Em votação apertada, TRE-RS absolve prefeito de Bagé e Luciano Hang

 Recurso que pedia cassação de Divaldo Lara e seu vice, tendo também empresário como réu, foi rejeitado por 4 a 3



O pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS) rejeitou o recurso contra o prefeito de Bagé, Divaldo Lara (PTB), e o empresário catarinense Luciano Hang, que pedia cassação da chapa eleita em 2020 e a ineligibilidade de ambos por abuso de poder econômico. A nova vitória de Divaldo na Justiça Eleitoral gaúcha ocorreu por placar apertado, por 4 votos a 3, em sessão na tarde desta quinta-feira.

A desembargadora eleitoral Patrícia da Silveira Oliveira, que havia pedido vista, suspendendo o julgamento na terça-feira, fez a devolução de seu voto, divergindo do relatório e condenando o prefeito e o vice Mario Mena Kalil (PTB) à perda dos mandatos, além de oito anos de inelegibilidade para Divaldo e Hang. Ela entendeu haver vantagem ao prefeito reeleito em relação aos demais candidatos do pleito de 2020, atrelando a instalação de uma unidade da rede varejista de Hang ao sucesso de Divaldo. O entendimento foi acompanhado pela presidente da Corte, Vanderlei Teresinha Tremeia Kubiak, e pelo vice, desembagador Voltaire de Lima Moraes.

Relator do processo, o desembargador eleitoral Caetano Cuervo Lo Pumo votou, ainda na sessão da terça feira, pelo desprovimento do recurso, movido pela coligação do candidato segundo colocado no último pleito, Luiz Fernando Mainardi (PT). Lo Pumo sustentou que não há nos autos indício que o encontro estivesse inserido em evento oficial, não havendo formalidades ou protocolos, em transmissão na qual Hang fala sobre investimentos na instalação em uma das lojas de sua rede varejista, pede votos em Divaldo e critica Mainardi.

Em que pese haver “dúvidas sobre esse comportamento”, no entendimento de Lo Pumo, não existiria elementos suficientes para a cassação ou para interferir no resultado final das eleições. Entedimento semelhante tiveram o desembargador federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira e os desembargadores eleitorais José Luiz John dos Santos e Afif Jorge Simões Neto. Na visão da maioria, a transmissão não teria impacto suficiente para ilegitimar o resultado das urnas, ainda que considerem as falar de Hang na transmissão "impróprias". 

A Procuradoria Regional Eleitoral do MP-RS, em seu parecer, entende que houve abuso de poder econômico. A transmissão ao vivo, feita quatro dias antes das eleições de 2020, a que se refere o julgamento do recurso, inicia de forma institucional junto a terreno destinado à construção de uma das lojas de Hang, mas ganha tom político, havendo condicionamento do projeto à sequência do prefeito à frente do Executivo, na visão do MP Eleitoral.

Hang foi condenado à inelegibilidade até 2028 pelo Tribunal Superior Eleitoral, em maio, quando da cassação do prefeito de Brusque/SC, Ari Vequi (MDB). Em maio do ano passado, o TRE-RS, por unanimidade, negou o pedido de cassação do prefeito de Santa Rosa, Anderson Mantei (PP), por situação similar a que envolve o empresário e Divaldo. Na semana passada, o vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gustavo Gonet Branco, emitiu um parecer pelo provimento de recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

A advogada da coligação do PT, autora da ação contra Divaldo, Christine Rondon, afirmou que vai recorrer da decisão desta quinta-feira junto à Corte federal. "O placar foi 4 a 3, com argumentos muito fortes por parte dos julgadores que reconheceram o abuso de poder. Vamos recorrer e temos confiança na posição firme do TSE ao repudiar a influência econômica de pessoas jurídicas em benefício de campanhas eleitorais."

Em sua página, Divaldo Lara postou uma mensagem minutos após proferido o resultado. "Mais uma armadilha e armação do PT caiu por terra hoje", escreve o prefeito em trecho do texto.

