Moraes dá cinco dias para Planalto explicar ida de Carlos Bolsonaro à Rússia

 Vereador acompanhou a comitiva brasileira durante encontro do presidente Jair Bolsonaro com Vladimir Putin



O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), deu prazo de cinco dias para que a Presidência da República explique a ida do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) à Rússia em viagem oficial do governo brasileiro. O magistrado tomou a decisão no âmbito do inquérito que investiga uma milícia digital.

No despacho, Moraes afirma que a ida do vereador deve ser investigada em relação ao suposto fluxo de ataques hackers que partem da Rússia e miram instituições brasileiras. "Como se vê, a despeito da manifestação do Parquet, os fatos noticiados guardam aparente relação com o objeto destes autos, sendo necessária a adoção de medidas para seu completo esclarecimento, especialmente por esta apuração se debruçar sobre atividade de organização criminosa, com núcleos de produção, publicação, financiamento e político, resultando em ataques ao Estado Democrático", destaca Moraes.

A viagem ocorreu entre 14 e 18 de fevereiro e contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro, pai do vereador. Na ocasião, Bolsonaro se encontrou com o presidente russo, Vladimir Putin.

A viagem da comitiva ao país europeu ocorreu dias antes das tropas russas invadirem a Ucrânia. Além da presidência, Moraes determina que a Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro informe se Carlos se licenciou do cargo para viajar.

R7 e Correio do Povo


Soares e Meligeni perdem nas duplas e Brasil fica atrás da Alemanha na Davis

Furadeira de Impacto Mondial 650W 2 Velocidades - 3/8” com Maleta 11 Peças NFFI-07M

 


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Senado começa a debater legalização dos jogos de azar

 Parlamentares e representantes religiosos tentam enterrar o texto enquanto defensores querem acentuar o debate




Aprovado pela Câmara em uma votação polêmica e apertada, o projeto de lei que legaliza os jogos de azar no Brasil encontra dificuldades para debate no Senado antes mesmo ser distribuído. Mesmo sem consenso, a proposta — que tramita há mais de 30 anos no Congresso e legisla sobre cassinos, bingos, jogo do bicho e jogos online — começa a ser discutida na próxima terça-feira. 

Por causa da polêmica, a previsão é de que o PL 442, de 1991, passe por diversas comissões antes de chegar ao Plenário, podendo ser criada uma comissão especial para a discussão. Cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), decidir. Sensível aos pedidos externos de parlamentares religiosos que se manifestam contra a legalização das atividades, há a possibilidade de que o texto vá para a gaveta.

A bancada evangélica faz coro contra a legalização. Dentro do partido de Pacheco, a avaliação é de dificuldade para a aprovação do texto, que requer debate extensivo. Maior bancada do Senado, o MDB deve se posicionar de forma majoritariamente contrária à matéria. A CNBB (da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) também tem se articulado para barrar o debate.

O vice-líder do governo, senador Carlos Viana (MDB-MG), já se manifestou contra. “A experiência internacional mostra que os grandes cassinos são usados para lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e prostituição. A fiscalização desse setor é muito difícil”, justificou Viana, ponderando que, apesar da legalização ter potencial de trazer receita ao país, os prejuízos com aumento de gastos com saúde pública e combate ao crime organizado não compensariam.

O líder do Podemos, Alvaro Dias (PR), ainda não confirmou uma orientação de bancada e acredita que um debate extensivo vai tomar os corredores a partir de terça, podendo haver uma articulação capaz de fazer a matéria avançar. Dentro do partido, há, no entanto, senadores que já movimentam os bastidores para barrar a proposta, como é o caso de Eduardo Girão (CE).

“É um assunto extremamente sem sentido nesse momento, uma inversão de prioridades. Estamos vendo o desemprego alto, a fome, inflação e esse projeto não aplaca nada com relação a isso. Acredito que podemos reverter o resultado da Câmara, pois os argumentos contrários são muito consistentes”, defendeu Girão, ao R7, destacando o apoio de entidades de controle e fiscalização do Brasil que apontam a facilitação para o crime organizado.

