Ucrânia "está pronta para paz, desde que seja justa", afirma Zelensky

 Governante ucraniano salientou que espera compensação total dos russos por danos da guerra


O presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, disse nesta sexta-feira que o país está pronto "para a paz, para uma paz justa", embora tenha ressaltado que considera "falso" que a Rússia esteja disposta a negociar o fim da guerra. A "fórmula" para alcançar a paz, segundo Zelenski, é o "respeito" pela Carta da ONU, pela integridade territorial da Ucrânia e por seu povo, bem como "punição" para todos os "culpados" pelo "terrorismo russo" e a "compensação total" por parte da Rússia pelos danos causados.

O presidente ucraniano explicou a posição do país destacando em discurso que nesta semana os combates "mais ferozes" estão concentrados na região de Donbass, onde "o Exército russo já gastou tantas vidas de seu povo e tanta munição quanto provavelmente não gastou nas duas guerras na Chechênia juntas". No entanto, o número real de perdas da Rússia "está escondido da sociedade russa", argumentou.

"Esconderam até sua mobilização e agora estão simplesmente mentindo para o povo que a tarefa de mobilização supostamente foi concluída. A verdade é que nas regiões da Rússia e em nosso território ocupado ainda estão reunindo pessoas para enviá-las à morte", acrescentou.

De acordo com Zelenski, essa "teimosia absolutamente sem sentido dos donos da Rússia de hoje é o melhor indicador de que tudo o que alguns líderes estrangeiros dizem sobre sua suposta vontade de negociar é igualmente falso".

"Quando alguém pensa em negociações, não procura uma forma de enganar todos ao seu redor para enviar dezenas ou centenas de milhares de pessoas ao moedor de carne, mobilizadas ou na forma de alguns mercenários", argumentou. Na opinião do presidente da Ucrânia, é "muito bom" que o mundo perceba a retórica russa "como uma mentira" e "preste atenção apenas ao que o Estado terrorista realmente faz".

EFE e Correio do Povo

Eleições de meio de mandato dos EUA têm Trump de olho em 2024 e Biden defendendo economia

 Presidente democrata enfrenta sombra da inflação com argumento da criação de empregos

Quatro dias antes das eleições de meio de mandato, Joe Biden defendeu nesta sexta-feira o resultado econômico de seu governo, no confronto de ideias com o rival republicano Donald Trump, que espera vitória dos republicanos para anunciar sua candidatura às eleições presidenciais de 2024. "Percorremos um longo caminho nos últimos 20 meses para fortalecer a economia", afirmou Biden durante viagem a San Diego, Califórnia.

Os Estados Unidos enfrentam sua pior inflação em 40 anos, uma desvantagem para os democratas na iminência das eleições legislativas. Biden prometeu acabar com o ascensão dos preços e aumentou os investimentos maciços feitos, principalmente, na área de meio ambiente e na produção de semicondutores. O mercado de trabalho, por exemplo, segue em boa forma, com taxa de desemprego de 3,7% e 261 mil postos de trabalho criados em outubro, apesar do aumento das taxas de juros, que gera temores de recessão.

"Como presidente, não aceitarei o argumento segundo o qual o problema vem do fato de que muitos norte-americanos encontram bons empregos", afirmou o presidente. Os democratas estão na defensiva antes das eleições de 8 de novembro. As pesquisas indicam uma vitória dos conservadores na Câmara dos Representantes, que se renova por completo, e uma estreita maioria republicana no Senado, onde está em jogo um terço dos assentos.

Nesse contexto, Trump é cada vez mais claro sobre sua intenção de voltar à Casa Branca. "Muito, muito, muito provavelmente o farei de novo", disse o ex-presidente Trump sobre outra candidatura presidencial. "Preparem-se, é tudo o que digo. Em breve", afirmou na noite de quinta-feira a uma multidão de apoiadores no estado de Iowa. "Vamos recuperar o Congresso, vamos recuperar o Senado", afirmou. "E em 2024, recuperaremos nossa magnífica Casa Branca".

