Construção de prédio de 41 andares no Centro Histórico é debatida em audiência pública

 Comissão discutiu o projeto de obra lindeira ao Museu Júlio de Castilhos e a Lei 930/2021, que institui o Programa de Reabilitação do Centro Histórico

O Museu Julio de Castilhos é o mais antigo do Rio Grande do Sul 

A Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia, liderada pela deputada Sofia Cavedon, promoveu, nesta sexta-feira, uma audiência pública para discutir o projeto de construção adjacente ao Museu Júlio de Castilhos e a Lei 930/2021, que estabelece o Programa de Reabilitação do Centro Histórico de Porto Alegre. 

Na audiência pública foram discutidas as consequências do projeto que prevê a construção de um empreendimento de 41 andares, ao lado do Museu Júlio de Castilhos, na rua Duque de Caxias. Diversas entidades participaram, incluindo a associação de moradores do centro histórico, direção do Museu Júlio de Castilhos, arquitetos e residentes da região central. O objetivo, conforme Sofia, foi ouvir as partes envolvidas e elaborar um dossiê com a ata da audiência pública, anexar os documentos apresentados e enviar para a Prefeitura e ao Ministério Público Estadual.

A deputada destacou que ainda não foi possível uma reunião prévia com a prefeitura. E antes da audiência, foi lido um comunicado assinado pelo secretário Municipal do Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade de Porto Alegre, Germano Bremm, ressaltando que o projeto ainda está em avaliação e nenhuma decisão final foi tomada.

“Entendemos que este não se encontra em momento apto para discussões abertas. Isso porque as informações divulgadas a cerda do projeto foram vazadas a partir de processos administrativos em curso neste órgão urbanístico e ambiental. Com isso quero deixar claro que os procedimentos de avaliação da proposta do empreendedor ainda não terminaram: não há qualquer decisão final em relação à aprovação, ao licenciamento do projeto, ou mesmo ao seu enquadramento. Assim , são se sabe, por exemplo, se as imagens divulgadas correspondem ao projeto que efetivamente será erigido”, diz um trecho do comunicado.

O presidente da Associação dos Amigos do Museu Júlio de Castilhos, Claudio Pires apresentou um parecer do Ministério Público do RS, na primeira ação civil pública, onde o promotor Paulo Leandro da Rosa Silva enfatiza a importância cultural da discussão e alerta para o impacto negativo nos prédios tombados.

“A questão que está sendo discutida é de extrema importância para a cultura histórica, artística e cultural gaúcha”. No decorrer do texto, o promotor também pontuou que “não restam dúvidas que a construção irá impactar de forma negativa em prédios tombados”.
Ana Maria Lenz, da Associação dos Moradores do Centro Histórico, representando o arcebispo Dom Jaime Spengler, expressou forte oposição ao empreendimento de 41 andares, destacando que seria prejudicial ao entorno e uma ameaça aos prédios tombados.

A diretora do Museu Júlio de Castilhos, Doris Couto, enfatizou a preocupação com a preservação dos itens dentro do museu, destacando que o impacto da obra é alarmante.

Doris ressaltou que as edificações no entorno também sofrem danos na preservação dos bens internos. Ela destacou que o Museu Júlio de Castilhos possui um acervo robusto, fundamental para a história do país, e requer cuidados e investimentos significativos em restauração.

A diretora também enfatizou a necessidade de qualquer edificação próxima a prédios históricos considerar e dialogar na fase inicial para mitigar impactos e desenvolver um projeto que concilie os interesses do empreendimento sem comprometer a ressaltou a preservação dos itens dentro do museu e que o impacto da obra é muito preocupante. Ela afirmou que as edificações no entorno da obra também sofrerão danos na preservação dos bens que estão no interior dos prédios.

“Essa edificação precisa pensar a questão patrimonial, a questão do centro histórico de modo coordenado e evidentemente que não venha depreciar e deteriorar e causar problemas de outra natureza com relação a esse impacto gerado”, ressaltou a diretora do museu.

