Embaixador do Brasil na Ucrânia vai sair do país e atuar na Moldávia

 Segundo Ministério das Relações Exteriores, mudanças acontecem por causa da "deterioração das condições de segurança na Ucrânia"



O embaixador do Brasil na Ucrânia vai sair do país e gerir os trabalhos na Moldávia, segundo comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores nesta sexta-feira. Para a pasta, a “deterioração das condições de segurança na Ucrânia”, devido aos conflitos com a Rússia, exige a reorganização temporária das atuações.

“O Embaixador do Brasil junto à República da Ucrânia, Norton de Andrade Mello Rapesta, que acumula a função de Embaixador na República da Moldávia, passará a gerir a Embaixada e a ocupar-se dos trabalhos de análise política a partir de Chisinau, capital daquele país, onde já está em funcionamento posto de atendimento consular a cidadãos brasileiros evacuados do território ucraniano”, detalhou o ministério.

A mudança também tem como objetivo “expandir a atuação do posto nas rotas mais utilizadas pelos brasileiros ao deixar o território ucraniano”. Há ainda um posto de atendimento consular aberto na cidade ucraniana de Lviv. A força-tarefa do Ministério das Relações Exteriores para apoio aos brasileiros em meio aos conflitos será coordenada pelo Embaixador do Brasil em Sarajevo, Lineu Pupo de Paula, que está em Lviv.

“Os cidadãos brasileiros na Ucrânia continuam a contar com apoio de funcionários locais da Embaixada em Kiev, bem como das Embaixadas do Brasil na Polônia, Romênia, Hungria e Eslováquia, que seguem operando núcleos de apoio a brasileiros que estejam deixando a Ucrânia”, diz a pasta.

Uma lista de pontos de atendimento consular está disponível no site do ministério. Orientações urgentes vêm sendo repassadas por meio de mensagens em um grupo do aplicativo Telegram.



R7 e Correio do Povo


Com Gre-Nal no horizonte, direção "poupa" Medina e mantém uruguaio como treinador do Inter

Zelensky critica negativa "deliberada" da Otan de estabelecer zona de exclusão aérea

 


O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, lamentou nesta sexta-feira a decisão "deliberada" da Otan de não estabelecer uma zona de exclusão aérea na Ucrânia, apesar da invasão russa da Ucrânia. "Hoje, a liderança da Aliança (Atlântica) deu luz verde para a continuação do bombardeio de cidades ucranianas, recusando-se a estabelecer uma zona de exclusão aérea", afirmou Zelensky em um vídeo divulgado pela presidência ucraniana.

"Apesar de saber que novos bombardeios e novas baixas são inevitáveis, a Otan decidiu deliberadamente não fechar o espaço aéreo da Ucrânia", criticou o presidente da Ucrânia. "Entendemos que os países da Otan criaram uma história para si mesmos, segundo a qual o fechamento do espaço aéreo da Ucrânia provocaria uma agressão direta da Rússia contra a Otan", acrescentou.

O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, fechou a porta nesta sexta-feira ao pedido ucraniano de estabelecer uma zona de exclusão aérea. "Os aliados concordaram que não deveríamos ter aviões sobre o espaço aéreo da Ucrânia, ou tropas da Otan no território da Ucrânia", declarou Stoltenberg ao final de uma reunião de emergência dos chanceleres da Aliança.

De acordo com Stoltenberg, "a única maneira de implementar uma zona de exclusão aérea na Ucrânia" é enviando caças da Otan, que teriam que derrubar caças russos que operam na Ucrânia. "Achamos que se fizermos isso, vamos acabar tendo algo que pode se tornar uma guerra total na Europa, engolindo muitos outros países e causando muito mais sofrimento humano", explicou.



AFP e Correio do Povo

Rússia recomenda a suspensão das exportações de fertilizantes após sanções

 Brasil já havia descartado totalmente a possibilidade da importação de fertilizantes russos durante o conflito



O governo russo recomendou que exportadores do país suspendam temporariamente os embarques de fertilizantes até que os serviços de transporte interno e externo sejam normalizados e que as transportadoras forneçam garantias de que os trajetos serão concluídos.

A recomendação foi feita nesta sexta-feira, 4, pelo Ministério da Indústria e Comércio do país, segundo informações da agência estatal de notícias Tass. "Está surgindo uma situação em que, devido à sabotagem das entregas por parte de várias empresas de logística estrangeiras, os agricultores da Europa e de outros países não podem receber os volumes contratados de fertilizantes", afirmou o ministério.

A orientação aos exportadores ocorre em meio à guerra da Rússia com a Ucrânia e com a ausência de transportadores marítimos da região por receio de sequestro de navios ou de que as embarcações sejam atingidas por mísseis.

Várias empresas globais de navegação suspenderam temporariamente as operações envolvendo portos russos, incluindo as transportadoras de contêineres Moller-Maersk e Mediterranean Shipping.

O diretor de Fertilizantes da consultoria StoneX, Marcelo Mello, diz que a recomendação do governo russo a exportadores locais confirma o efeito das sanções impostas ao país.