O magnata, que nunca reconheceu sua derrota em 2020 frente a Biden, continua sendo muito influente no Partido Republicano. Ele apoiou um grande número de candidatos para as eleições de 8 de novembro, que renovam parte do Congresso, vários governadores e outros cargos municipais e que costumam punir o partido no poder.

Trump multiplicou os comícios de apoio e provavelmente atribuirá a seus esforços caso Biden seja privado de uma maioria no Congresso.

Se os conservadores se impuserem, é provável que Trump aproveite para formalizar sua candidatura o mais cedo possível e assim tomar a frente de possíveis adversários partidários, como o governador da Flórida, Ron DeSantis.

"Acho que vocês podem esperar que eu anuncie em breve", afirmou nesta quinta Kellyanne Conway, sua ex-colaboradora na Casa Branca.

Nesta sexta-feira, citando fontes anônimas, o site de notícias Axios apostou na data de 14 de novembro para o anúncio, que também poderia afetar as pendências judiciais de Trump. O bilionário do setor imobiliário é investigado por seu suposto papel na invasão ao Capitólio, a gestão de documentos da Casa Branca e, em Nova York, por assuntos financeiros.

Exatamente em Nova York, um reduto democrata por mais de 20 anos, os ventos podem soprar em outra direção a partir de 8 novembro. Para socorrer a governadora Kathy Hochul, o partido enviou a ex-secretária de Estado Hillary Clinton e a vice-presidente, Kamala Harris. Outros redutos democratas, como Oregon e Colorado, também parecem enfraquecidos por um descontentamento vinculado à inflação disparada, que os republicanos atribuem a Joe Biden.

Para contestar esta mensagem, o presidente empreendeu uma jornada pelo país, insistindo em seus esforços para proteger as classes trabalhadoras e os empregos. Depois de uma parada no Novo México, dedicada ao perdão parcial da dívida estudantil, a agenda de Joe Biden incluía uma visita à Califórnia nesta sexta para promover seu plano de apoio à produção de semicondutores nos Estados Unidos, antes de seguir para Chicago.

Joe Biden, a quem os republicanos também acusam de uma crise migratória na fronteira com o México e de um aumento da criminalidade no país, tenta mobilizar eleitores independentes em defesa do direito ao aborto e da democracia.

Há muito em jogo nestas eleições: se perder o controle do Congresso, seu mandato ficará politicamente paralisado, o que complicaria seus planos. O presidente já disse que tem a intenção de concorrer à reeleição, mas esta perspectiva não agrada necessariamente a todos os democratas, devido a sua idade, que logo chegará a 80 anos, e a sua impopularidade. Uma derrota na próxima semana jogaria mais lenha nesta fogueira.


AFP e Correio do Povo

Lula, você não me representa

 O desabafo de um cidadão brasileiro.




Relatório aprovado no Senado prevê auxílio a pescadores impactados por manchas de óleo

 Texto sugere ampliação do monitoramento da costa brasileira e acompanhamento da saúde das comunidades atingidas


A Comissão Temporária Externa para acompanhar as ações de enfrentamento às manchas de óleo no litoral brasileiro aprovou, nesta sexta-feira, o relatório final com propostas como auxílio para pescadores que não receberam ajuda financeira e acompanhamento da saúde de comunidades atingidas pelo desastre, além de ampliação do monitoramento da costa brasileira

O foco dos trabalhos foi voltado à análise dos efeitos do desastre ambiental que aconteceu em agosto de 2019, quando um vazamento de óleo atingiu toda a costa do Nordeste e os litorais de Espírito Santo e Rio de Janeiro. No documento, o relator, senador Jean Paul Prates (PT-RN), sugeriu ações por parte do Governo Federal para acompanhar a população impactada e realizar melhorias nas compensações de desastres. 