Correio do Povo

Subprocurador diz que delação de Cid ainda é "narrativa" e critica Lava Jato

 PF respondeu que trabalha para comprovar fatos revelados pelo ex-ajudante de ordens de Bolsonaro



Responsável pelas investigações que atingem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o subprocurador da República Carlos Frederico Santos afirmou que as informações apresentadas até agora pelo tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência da República, em seu acordo de colaboração premiada, são "narrativas" que ainda precisam ser comprovadas. Ele também fez críticas à Operação Lava Jato, investigação sobre corrupção na Petrobras que teve como um dos pilares a delação premiada e foi alvo de questionamentos.

Cabe a Carlos Frederico acompanhar as investigações que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) e tratam dos atos golpistas de 8 de janeiro e do esquema suspeito de apropriação ilegal e desvio de joias e presentes doados à Presidência no governo passado. "Eu investigo para comprovar. Não posso partir de ilações. Isso foi o jogo da Operação Lava Jato. Eu não trabalho como o pessoal da Lava Jato. Eu trabalho com provas concretas para que as pessoas sejam denunciadas com provas irrefutáveis", disse o subprocurador.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, afirmou neste sábado que a corporação busca comprovar tudo o que é dito em acordos de delação premiada, "independentemente da 'avaliação' ou de solicitações de outras agências". A manifestação foi em resposta à declaração do subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, que classificou a colaboração do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), como ainda frágil.

"A delação premiada, como meio de obtenção de provas, é ferramenta útil à investigação, e a PF corrobora sempre todo alegado, independentemente da 'avaliação' ou solicitações de outras agências", afirmou diretor-geral da PF, que reiterou a defesa do uso dos acordos de colaboração em investigações policiais. O delegado disse ainda que, neste momento, a PF está em busca de provas que corroborem as informações prestadas na delação de Cid, independentemente de pedidos feitos pelo Ministério Público Federal para isso.

Em delação premiada - a Polícia Federal aceitou o acordo e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, homologou o pacto -, Cid relatou o envolvimento de Bolsonaro em tentativa de convencer a cúpula das Forças Armadas a impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência, falou sobre como fraudou o cartão de vacinação contra a covid-19 do então presidente e ainda narrou como o ex-chefe do Executivo operou o chamado "gabinete do ódio" para atacar pessoas consideradas adversárias do governo.

Para o subprocurador, a delação do ex-braço direito de Bolsonaro ainda pode ser considerada frágil porque não apresenta, por exemplo, localidade ou espaço-tempo em que os crimes relatados teriam ocorrido. "Isso aí tem que ser corroborado. Pedi uma série de diligências que estão em curso", afirmou Carlos Frederico.

Carlos Frederico insistiu. "Eu só posso dizer que há um indicativo quando eu tiver provas concretas. Aí pode ser Pedro, José, Jair (os responsáveis), não importa. Para mim não importa quem seja, preciso de provas concretas a respeito disso. Para saber quem fomentou esses atos todos. A pessoa e o grupo de pessoas que despertaram o 8 de Janeiro." Conforme Carlos Frederico, as investigações estão na fase de cumprimento de diligências e não há prazo de conclusão dos inquéritos para propor eventuais denúncias.

Agência Estado e Correio do Povo

O que Mauro Cid já revelou sobre a venda de joias dadas para Jair Bolsonaro

 Detido de maio a setembro, Cid foi solto após assinar delação premiada

Tenente-coronel Mauro Cid foi ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro 

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), disse na delação premiada para a Polícia Federal (PF) que entregou para o ex-chefe do Executivo uma parte do dinheiro da venda de joias recebidas pela Presidência da República no exterior.

Enquanto Bolsonaro comandava o País, Mauro Cid teve acesso livre ao Palácio do Planalto e esteve ao lado do ex-presidente em entrevistas, lives, reuniões e até em salas de cirurgia em hospitais, sendo o braço-direito e secretário particular de Bolsonaro nos quatro anos do governo passado. As memórias e os acessos que teve nos últimos quatro anos tornam a delação um problema para o ex-chefe do Executivo.