Correio do Povo

Confira o resultado do sorteio das loterias da Caixa desta quinta-feira, dia 9 de novembro

 Foram sorteados os prêmios da Lotofácil, Timemania, Quina, Mega Sena e Dia de Sorte


A Caixa Econômica Federal realizou nesta quinta-feira, 9 de novembro, os sorteios de número 2.950 da Lotofácil, 2.013 da Timemania, 6.287 da Quina, 2.654 da Mega Sena e 834 da Dia de Sorte. Os resultados foram divulgados por volta das 20h no Espaço Caixa Loterias, no novo Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Lotofácil

O concurso 2.950 da Lotofácil com prêmio estimado em R$ 5.000.000,00 teve os seguintes números sorteados: 

01 - 03 - 06 - 07 - 08 - 09 - 10 - 13 - 14 - 16 - 17 - 19 - 20 - 22 - 25

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui

Timemania

O concurso 2.013 da Timemania com prêmio estimado em R$ 24.200.000,00 teve os seguintes números sorteados:

01 - 08 - 11 - 30 - 35 - 65 - 80
Time do coração: Floresta/CE

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui

Quina

O concurso 6.287 da Quina com prêmio estimado em R$ 1.500.000,00 teve os seguintes números sorteados: 

11 - 37 - 38 - 41 - 77

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui.

Mega Sena

O concurso 2.654 da Mega Sena com prêmio estimado em R$ 12.000.000,00 teve os seguintes números sorteados: 

11 - 17 - 23 - 36 - 47 - 51

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui

Dia de Sorte

O concurso 834 da Dia de Sorte com prêmio estimado em R$ 1.500.000,00 teve os seguintes números sorteados:

01 - 03 - 10 - 13 - 15 - 18 - 27
Mês da sorte: Junho

A quantidade de vencedores e o rateio do prêmio pode ser conferido aqui

O sorteio foi transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no Youtube:

Confira também os últimos resultados dos sorteios aqui.


Correio do Povo

Brasileiros são autorizados a deixar a Faixa de Gaza

 Governo brasileiro foi notificado e enviará o avião que está no Egito para uma base aérea para buscar o grupo

Fronteira de Rafah, que liga o Egito à Faixa de Gaza, é o único local para a saída de pessoas 

Os 34 brasileiros que aguardam para deixar a Faixa de Gaza estarão na lista de estrangeiros autorizados a cruzar a fronteira nesta sexta-feira, 10. A informação foi dada pelo Ministério das Relações Exteriores, após conversa do ministro Mauro Vieira com o ministro das Relações Exteriores de Israel, Eli Cohen.

Segundo o Itamaraty, Cohen afirmou não ter sido possível cumprir a garantia dada por ele de que os brasileiros sairiam na quarta-feira, 8, por fechamentos inesperados na fronteira.

A lista com estrangeiros autorizados a deixar a Faixa de Gaza é elaborada por autoridades egípcias e israelenses. Até o momento, mais de 3.400 estrangeiros foram autorizados a deixar Gaza, sendo 36% com passaporte dos Estados Unidos.

Brasileiros estão abrigados nas cidades de Khan Younes e Rafah, próximas à fronteira com o Egito. A fronteira de Rafah, que liga o Egito à Faixa de Gaza, é o único local para entrada e saída de pessoas ou mercadorias no enclave palestino.

Agência Brasil e Correio do Povo

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Alvo da PF por suspeita de terrorismo admite recrutamento pelo Hezbollah

 Um dos homens foi detido ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos com 5 mil dólares

PF apurou que alguns dos investigados viajaram para o Líbano, para encontros com o Hezbollah 

Um dos alvos da Operação Trapiche admitiu, em depoimento à Polícia Federal, o recrutamento pelo grupo radical Hezbollah. A ofensiva da PF foi aberta nesta quarta-feira, 8, para desmantelar atos preparatórios de terrorismo contra prédios da comunidade judaica no Brasil. O investigado em questão foi alvo de buscas da Trapiche, que vasculhou onze endereços em dois Estados e no Distrito Federal.

Dois homens foram presos no bojo da ofensiva: um foi detido em uma panificadora e outro capturado no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo. Junto do alvo localizado quando desembarcava no Brasil, a PF apreendeu 5 mil dólares. Os investigadores visam descobrir a origem do valor. Eles querem saber se o montante foi entregue pelo Hezbollah para bancar eventual ataque no País.

A Polícia Federal ainda inseriu mandados de prisão contra outros dois alvos, que estariam no Líbano, na lista de difusão vermelha da Interpol - a relação dos mais procurados da polícia internacional. Segundo os investigadores, o grupo sob suspeita planejava ataques contra prédios da comunidade judaica no Brasil. O grupo já estaria inclusive "monitorando" alguns alvos, como sinagogas, fazendo fotos de tais locais.