De acordo com as propostas, pescadores que não foram beneficiados com auxílio liberado a partir das regras da Medida Provisória no 908, de 2019, deverão ser contemplados. A população que convive com as consequências do desastre também terá a saúde assistida. 

Outra ideia consiste em consolidar informações e os impactos socioeconômicos e ambientais, com lições aprendidas e propostas no sentido de superar as vulnerabilidades e erros cometidos nas ações de detecção, resposta e remediação do evento em análise. Uma investigação da Marinha concluída em 2020 apontou que o petróleo era certamente venezuelano, mas até sobre isso há pesquisas que dão informação diferente.

"O derramamento ocorrido se destaca por características singulares: o desconhecimento de sua origem, a extensão de litoral impactado – em torno da metade da costa brasileira, e seus efeitos negativos", reforçou o Senador Jean.

No último levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), 1.010 localidades haviam sido atingidas entre os estados do Maranhão e do Rio de Janeiro, em aproximadamente 130 municípios, afetando mais de 4.000 km de extensão da costa. 

A comissão também quer a implementação de um sistema contínuo para monitorar a costa brasileira capaz de detectar a origem de incidentes. Outra prioridade é criar uma rede de laboratórios preparados para lidar com derramamentos, o que possibilitaria uma ação rápida nesses casos.

R7 e Correio do Povo

Ministério Público vai apurar denúncias de preconceito e discriminação em escolas de Porto Alegre

 Justiça recebeu denúncias, cobrando respostas dos colégios e encaminhando a órgãos competentes para providências

O Ministério Público do Rio Grande do Sul vai apurar denúncias de discursos de preconceito e discriminação ocorridos em escolas de Porto Alegre. O MP recebeu nesta sexta-feira, através da Promotoria de Justiça Regional da Educação de Porto Alegre (Preduc-POA), denúncias sobre vídeo em que alunos de um colégio particular disseminam falas preconceituosas durante uma transmissão ao vivo e outra referente a mensagens de alunos de outra escola particular, direcionadas a alunos bolsitas, também com conteúdo discriminatório. A motivações seriam manifestações políticas dos estudantes.

A promotora Regional da Educação de Porto Alegre, Ana Cristina Ferrareze, expediu ofício solicitando que as escolas informem, em até 48 horas, se têm conhecimento dos fatos, providências adotadas, conforme regimentos vigentes e regras de convivência e conduta escolar. 

"Pedimos aos colégios que nos informem oficialmente a identificação dos adolescentes em tese envolvidos nestes casos e quais medidas foram ou serão aplicadas. Depois da manifestação formal dos colégios, serão realizadas audiências extrajudiciais", afirma a magistrada por meio de nota, no site do órgão.

Segundo ela, "atitudes como essas, que são graves, que nos chocam, devem ser punidas". A promotora também destaca que "as condutas dos adolescentes precisam ser responsabilizadas também pela área do ato infracional, bem como investigadas as condutas dos pais ou responsáveis”.

Os casos foram encaminhados também ao Núcleo do Ato Infracional do MPRS (CIACA), para ciência e adoção das providências consideradas cabíveis e à Promotoria de Justiça da Infância e Juventude – Núcleo Articulação/Proteção, para conhecimento e adoção das providências na esfera cível, especialmente em relação à exposição da imagem dos alunos envolvidos e diante da responsabilização dos pais ou responsáveis, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

As informações serão remetidas, ainda, conforme o MP, para a 1ª Coordenadoria Regional da Educação (CRE).


Correio do Povo

PGR pede ao STF para interrogar Carla Zambelli antes de abrir investigação

 Deputada federal foi flagrada apontando uma arma de fogo para um homem às vésperas do 2º turno das eleições; ela saiu do país


Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu permissão ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tomar o depoimento da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) antes de decidir se abre uma investigação sobre a parlamentar devido ao episódio em que ela apontou uma arma de fogo em direção a um homem, em São Paulo.