O tenente-coronel foi preso no dia 3 de maio, em uma operação da PF que investiga a inserção de dados falsos de vacinação da covid-19 no sistema da Ministério da Saúde. Após ter a delação premiada homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, foi liberado do quartel onde estava detido no dia 9 de setembro.

Cinco dias depois de deixar a prisão, Mauro Cid disse aos investigadores que entregou ao ex-presidente uma parte do dinheiro proveniente do esquema ilegal de venda de joias no exterior. Segundo o tenente-coronel, Bolsonaro recebeu em mãos US$ 68 mil de forma parcelada, com um repasse nos Estados Unidos e outro no Brasil.

O tenente-coronel admitiu à PF que participou ativamente da venda de dois relógios, um da marca Rolex e outro da Patek Phillipe. O dinheiro da comercialização ilegal teria sido depositado na conta do pai dele, o general da reserva Mauro Cesar Lourena Cid.

Bolsonaro ganhou joias de autoridades estrangeiras em viagens oficiais e, por isso, os itens valiosos deveriam ser incorporados ao acervo da União. Porém, as peças foram omitidas dos órgãos públicos, incluídas ao estoque pessoal do ex-chefe do Executivo e negociadas para fins de enriquecimento ilícito, segundo as investigações.

As tentativas de vender as peças só cessaram após o Estadão revelar, em março, que auxiliares de Bolsonaro tentaram entrar ilegalmente no Brasil com um kit composto por colar, anel, relógio e um par de brincos de diamantes entregues pelo governo saudita para o então presidente e Michelle Bolsonaro.

Vendas seriam para pagar despesas processuais de Bolsonaro

Na delação, o ex-ajudante de ordens disse acreditar que a venda de joias dadas ao ex-presidente poderia ser considerada imoral, mas não ilegal. De acordo com Mauro Cid, a ideia de vender as peças surgiu como uma forma de "bancar as despesas" processuais de Bolsonaro.

"O presidente estava preocupado com a vida financeira. Ele já havia sido condenado a pagar várias multas", disse o tenente-coronel à PF.

Levantamento feito pelo Estadão no último dia 1º mostrou que Bolsonaro já somava um passivo de R$ 1.638.608,40 em dívidas com a Justiça. No valor, está incluída a multa de R$ 425,6 mil, estabelecida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no julgamento que condenou o ex-presidente por abuso de poder político, abuso de poder econômico e conduta vedada nas comemorações do dia 7 de setembro de 2022.

A maior parte do débito, porém, foi perdoada por lei sancionada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aliado de Bolsonaro. As autuações por não usar máscara de proteção e promover aglomerações durante a pandemia de covid-19 somavam mais de R$ 1 milhão.

Ao Estadão, em agosto, o ex-chefe do Executivo alegou que Mauro Cid tinha "autonomia" para agir. A declaração foi em resposta ao questionamento se o ex-presidente havia pedido para seu subordinado vender joias no exterior e trazer de volta o dinheiro para o País.

Agência Estado e Correio do Povo

Atenção: Chegaram as Ofertas Antecipadas!

 

Parceiro MagaluYoutube Facebook Blog Telegram Instagram
SelosParceiro Magalu

Compre de quem você confia. Muito mais vantagens para você. O Parceiro Magalu é um canal de vendas do Magazine Luiza. O remetente deste email está autorizado a vender nossos produtos através do site www.parceiromagalu.com

Ofertas válidas até enquanto durarem nossos estoques (o que ocorrer primeiro). Preços anunciados não incluem frete. Este e-mail não deve ser respondido.

Para dúvidas referentes a: entregas, montagens, cancelamentos e/ou pagamentos, entrar em contato com a Central de Atendimento através do número 0800 310 0002.