Ao longo do inquérito foi constatado que alguns dos investigados viajaram para Beirute (Líbano), para encontros com o Hezbollah. As apurações tiveram início com informações colhidas pela inteligência dos Estados Unidos e de Israel.

Agência Estado e Correio do Povo

Prefeitura de Porto Alegre terá que enviar à Câmara detalhes de auditoria na Smed

 Vereadora Mari Pimentel ingressou na Justiça para conseguir acesso aos documentos

Vereadora Mari Pimentel solicitou acesso a documentos de auditorias 

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), terá 48 horas para enviar à Câmara de Porto Alegre informações detalhadas sobre a auditoria feita a partir de denúncias envolvendo o mal uso de recursos públicos na Secretaria Municipal de Educação (Smed). 

O pedido foi realizado inicialmente pela Comissão de Economia, Finanças, Orçamento e do Mercosul (Cefor), mas negado. A vereadora Mari Pimentel (Novo), que preside a comissão e uma das CPIs que investiga o tema no Legislativo municipal, entrou com uma liminar, aprovada nesta quinta-feira, solicitando o relatório.

A vereadora, líder da bancada do Novo, pede que sejam detalhados os procedimentos de destinação dos materiais e equipamentos adquiridos para a rede municipal de ensino, com a cópia integral do relatório elaborado, as cópias das atas das reuniões realizadas e o acesso externo ao processo, além da conclusão da distribuição e instalação dos produtos, incluindo providências de infraestrutura nas escolas necessárias à operação dos equipamentos, com o relatório das ações e decisões tomadas e o acesso externo aos processos relacionados.

Como consta no despacho, o prefeito argumentou que “a pretensão formulada já foi rechaçada democraticamente por maioria de votos em sede das CPIs que estão ocorrendo na Câmara de Porto Alegre”.

Para a decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), “não é viável juridicamente o estreitamento do direito à informação ao que entende viável a autoridade coatora e, portanto, as informações não podem ser limitadas ao relatório mencionado”. 

Ainda, consta que “o fato de ter havido pretensão informativa idêntica que teria sido rechaçada em sede de CPI não é impeditiva da reiteração da pretensão por outros caminhos. Não tendo sido obtida a informação desejada administrativamente, o judiciário resta como a via legítima para a busca do atendimento de seu direito líquido e certo”. 

O prazo para envio das informações é de 48 horas, sob pena de multa de R$ 50 mil por dia. 

Correio do Povo

Roupas do ensaio fotográfico de Janja no Alvorada somam mais de R$ 26,3 mil

 

Foto: Casaco e vestido Reptilia: 5.884 - Bob Wolfenson/Ela/O Globo

A primeira-dama Janja da Silva usou vários modelitos para o ensaio fotográfico com cliques do fotógrafo das celebridades Bob Wolfenson, no Palácio da Alvorada, para a capa e o recheio do Ela, encarte d’O Globo.


Privilegiou estilistas brasileiros que optam por moda sustentável. Porém, os preços das peças são bem consideráveis.


Senão, vejamos:


Vestido Mirage, da Neriage: R$ 8.800,00.


Também da Neriage o conjunto plissado:


Quimono: R$ 3.380;


Calça: R$ 2.680.


O look da pose sensual em cima de um móvel são de duas peças, da marca Reptilia, da estilista Heloisa Strobel: 


Quimono: R$ 2.897,00;


Vestido de seda: R$ 2.987,00


Conjunto Letícia Gonzaga:


Vestido: R$ 1.520,00;


Casaqueto: R$ 1.200.


O vestido da capa tem assinatura do estilista Maurício Duarte: R$ 1.399


Vestido Helena Pontes: R$ 1.440.






Autor(a): BZN

BZNotícias

Justiça do DF arquiva 2ª ação penal de Maria do Rosário contra Bolsonaro

 Caso demorou tanto tempo para ser julgado que o crime foi considerado prescrito

Caso demorou tanto tempo para ser julgado que o crime foi considerado prescrito 

O juiz do 2º Juizado Especial Criminal de Brasília determinou, nesta quarta-feira, 8, o arquivamento de uma das ações criminais em que a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) é vítima de declarações feitas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O magistrado encerrou o processo porque o caso demorou tanto tempo para ser julgado que o crime foi considerado prescrito.

No final do ano de 2003, o então deputado disse, em uma entrevista, que "não estupraria" a colega de Casa "porque ela não merece". Em 2014, ele repetiu o gesto - o que deu origem às ações que ainda estão na Justiça.