Em 29 de outubro, véspera do segundo turno das eleições, Zambelli e os seguranças dela se envolveram em uma confusão no bairro Jardins. Um homem abordou a parlamentar no meio da rua e a provocou. Em determinado momento, Zambelli passou a correr atrás do rapaz, assim como os seguranças dela. Um deles, inclusive, efetuou um disparo para o alto.

Durante a confusão, Zambelli sacou uma arma e apontou para o homem envolvido no episódio. A deputada gravou um vídeo no dia do ocorrido e disse que pegou o revólver depois de ter sido agredida e xingada. Uma nova gravação, de outro ângulo, no entanto, mostrou que o homem não tentou atingir a parlamentar em momento algum.

O depoimento da deputada foi solicitado pela vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araujo. "Com o escopo de averiguar preliminarmente as circunstâncias fáticas que envolvem autoridade com prerrogativa de foro perante o egrégio Supremo Tribunal Federal, urge sejam adotadas diligências investigativas para o completo esclarecimento dos fatos", afirmou.

"Ante o exposto, o Ministério Público Federal, a título de diligências preliminares, requer seja autorizada a oitiva da deputada federal Carla Zambelli Salgado, a ser realizada pela Procuradoria-Geral da República, sem prejuízo de outras oitivas decorrentes que se afigurem necessárias", complementou a vice-procuradora-geral da República.

Deputada fora do Brasil

No momento, Zambelli está fora do Brasil. Ela viajou aos Estados Unidos depois de ter as redes sociais suspensas por determinação da Justiça. A decisão partiu do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que entendeu que a deputada espalhou informações falsas sobre o processo eleitoral, além de ter incentivado a realização de atos antidemocráticos.

Zambelli afirmou que foi aos Estados Unidos para cumprir agendas pessoais e que aproveitaria a ocasião "para estudar meios de assegurar e restaurar a liberdade de expressão no Brasil junto a autoridades americanas".

R7 e Correio do Povo

Derrubaram as contas de redes sociais de Nikolas Ferreira

 



Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=3259284670952753&aggr_v_ids[0]=3259284670952753&notif_id=1667685391599364&notif_t=watch_follower_video&ref=notif

Petrobras eleva preço de querosene de aviação em 7,3%

 Reajuste para distribuidoras começou a valer em 1º de novembro

A Petrobras elevou o preço do querosene de aviação (QAV) em 7,3%, totalizando um aumento de 48,4% no ano. A informação foi divulgada pela estatal nesta sexta-feira, mas o reajuste do produto para as distribuidoras começou a valer em 1º de novembro.

A companhia destacou que esta alta do QAV se deu após três meses consecutivos de redução média no preço do produto, que havia recuado 13,5%. Os ajustes de preços de QAV são mensais e definidos por meio de fórmulas contratuais negociadas com as distribuidoras.

“Os preços de venda de QAV da Petrobras buscam equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor do produto e da taxa de câmbio, para cima e para baixo, com reajustes aplicados em base mensal, mitigando a volatilidade diária das cotações internacionais e do câmbio. Dessa maneira, em 2022, foram realizados sete aumentos e quatro reduções que resultaram em uma variação de 48,4% no ano”, explicou a companhia.

A Petrobras comercializa o QAV produzido em suas refinarias ou importado apenas para as distribuidoras. As distribuidoras transportam e comercializam os produtos para as empresas de transporte aéreo e outros consumidores finais nos aeroportos, ou para os revendedores. Distribuidoras e revendedores são os responsáveis pelas instalações nos aeroportos e pelos serviços de abastecimento.

O mercado brasileiro é aberto à livre concorrência, e não existem restrições legais, regulatórias ou logísticas para que outras empresas atuem como produtores ou importadores de QAV. A Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear) divulgou nota sustentando que o aumento, durante o ano, segundo cálculos próprios, foi de 58,8%. Segundo a entidade, o QAV responde por cerca de 40% dos custos totais de uma companhia aérea.