Sem uma orientação definida da base, ainda que o projeto passe, a expectativa é que seja vetado pelo presidente Jair Bolsonaro. Publicamente, ele tem dito que não legalizará os jogos de azar, mas acredita que o veto pode ser derrubado pelo Congresso. Em contrapartida à negativa, o governo não tem se movimentado para evitar que a proposta ganhe corpo no Senado, aumentando a possibilidade de uma futura aprovação, assim como ocorreu na Câmara.

Defesa

Em um movimento oposto, o senador Angelo Coronel (PSD-BA) mostra-se como um porta-voz favorável ao tema dentro do Senado e já começa as articulações, inclusive ao lado de Pacheco, colega de partido, na tentativa de destravar o debate. “Vou defender, eu sou favorável à legalização. As potências mundiais, econômicas, com exceção da Indonésia e da Arábia Saudita, que compõem o G20, todas têm os jogos legalizados, assim como os países do Mercosul, com exceção do Brasil. Nós temos que tratar jogos como atividade econômica, não como costume”, argumentou ao R7.

Relator de um projeto com a mesma temática, Angelo quer promover um apensamento de matérias que se debruçam sobre o assunto em um único texto. Ele já se prontificou para ser o articulador oficial da Casa em defesa à legalização dos jogos. “Se for me passada a missão, relatarei sem problema.” A estratégia do parlamentar consiste em mostrar que as atividades já existem e que a legalização gera novas fontes de receita ao Estado, podendo ser revertidas em políticas públicas.

“Se está dando certo, gera emprego e renda para tantos países do mundo, por que nós vamos deixar de auferir essa renda? Nós não estamos inventando o jogo, ele já existe no dia a dia da sociedade brasileira. Só que clandestinamente. Então quem é contra a legalização está sendo favorável a manter a clandestinidade”, disse.

O PSD, no entanto, ainda não tem um posicionamento. “O tema exige debate amplo e aprofundado e vamos nos dedicar a estudar o projeto dentro do PSD”, diz a bancada. 

Entenda o projeto

O PL 442, aprovado pela Câmara, prevê a concessão de licenças para várias modalidades de jogos de azar, bem como a legalização de um cassino para cada estado dentro de grandes resorts. Aos entes federados com população entre 15 milhões e 25 milhões de habitantes estão permitidas duas licenças para cassinos e três para estados com mais de 25 milhões de habitantes. O projeto também prevê a exploração de cassinos em embarcações fluviais e uma licença a mais para os estados do Pará e Amazonas devido às dimensões territoriais.

Para os bingos, o limite é de 400 máquinas por estabelecimento, sendo permitida uma casa a cada 150 mil habitantes por município e com capital integralizado de R$ 10 milhões. Estádios também poderão oferecer a modalidade.

O jogo do bicho também fica licenciado, condicionando o número de alvarás ao critério populacional: um para cada 700 mil habitantes. Jogos online podem ser explorados mediante credenciamento junto ao Ministério da Economia.

Em contrapartida, o texto prevê arrecadação tributária decorrente da exploração, criando a Cide-Jogos, com alíquota fixada em 17% para os jogos e a taxa de fiscalização para emissão da licença. A verba será direciona à implementação de políticas públicas, com previsão de repasse aos estados e municípios, à Embratur e aos fundos nacionais de segurança, cultura, financiamento estudantil e destinado à crianças e adolescentes.

R7 e Correio do Povo


Inter anuncia empréstimo de Rodrigo Lindoso ao Ceará

Lira suspende retorno presencial na Câmara por tempo indeterminado

 Votações estavam previstas para retomarem modelo apenas presencial após carnaval



O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), suspendeu por tempo indeterminado o retorno das sessões presenciais na Casa. O ato mantendo a deliberação remota foi publicado em edição extraordinária do Diário da Câmara dos Deputados neste sábado.

Inicialmente, o retorno das votações presenciais estava previsto para ocorrer após o feriado de carnaval. Agora, as votações remotas continuam. Nesse modelo, os parlamentares podem participar das sessões de forma presencial ou remota, inclusive quando votam em projetos.

Com o funcionamento remoto, deputados indicam uma possibilidade menor de avanço de projetos polêmicos. Além disso, a decisão libera os parlamentares para continuar em seus redutos políticos em ano eleitoral. Lira justificou o ato em função pandemia de Covid-19.