"Na prática, a recomendação confirma o que se esperava: que o fluxo de exportações russas fosse ficar interrompido. Eles alegam que é um problema de logística, mas o que está por trás da questão do transporte são as sanções", disse Mello, ao Estadão/Broadcast Agro.

O governo brasileiro reconhece as dificuldades de importar fertilizantes da Rússia em meio à guerra na Ucrânia. Ontem, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, descartou totalmente a possibilidade da importação de fertilizantes russos durante o conflito e reconheceu o impacto do conflito na Europa nos preços dos alimentos.

"Temos suspensão desse comércio porque não temos como pagar esses produtos, nem navios para carregar. Enquanto houver guerra, é totalmente descartada a possibilidade de receber fertilizantes", afirmou Tereza Cristina, nesta quinta-feira, 3, durante transmissão ao vivo nas redes sociais do presidente Jair Bolsonaro (PL). Ao lado dele, a ministra disse, ainda, que o Irã vai substituir o abastecimento de uréia que viria da Rússia.

A Rússia é um dos maiores produtores de fertilizantes. É o segundo maior exportador mundial de nitrogenados e terceiro maior exportador global de fosfatados e potássicos, contribuindo com 16% dos adubos exportados no mundo. Os russos são os principais fornecedores de adubo ao Brasil, com cerca de 20% do volume internalizado anualmente.

Agência Estado e Correio do Povo

Fritadeira Elétrica sem Óleo/Air Fryer Britânia - BFR15P Preta 5L com Timer

 


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ONU terá reunião na segunda por soluções à crise humanitária na Ucrânia

 México e França também buscam caminho para pedir fim das hostilidades da Rússia



O Conselho de Segurança da ONU realizará uma reunião de emergência na segunda-feira, às 17h (horário de Brasília), para avaliar a crise humanitária provocada pela invasão russa da Ucrânia. O encontro foi um pedido dos Estados Unidos e da Albânia, segundo fontes diplomáticas consultadas nesta sexta-feira. A Ucrânia tem criticado a falta de ações efetivas das Nações Unidas e da Otan.

Após a sessão pública, haverá uma outra a portas fechadas entre os 15 membros do Conselho de Segurança, esta a pedido do México e da França, para discutir o projeto de uma possível resolução, informou um diplomata sob condição de anonimato.

A proposta do México e da França busca pedir o fim das hostilidades na Ucrânia e dos obstáculos ao fluxo de ajuda humanitária e proteção de civis. O esboço do texto encontrou barreiras, pois os EUA alertaram que não o apoiariam se não dissesse explicitamente que a Rússia causou a crise humanitária, segundo outro diplomata.

A França originalmente queria uma votação na terça-feira, mas isso não aconteceu. Diplomatas dizem agora que a França, diante da relutância dos Estados Unidos, reverteu sua posição e não está pressionando por uma votação tão rápida.

Qualquer projeto de resolução que critique os russos está fadado ao fracasso porque Moscou tem poder de veto no Conselho de Segurança.

R7 e Correio do Povo

RS terá sábado de sol entre nuvens

 Temperatura estará agradável no começo da manhã em todo o Estado, enquanto a tarde será de calor



O sol aparece com nuvens em todo o Rio Grande do Sul neste sábado. A nebulosidade aumenta mais no Oeste e no Sul, por áreas de instabilidade que avançam pelo Uruguai.

Há possibilidade de pancadas de chuva isoladas da tarde para a noite em diversas regiões gaúchas, com chance maior de chover em pontos do Oeste e do Sul. A chuva, entretanto, será muito irregular. A área da Grande Porto Alegre pode ter instabilidade localizada.

A temperatura estará agradável no começo da manhã em todo o Estado, mas rapidamente aquece e a tarde será novamente com calor. Em Porto Alegre, a temperatura vai variar entre 21°C e 33°C.

Mínimas e máximas no RS

Torres 21°C / 31°C
Uruguaiana 24°C / 34°C
Bagé 22°C / 31°C
Santa Cruz 22°C / 34°C
Vacaria 16°C / 29ºC

MetSul e Correio do Povo

Rússia faz bloqueio em cidade estratégica de Mariupol na Ucrânia

 Prefeito denunciou "ataques implacáveis" e pediu corredor humanitário



A estratégica cidade portuária de Mariupol, no leste da Ucrânia, está enfrentando um "bloqueio" e ataques "implacáveis" das forças da Rússia. A informação foi confirmada neste sábado pelo prefeito Vadim Boitchenko, que pede o estabelecimento de um corredor humanitário.

"No momento estamos buscando soluções para os problemas humanitários e todos os meios possíveis para tirar Mariupol do bloqueio", disse o político em mensagem pela conta no Telegram do governo da cidade. O município de 450 mil habitantes  fica à beira da Mar de Azov.

O governo ucraniano busca que os russos atendam ao acordo de reunião recente, que previa a criação dos corredores para auxílio humanitário. Também cobrou postura da Otan para estabelecer algum tipo de proteção aérea ao país.

