Bolsonaro comemora resultado do PIB e diz que o Brasil está se recuperando

 


O presidente Jair Bolsonaro comemorou nesta quinta-feira (2) o crescimento de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no primeiro trimestre deste ano e disse que o País está se recuperando melhor do que outros após os impactos da pandemia de covid.

“Só notícia boa no tocante à economia, a gente vai recuperando. Nosso PIB foi o nono do mundo”, disse Bolsonaro em sua transmissão semanal ao vivo pelas redes sociais.

Apesar da alta no primeiro trimestre, o PIB brasileiro de janeiro a março ficou um pouco abaixo da expectativa de avanço de 1,2% sobre os três meses anteriores.

Lista

O desempenho do PIB ocupa o 8º lugar dentro de um ranking com 32 países, segundo levantamento elaborado pela agência de classificação de risco Austing Rating. A lista traz os resultados das principais economias do mundo.

No ranking, o Brasil dividiu a 8ª posição com o México, e a Colômbia, que também registraram crescimento de 1% no 1º trimestre. No topo da lista aparece o Peru (2%), seguido por Filipinas (1,9%) e Canadá (1,6%).

Entre os emergentes, China (1,3%%), Turquia (1,2%) e Tailândia (1,2%) também tiveram desempenho melhor que o do Brasil.

O PIB do Brasil ficou acima também da média dos países analisados (0,3%) e de países como Estados Unidos, França e Japão, que registraram retração nos 3 primeiros meses do ano.

Perspectivas

Apesar do bom desemprenho do Brasil no começo de 2022, a Austin Rating projeta um avanço de apenas 0,7% do PIB do País no ano, abaixo da média dos países da amostra (3,2%), por conta dos impactos da inflação persistente, dos juros em alta e da piora do cenário internacional, com temores de forte desaceleração na China e nos Estados Unidos.

“Nesta foto o Brasil está bem, mas não deve sustentar esse mesmo desempenho até o final do ano. Vamos ter que esperar os próximos trimestres, quando todos os países já tiverem voltando a um padrão normal de crescimento, para ver como o Brasil se comporta nesse cenário de juros altos nos EUA, de continuidade da guerra na Ucrânia e de desaceleração da China”, afirma Alex Agostini, economista-chefe da Austin Ratings.

Após a divulgação do resultado do PIB, o Santander passou a projetar crescimento de 1,2% em 2022, ante 0,7% projetado na revisão anterior. Contudo, a revisão agora vê uma ameaça maior de recessão em 2023. “Estimamos uma contração de -0,6%”, destacou o banco.

O Sul

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Apoiadores surpreendem, lançam novidade sobre Bolsonaro e esquerda entra em "desespero"

 

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Alterado, ex-presidiário briga até com o fotógrafo, em público (veja o vídeo)


Brasil volta ao Top 10 no ranking da economia mundial, e 'despiora' deixa esquerdalha em pânico (veja o vídeo)

 

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/39502/brasil-volta-ao-top-10-no-ranking-da-economia-mundial-e-e39despiorae39-deixa-esquerdalha-em-panico-veja-o-video?fbclid=IwAR3EqanZ7XsouypCS5xiu-w4kpoK6JK9xkGaxdLucxjXaermiH19s4_Suw8

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A Escrivaninha Notável Office é a escolha perfeita para você que procura um design moderno! Ela conta com 2 gavetas e um nicho na parte inferior das gavetas, permitindo que você tenha muito espaço para organizar todos os objetos que quiser! Possui excelente acabamento! (Imagem meramente ilustrativa. Os objetos decorativos não acompanham o produto).


MODELO: Escrivaninha Office

MARCA: Notável

COR: Preto

MEDIDAS

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P: 41 cm

ACABAMENTO: Pintura UV (Ultra Violeta) Fosco

MATERIAL: MDP - 15mm

PORTAS: Não possui

QUANTIDADE DE GAVETAS: Sim, possui 2 gavetas

PUXADOR: Alumínio

CORREDIÇA: Metálica

PÉS: Sim, possui 6 pés

MATERIAL DOS PÉS: Sapatas Plásticas de 5mm

PESO: 21,6kg

QUANTIDADE DE VOLUMES: 1 Caixa

GRAU DE DIFICULDADE DE MONTAGEM: Fácil

PESO MÁXIMO SUPORTADO: 29kg

INSTRUÇÕES/CUIDADOS: Para maior durabilidade, recomenda-se que a limpeza dos móveis seja feita da seguinte forma: Nas partes externas (portas, laterais e frente de gaveta) e internas, a limpeza deverá ser feita com pano limpo e levemente umedecido em água e sabão neutro. Em seguida, deverá ser passado um pano limpo e seco.


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O Pai da Mentira ataca novamente

 E foi assim que ele chegou à presidência da República!

Com mentiras, falsas promessas e roubando a esperança do povo brasileiro.


Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=pfbid02NExLFUtuzsB3YT8iwWbAiMCNY6USy79D9FeaReN7sA8iCGswk6qmeAykRPdpnCVYl&id=100052112183916&m_entstream_source=video_home&player_suborigin=entry_point&player_format=permalink&ref=m_notif&notif_t=watch_follower_video

Projeto que limita ICMS de combustíveis pode ser votado no Senado na semana que vem

 


O senador Fernando Bezerra (MDB-PE) teve nesta quinta-feira (2) mais uma rodada de conversas com representantes dos secretários de Fazenda dos Estados sobre a possibilidade de limitar a aplicação de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre bens e serviços relacionados a combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo.

Bezerra é relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2022, que trata desse tema e foi aprovado na Câmara. Um dos consensos saídos da reunião foi a possibilidade de votar o PLP 18 antes do dia 14.

“Eles [os secretários de Fazenda] preferem avançar no entendimento para que o relatório que a gente venha a produzir possa ser apreciado antes do dia 14. Para que esse relatório, apoiado e aprovado aqui no Senado, possa ser a base para um amplo entendimento que se pretende em uma nova reunião de conciliação no próximo dia 14”, disse Bezerra após o encontro.

Segundo o senador, “caso esse clima de compreensão e colaboração continue”, o relatório pode ser votado na sessão de terça-feira (7) ou na de quarta-feira (8). Após a reunião com Décio Padilha, presidente do Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Bezerra ainda vai se encontrar com o ministro da Economia, Paulo Guedes. “Vou traduzir quais foram as tratativas aqui realizadas”, adiantou.

Segundo a proposta, os setores de combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo seriam classificados como essenciais e indispensáveis, levando à fixação da alíquota do ICMS em um patamar máximo de 17%.

O projeto também determina uma compensação aos Estados pela perda com a arrecadação do imposto. Segundo o texto, haverá, até 31 de dezembro de 2022, uma compensação paga pelo governo federal aos Estados pela perda de arrecadação do imposto por meio de descontos em parcelas de dívidas refinanciadas desses entes federados junto à União.

Também presente no encontro, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) disse que as conversas avançaram no que ele chama de parte estrutural. Os setores de telecomunicações e energia só seriam classificados como essenciais a partir de 2024. Já o diesel, gasolina e gás de cozinha entrariam nessa classificação de imediato. A questão da compensação aos Estados, no entanto, não avançou.

“Por enquanto não foi aceita nenhuma fonte de conta ou fundo ou mesmo transferência direta do governo federal para os estados para compensar isso. O governo acha que não tem que fazer essa contribuição neste momento”, disse Jean Paul.

O senador destacou o impacto restrito dessas medidas no preço final dos combustíveis ao consumidor. “A dimensão tributária tem um alcance diminuto, a gente está falando de uma diminuição de R$ 0,10 a R$ 0,18 no preço da gasolina. Acho que a gente pode evoluir para outras dimensões também.”

O Sul

Chefe da Casa Civil diz que, se a situação do País piorar, o governo pode decretar calamidade pública

 


O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, afirmou nesta quinta-feira (2) que “atualmente” não vê necessidade da decretação de um estado de calamidade pública, mas afirmou que essa possibilidade existe dependendo da situação do País. A declaração ocorreu em entrevista à CNN Brasil.

“Vai depender da situação do País. A população está sofrendo hoje. Eu não vejo necessidade desse estado de calamidade atualmente, mas se chegar a um ponto de uma situação como essa, nós teremos que decretá-la. Mas eu espero que isso não seja necessário”, disse o ministro.

A possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro pedir ao Congresso Nacional para decretar o estado de calamidade a poucos meses da eleição passou a ser defendida por uma ala do governo, que busca criar mecanismos para derrubar o preço dos combustíveis e da energia por meio de subsídios.

Esse decreto, no entanto, esbarra no desejo de Bolsonaro de reajustar os salários dos servidores públicos.

A calamidade libera uma gastança irrestrita pelo governo. Não apenas medidas para reduzir combustíveis, mas também, por exemplo, ampliação do Auxílio Brasil. O decreto precisa ser votado previamente pelo Congresso Nacional. Para ministros do governo, o decreto é colocado como “última possibilidade”.

O instrumento é previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal e na Constituição. Mas uma alteração feita na regra por sugestão do governo Bolsonaro estabelece que, durante a vigência do estado de calamidade pública, fica proibido a concessão de reajuste de salários e de benefícios como o vale-alimentação. Esse reajuste, porém, poderia ser feito antes do decreto.

Na entrevista desta quinta, Ciro Nogueira também afirmou que está a situação do País está “muito difícil” e que isso dificulta a concessão de reajuste.

“Ainda estamos estudando. Ainda não temos definição. Estamos buscando alternativas. Mas a situação está muito difícil para conceder aumento para os servidores nesse ano.”

Em relação ao reajuste no vale-alimentação de todos os servidores, que está sendo estudado como um substituto do aumento salarial, Nogueira confirmou que há essa possibilidade, mas disse que isso pode ferir a legislação eleitoral.

“Tem (essa possibilidade), mas existe uma dúvida jurídica muito grande se o governo federal, por conta da legislação eleitoral, pode conceder esse aumento. Se a legislação eleitoral permitisse, eu tenho certeza que o presidente já tinha feito isso.”

O Sul

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