"Essa medida visa a diminuir a circulação de pessoas nas dependências desta Casa Legislativa, preservando a saúde não só dos parlamentares, mas também dos servidores e dos colaboradores, considerando os efeitos da pandemia", diz a decisão.

No Senado, as sessões continuam funcionando em um formato parecido, semipresencial. A diferença é que algumas decisões só podem ser deliberadas na Casa de forma presencial, como a indicação de autoridades para o Banco Central e agências reguladoras.

Agência Estado e Correio do Povo


Leite já trata de sua campanha presidencial


Em 35 dias, Caxias do Sul registra 379 denúncias de uso irracional da água


Barcellos diz que jogadores do Inter precisam acompanhar ritmo de Medina

Bancada do Republicanos pede cassação do mandato de Do Val

 Parlamentar disse em áudio vazado que mulheres ucranianas "são fáceis porque são pobres", entre outros comentários depreciativos



A bancada do Republicanos na Assembleia Legislativa de São Paulo, que tem sete deputados, entrou com uma representação no Conselho de Ética da Casa pedindo a cassação do mandato do deputado Arthur do Val (Podemos) por causa das declarações dele a respeito das mulheres ucranianas. Em uma gravação vazada na internet, Do Val diz que as ucranianas “são fáceis porque são pobres”.

A Ucrânia foi invadida por tropas russas no dia 24 de fevereiro. Desde o início da ofensiva militar, cerca de 1 milhão de pessoas deixaram a Ucrânia. O país tem sofrido bombardeios em cidades e instalações militares e civis pelas forças da Rússia.

O deputado gravou o áudio na Ucrânia, para onde viajou para entregar cerca de R$ 150 mil arrecadados para ajudar as vítimas da guerra. “Porém, o que nas redes sociais foi anunciado como uma viagem solidária do bondoso deputado, se tornou uma exposição para que o referido parlamentar, encarando as vítimas do sexo feminino como objetos expostos numa vitrine de sexy shop, pudesse se aproveitar da fragilidade das mulheres ucranianas, todas muito abaladas e vulneráveis devido ao momento de massacre físico e psicológico a que estão expostas”, diz trecho da representação contra o deputado.

Do Val retornou ao Brasil, neste sábado e publicou um vídeo de desculpas em que classifica a si mesmo como “moleque”. “Ali, eu tomei a liberdade de ser um moleque. Mandei áudios contando vantagem. Mandei um áudio superlativo, usei expressões, exagerei. Como muitos homens fazem, em um grupo de amigos depois do futebol. Os áudios vazaram, infelizmente. A gente não tem direito nem à privacidade. Fico triste por vocês terem visto isso. É claro que eu não queria que ninguém tivesse visto.”

As falas do deputado repercutiram negativamente assim que se tornaram públicas. O presidenciável Sérgio Moro, do mesmo partido que o deputado, repudiou as falas e disse que não dividirá palanque com ele. A ministra Damares Alves (Mulher, da Família e dos Direitos Humanos) considerou as declarações "horripilantes" e disse que também pediria a cassação de Do Val. 

Neste sábado, o deputado, que é conhecido por "Mamãe Falei" e também é integrante do MBL (Movimento Brasil Livre), anunciou sua desistência em concorrer ao governo de São Paulo.

R7 e Correio do Povo

Jogo de Toalha de Banho Atlântica Delicata - Garden Valentino 4 Peças

 


O jogo de toalha de banho Garden Delicata da Atlântica com 02 toalhas de banho e 02 toalhas para rosto de algodão com viscose é perfeita para o dia a dia. A alta qualidade de absorção e a maciez dos fios é garantia de praticidade para o seu corpo e rosto, e o design minimalista na cor valentino é o toque de elegância que faltava na decoração do seu banheiro.

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Grupo protesta contra guerra na Ucrânia em Porto Alegre

 Manifestação ocorreu em frente a antigo Consulado Honorário da Rússia



Um grupo de pessoas protestou, neste sábado em Porto Alegre, contra a invasão russa na Ucrânia. Cartazes e falas contra o conflito marcaram a manifestação em frente ao  antigo Consulado Honorário da Rússia, no bairro Menino Deus.