"Ela não merece porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria. Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar, porque não merece", disse Bolsonaro em 2014. Ele se retratou em junho de 2019, 16 anos mais tarde, por ordem judicial.

O episódio teve consequências cíveis e criminais. Antes de virar presidente, em setembro de 2015, Bolsonaro foi condenado a indenizar Rosário em R$ 10 mil por danos morais. Já na Justiça criminal, o caso deu origem a dois processos: um, proposto pela própria deputada, acusando Bolsonaro dos crimes de calúnia e injúria; o outro, de autoria do Ministério Público Federal (MPF), o acusou de incitação ao crime.

A justificativa para a existência desses dois processos é a natureza do crime investigado. Calúnia e injúria são considerados delitos de ação penal privada - o próprio ofendido é que precisa entrar com a ação na Justiça. Já a incitação ao crime é de ação penal pública e depende do Ministério Público para colocar algum suspeito no banco dos réus. A pena é de três a seis meses de detenção.

No caso da deputada Maria do Rosário, as duas ações criminais prescreveram. Elas estavam no Supremo Tribunal Federal (STF) por causa do mandato de Jair Bolsonaro na presidência e foram para a Justiça comum este ano. As duas foram parar no 2º Juizado Especial Criminal de Brasília, sob a guarda do magistrado Francisco Antonio Alves de Oliveira.

No dia 24 de julho deste ano, Oliveira declarou prescrita a ação que investigava Bolsonaro por injúria e calúnia. Rosário recorre desta decisão. Nesta quarta, ele sentenciou a ação do MPF da mesma maneira. O próprio Ministério Público, inclusive, pediu o arquivamento do processo e já concordou com a sentença, renunciando ao direito de recorrer.

"Tendo em vista a data do recebimento da denúncia, o período em que o processo permaneceu suspenso (e o correspondente prazo prescricional) e a pena máxima cominada, de seis meses de detenção, verifica-se a ocorrência da prescrição da pretensão punitiva do Estado", argumentou Oliveira na sentença. A prescrição, na legislação penal, extingue a punibilidade do crime.

Procurada, Maria do Rosário diz que Bolsonaro foi "beneficiado pelo tempo" e relembrou o destino que deu à indenização de R$ 10 mil recebida em 2015. "Considero que o réu se beneficiou pelo tempo em que o processo transcorreu. Mesmo assim, a Justiça já o condenou no cível ao pagamento de indenização, que distribuí para entidades de combate à violência contra as mulheres", disse a parlamentar.

O Estadão procurou o ex-presidente, mas até o momento não obteve retorno até a publicação deste texto. O espaço está aberto a manifestações.

Agência Estado e Correio do Povo

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Desmatamento na Amazônia cai 22,3% no último ano, aponta Inpe

 Dado confirma a tendência de redução do desmatamento na Amazônia durante os primeiros meses do terceiro mandato de Lula

Lula prometeu reverter as políticas ambientais da gestão de seu antecessor, Jair Bolsonaro 

O desmatamento na Amazônia caiu 22,3% entre agosto de 2022 e julho de 2023, o melhor resultado em quatro anos, informou o governo brasileiro nesta quinta-feira, 9.

A destruição foi de 9.001 km², segundo dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Isso representa uma queda de 22,3% em relação ao período de agosto de 2021 - julho de 2022, quando o Inpe detectou 11.594 km² desmatados.

Trata-se também do melhor resultado desde 2019, quando iniciou o aumento da destruição das áreas florestais da Amazônia, que alcançou um máximo em 15 anos de 13.083 km² entre agosto de 2020 e julho de 2021.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), destacou os desafios para cumprir a meta do governo de reduzir a zero o desmatamento no Brasil até 2030.

"Sabíamos que agora não era como era 20 anos atrás, porque nós tínhamos um cruzamento de tráfico de drogas, de armas, de grilagem, de pesca ilegal, de garimpo ilegal", disse a ministra em coletiva de imprensa.

Marina já havia ocupado o cargo durante os dois primeiros mandatos de Lula (2003-2010).

Nos últimos anos, houve "uma profusão de criminalidades e completo desmonte dos órgãos de controle de monitoramento ambiental", acrescentou em referência ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Lula prometeu reverter as políticas ambientais da gestão de seu antecessor, na qual o desmatamento na Amazônia cresceu 75% em relação à média da década anterior.

AFP e Correio do Povo