças. Barcelos ressaltou que esta é uma inundação diferente porque está durando muito tempo e que quem ainda não foi exposto aos riscos patogênicos, daqui por diante, pode ser infectado e ficar doente.

“Como a duração do desastre é muito grande, ainda dá tempo de vacinar as pessoas mais fragilizadas, mas isso tem que ter critério porque não pode ter vacinação de todos infelizmente”, disse Barcelos, em entrevista à Agência Brasil.

De acordo com o especialista, os números indicam que cerca de 2 milhões de pessoas foram atingidas pelas cheias no estado, e não há quantidade de vacinas nesta proporção. “Não existe vacina para 2 milhões de pessoas. Tem que elaborar uma lista de prioridades. Por exemplo, pessoas que estão em abrigos já estão recebendo vacinas da gripe, que são doenças respiratórias muito comuns em condições de abrigo. Isso é importante. Pessoas que estão em algum tipo de aglomeração, muito juntas umas das outras”, acrescentou.

Entre as doenças que precisam de vacinação, Barcelos destacou a hepatite A e, mais uma vez, sugeriu a adoção de um esquema de prioridades. “Não vale a pena, hoje, vacinar 2 milhões de pessoas contra a hepatite A. Então, tem que selecionar muito bem os grupos que seriam prioritários, que tenham alguma deficiência imunológica. É um momento muito delicado de estimar quais são as áreas mais atingidas e os grupos mais prioritários para a vacinação.”

O professor lamentou que a leptospirose, que tem infectado algumas pessoas no Rio Grande do Sul, não tenha imunizantes. “Infelizmente para a leptospirose não tem vacina.”

Logística

Na visão do pesquisador, uma das iniciativas interessantes em termos de logística é fazer atendimento nos próprios locais que receberam famílias desalojadas ou desabrigadas. “Alguns abrigos estão se tornando unidades de saúde na prática, porque ali tem médicos, tem alguma condição de armazenamento, as pessoas já buscam abrigo para [receber] alguma atenção. Às vezes, é só para informação, não é algum tratamento, diagnóstico de nada, então, os abrigos já estão funcionando como locais de atenção à saúde e outros estão sendo retomados.”

De certa forma, essa logística diminui o impacto do atendimento nas redes pública e privada de saúde. Conforme cálculos de especialistas, cerca de 3 mil estabelecimentos de saúde das duas redes foram atingidos pelas cheias.

Barcelos disse que o termo correto a ser usado é estabelecimento, porque abrange desde farmácias e hospitais, passando por postos de saúde, unidades de pronto atendimento e clínicas da família. “Estabelecimento de saúde é um nome mais genérico para todas as atividades, inclusive farmácias e consultórios particulares. Não são 3 mil unidades básicas de saúde, são 3 mil estabelecimentos em geral”, explicou.

Eliese Denardi Cesar informou que, aproveitando a estrutura dos abrigos, a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul já aplicou mais de 21 mil doses de vacinas contra a influenza, além de ter disponibilizado o imunizante nas unidades de saúde para a população acima de 6 meses de idade. “Está sendo feita essa ação de vacinação que a gente chama de extramuros e também nas unidades de saúde, assim como os municípios fizeram vacinação em pontos onde estão socorristas, onde estavam ocorrendo os resgates.”

Vacinas

Ainda que o estado não tenha registro de casos de sarampo entre as crianças, Barcelos ressaltou que as cadernetas de vacinação precisam estar atualizadas. “Não custa lembrar para as mães e pais e perguntar sobre o status de vacinação [da criança] para tomar [a vacina] caso esteja faltando”, disse ele, acrescentando a necessidade também de idosos tomarem a vacina da gripe.

No caso da covid-19, o pesquisador lembrou que, apesar de o país não estar em momento tão grave de transmissão, é uma das doenças que podem surgir por causa do frio e da aglomeração. Diante da estratégia de vacinação contra a doença, para a qual se espera uma cobertura alta, Barcelos destaca que ela deve ser reforçada em algumas áreas, principalmente em abrigos, onde as pessoas podem ficar doentes nas próximas semanas. "É perguntar se a pessoa já tomou o reforço da vacina, lembrar as pessoas que devem se vacinar.”

A Secretaria Estadual de Saúde informou que recebeu, na segunda-feira (27), 56 mil doses de vacinas contra covid-19 do laboratório Moderna da cepa XBB. “Estamos fazendo a distribuição da vacina para os municípios com a cepa atualizada que o Ministério da Saúde encaminhou para o estado, para que a população que está nos grupos prioritários possa ser imunizada. Também foram incluídas as pessoas que estão nos abrigos e os socorristas, tanto profissionais quanto voluntários, informou Eliese Denardi Cesar, acrescentando que a secretaria segue a orientação do ministério de inclusão do imunizante no calendário vacinação de crianças e grupos prioritários.

“Devido a todo este estado de calamidade, foram feitas algumas exceções para o Rio Grande do Sul, como a de vacinar quem está nos abrigos e os socorristas”, destacou Eliese.

A chefe da Seção de Imunização da Secretaria de Saúde lembrou a preocupação de fazer a vacinação prévia contra a raiva para quem trabalha com socorro ou nos abrigos de animais. “Essas pessoas podem fazer a vacinação para prevenir acidentes de mordeduras de animais, principalmente de cães e gatos. Claro que, se já houve mordedura, vai ter o atendimento adequado”, ressaltou.

No mesmo sentido, segue a orientação para a aplicação da vacina contra tétano. “Socorristas, população com ferimento. Fazer a vacina se já passou mais de cinco anos da última dose de reforço, fazer um novo reforço da vacina para prevenir contra o tétano, principalmente por causa do contato com a água das enchentes, contaminada”, lembrou a chefe da Seção de Imunização.

Agência Brasil e Correio do Povo

Rio Guaíba permanece abaixo da cota de inundação durante o domingo

 Novas chuvas não devem preocupar por ser um episódio “breve e pouco expressivo”, segundo a MetSul Meteorologia

Água baixa na Orla do Rio Guaíba, em Porto Alegre 

Durante este domingo, uma boa notícia em Porto Alegre: o rio Guaíba permaneceu abaixo da cota de inundação. A última atualização, ainda pela manhã, traz o nível a 3,47m. A cota para extravasamento é de 3,6m.

Apesar disso, as águas ainda estão acima da cota de alerta, que é de 3,15m. A baixa do rio Guaíba ocorre quando a população da Capital tenta voltar a algum senso de normalidade.

As operações de limpeza seguem na cidade e vários moradores ainda estão em abrigos após terem perdido tudo.

Novas chuvas não devem preocupar, segundo a MetSul

Após a trégua desde o meio da última semana com ar seco e frio impulsionado por ciclone no Atlântico Sul, a chuva volta ao Rio Grande do Sul com a passagem de frente fria pelo Estado. O retorno da chuva nesta segunda-feira não deve preocupar, ressalta a MetSul Meteorologia, por ser “um episódio breve e pouco expressivo.”

O cenário para esta segunda-feira não indica chuva com volumes elevados, assim as precipitações no máximo atrapalharão a limpeza nas áreas que inundaram. Além disso, não haverá repique de cheias de rios. É possível que em alguns pontos do Oeste e do Norte do Estado sequer chova. Nos locais em que mais chover, e não serão muitos, a precipitação deve atingir 30mm a 40mm.

Correio do Povo