Europa teve centenas de manifestações em diversas cidades neste fim de semana. Londres, Paris, Roma e Zurique tiveram os principais protestos, com milhares de pessoas.

Desde que a ofensiva russa na Ucrânia começou em 24 de fevereiro, as manifestações contra a guerra se multiplicaram em todo o mundo. No último fim de semana, centenas de milhares de pessoas vestidas de amarelo e azul marcharam pela Europa: algumas milhares na Rússia, pelo menos 100.000 em Berlim, 70.000 em Praga e 40.000 em Madri.

AFP e Correio do Povo


CRBM descobre desmanche clandestino de caminhões furtados em Gravataí

Grêmio empata com Novo Hamburgo, repete atuação ruim e adia avanço na Gauchão

 Tricolor volta a jogar pouco, e empate em 1 a 1 não é suficiente para garantir vaga antecipada nas semifinais do Estadual


O Grêmio precisava dar uma resposta, neste sábado, após a eliminação vexatória na primeira fase da Copa do Brasil. Não conseguiu. Voltou a jogar pouco e só buscou o empate em 1 a 1 contra o Novo Hamburgo no fim da partida. O resultado, no Estádio do Vale pela 10ª rodada do Gauchão, não é suficiente para assegurar a classificação para a próxima fase com antecedência.

No primeiro tempo, Da Silva, cria da base do Tricolor, recebeu de costas, girou sobre Bruno Alves e bateu forte, no alto, para fazer 1 a 0 para o Novo Hamburgo. Já no fim do jogo, Gabriel Silva marcou seu primeiro gol com a camisa do Tricolor e garantiu o empate.

Agora, o Grêmio volta a campo na quarta-feira, quando enfrenta o Inter no clássico Gre-Nal 435, às 21h. A partida é jogo atrasado válido pela 9ª rodada do Gauchão, já que foi adiado após torcedores do Inter arremessarem pedras contra o ônibus gremista.

Grêmio joga pouco e leva gol

O técnico Roger Machado optou por escalar aquilo que tinha de melhor à disposição após a eliminação na primeira fase da Copa do Brasil. E contou com a volta de Villasanti, que havia ficado ferido no atentado no Beira-Rio. O treinador abriu mão dos três volantes, com Campaz centralizado na armação e Rildo e Janderson pelas pontas. Diego Souza mais uma vez esteve no comando de ataque.

Seja por conta do forte calor ou do gramado, o jogo começou morno, sem finalizações perigosas nos primeiros 15 minutos. A situação só mudou aos 18, quando o Novo Hamburgo teve escanteio pelo lado esquerdo. Após o levantamento, Luis Gustavo subiu mais que a zaga e cabeceou. Brenno defendeu errado, espalmou para o lado e Michel Renner pegou o rebote. Meio caindo, ele ainda finalizou, e ela foi na trave esquerda, levando perigo ao Tricolor.

Apostando na velocidade, o Novo Hamburgo chegou ao seu gol aos 26 minutos. Camargo recebeu na direita, passou por Nícolas e acionou Da Silva. O centroavante girou muito bem sobre Bruno Alves, e fuzilou no alto. Apesar do chute forte, o goleiro Brenno não esticou o braço, e a bola morreu no fundo do gol, para abrir o placar para os donos da casa.

O sistema defensivo seguiu apresentando problemas e, aos 36, o Novo Hamburgo quase ampliou em lance muito parecido. Da Silva recebeu de novo na direita, arrancou em direção à área e finalizou forte. A pancada encontrou o travessão de Brenno, que ficou só olhando. Para a sorte do Tricolor, a bola não entrou, e o prejuízo ao intervalo foi menor com apenas 1 a 0 de desvantagem.

Tricolor demora a engrenar e empata no fim

Os dois times voltaram com a mesma escalação para o segundo tempo, quando a chuva apertou no Estádio do Vale. O Grêmio seguiu com dificuldades. Os dois jogadores que mais tentaram, mesmo errando mais, foram Rildo e Campaz. O primeiro, aos 8, levou perigo ao goleiro Raul, finalizando colocado, de longe, obrigando a espalmar para escanteio.