Diretor da Petrobras aponta volatilidade no mercado de combustíveis

 Conflito no Oriente Médio pode afetar fluxo de produtos no país

Conflito no Oriente Médio pode afetar fluxo de produtos no país 

A Petrobras está acompanhando os desdobramentos do conflito entre Israel e o grupo Hamas. Enquanto o conflito permanecer como está hoje, os impactos serão menores para o mercado, afirmou, nesta sexta-feira, o diretor de Logística, Comercialização e Mercados da empresa, Claudio Schlosser. Caso o conflito se agrave, entretanto, pode haver impacto, principalmente na oferta de petróleo na região. “Nós importamos petróleo da Arábia Saudita, que atende a uma demanda para produção de lubrificantes na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), mas nós, até o momento, não identificamos nenhum tipo de alteração no fluxo desse petróleo para suprimento”, disse Schlosser, em entrevista à imprensa.

Sobre o diesel russo, Schlosser informou que a Petrobras está sempre monitorando, porque é uma das alternativas do mercado. Os indicadores têm apontado redução dos descontos do diesel russo que ocorreram no início do ano, porque o país anunciou que incluiria os derivados a serem exportados no pacote de cortes. “O pacote de cortes era restrito ao petróleo russo, e eles fizeram essa abrangência com relação aos derivados também, de forma a uma atuação da Opep+”. Ele disse que, por isso, a vinda do diesel russo depende de uma série de fatores, da liberação para exportação e do nível de preços que o produto vem apresentando no mercado.

A Opep+ é um grupo de 23 países produtores e exportadores de petróleo que se reúne regularmente para decidir quanto óleo bruto vender no mercado mundial. No centro desse grupo, estão os 13 membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que são, principalmente, países do Oriente Médio e da África.

Diesel e gasolina

Sobre o consumo do diesel e da gasolina, Schlosser destacou que a dinâmica do terceiro para o quarto trimestre deste ano é diferente nos dois casos. Em outubro, ocorre um pico no diesel em função da atividade agrícola muito forte, pela safra de grãos e plantio. Também conta a parte industrial para consumo no fim do ano. “Há um crescente do diesel. Passada essa fase, começa a haver decréscimo do consumo. Isso já é um ciclo que acontece a todo ano e bem é conhecido nosso.”

Quanto à gasolina, Schlosser citou fatores como a entrada do 13º salário e o começo do período de férias e disse que a tendência é de aumento do consumo. “Acaba atingindo um pico sazonal em dezembro, que se mantém um pouco mais elevado em janeiro e fevereiro, impulsionado por férias. Esta é a dinâmica do final do ano.”

Perguntado se a redução do preço do petróleo no exterior e a queda do dólar poderiam levar a novas quedas de preço dos combustíveis, o diretor da Petrobras reforçou que um dos valores centrais da atuação comercial da empresa é "mitigar a volatilidade no mercado internacional das cotações e da taxa de câmbio, e não transferir essa precificação para o mercado brasileiro”.

Volatilidade

Segundo Schlosser, há grande volatilidade no mercado atualmente. “Nós temos dados da economia chinesa com enfraquecimento, que tem atuação sobre a demanda de energia. Por outro lado, os conflitos que mencionamos também afetam a demanda por derivados e podem ter implicação na oferta desses produtos, além de cortes da Opep+ no fornecimento de petróleo”. Schlosser lembrou ainda a incorporação de restrições dos derivados da Rússia, com oferta menor desses produtos. “Então, o balanço entre oferta e demanda está muito volátil no momento."

Especificamente sobre a gasolina, Schlosser mencionou o fim de uma demanda global forte, principalmente no Hemisfério Norte, que tem tendência à redução. De acordo com ele, isso permitiu que, em outubro, fosse reduzido o preço da gasolina. "No momento, estamos em uma grande volatilidade, acompanhamos todos os movimentos.” Caso se consolide um novo patamar, seja da gasolina ou do diesel, serão feitos os ajustes necessários e suficientes para manter esse equilíbrio. "Mas, por questões concorrenciais, não podemos antecipar qualquer tipo de movimento na alteração desses produtos.”

O diretor de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras informou que a companhia procura capturar a otimização dos ativos de logística e de refino e avalia as oportunidades de importação de derivados, com o objetivo de obter o melhor resultado operacional e econômico com esses ativos.