O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, fechou a porta nesta sexta-feira ao pedido ucraniano de estabelecer uma zona de exclusão aérea. "Os aliados concordaram que não deveríamos ter aviões sobre o espaço aéreo da Ucrânia, ou tropas da Otan no território da Ucrânia", declarou Stoltenberg ao final de uma reunião de emergência dos chanceleres da Aliança.



AFP e Correio do Povo


RS terá sábado de sol entre nuvens


ONU terá reunião na segunda por soluções à crise humanitária na Ucrânia



Rússia recomenda a suspensão das exportações de fertilizantes após sanções


Zelensky critica negativa "deliberada" da Otan de estabelecer zona de exclusão aérea


Embaixador do Brasil na Ucrânia vai sair do país e atuar na Moldávia


Com Gre-Nal no horizonte, direção "poupa" Medina e mantém uruguaio como treinador do Inter


Vacina única contra Covid-19 e influenza tem resultados promissores


Podemos abre processo disciplinar contra deputado Mamãe Falei


Em áudio, deputado Arthur do Val diz que "ucranianas são fáceis porque são pobres"


Prefeitura divulga novas regras para isenções no transporte coletivo de Porto Alegre


Ruy Irigaray ingressa com mandado no TJRS


Moraes dá cinco dias para Planalto explicar ida de Carlos Bolsonaro à Rússia


Ranolfo tem intensa agenda como governador em exercício


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Explosão mata dois em fábrica onde Sergio Moro discursava no Paraná



Lara culpa "alinhamento político" por cassação



Aplicativos do Nubank e do Banco do Brasil enfrentam instabilidade


Prefeitura já entregou cerca de 500 telhas para famílias atingidas pelo temporal em Santa Maria



Inter achou o culpado



Coreia do Norte lança "projétil não identificado", informam militares sul-coreanos


Treino do Grêmio tem conversa de Roger com Thiago Santos e definição de time



Bolsonaro transfere Pazuello para a reserva remunerada do Exército


CBF define datas de Vitória x Glória e Real Noroeste x Juventude pela 2ª fase da Copa do Brasil



Em áudio, Mamãe Falei diz que ucranianas “são fáceis, pois são pobres”. Nas mensagens parlamentar afirma que as refugiadas “são fáceis porque são pobres”. Ele diz também que a fila da baladas brasileiras “não chega aos pés da fila de refugiados aqui”.

 

Rússia bloqueia conexão ao Facebook no país

 Órgão regulador das comunicações na Rússia alegou que a rede social "discrimina" os meios de comunicação russos



O órgão regulador das comunicações na Rússia, o Roskomnadzor, ordenou nesta sexta-feira o bloqueio do acesso ao Facebook no país, alegando que a rede social "discrimina" os meios de comunicação russos.

"Tomou-se a decisão de bloquear o acesso ao Facebook", informou o Roskomnadzor no Telegram. Os jornalistas da AFP na Rússia confirmaram que o acesso à rede social na rede de internet local já não funcionava.

"Privados de informações confiáveis"

O Facebook lamentou o bloqueio, dizendo que a medida privaria milhões de pessoas de informações confiáveis e de um fórum para trocar opiniões.

"Milhões de russos comuns em breve serão privados de informações confiáveis... e silenciados de falar", disse Nick Clegg, vice-presidente de assuntos globais da Meta, empresa controladora do Facebook



AFP e Correio do Povo

Ucrânia espera terceira rodada de negociações com a Rússia no fim de semana

 Representante ucraniano afirmou que espera acordo dos russos para retomar conversas



Ucrânia espera que haja uma terceira rodada de negociações com a Rússia neste fim de semana, declarou nesta sexta-feira um dos enviados ucranianos, Mikhailo Podolyak, conselheiro do responsável da administração presidencial.

"A terceira etapa poderia acontecer amanhã ou depois de amanhã, estamos em contato permanente", afirmou Podolyak durante uma coletiva de imprensa em Leópolis (Lviv), no oeste da Ucrânia, e apontou que estão esperando apenas o acordo dos russos para voltar à mesa de negociações.

Nesta sexta-feira, as tropas russas ocupam a área da central nuclear ucraniana de Zaporizhia, que foi alvo de ataques durante a noite, informou a agência de inspeção de usinas atômicas da Ucrânia, que informou não ter detectado um vazamento radioativo.

Zaporizhia, a maior central nuclear da Europa, fica 150 quilômetros ao Norte da península da Crimeia. De acordo com o governo de Kiev, projéteis russos que atingiram a usina nas primeiras horas da sexta-feira provocaram um incêndio em um edifício e um laboratório.

Mais de 1,2 milhão de refugiados

Mais de 1,2 milhão de pessoas fugiram da Ucrânia desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro, segundo os últimos dados da ONU publicados nesta sexta-feira. 

A Ucrânia faz fronteira com sete países, Rússia ao norte e ao leste, Belarus ao norte, Polônia e Eslováquia ao oeste e Romênia, Hungria e Moldávia no sudoeste.



AFP e Correio do Povo