Aos 11, o Grêmio tentou responder. Sempre com Rildo armando as jogadas. Um lance pela direita, com ele, originou um bate-rebate na área. Ela sobrou para Janderson, na marca do pênalti. Ele chutou de bate-pronto, obrigando o goleiro Raul a saltar e mandar para escanteio, fazendo mais uma boa defesa.

Para tentar manter a pressão e buscar ao menos a igualdade no placar, Roger fez duas alterações. Sacou Janderson para a entrada de Elias, e também tentou corrigir um problema de marcação apresentado no meio desde o início da partida. Para isso, Bitello entrou no lugar de Thiago Santos, que mais uma vez fez uma partida muito ruim com a camisa do Grêmio. 

Ao longo da segunda etapa, Roger seguiu fazendo modificações. Colocou em campo o meia Benítez, que mais uma vez não conseguiu mostrar futebol. O meia Gabriel e o atacante Vini Paulista também entraram. Mesmo com vários atacantes (Diego Souza seguiu em campo), foi um meia quem marcou.

Após cruzamento aos 40 do segundo tempo, em escanteio, meio sem querer, a bola bateu em Gabriel, que conseguiu o empate para o Tricolor, em mais uma atuação decepcionante. 

Campeonato Gaúcho - 10ª rodada

Novo Hamburgo 1

Raul; Camargo, Islan, Luis Gustavo (Kesley) e Higor; Kaio (Welton Heleno), Felipe Guedes, Alex Nagib (Edinei), Junior Timbó (Jeffinho) e Michel Renner (Escobar); Da Silva. Técnico: Gelson Conte

Grêmio 1  

Brenno; Orejuela, Geromel, Bruno Alves e Nicolas; Thiago Santos (Bitello), Villasanti (Vini Paulista), Campaz (Benitez), Janderson (Elias) e Rildo (Gabriel Silva); Diego Souza. Técnico: Roger Machado

Gols: Da Silva (26/1T), Gabriel Silva (40/2T)

Cartões amarelos: Da Silva, Alex Nagib e Camargo (Novo Hamburgo)

Arbitragem: Jean Pierre Lima 

Local: Estádio do Vale, em Novo Hamburgo (RS)

Data e hora: 05/03, às 16h30min


Correio do Povo


Brasil tem 672 mortes por Covid-19 e 59.253 novos casos em 24h



Rodeio de Balneário Pinhal acontece nesse final de semana


Vacinação contra Covid em Porto Alegre não apresentou nenhum problema em crianças, diz secretário

Queretaro x Atlas é suspenso após brigas generalizadas com mortes no México

 Selvageria tomou conta de torcidas organizadas o que obrigou segurança a autorizar invasão de campo para tentar amenizar violência



O jogo entre Atlas e Queretaro, pela liga mexicana, foi suspenso após uma verdadeira batalha ter se instalado nas arquibancadas. Torcidas organizadas de ambos os times entraram em confrontos com a selvageria deixando pelo menos 17 mortos e dezenas de feridos, conforme as autoridades locais.

Sem conseguir controlar as agressões na área de torcida, as forças de segurança autorizaram as pessoas a invadirem o gramado, para escaparem das brigas. Cadeiras, navalhas, pedaços de pau e outros objetos foram usados nas agressões.

Imagens gravadas por torcedores mostravam diversas pessoas estendidas no chão, algumas com ferimentos graves e sem reação. Alguns flagrantes mostraram pessoas tentando remover desmaiados, enquanto agressores puxavam as vítimas de volta para novos espancamentos.

A Liga Mexicana se pronunciou em redes sociais "lamentando as ações no estádio La Corregedoria". Além disso, enfatizando que promovia valores de paz e respeito, para que o futebol seja desfrutado de maneira familiar".

Correio do Povo

Tênis Everlast Racer Feminino

 


O Tênis Everlast Racer Feminino é o seu novo tênis de corrida favorito! O modelo apresenta cabedal resistente que auxilia na flexibilidade e na ventilação interna, que afasta o mau odor. A palmilha macia fornece conforto durante as passadas, enquanto o solado emborrachado garante aderência e tração. Por fim, o design moderno da peça dá o tom do visual.

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