Planejamento

O diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Sergio Caetano Leite, informou que o Plano Estratégico 2024-2028 da Petrobras ainda está sendo elaborado. O plano, que começou a ser revisado no início do ano, no momento, está em fase de discussão pela diretoria. “É um trabalho coletivo." O planejamento inclui o período 2023/2027 e só será apresentado quando o processo for finalizado, o que pode ocorrer até o fim deste ano. Leite disse que ainda que não há informação nova sobre o plano 2024/2028 sendo compartilhada com o governo.

De acordo com Leite, a Petrobras está estudando oportunidades de negócios no Brasil e no exterior, embora ainda não haja nada fechado no momento. “Qualquer decisão sobre investimentos, capex (despesas de capital ou investimentos em bens de capitais) só será definida quando o plano estratégico estiver concluído”, acrescentou.

Agência Brasil e Correio do Povo

Confira o resultado do sorteio das loterias da Caixa desta sexta-feira, dia 10 de novembro

 Foram sorteados os prêmios da Lotofácil, Lotomania, Dupla Sena, Quina e Super Sete



A Caixa Econômica Federal realizou nesta sexta-feira, 10 de novembro, os sorteios de número 2.951 da Lotofácil, 2.545 da Lotomania, 2.592 da Dupla Sena, 6.288 da Quina e 470 da Super Sete. Os resultados foram divulgados por volta das 20h no Espaço Caixa Loterias, no novo Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Lotofácil

O concurso 2.951 da Lotofácil com prêmio estimado em R$ 1.700.000,00 teve os seguintes números sorteados: 

01 - 03 - 06 - 08 - 09 - 10 - 13 - 15 - 16 - 17 - 18 - 19 - 20 - 21 - 22

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui

Lotomania

O concurso 2.545 da Lotomania com prêmio estimado em R$ 6.400.000,00 teve os seguintes números sorteados: 

01 - 06 - 15 - 19 - 22 - 25 - 28 - 31 - 37 - 41 - 42 - 50 - 52 - 62 - 63 - 69 - 84 - 87 - 90 - 93

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui

Dupla Sena

O concurso 2.592 da Dupla Sena com prêmio estimado em R$ 700.000,00 teve os seguintes números sorteados: 

1º Sorteio: 06 - 12 - 22 - 33 - 35 - 44
2º Sorteio: 01 - 19 - 27 - 29 - 42 - 47

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui

Quina

O concurso 6.288 da Quina com prêmio estimado em R$ 2.200.000,00 teve os seguintes números sorteados: 

26 - 52 - 56 - 75 - 77

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui

Super Sete

O concurso 470 da Super Sete com prêmio estimado em R$ 250.000,00 teve os seguintes números sorteados: 

Coluna 1: 3
Coluna 2: 1
Coluna 3: 1
Coluna 4: 1
Coluna 5: 1
Coluna 6: 5
Coluna 7: 8

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui

O sorteio foi transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no Youtube:

Confira também os últimos resultados dos sorteios aqui.

Correio do Povo

Em 1892, madeireiros exibem orgulhosos a derrubada dessa sequóia de 1310 anos, com 361 pés de altura. (mais ou menos 128 metros)

 


Em 1892, madeireiros exibem orgulhosos a derrubada dessa sequóia de 1310 anos, com 361 pés de altura. (mais ou menos 128 metros).
Suas dimensões eram tão impressionantes que os Reis da Madeira da época, mandaram fazer uma serra de 9 metros de comprimento e levaram 8 dias para conseguirem serrar.
Depois da derrubada dessa árvore que era contemporânea do Imperador Bizantino Justiniano, vários nomes surgiram em defesa dessas árvores raras entrando com liminares e protestos contra derrubadas.
Essa em especial teve uma parte enviada para estudos no Museu de Londres. Ela estava saudável e poderia viver ainda muitos anos.
Triste não?
Créditos: "Vc conhece?"
🧐 Valorizando e fazendo História!!! 🇧🇷