Agência Brasil e Correio do Povo

Ciro Nogueira nomeia Alckmin e oficializa início da transição

 Vice-presidente eleito foi escolhido por Lula para ser o coordenador da transição; nomeação foi publicada nesta sexta-feira no DOU

A transição do governo Jair Bolsonaro (PL) para o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começou, oficialmente, nesta sexta-feira (4). O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), foi nomeado pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), para o Cargo Especial de Transição Governamental.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Escolhido pela equipe de Lula para coordenar a transição de governo, o ex-governador de São Paulo ganha o status de ministro extraordinário e será responsável por requisitar as informações dos órgãos e entidades da administração pública federal.

Na quinta-feira (3), Alckmin se reuniu com o ministro Ciro Nogueira, que chefia os trabalhos pelo lado do governo Bolsonaro. Este foi o primeiro encontro para tratar do início da transição.

"Entregamos o pedido do presidente Lula nos designando como coordenadores da transição", disse Alckmin, ao lado da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e do ex-ministro Aloizio Mercadante. Enquanto o vice-presidente eleito ficará na liderança dos trabalhos, Gleisi vai coordenar a parte política, e Mercadante, a técnica. 

Segundo Alckmin, o processo de transição já iniciou, mas é na próxima segunda-feira (7) que os pedidos de informação começam a ser, de fato, repassados. "A conversa foi bastante proveitosa e muito objetiva", afirmou o pessebista.

Encontro com Bolsonaro

Ainda nesta quinta (3), o vice-presidente eleito se encontrou com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto pela primeira vez desde a vitória nas urnas de Lula. O encontro não estava na agenda oficial de Bolsonaro, mas o presidente tomou a iniciativa de conversar com Alckmin. Segundo o vice-presidente eleito, Bolsonaro se dispôs a contribuir com o governo de transição.

Transição

Regulamentado pela lei 10.609/2002 e pelo decreto 7.221/2010, o período de transição tem o objetivo de propiciar condições para que o candidato eleito, Lula, possa receber de seu antecessor, Bolsonaro, todos os dados e informações necessárias à implementação do programa do novo governo.

Os membros da equipe de transição serão indicados por Lula e devem ter acesso às diversas informações relacionadas às contas públicas, aos programas e projetos, entre outras informações. O grupo é formado por 50 pessoas, que assumem os cargos especiais de transição governamental (CETG).

A equipe de transição é supervisionada por um coordenador – Alckmin – que ganha o status de ministro extraordinário e a quem competirá requisitar as informações dos órgãos e entidades da administração pública federal.

A ideia é incluir indicações dos nove partidos que formaram aliança no primeiro turno, além de apoios importantes no segundo turno, como o da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que concorreu às eleições para a Presidência da República.

O grupo ficará instalado no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, que foi palco de trabalho da equipe de transição do ex-presidente Michel Temer (MDB) para Bolsonaro, em 2018. O espaço fica a cerca de quatro quilômetros do Palácio do Planalto e a oito do Congresso Nacional e da Esplanada dos Ministérios.


R7 e Correio do Povo

Todas as rodovias federais do país estão livres de bloqueios, diz PRF

 Segundo a PRF, até o momento, foram desfeitos 936 interdições ou bloqueios nas estradas federais


Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou na noite desta quinta-feira, em suas redes sociais, que todas as rodovias federais estão livres de bloqueios. Ainda ocorrem interdições, que é quando o fluxo de veículos fica parcialmente impedido em 24 rodovias.

No final da manhã de hoje, esse número era de 73 locais, sendo 60 interdições e 13 bloqueios, que é quando o fluxo fica totalmente impedido. As interdições ocorrem nos estados do Amazonas (2), do Mato Grosso (7), do Mato Grosso do Sul (1),do Pará (6) e de Rondônia (8). 

Segundo a PRF, até o momento, foram desfeitos 936 interdições ou bloqueios nas estradas federais. 

Agência Brasil e Correio do Povo