Fonte: https://www.facebook.com/anapaulatravessas/posts/pfbid0Mt4ojGoG7Gd6251HYfEusDWTk3QhoHErG3n3YMcdRBLi1iLfRTKh2qAak6Td87Qjl?notif_id=1699828547029114&notif_t=close_friend_activity&ref=notif

OMS aponta mais de 250 ataques ao sistema de saúde em Gaza

 Hospitais não funcionam ou operam acima da capacidade


O diretor da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse nesta sexta-feira, no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), que o sistema de saúde em Gaza está “à beira do colapso”, por causa dos conflitos entre Israel e o grupo Hamas.  Desde o dia 7 de outubro, a OMS verificou mais de 250 ataques no sistema de saúde em Gaza e na Cisjordânia e 25 em Israel, em locais como hospitais, clínicas e ambulâncias.

“O sistema de saúde está de joelhos”, disse ele. Tedros Adhanom relatou que metade dos hospitais de Gaza não está funcionando e que o restante opera acima de sua capacidade de atendimento. A superlotação das instalações aumenta os riscos de surto de doenças diarreicas, respiratórias e de infecções cutâneas.

Mais de 10.800 pessoas foram mortas em Gaza, sendo quase 70% mulheres e crianças, segundo ele. “Uma criança morre a cada dez minutos em média em Gaza”, comunicou o diretor da OMS, lembrando também que mais de 100 funcionários da ONU já foram mortos no conflito. “Nenhum lugar, nem ninguém está seguro”, disse Adhanom, acrescentando que a organização está apoiando os trabalhadores de saúde, que se encontram física e mentalmente exaustos e “fazendo o melhor em condições inimagináveis”.

O diretor-geral da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino (PRCS), organização humanitária que atua na Palestina, Marwan Jilani, tambem fez um relato sobre a situação de saúde em Gaza durante a reunião do Conselho de Segurança da ONU.  Ele disse que muitos morreriam de fome ou de doenças e apelou ao conselho para que exija um cessar-fogo eficaz e imediato, juntamente com ajuda de emergência para o norte de Gaza.

Já Gilad Erdan, embaixador e representante permanente de Israel no Conselho de Segurança, contestou os dados da OMS, afirmando que o foco dos dados apresentados estava nos hospitais de Gaza, mas não fez menção a um ataque direto a um hospital israelense há poucos dias, por foguetes do Hamas. Segundo o embaixador, o briefing da OMS foi baseado em informações do Hamas, e não dos próprios funcionários da ONU. “Infelizmente, estão transmitindo falsidades completamente desligadas da realidade”, afirmou.


Agência Brasil e Correio do Povo

RS tem alerta para chuvas com estragos, sob projeções de volumes de até 300mm

 Temporais isolados podem provocar chuva intensa com elevada precipitação em curtos intervalos

MetSul reforça alerta para dias chuvosos e projeta volume de até 300mm no RS 

A MetSul Meteorologia reforça o alerta sobre uma longa sequência de dias com risco de temporais isolados no sul do Brasil e volumes elevados a excessivos de chuva no Rio Grande do Sul. Neste fim de semana e durante a próxima semana, as condições serão favoráveis ao registro de tempestades localizadas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Paraná. Na Metade Norte gaúcha, em diferentes cidades pode chover mais entre 200 mm e 300 mm com marcas isoladamente superiores somente nos próximos cinco a sete dias. Haverá vários períodos de chuva forte a torrencial com altos volumes em curto período. 

Os temporais isolados podem provocar chuva intensa com elevados volumes em curtos intervalos, rajadas de vento fortes e ainda queda de granizo. A instabilidade deste fim de semana e de grande parte da semana que vem vai se dar no sul do Brasil sob uma atmosfera aquecida, o que aumenta o potencial para temporais localmente fortes a severos com risco de danos, especialmente por vendavais localizados. Com o ar muito quente em altitude, podem se formar células ou supercélulas de tempestades capazes de gerar fenômenos mais severos. Embora a perspectiva de temporais localizados de vento forte e granizo, o que mais preocupa é a chuva. 

Os acumulados de precipitação previstos são muito altos para os próximos dias na maioria das regiões gaúchas, a maior parte de Santa Catarina e parte do Paraná. A Grande Porto Alegre, incluindo a Capital, também terá volumes altos, especialmente na primeira metade da semana. Sob o cenário de precipitação que se apresenta, a MetSul reitera a advertência sobre elevado risco de cheias de rios, inundações e alagamentos em área urbanas e rurais, deslizamentos de terra e quedas de barreiras. Estes impactos para a população serão especialmente sentidos em municípios da Metade Norte gaúcha e de Santa Catarina.

MetSul e Correio do Povo

Gastos de R$ 2,5 bilhões com publicidade são pivô de rombo da 123milhas

 Documentos apontam que o grupo tem mais de 800 mil credores, sendo a imensa maioria consumidores

Grupo da 123 milhas tem 948 credores trabalhistas e 802.630 credores secundários 

Relatórios técnicos preliminares da recuperação judicial da 123milhas indicam que os gastos com marketing e publicidade foram o pivô para o rombo de R$ 2,5 bi na agência de viagens. Os documentos apontam que o grupo da 123 milhas tem 948 credores trabalhistas e 802.630 credores secundários, sendo a imensa maioria consumidores.

A conclusão dos relatórios foi a de que a 123milhas apresenta os requisitos para que seja dado seguimento ao processo de recuperação judicial, iniciado no final de agosto. O documento era aguardado no bojo do recurso em que foi determinada, a pedido do Banco do Brasil, a suspensão provisória do procedimento.

Nesta quinta-feira, 9, o desembargador Alexandre Victor de Carvalho instou a empresa e seus administradores judiciais a se manifestarem sobre o conteúdo das constatações prévias. As partes terão dez dias para comentar o teor dos documentos.

As constatações prévias colocam os gastos com marketing da 123milhas e da Hotmilhas no centro da crise que levou à recuperação judicial das empresas. Segundo um dos pareceres, o grupo reconheceu "indevidamente" os gastos com publicidade como um ativo em vez de uma despesa. Como consequência, o balanço das companhias apresentaram resultado positivo e houve a distribuição de dividendos - entre 2020 e 2022, a 123milhas distribuiu R$ 29,8 milhões aos sócios.

"Caso a regra contábil tivesse sido devidamente observada e os gastos com marketing e publicidade tivessem sido reconhecidos como despesas, não haveria resultado positivo em nenhum dos exercícios analisados, o que impediria a distribuição de dividendos realizada", registra o documento.

Segundo o relatório, na 123milhas, os gastos com marketing foram superiores à receita bruta de 2021 (147% maior) e 2022 (393% maior). Já na Hotmilhas, os gastos com publicidade chegaram a 85,7% da receita operacional em 2021 e 89,8% da receita em 2022. O parecer ainda faz outras observações sobre as transações do grupo da 123milhas. Indica por exemplo, que a antecipação de recebíveis era 'relevante' para a geração de caixa operacional das empresas, sendo que tais operações eram feitas principalmente via Banco do Brasil e BTG Pactual.

A avaliação técnica, que ainda passará pelo crivo da Justiça, é a de que as empresa do grupo da 123milhas "poderiam equacionar sua crise por meio do procedimento recuperacional, já que o objetivo da recuperação judicial é viabilizar a manutenção da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos interesses dos credores". Apesar da indicação de um eventual êxito na recuperação judicial, o advogado Gabriel de Britto Silva, especializado em direito do consumidor, alerta que, no caso da 123milhas, 'a crise de credibilidade superou a crise financeira'.

"Ainda que as recuperandas fossem refundadas, seria extremamente dificultosa a retomada de confiança e o exercício de uma atividade de compra e venda de milhas, passagens aéreas e de hospedagens que pudesse ser apta a fazer frente aos R$ 2,5 bi de passivo, que aumenta a casa dia. Caso tais lucros fossem possíveis nesse nicho de mercadoras ocorrentes das recuperando-se estariam a apresentar lucros bilionários e crescentes ano a ano. E não é o que se verifica", ponderou.

Agência Estado e Correio do Povo